A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.
- Início
- BenficArte
- História do SLB (1904-1954)
- História do SLB
- Ano da Fundação SLB
- Estatutos SLB
- Regulamento Geral SLB
- Linha de vida dos 24 Fundadores
- Fichas dos 24 Fundadores
- Cosme Damião (Entrevista/1911)
- Livro de Cosme Damião - 1925
- Cosme Damião (Entrevista/1945)
- Félix Bermudes (Entrevista/áudio)
- Colecção de Cromos 1904-2026
- CAPAS "O Benfica"
- Editorial
- Contacto
SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS
Mostrar mensagens com a etiqueta Salgueiro Maia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Salgueiro Maia. Mostrar todas as mensagens
sábado, 25 de abril de 2026
Obrigado, Capitão Salgueiro Maia
| ● Alberto Miguéns ● sábado, 25 de abril de 2026 | ● 00:00 | 1 Comentários |
terça-feira, 6 de maio de 2025
Javardos
| ● Alberto Miguéns ● terça-feira, 6 de maio de 2025 | ● 19:06 | 8 Comentários |
A esconderem o emblema do Benfica de Salgueiro Maia.
APESAR DESTE BLOGUE ESTAR SUSPENSO ATÉ (PELO MENOS) 31 DE JULHO HÁ SEMPRE EXCEPÇÕES. ESTA É UMA DELAS.
sexta-feira, 25 de abril de 2025
Benfiquistas em Abril
| ● Alberto Miguéns ● sexta-feira, 25 de abril de 2025 | ● 00:00 | 9 Comentários |
UMA REFERÊNCIA DO 25 DE ABRIL DE 1974: SALGUEIRO MAIA.
quinta-feira, 25 de abril de 2024
50 Anos, 50 Vezes Salgueiro Maia
| ● Alberto Miguéns ● quinta-feira, 25 de abril de 2024 | ● 00:00 | 0 Comentários |
terça-feira, 25 de abril de 2023
Orgulho em Seres Mais Um dos Nossos
| ● Alberto Miguéns ● terça-feira, 25 de abril de 2023 | ● 11:49 | 5 Comentários |
SEMPRE TENDO COMO REFERÊNCIA SALGUEIRO MAIA (1944/1992).
Ainda jovem Benfiquista, mas com tal entusiasmo de ter o emblema na lapela para "tirar o retrato".
segunda-feira, 25 de abril de 2022
25 de Abril À Benfica
| ● Alberto Miguéns ● segunda-feira, 25 de abril de 2022 | ● 00:00 | 8 Comentários |
SEMPRE TENDO COMO REFERÊNCIA SALGUEIRO MAIA (1944/1992).
Ainda jovem Benfiquista, mas com tal entusiasmo de ter o emblema na lapela para "tirar o retrato".
domingo, 25 de abril de 2021
Quem Sai Aos Seus
| ● Alberto Miguéns ● domingo, 25 de abril de 2021 | ● 18:16 | 1 Comentários |
A ESTA HORA - POUCO DEPOIS DAS SEIS DA TARDE - HÁ 47 ANOS TOMBAVA "O ESTADO A QUE ISTO CHEGOU".
Para mim o herói - o que foi corajoso enfrentando o Poder e corajoso em sair das Luzes da Ribalta - foi o Benfiquista Salgueiro Maia.
sábado, 25 de abril de 2020
É um Militar? É um Capitão? Não Só! É O Salgueiro Maia!
| ● Alberto Miguéns ● sábado, 25 de abril de 2020 | ● 00:00 | 3 Comentários |
OBRIGADO.
Comandante. Vamos!
Alberto Miguéns
NOTA: Todos os três golpes militares do século XX bem sucedidos tiveram um herói: Segundo-tenente (marinha) Machado dos Santos (5 de Outubro de 1910), General (exército) Gomes da Costa (28 de Maio de 1926) e Capitão (exército) Salgueiro Maia (25 de Abril de 1974). Este é Benfiquista, os outros serão ou não... Golpes militares que provocaram tantas mudanças - sociais, económicas e políticas - que se tornaram «Revoluções».
Ler mais ►
Comandante. Vamos!
Alberto Miguéns
NOTA: Todos os três golpes militares do século XX bem sucedidos tiveram um herói: Segundo-tenente (marinha) Machado dos Santos (5 de Outubro de 1910), General (exército) Gomes da Costa (28 de Maio de 1926) e Capitão (exército) Salgueiro Maia (25 de Abril de 1974). Este é Benfiquista, os outros serão ou não... Golpes militares que provocaram tantas mudanças - sociais, económicas e políticas - que se tornaram «Revoluções».
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Tinha 47 Anos e Morreu
| ● Alberto Miguéns ● segunda-feira, 1 de julho de 2019 | ● 12:00 | 3 Comentários |
SE NÃO TIVESSE MORRIDO FARIA HOJE 75 ANOS ESTE BENFIQUISTA.
Vida breve mas que deu tantas vidas a muitos que as não teriam com mais uns quantos anos de Guerra Colonial.
Estátua merecida em Santarém para um castelo-vidense que, segunda a D. Natércia (viúva) me contou, numa conversa a saber a entrevista, há uns três ou quatro anos,quando já tinha a 4.ª classe, num dos Verões quentes alentejanos, passou pela minha aldeia de Montalvão, com o pai, para ir petiscar uma sopa de peixe lá para o rio Sever. Uns barbos e peixes assim e assado, até mais cozidos que fritos com bom pão montalvanense.
Esta é para o capitão da liberdade, Salgueiro Maia.
Obrigado, capitão! Podias ter tudo e não quiseste nada!
Alberto Miguéns
Ler mais ►
Vida breve mas que deu tantas vidas a muitos que as não teriam com mais uns quantos anos de Guerra Colonial.
Estátua merecida em Santarém para um castelo-vidense que, segunda a D. Natércia (viúva) me contou, numa conversa a saber a entrevista, há uns três ou quatro anos,quando já tinha a 4.ª classe, num dos Verões quentes alentejanos, passou pela minha aldeia de Montalvão, com o pai, para ir petiscar uma sopa de peixe lá para o rio Sever. Uns barbos e peixes assim e assado, até mais cozidos que fritos com bom pão montalvanense.
Esta é para o capitão da liberdade, Salgueiro Maia.
Obrigado, capitão! Podias ter tudo e não quiseste nada!
Alberto Miguéns
quinta-feira, 25 de abril de 2019
Obrigado, Salgueiro Maia
| ● Alberto Miguéns ● quinta-feira, 25 de abril de 2019 | ● 00:00 | 6 Comentários |
PELO PODER DE DECISÃO, TEMERIDADE E CORAGEM ASSUMIDOS HÁ 45 ANOS.

