O AFASTAMENTO DEFINITIVO DE UM DOS MELHORES FUTEBOLISTAS DA HISTÓRIA DO BENFICA TORNOU-SE UMA LENDA ATÉ PARA JUSTIFICAR O INJUSTIFICÁVEL… DESDE QUE ME CONHEÇO ENTRE BENFIQUISTAS!
Se o Benfica agora fosse como naquele tempo o futebolista
fulano não voltava a vestir o “Manto Sagrado”. O presidente sicrano devia fazer
o mesmo que Bogalho. Expulsá-lo do Clube. Por causa do beltrano é que o Benfica
não ganha como no passado quando até o melhor jogador do Clube foi irradiado.
Só que é preciso perceber o que era o futebol português no
início da década de 50 e, principalmente, como estava o “Glorioso” em 1953/54,
para entender, o que se passou naquele momento que ficaria para a história como
o dia da “Lenda de Félix”: 18 de Outubro de 1953.
AVISO: História
do SLB “pura e dura”. Texto longo por isso quem não gosta é melhor esperar por
amanhã!
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| 7 de Setembro de 1952. Uma data histórica, precursora da mudança do futebol do Benfica em 1954/55. Festa de despedida de Francisco Ferreira e de estreia de Fernando Caiado, num SLB - FC Porto (primeiro clube de Chico Ferreira). Aos 15 minutos, no Estádio Nacional, Caiado entra para a saída definitiva do futebol do capitão dos capitães (até 1951/52). Ainda não se sabia, mas com a vinda de Otto Glória dois anos depois tudo iria mesmo mudar. Não seria só mudança de uns jogadores por outros. Como diria Mestre Cândido de Oliveira (antigo futebolista do SLB até 1920), em 1955, em "A Bola": «Com a "diagonal" de Otto Glória o Benfica deixou de jogar à Benfica e joga melhor...» |
O Glorioso Futebol em 1953/54: últimas épocas
Havia “nervosismo” entre os Benfiquistas! O Sporting CP
ultrapassara, em 1952/53, pela primeira vez, o “Glorioso” em número de títulos
de campeão nacional, com oito. E nas últimas sete temporadas o SCP conquistara
seis títulos. Ao contrário...o Benfica nas últimas oito épocas conquistara UM! O "Glorioso" conseguira com a conquista da Taça Latina “esbater” a
evidente supremacia do adversário. Apesar de a generalidade da Imprensa (presumo
que a rádio também seguisse o mesmo rumo…) desvalorizasse o título de campeão em
1949/50. O Sporting CP é que o tinha perdido por não ter sabido encontrar um substituto
para Peyroteo (abandonou o futebol no final de 1948/49). Mário Wilson não tinha
categoria nem para ser reservista, quanto mais substituí-lo!
Na Taça de Portugal, o “Glorioso” também conseguia sobrepor-se,
com quatro conquistas nas últimas quatro edições – embora intervaladas - depois
de um “Tri-de-taças” – também intervalado - do Sporting CP. A vitória (e logo
por 5-4) no último jogo de 1951/52 correspondente à final da Taça de Portugal fizera
da temporada de 1952/53 muito mais que uma temporada de futebol. O Benfica
conseguia responder ou deixava o Sporting CP ultrapassar o “Glorioso” com a oitava
conquista? Deixou-se ultrapassar!
