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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Números Nas Camisolas Há 70 Anos. Mas Amanhã Um Inédito

terça-feira, 18 de setembro de 2018 0 Comentários
A ASSINALAR AMANHÃ DIA EM QUE O "GLORIOSO" JOGA COMO JOGOU HÁ 70 ANOS.



Em 1948/1949, o jogo correspondeu à primeira jornada do 14 .º campeonato nacional, 10.º na designada I Divisão. O Benfica recebeu o SC Olhanense, no Campo Grande vencendo por 1-0, com um golo de Julinho que estreou nas costas o número "nove". 

Inédito na Gloriosa História
Amanhã frente ao FC Bayern Munique não vai haver "nove" nem nunca haverá este número em 2018/19. Será a primeira vez em 71 temporadas do Glorioso Futebol que não há quem possa utilizar o "nove" - esteja, em campo, como suplente, na bancada ou noutro sítio. Em 2018/19 pela primeira vez aquele que é, talvez, o número mais emblemático na história do Futebol não foi atribuído ou escolhido. 


O importante não são os números nas camisolas
São os golos que se marcam, as vitórias que se obtêm e as conquistas que se conseguem. É isso. O Benfica até 1947/48 nunca teve números nas camisolas. O emblema olha-se de frente o número está atrás. Ter ou não ter "nove" é apenas uma curiosidade. Ganhar uma necessidade. Vencer o FC Bayern Munique um marco assinalável. Com ou sem "Nove".

Em 19 de Setembro de 1948
Ficaram como marcos da estreia dos números, entre as teorias que se foram escrevendo e que remeto para uma NOTA FINAL, o Benfica seguiu o sábio conselho de António Ribeiro dos Reis numerando o seu onze titular nesse jogo do seguinte modo:
  1. Pinto Machado;
  2. Jacinto (Marques);
  3. Fernandes;
  4. Moreira;
  5. Mário Reis;
  6. Francisco Ferreira (capitão);
  7. Rogério (Carvalho);
  8. Arsénio;
  9. Julinho;
10. Melão;
11. Rosário

Depois muitos outros assumiram os números incluindo o fatal "Nove" o do avançado-centro, depois do ponta-de-lança
Com consistência ou por circunstâncias várias foram muitos os míticos os futebolistas que utilizaram o Glorioso NOVE: Julinho, Guilherme Espírito Santo, Corona, António Teixeira, Rui Gil, José Águas, Mascarenhas, Rogério (Carvalho), Vieirinha, Coluna, Arsénio, Isidro, Azevedo, Zezinho, Santana, Mendes, José Torres, Pedras, Iaúca, Serafim, Guerreiro, Nélson, Camolas, Ferreira Pinto, Raul Águas, Abel, Praia, Artur Jorge, Victor Batista, Jordão, Moinhos, Móia, José Domingos, Pietra, Nelinho, Rui Lopes, Celso, Reinaldo, Jorge Gomes, César, Vital, João Alves, Filipovic, Diamantino (Miranda), Maniche, Jorge Silva, Rui Águas, José Luís, César Brito, Chiquinho, Magnusson, Vata, Lima, Isaías, Yuran, Mostovoi, Futre, Ailton, João Pinto, Caniggia, Edilson, ....    

O primeiro nove fotografado e publicado em dois jornais (O Benfica e A Bola) e uma revista (Stadium) no jogo de estreia dos números conseguindo-se a sequência da jogada com Arsénio (n.º 8) à espreita
Que não foi a do golo



O mais elegante merece duas fotografias



O mais improvável merece uma composição de fotografias
Nem para Basquetebolista diziam alguns...



O que desfez como treinador o que fez como futebolista (o meu ídolo em criança) frente ao FC Bayern Munique
Nos dias em que nos jogos de rua cada um escolhia um ídolo eu escolhia o nome dele



O mais desperdiçado merece epitáfio 
Ali jaz o Maior que não conseguiu ser melhor porque não quis ou conseguiu. Quis ser outro!



O que se tem ficado poderia ser Hepta



As luvas número JA



O dez que podia ser qualquer número



O filho com o número do pai



Alto, louro e nada tosco, antes pelo contrário



Ei...aí do AC Milan!? Apanhem-me se puderem...