Um capitão Benfiquista. De Santarém a Lisboa, chegou, viu e venceu. E retirou-se para de onde tinha vindo não querendo protagonismo, vaidades fátuas e honrarias traiçoeiras. nem influenciar o que já não era função dele. Uma lição que praticamente ninguém aprendeu em Portugal mesmo, muitos daqueles, que fazem dele o HERÓI DO 25 DE ABRIL.
(clicar na imagem para visualizar com mais qualidade)

A Salgueiro Maia
Aquele que na hora da vitória
Respeitou o vencido
Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
Como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
Era uma vez um Homem
Que na madrugada de 24 para 25 de Abril de 1974 reuniu os seus homens na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém e disse: «Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!»

Era uma vez um Homem
Que com os seus soldados, temerário: «Com meia dúzia de carrinhos de combate marchou de madrugada entre Santarém e o centro de Lisboa, no Terreiro do Paço!» Clicar para 2011 «Salgueiro Maia».

Era uma vez um Homem
Que enfrentou, com perigo de vida, carros de combate a sério mas não teve medo e disse: «Rendam-se!» Clicar para 2014 «Gosto de Quem Responde Antes de Perguntar».

Era uma vez um Homem
Que depois de cumprir o objectivo que tinha assumido (ocupar a Praça do Comércio) sabendo que o Presidente do conselho estava refugiado na GNR disse: «Vamos à GNR ao Largo do Carmo!»

Era uma vez um Homem
Que perante a resistência não hesitou: «Ou os governantes entregam-se ou em deito abaixo o quartel a tiro com as chaimites e blindados!» Clicar para 2018 «O Estado A Que Chegámos».

Era uma vez um Homem
Que depois de ser Herói: «Decidiu - missão cumprida - regressar a Santarém, ao quartel e fazer o que tinha de ser feito. Voltar a ser mais um militar!» Clicar para 25 de Abril de 2011 logo no início deste blogue.
Os Mais Belos Olhos da Liberdade
Alberto Miguéns
NOTA1: Em breve neste blogue colocarei uma entrevista/conversa que outro Benfiquista teve a paciência de me conceder, na «Associação 25 de Abril», na passada segunda-feira, o coordenador das acções de todo o Movimento do MFA na madrugada e dia 25 de Abril, com o código de "TIGRE", Major Otelo Saraiva de Carvalho, responsável pelo Posto de Comando na Pontinha (ÓSCAR). Um Benfiquista gigantesco. O Capitão Salgueiro Maia foi o "CHARLIE OITO".