SL
BENFICA e SPORTING CP ENTRE 1942/43 e 1952/53
Épocas
|
Campeonato
Nacional
|
Taça de
Portugal
|
1942/43
|
5
|
SCP (2.º)
a um ponto
|
V 5-1; Vitória FC Setúbal
|
MF
(SLB)
|
1943/44
|
2
|
SLB
(2.º) a 5 pontos
|
V 8-0; GD Estoril Praia
|
OF
(FCP)
|
1944/45
|
6
|
SCP (2.º)
a 3 pontos
|
V 1-0; SC Olhanense
|
MF (SCP)
|
1945/46
|
1
|
SLB
(2.º) a 1 ponto/
SCP
(3.º) a 6 pontos
|
V 4-2; Atlético CP
|
QF (ACP)
|
1946/47
|
3
|
SLB
(2.º) a 8 pontos
|
Não se realizou (1)
|
1947/48
|
4
|
Igualdade
pontual
|
V 3-1; CF Os Belenenses”
|
MF (SCP)
|
1948/49
|
5
|
SLB
(2.º) a 5 pontos
|
V 2-1; Atlético CP
|
1/16; FC Tirsense
|
1949/50
|
7
|
SCP (2.º)
a 6 pontos
|
Não se realizou (2)
|
1950/51
|
6
|
SLB (3.º)
a 15 pontos
|
V 5-1; As. Académica Coimbra
|
OF
(CF”B”)
|
1951/52
|
7
|
SLB (2.º)
a um ponto
|
V 5-4; Sporting CP
|
FINAL
|
1952/53
|
8
|
SLB
(2.º) a 4 pontos
|
V 5-0; FC Porto
|
QF; Lusitano GC Évora
|
NOTAS:
(1)
Em 1946/47 o campeonato foi o último a ser disputado após os
clubes serem apurados pelos campeonatos regionais com alargamento. Um
planeamento mal efectuado “levou” a última jornada, 16.ª jornada, para 2 de
Julho de 1947. Como a Taça de Portugal era o seguimento do Campeonato de
Portugal disputava-se integralmente no final da época. Deixou de haver datas;
(2)
Em 1949/50 o Benfica anunciou que prescindia da participação na
Taça de Portugal para preparar a Taça Latina (10 e 11 de Junho de 1950). A FPF
cancelou a competição
 |
| António e Fernando Caiado (irmãos). Serafim |
A “Questão” Caiado
O futebol português vivia tempos híbridos. Os futebolistas
eram semi-profissionais, ou seja, tinham um emprego (geralmente conseguido pelo
clube) e recebiam um prémio para terem saúde e energia para jogar bem futebol.
Mas… desde finais dos anos 40, os futebolistas que se revelavam em cada
temporada nos clubes menos populares – que não fossem o SLB, SCP, FCP e CF “Os
Belenenses” – eram contratados por valores considerados incomportáveis. O
prémio de assinatura e o mensal permitia-lhes não ter outra ocupação que não
fosse o futebol. Isto começou a criar atritos entre os “velhos” (com contratos
a vigorarem praticamente sem alterações pois não havia inflação) e os “novos”
(com contratos superiores). Foi assim que um dos melhores futebolistas portugueses
da temporada de 1951/52, Fernando Caiado (Boavista FC) foi contratado para
1952/53. Já jogador feito com 28 anos! O Benfica tendo por tradição jogar
apenas com portugueses fazia um esforço acrescido para contratar os que “davam
mais nas vistas” mas que muitas vezes se revelavam fiascos. Com Fernando Caiado
o Benfica acertara em cheio. Foi um dos melhores em 1952/53 ganhando “estatuto”
dentro do plantel (entre os futebolistas das três categorias) e do Clube (entre
os dirigentes, associados e adeptos). Caiado chegara para substituir como médio-esquerdo
a Glória, Francisco Ferreira (a festa de despedida deste foi a “passagem de
testemunho”), afinal, impusera-se como estratego do meio-campo, na táctica WM, numa
posição actualmente inexistente: interior-esquerdo.
 |
| Da esquerda para a direita, na final da Taça de Portugal em 1952/53: Cândido Oliveira/ treinador do FC Porto (2.º), Valadas (3.º), Bogalho (5.º) e Ribeiro dos Reis (6.º ou primeiro a contar da direita) |
Um trio de treinadores
Os dirigentes do Benfica optavam, desde Janos Biri, por
treinadores que depois não correspondiam. Mesmo Ted Smith tinha oscilações de
humor que o levavam por vezes a pensar regressar a Inglaterra, ficando o adjunto
(ex-jogador Cândido Tavares) a orientar o futebol. Em 1952/53 optou-se pelo
argentino Alberto Zozaya, mas cedo se percebeu que o futebol português tinha “especificidades”
que só os entendidos no mesmo descodificavam. Em 1 de Fevereiro de 1953, depois
de uma derrota (1-3) com o Sporting CP foi despedido. Sem soluções, a não ser
improviso, recorreu-se a António Ribeiro dos Reis, como era habitual nestas
situações. Este não quis assumir sozinho a tarefa, propondo uma Comissão Técnica.