Em representação de muitos que também foram o número e o que sendo o número (jogando a ponta-de-lança) nunca o quis ser



Se não fosse com a mão era grande penalidade



O oito que maravilhava a sete, nove, dez ou onze



NOTA: Agradecimento ao dedicado leitor Victor João Carocha que nas fotografias «conseguiu virar as camisolas para ser visível o número nove» o que não é fácil!


Até que se instituíram os números fixos
Assim além do número este passou a ser acompanhado pelo nome. No Benfica mais que o nome nas costas conta o nome/sigla que está à frente sobre o listão ou faixa azul debruado a letras douradas: S.L.B.

          HISTÓRIA RECENTE
          DO NÚMERO NOVE
9
1995/96
Hassan
1996/97
1997/98
Panduru
1998/99
Nandinho
1999/00
Tote
2000/01
Van Hooijdonk
2001/02



Mantorras
2002/03
2003/04
2004/05
2005/06
2006/07
2007/08
2008/09
2009/10
2010/11
2011/12
Nolito
2012/13
2013/14
Funes Mori
2014/15
Derley
2015/16

Raúl
2016/17
2017/18
2018/19
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PRÉ-ÉPOCAS
Em minha opinião durante os jogos de início de temporada até começarem as competições de futebol oficiais o Benfica devia jogar de 1 a 11 e os suplentes de 12 a 24 ou 25 conforme o número de futebolistas utilizados. Durante as pré-temporadas os jogos sem utilização de números - camisolas de treino - são jogos-treino. Desde a institucionalização obrigatória dos números com a utilização de um árbitro, ou seja, havendo condições para se considerar que é um jogo de futebol (aplicação das 17 Leis do Jogo) só a numeração permite ao árbitro identificar quem esteve em determinada ocorrência. Só com números pode haver boletim de jogo. Num jogo sem números é impossível registar quem marcou os golos ou quem deve ser penalizado disciplinarmente. Por isso Luisão no jogo particular com o Fortuna Dusseldorf (11 de Agosto de 2012) foi devidamente punido para os jogos realizados em competições oficiais. Não tendo número não era. Era um treino e tendo um árbitro este pararia o treino e nada mais haveria. Há clubes - já vi o AFC Ajax e o Manchester United FC - honrarem a História do Futebol jogando de 1 a 11 em jogos particulares. O Benfica devia fazer o mesmo!

MUNDIAL 66
Aquando do sorteio - feito ainda em Portugal - da numeração para o Campeonato do Mundo, cuja fase final foi realizada, em Inglaterra em sorte saiu a Eusébio o n.º 11 e a Simões o n.º 13. Ora, Simões era o 11 no Benfica e Eusébio o 8. Só passou a 10 quando Coluna deixou de ser interior-esquerdo e passou para o meio-campo (n.º 6). Simões queria o seu 11 também em Inglaterra. Nada como convencer Eusébio a cedê-lo, mas Eusébio não queria. Em sorte era 11 e o 11 seria. Simões não desistiu e foi insistindo, dia após dia, dizendo: «Eusébio se fores o 13 irás alterar o significado do 13 que passará de dar azar a dar sorte pois com o 13 serás o melhor marcador do Mundial!» Eusébio não queria. Saíra o 11 e com o 11 jogaria. Simões nunca desistiu e todos os dias insistia. Já a poucos dias da partida para o Reino Unido onde seriam registados definitivamente os números, num belo dia de manhã, Eusébio chega junto de Simões e diz-lhe: «Está bem! Ficas com o 11 e eu jogarei com o 13!» E Eusébio foi, com 9 golos, o melhor marcador do campeonato do Mundo. Nem daqui a mil anos haverá um português melhor marcador de um Mundial. Eu também não estarei cá para saber se é ou não verdade a afirmação que fiz. O que sei é que ainda nenhum português igualou o inigualável Eusébio. Ser o melhor marcador numa fase final de um Mundial e conquistar a "Bola de Ouro" jogando num clube português (o Benfica) em que as suas proezas só podiam ser lidas pois nem dez jogos (incluindo a selecção nacional) em 1965, devem ter sido transmitidos pelas televisões.