NOTA2: Houve tempos em que um estudante, com 13 anos (!), foi levado ao reitor do Liceu Gil Vicente (Lisboa) antes das Férias da Páscoa por andar nas instalações do Liceu com discos malditos e proibidos como estes:
NOTA3: Houve tempos - que Salgueiro Maia ajudou a mudar - em que um estudante do Liceu Gil Vicente disse ao reitor do liceu: «Faça o que entender mas eu ouvirei sempre estes discos, gostem ou não deles. Tenham ou não medo do que eles são e representam»!
Ler mais ►
Um capitão Benfiquista. De Santarém a Lisboa, chegou, viu e venceu. E retirou-se para de onde tinha vindo não querendo protagonismo, vaidades fátuas e honrarias traiçoeiras. nem influenciar o que já não era função dele. Uma lição que praticamente ninguém aprendeu em Portugal mesmo, muitos daqueles, que fazem dele o HERÓI DO 25 DE ABRIL.
(clicar na imagem para visualizar com mais qualidade)
A Salgueiro Maia
Aquele que na hora da vitória
Respeitou o vencido
Aquele que deu tudo e não pediu a paga
Aquele que na hora da ganância
Perdeu o apetite
Aquele que amou os outros e por isso
Não colaborou com a sua ignorância ou vício
Aquele que foi «Fiel à palavra dada à ideia tida»
Como antes dele mas também por ele
Pessoa disse
Sophia de Mello Breyner Andresen
Era uma vez um Homem
Que na madrugada de 24 para 25 de Abril de 1974 reuniu os seus homens na parada da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém e disse: «Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos! De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto. Quem for voluntário, sai e forma. Quem não quiser sair, fica aqui!»
Era uma vez um Homem
Que com os seus soldados, temerário: «Com meia dúzia de carrinhos de combate marchou de madrugada entre Santarém e o centro de Lisboa, no Terreiro do Paço!» Clicar para 2011 «Salgueiro Maia».
Era uma vez um Homem
Que enfrentou, com perigo de vida, carros de combate a sério mas não teve medo e disse: «Rendam-se!» Clicar para 2014 «Gosto de Quem Responde Antes de Perguntar».
Era uma vez um Homem
Que depois de cumprir o objectivo que tinha assumido (ocupar a Praça do Comércio) sabendo que o Presidente do conselho estava refugiado na GNR disse: «Vamos à GNR ao Largo do Carmo!»

Era uma vez um Homem
Que perante a resistência não hesitou: «Ou os governantes entregam-se ou em deito abaixo o quartel a tiro com as chaimites e blindados!» Clicar para 2018 «O Estado A Que Chegámos».

Era uma vez um Homem
Que depois de ser Herói: «Decidiu - missão cumprida - regressar a Santarém, ao quartel e fazer o que tinha de ser feito. Voltar a ser mais um militar!» Clicar para 25 de Abril de 2011 logo no início deste blogue.
Os Mais Belos Olhos da Liberdade
Alberto Miguéns
NOTA1: Em breve neste blogue colocarei uma entrevista/conversa que outro Benfiquista teve a paciência de me conceder, na «Associação 25 de Abril», na passada segunda-feira, o coordenador das acções de todo o Movimento do MFA na madrugada e dia 25 de Abril, com o código de "TIGRE", Major Otelo Saraiva de Carvalho, responsável pelo Posto de Comando na Pontinha (ÓSCAR). Um Benfiquista gigantesco. O Capitão Salgueiro Maia foi o "CHARLIE OITO".