Ele com José Francisco Simões (outra Glória do Clube) como orientadores e um técnico
mais próximo do campo (Francisco Ferreira). Ainda antes do final da temporada
(em 30 de Abril de 1953) percebeu-se que Francisco Ferreira estava (ainda…)
muito próximo de alguns ex-colegas. Bogalho pediu a outra Glória, Alfredo
Valadas para assumir a parte mais prática dos treinos e jogos. Para 1953/54, a
estrutura técnica não deixava de ser complexa: Ribeiro dos Reis e José Simões
definiam o plano de treinos e do jogo, com Valadas a executar e implementar em
campo essas decisões tendo como adjunto Francisco Ferreira.
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| Félix na Selecção Nacional (a causa das coisas) |
Félix e a Selecção Nacional
Num futebol híbrido – os mais velhos “semiprofissionais” e os
mais novos praticamente profissionais (apenas formalmente não existia a profissão) – a Selecção Nacional ia-se arrastando
tentando fazer renascer o Portugal Grandioso de Afonso Henriques aos
Descobrimentos e Salazar, salvador a Pátria, depois da quase falência do estado
português durante a I República. Mas geralmente corria mal. E correu no
apuramento para o Mundial de 1954, na Suíça. Em campeonatos mundiais com fases finais a 16 selecções, Portugal discutia a presença em duas mãos frente à Áustria. Em 27 de Setembro de 1953 foi o descalabro, em Viena,
com Portugal a sair derrotado por 1-9. A segunda mão (E 0-0) foi para cumprir
calendário. Como era habitual arranjaram-se logo culpados da vergonha. Também
como era habitual na Imprensa surgiram várias versões. É verdade que havia
Censura, mas às vezes tenho a impressão que a sua existência também era uma
forma de alguns jornalistas desses tempos arranjarem uma desculpa para criar as
lendas que eram do seu interesse. Que lhes permitiam usufruir do cunhismo tão
tipicamente português. O maior “bode expiatório” dessa derrota foi Félix. Uns
dizem que não quis esforçar-se em campo, outros que se comportou mal no estágio,
outros que em declarações culpou os colegas do insucesso e ainda outros que
criou dificuldades à delegação nas várias ligações entre transportes de Lisboa
a Viena e desta a Lisboa. O certo é que foi suspenso e multado. O SLB tentou
interceder por ele mas não vale a pena transformar este texto (que já vai
longo) numa novela. Para Félix Antunes – com quase 31 anos (mais novo sete dias
que Rogério Pipi) - a selecção passara à história mesmo que continuasse a
brilhar no Benfica.
 |
| Legenda provável (com a colaboração de VJC) da selecção dos 9-1 em Viena de Áustria: Barrigana, Castela (CF "Os Belenenses"), Félix, Rogério, José Águas, Martins, Vasques, Ângelo Carvalho, Travassos, Virgílio e Serafim (Boavista FC), capitão |
A temporada de 1953/54
O Benfica
iniciara o campeonato a vencer mas revelara dificuldades. Na 1.ª jornada (4 de
Outubro), em Évora, vencera por 2-0 o Lusitano GC (7.º classificado em 1952/53)
mas com golos na 2.ª parte. Na 2.ª jornada, em casa, no Campo Grande, quase
ocorrera um escândalo monumental. O SC Braga (13.º e penúltimo em 1952/53 que
se salvara da despromoção por uma “unha negra”) marca um golo aos 37 minutos e
mantém-se vitorioso até ao último quarto-de-hora. Dois golos do “Glorioso” nos
instantes finais - empate (1-1) aos 78 e vitória (2-1) aos 88 minutos - transformam um escândalo em alívio. A ida a Setúbal (3.ª
jornada) era considerada uma “prova de fogo” até porque o adversário tinha como
treinador Janos Biri. O Vitória FC - 6.º classificado em 1952/53 – tinha apenas
um ponto (ED) mas era poderoso. O Benfica instável, seguia na dianteira com
quatro pontos mas estava longe de convencer. No campo dos Arcos (pré-estádio do
Bonfim) ao intervalo o resultado não deixava dúvidas. VFC – 3…. SLB…1. Final
dos 45 minutos iniciais, tudo para o balneário.