Os vilipendiados a 9 ou qualquer outro número
Pode-se questionar a valia de um futebolista. Deve-se questionar! Mas se não corresponder a culpa é de quem o contratou e/ou de quem o colocou a jogar. Inacreditável era um futebolista - mesmo que pense não ter categoria para vestir o "Manto Sagrado" - negar ser contratado pelo "Glorioso" ou recusar-se a jogar se o treinador o indicar. Isso sim era vilipendiar o Clube. Recusar representar um Clube Mítico? Até eu não recusava se me pedissem...Nem que fosse por um escasso minuto!

Vamos Benfica! A 10, a 14, a 19, a 30, a qualquer número... 

Alberto Miguéns


NOTAS: Dois jornalistas com opinião: António Ribeiro dos Reis (A Bola) e Manuel Mota (Mundo Desportivo)





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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Vítor Silva: Um Dia Depois

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 4 Comentários
DE TER NASCIDO HÁ 108 ANOS EM 20 DE FEVEREIRO DE 1909.


É uma das maiores injustiças deste blogue. Praticamente desde o seu início, em 28 de Fevereiro de 2011, que queria escrever acerca de um dos dez melhores futebolistas do Benfica de sempre e dos 25 melhores de Portugal desde que se começou a jogar neste País. O certo é que por um motivo ou outro, mesmo tendo dez datas de efemérides possíveis continuava a não existir Vítor Silva! E este blogue caminha para o 7.º ano de existência. Chega. Mesmo um dia depois da data do seu nascimento vai-se falar de Vítor Silva. Quando for editado terá a sua, mais que justificada, etiqueta. Hoje o resumo. Vítor Silva merece contar a sua história época-a-época.




Quando faleceu 47 anos depois de ter deixado de  jogar...
Ainda era uma referência do futebol português. Uma Glória Eterna do Benfica. Provavelmente o melhor avançado-centro do Benfica. Eusébio além de não ser avançado-centro não era um futebolista, era um milagre.
Jornal "Diário de Lisboa"; 22 de Julho de 1982; Página 17

Foi sempre um "Homem do Benfica" entre 1936 (quando deixou de jogar) até 1982 (aquando do seu falecimento)
Era um grupo de veteranos de quilate inigualável. O Benfica nos anos 60 tinha uma equipa de Glórias a jogar e duas a vê-los jogar!

(clicar em cima da imagem para obter melhor visualização)





A despedida foi muito sentida. A primeira festa que o Benfica fez a um atleta. Talvez a primeira também em Portugal.
Mas Vítor Silva não era um futebolista qualquer. Mais um. Quando deixou de jogar tinha destronado do lugar cimeiro do pódio dos melhores, Artur José Pereira. E para além deste que era médio, Vítor Silva era goleador. O "playboy" do futebol!


Jornal "Diário de Lisboa"; 13 de Setembro de 1936; Primeira tiragem; Página 8

Uma festa gigantesca como nunca se vira
Ainda assim pequena para tão grande futebolista. Teria sido necessário duplicar a lotação do estádio das Amoreiras. A última vez de Vítor Silva! Afinal ser do "Glorioso" permite ter um Adeus Sempre Presente! Hoje fui eu que escrevi acerca dele. Daqui a uns dias outro escreverá. Estará presente eternamente!








Jornal "Diário de Lisboa"; 13 de Setembro de 1936; Segunda tiragem; Página 8

Abandono precoce
Nascido a 20 de Fevereiro de 1909 tinha 27 anos e meio quando foi, prematuramente, obrigado a abandonar o futebol. Após deixar de jogar, continuou a sua actividade profissional de estofador de automóveis, colaborando quando solicitado, na Secção de Futebol do nosso Clube. Um futebolista que se transformou numa lenda, viu reconhecida a sua dedicação e Benfiquismo, ao ser-lhe atribuída em assembleia geral, pelos ASSOCIADOS DO SLB, a "Águia de Prata", em 31 de Julho de 1938. Se o critério de exigência fosse o actual seria "Águia de Ouro", mas essa estava reservada - e bem - para os dirigentes que nada recebiam do Clube, muito menos faziam negócios à conta do Clube.