NOTA2: Houve tempos em que um estudante, com 13 anos (!), foi levado ao reitor do Liceu Gil Vicente (Lisboa) antes das Férias da Páscoa por andar nas instalações do Liceu com discos malditos e proibidos como estes:
NOTA3: Houve tempos - que Salgueiro Maia ajudou a mudar - em que um estudante do Liceu Gil Vicente disse ao reitor do liceu: «Faça o que entender mas eu ouvirei sempre estes discos, gostem ou não deles. Tenham ou não medo do que eles são e representam»!
![]() |
| Oito discos de cerca de 20 que estavam proibidos de venda e divulgação. Só tendo vivido antes do 25 de Abril de 1974 pois contado poucos acreditam! |
quarta-feira, 25 de abril de 2018
O Estado a Que Chegámos
| ● Alberto Miguéns ● quarta-feira, 25 de abril de 2018 | ● 00:00 | 3 Comentários |
NUMA PAUSA PARA GANHAR FÔLEGO PARA O DECISIVO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA FUTEBOLÍSTICO.
E continuou na rua da Ribeira das Naus
Ler mais ►
Sempre considerei que os três grandes heróis em 25 de Abril de 1974 foram os três homens que nessa decisiva manhã foram corajosos como poucos conseguiriam ser pois em clara inferioridade bélica perante as forças do Regime superiorizaram-se pelo seu desempenho, abnegação e inteligência. Autênticos «David frente a Golias». Com o tempo fui sabendo que são os três Benfiquistas, o último durante este ano e ainda sujeito a confirmação pessoal: o capitão Salgueiro Maia, o cabo-apontador José Alves Costa e o ex-alferes miliciano Fernando Brito e Cunha. Nunca pensei que, um dia - no Futuro - viria a saber, que os meus três heróis da adolescência, em 1974...eram Benfiquistas.
Como é evidente o que é importante foi a acção que tiveram
O facto de serem Benfiquistas é secundário embora para quem é Benfiquista seja com satisfação redobrada saber que os corajosos dessa manhã simpatizam com o "Glorioso". Eles que tão gloriosos foram enfrentando com Chaimites e pistolas, os Carros de Combate suficientes para fazer os Chaimites "desfarelarem-se que nem esferovite" com três tiros-e-meio certeiros...
Tudo começou na rua do Arsenal
Aqui desenrolou-se o primeiro momento decisivo com a força do Benfiquista Salgueiro Maia a enfrentar com "tremoços" (chaimites) os carros de combate a sério.
Depois passou para a rua da Ribeira das Naus
Onde vai estar em destaque um civil que consegue deter um dos militares mais importantes, naquele momento, ao serviço da Ditadura, o major Pato Anselmo. Este seria alvo do anedotário nacional durante meses. Porque foi mesmo "pato". E ainda bem, como se poderá perceber na entrevista em video que está publicada na parte final deste texto. O civil que deteve o "Pato à pato" foi Fernando Brito e Cunha que me disseram, há cerca de quatro meses, ser Benfiquista. É uma informação que tento confirmar a cem por cento. Mas o que fez a Pato Anselmo foi à Benfica! Tens três hipóteses. Ou aderes. Ou não te rendes e terás de ser preso! Ou levas um balázio (não disse mas encostou-lhe a pistola)! Isto feito por um civil a um dos mais prestigiados majores do exército português!
E continuou na rua da Ribeira das Naus
Aqui vive-se o momento de maior tensão. O Benfiquista José Alves Costa (cabo-apontador) desobedece a um brigadeiro e não mata o Benfiquista Salgueiro Maia. Claro que não sabiam que eram Benfiquistas. Digo eu! Descobri que Salgueiro Maia era Benfiquista quando comprei a sua Fotobiografia, da autoria de António Sousa Duarte, aquando da sua publicação em Março de 2004, nos 30 anos do 25 de Abril. E que tem uma fotografia de Salgueiro Maia ainda em criança com o Glorioso Emblema na lapela. Quanto ao cabo-apontador só soube que é Benfiquista, em 2014, nos 40 anos do 25 de Abril, também através de um livro, neste caso lendo a entrevista que concedeu ao jornalista Adelino Gomes com fotografias de Alfredo Cunha (clicar). Se houvesse um momento X no 25 de Abril de 1974 era este!
E acabou no largo do Carmo
Com o capitão Salgueiro Maia a ter bom senso e sensatez para conseguir derrubar um Regime sem vinganças e inutilidades!
Terminou a Ditadura começando a Democracia
O Benfiquista Salgueiro Maia dá o golpe final num Regime Podre em que aqueles que o queriam defender eram incapazes de dar um tiro em amigos que conheciam das várias «Comissões de Serviço nas Colónias». Quem tinha de tomar a iniciativa de lutar eram os Situacionistas que estavam a ser atacados pelos Revoltosos. E se tinham canhões e balas para isso! Tinham a mais o que faltava a menos aos "Capitães de Abril". Pois, foi só fumaça. Recuaram como cobardes, incapazes de defender o que diziam querer defender. À pato. Bendita cobardia. Salvé Benfiquistas: cabo-apontador José Alves Costa, civil ex-alferes miliciano Fernando Brito e Cunha e capitão Salgueiro Maia.
Como se transforma em Portugal um golpe militar numa mudança de regime: A Revolução
Só não é hilariante porque significou a transformação de uma Ditadura em Democracia. Ai, Portugal, Portugal. Esta entrevista do civil e ex-alferes miliciano Fernando Brito e Cunha é algo de pasmar. Até para perceber como o major Pato Anselmo foi "cá um pato" mas há muito mais com a GNR, a PSP e a Infantaria ao "barulho" (clicar). Quarenta e quatro anos depois (a Ditadura durou 48 anos: 28 de Maio de 1926/25 de Abril de 1974) os vícios dos que nos querem dirigir são os mesmos! Que se entretenha o Povo com Festivais da Canção (do Minho ao Algarve), Futebol tasqueiro e PimbalhadaTV, enquanto nós nos governamos a fazer que vos governámos.
Parece que serviu de pouco. Em poucos anos voltámos ao estado a que chegámos. Por isso o FC Porto conseguiu tanto poder. Espero que o Benfica lhes dê o golpe final com o P3N7A!









