O que me contou Fernando Caiado (quanto a mim a versão que encaixa melhor
entre as histórias contadas)
NOTA: Fernando Caiado (1925) era apenas três anos
mais novo que Félix (1922) apesar de no Benfica e Boavista FC terem sido
adversários seis temporadas, entre 1946/47 e 1951/52!
O ambiente era pesado. Percebia-se que vencer o jogo seria
muito difícil. Como era habitual Valadas fazia o papel de treinador de campo,
pois Ribeiro dos Reis (essencialmente) e José Simões davam indicações a Valadas
e este transmitia o que eles pretendiam. A hierarquia era sagrada. Discutia-se
o que estivera mal e o que seria necessário para corrigir. Um dos problemas era
a apatia na zona central. O capitão Joaquim Fernandes tentava ser diplomata: «Isto assim vai acabar mal.Querem que mude aos três e acabe aos seis?!» Caiado era um futebolista experiente, mas um novato na equipa, decidiu dar nota da sua insatisfação pois pensava que
era possível haver mais genica e esforço do que o demonstrado na primeira
parte. Félix um dos mais velhos na equipa (desde 1946/47… meia dúzia de anos
antes da chegada de Fernando Caiado), fustigado com castigos e multas devido ao
fatal jogo em Viena, culpabilizado, sentiu-se o alvo principal. Despe a
camisola, atira-a ao chão como se fosse já para o duche de final de jogo, como
que a indicar que não regressaria ao campo pois estar lá ou não ia dar ao mesmo
(num tempo em que não havia substituições) e dispara para Fernando Caiado (algo do tipo): Correr mais?
Já corri muito pelo Benfica. Anos e anos. À chuva e ao Sol. Muito mais do que
tu alguma vez vais correr. Corre tu. Até o dobro do que eu corro, que ganhas
bem para isso! Chega-te para só correres atrás de uma bola! Perante alguma estupefacção,
mas nem tanto para quem conhecia a irreverência de Félix, Valadas grita que o
Benfica é que conta. Era o Benfica que teria de disputar a 2.ª parte não era a
dupla Félix e Caiado! E lá foram, com 3-1, para: VFC – 5 ; SLB 3, mas chegou a estar 4-1
e 4-3!
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| Caiado o capitão das duas "dobradinhas" com assinatura Otto Glória: 1954/55 e 1956/57 |
Bogalho quis aligeirar
Depois começa a lenda, tal como na história (também Lenda) do
que se passou em Viena. Bogalho usou a camisola pisada (que todos faziam) mas que
os adeptos desconheciam ou faziam por não ligar para justificar a suspensão. E
evitar que o conflito entre contratos antigos e novos provocassem divisões mais
gravosas até entre os associados. Fernando Caiado começou a ser olhado com
desconfiança apesar de me garantir que não foi ele a denunciar a situação ao
intervalo mas sim Valadas que fez o que lhe competia. Fernando Caiado terá a
redenção com Otto Glória que percebe as suas qualidades e faz dele o capitão da
equipa logo em 1954/55 havendo na equipa futebolistas com mais épocas: Jacinto (desde
1944/45), Francisco Calado (desde 1947/48), Bastos (desde 1949/50), José Águas
(desde 1950/51) e Artur Santos (desde 1951/52). Bogalho percebe que a
organização do futebol teria de modernizar-se profissionalizando todos os
seniores e que teria de ter um treinador com poderes sobre toda a organização e
planeamento da época. No final desta temporada de 1953/54 (início de 1954/55) o
futebol do Benfica muda radicalmente. Só titulares com dedicação exclusiva ao
futebol e Otto Glória com plenos poderes para indicar o que fazer e
responsabilizar-se por tudo.