Recordista de golos entre 1933 e 1943
Fantástico avançado-centro, ídolo dos portugueses, o mais consagrado futebolista da sua geração, a par de Pepe - mas este teve inexistência dramática e breve - foi recordista de golos marcados no "Glorioso" durante quase dez anos, entre 1933 quando marcou o 124.º golo (superando os 123 golos de Jesus Crespo) até 1943, quando a marca de 202 golos que estabelecera no seu jogo de despedida, em 1936, foi ultrapassada pelo seu grande amigo Valadas.


Colecção Cromos "Caramelos A Triunfadora do Montijo"; 1927/28


Ídolo do povo
Poucas vezes um jogador se notabilizou em tão poucos jogos! Vítor Silva era um futebolista que apaixonava o público, sempre à espera de um rasgo genial. À sua intuição para o lugar de avançado-centro, aliava uma habilidade e uma execução técnica primorosas. Num curto espaço de terreno, livrava-se de dois ou três adversários, com fintas desconcertantes. Tocava a bola com os dois pés, ou com a cabeça, mais "em jeito do que em força", de modo subtil e pensado. Era uma excepção entre os jogadores dos principais clubes que jogavam naquela posição.



Nove temporadas
Entre 1927/28 e 1935/36 a jogar pela principal equipa do Benfica participou em 236 encontros, num total de 20 379 minutos, marcando 202 golos, ou seja, um golo a cada 101 minutos: em 110 jogos não marcou, mas obteve golos em 125 encontros: um golo em 72 jogos, dois golos em 35 encontros, três golos em catorze jogos, quatro golos em três jogos e seis golos num jogo. Enquanto futebolista do "Glorioso" efectuou 236 jogos, com 234 encontros a titular, sete em que foi substituído e expulso em dois (FC Porto e Carcavelinhos FC). Em dois encontros foi suplente utilizado. Jogou sempre como avançado, essencialmente - 230 jogos (97 por cento) - a avançado-centro!



O célebre golo «À Vítor Silva"
Criou o golo «À Vítor Silva». Ainda me lembro de na bancada os velhos Benfiquistas me contarem ou quando havia um golo semelhante gritarem: «Foi à Vítor Silva». Era a vantagem de não haver lugares marcados e tudo ir duas e três horas antes para o estádio. Cultura Benfiquista aprendia-se assim. Agora fica-se nas rullotes a praticar álcool e colesterol. Outros tempos. Depois chegam a dirigentes e não sabem que o aro do emblema representa uma bicicleta, nem quem foi Vítor Silva, nem Cavém! Vítor Silva especializou-se, de cabeça ou com a nuca, em "salto de peixe", aplicar o "golpe final" quando os guarda-redes se preparavam para segurar a bola. A sua importância no futebol do Benfica era tão grande que a equipa (outros nove) jogava um futebol de passe curto e trocas consecutivas de bola, de modo a aproveitar as capacidades do futebolista. Excepcional e inigualável em determinadas jogadas de pormenor, salvava por vezes o resultado do jogo com um desses momentos de inspiração.




Intratável
Pelo Benfica marcou 202 golos a 42 adversários diferentes, destacando-se dezanove golos ao Sporting CP; dezoito golos ao União Futebol de Lisboa; quinze tentos ao Carcavelinhos FC (estes dois clubes mais tarde - 18 e Setembro de 1942 - ao estabelecerem uma fusão deram origem ao actual Atlético CP); catorze golos ao Vitória FC Setúbal; treze golos ao CF "Os Belenenses"; onze golos ao FC Porto; e entre outros, seis tentos à equipa da Associação Académica de Coimbra e quatro golos ao Boavista FC. Dos 202 golos, 60 foram marcados no campeonato de Lisboa (AFL), a competição mais importante no seu tempo, sete no Torneio de Outono (AFL), catorze no campeonato da I Liga (depois campeonato nacional da I Divisão), 39 no Campeonato de Portugal (depois Taça de Portugal), nove em Torneios nacionais e 73 em jogos para competições não oficiais, incluindo quatro tentos em jogos internacionais frente a quatro adversários.


Colecção Cromos "Azes do Foot-Ball"; 1930

Contemporâneo de uma excelente revista que nem na actualidade se consegue sequer imitar
Vítor Silva tem centenas de fotografias não só na "Stadium" mas no "Az" e no "Eco dos Sports".


A observar, de branco, o pai do nosso José Augusto, conhecido por Alexandre de Almeida (depois também jogou no FC Barreirense)


O capitão dos títulos recuperados
Na época de 1930/31, a quarta como futebolista do "Glorioso", assumiu o cargo de capitão, sucedendo a João de Oliveira, estreando-se em 3 de Abril de 1931, no empate a um golo com o FC Porto, no nosso estádio das Amoreiras, num jogo particular. Vítor Silva foi nomeado capitão beneficiando do respeito que tinha entre colegas, adversários e dirigentes, bem pelo prestígio que conseguira entre os adeptos Benfiquistas e os portugueses, em quatro anos a actuar no Benfica e na selecção nacional. Se não jogou a final do Campeonato de Portugal, em 1929/30, foi depois o capitão no regresso sustentado aos títulos. No final desta temporada (1930/31) capitaneou a equipa que, em 24 de Junho de 1931, no campo do Arnado, em Coimbra, derrotou por 3-0, marcando dois golos, o FC Porto na final do Campeonato de Portugal, com o Benfica a sagrar-se Bicampeão de Portugal, numa competição que, em 1938/39, passaria a designar-se Taça de Portugal. Manteve-se como capitão nas temporadas de 1931/32, 1932/33 e 1933/34. Na de 1932/33 capitaneou a equipa que conquistou o ambicionado título de Campeão Regional de Lisboa, após um inacreditável, mas óbvio, hiato desde 1919/20. Doze temporadas em seco, depois do "Glorioso" conquistar oito títulos regionais, em onze épocas, entre 1909/10 e 1919/20. Apenas tinha perdido o título em 1910/11 (Internacional/CIF), 1914/15 e 1918/19 (estes para o Sporting CP). No início da época de 1934/35 não alinhou, por lesão prolongada, nos jogos iniciais, com Gustavo Teixeira a ser nomeado capitão. Vítor Silva regressou mas Gustavo com aptidão excepcional para a função manteve-se como capitão. Em 1934/35 contribuiu para a conquista do terceiro Campeonato de Portugal e na temporada seguinte (1935/36) que seria a última pelo Benfica, sagra-se campeão na I Liga, tendo como treinador Vítor Gonçalves, competição que alteraria a designação, em 1938/39, para campeonato nacional da I Divisão.  Como Glorioso Capitão jogou 103 encontros, com 62 vitórias e 13 empates.





Popularidade
Enquanto jogador, na segunda metade dos anos 20 e até meados dos anos 30, a par do ciclista José Maria Nicolau e do fundista Manuel Dias, atraíram muitos adeptos para o nosso clube, principalmente jovens que ficavam maravilhados com as suas capacidades de vencer, no caso do futebolista, pelas suas jogadas e golos, pois o Sporting CP colectivamente era mais dominador.


Colecção Cromos "Caramelos da Bola"; 1928

Uma das maiores glórias de SEMPRE do Benfica!

Obrigado Vítor Silva

Alberto Miguéns



NOTA1: Que fotografia. Os melhores entre os melhores, registada pelo melhor e todos: Roland Oliveira. Desprezado e vilipendiado nos seus últimos dias por gente vulgar dentro do Clube. Depois organizam uma exposição fotográfica. Onde chega a hipocrisia!





NOTA2: As imagens foram digitalizadas nos dois volumes da História do SL Benfica 1904 - 1954 (edição dos autores: Mário de Oliveira e Rebelo da Silva) e em "O Benfica Ilustrado" revista mensal suplemento fotográfico do jornal "O Benfica" com quase todas as fotografias relacionadas com o Benfica da autoria do enorme Roland Oliveira
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