A minha apreciação (vale o que vale)
Félix foi a gota que fez transbordar o copo. Foi o réu de um
tempo híbrido que era gerido pelo bom senso e a vítima de um tempo de transição que fez
mudar, para melhor, o futebol.
Perdeu-se Félix! Ganhou-se o Benfica!
Alberto Miguéns
NOTA: Ao contrário daquilo que se faz passar, Bogalho não afastou - suspendê-lo do Clube, aos 31 anos, durante três anos era o mesmo que dizer-lhe adeus - o melhor médio-centro ou um dos melhores jogadores. Esse tempo há muito que
tinha passado. Rogério de Carvalho (sete dias mais velho que Félix) fez em
1953/54 a última época no Benfica. Tal como Félix Antunes. A diferença é que um foi
voluntário e o outro foi forçado. Rogério foi jogar para a II Divisão, no Clube
Oriental de Lisboa. Félix também. No Sport Clube União Torreense. Até foram adversários, em 1954/55, na II Divisão.
PLANO
PARA AS EDIÇÕES DURANTE SETEMBRO/OUTUBRO
(provisório
como é evidente)
De 26 de
Setembro a 26 de Outubro de 2015 (Sempre pela meia-noite)
Sábado
(de 25 para 26): O SLB e o FC Paços de Ferreira;
Domingo
(de 26 para 27): E depois da Sexta?;
Segunda-feira
(de 27 para 28): Assim não vale!;
Terça-feira
(de 28 para 29): O Benfica esmiúça Madrid;
Quarta-feira
(de 29 para 30): O “Glorioso” e o CAM;
Quinta-feira
(de 30 para 1): E depois de Madrid?;
Sexta-feira
(de 1 para 2): O Campo Grande como nunca o viu;
Sábado
(de 2 para 3): O “Glorioso” na Ilha da Madeira;
Domingo
(de 3 para 4): O SLB e o CF União;
Segunda-feira
(de 4 para 5): E depois da Sétima?;
Terça-feira
(de 5 para 6): No melhor pano cai a nódoa;
Quarta-feira
(de 6 para 7): Anatomia de uma descoberta;
Quinta-feira
(de 7 para 8): Mentiras Oficiais Made in SLB;
Sexta-feira
(de 8 para 9): Cuidado com eles;
Sábado
(de 9 para 10): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Domingo
(de 10 para 11): O mais belo 138
Segunda-feira
(de 11 para 12): O Lar dos Jogadores;
Terça-feira
(de 12 para 13): Os treinos com Otto Glória;
Quarta-feira
(de 13 para 14): Os treinos com Béla Guttmann;
Quinta-feira
(de 14 para 15): Toni dixit;
Sexta-feira
(de 15 para 16): Álvaro dixit;
Sábado
(de 16 para 17): O “Glorioso” e o adversário na Taça de Portugal;
Domingo
(de 17 para 18): Como foi a estreia na Taça de Portugal;
Segunda-feira
(de 18 para 19): O SLB na Turquia;
Terça-feira
(de 19 para 20): O Benfica e o Galatasaray AS;
Quarta-feira
(de 20 para 21): E depois de Istambul?;
Quinta-feira
(de 21 para 22): Vem aí o “Dérbi de Lisboa”;
Sexta-feira
(de 22 para 23): O Benfica e o Sporting CP: curiosidades!;
Sábado
(de 23 para 24): O SLB e o Sporting CP;
Domingo
(de 24 para 25): O 12.º ano da “Catedral”;
Segunda-feira
(de 25 para 26): E depois da Oitava?;
Sábado
(de 30 para 31): Primeira “posta” SLB!