Em Defesa do Benfica: Filiais
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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11/09/2018

Popularidade Nacional «Precoce» do Benfica

11/09/2018 + 1 Comentários
A PROPÓSITO DO COMENTÁRIO DE UM LEITOR UM PRETEXTO PARA ESCREVER ACERCA DO QUE PARECE TER ACONTECIDO POR ACASO MAS NÃO FOI...



No texto publicado em 8 de Setembro deste ano Rivalidade em Lisboa/Portugal: Ciclismo (clicar) escreveu-se o seguinte:


Um leitor deste blogue comentou:


É esta a justificação que se ajusta melhor
Para explicar a popularidade do Benfica em locais remotos de Portugal onde não seria esperado um clube de Lisboa, nos Anos 20, já ter de forma tão expressiva e intensa.

Quem era do Benfica em jovem - principalmente futebolistas - e depois ia trabalhar para longe de Lisboa 
Levava já a essência do "Ser Benfiquista". Daí até organizar um clube local impregnado dos valores e simbologia do Clube ia um pequeno passo. Muitos Sport Lisboa e ...(localidade) foram criados após o Sport Lisboa e Portalegre, em 18 de Julho de 1911. Até 1927 foram criadas 43 Filiais com 39 no território europeu. Só assinalando as existentes nas capitais de Distrito: Portalegre (1911), Setúbal (1913), Braga (1914), Santarém (1915), Faro (1916), Castelo Branco (1924), Viseu (1924) e Coimbra (1925). Depois Évora (1928), Bragança (1928), Beja (1931), Guarda (1935) e a primeira Casa do Benfica, no Porto (em 1 de Janeiro de 1950). Apenas Viana do Castelo, Vila Real, Aveiro e Leiria não tiveram Filiais, além da cidade do Porto (há um Sport Lisboa e Porto mas sem ligação oficial).

Nada que Cosme Damião não percebesse precocemente
Como demonstra na entrevista publicada em duas páginas (4 e 5) "Os Sports Illustrados" no nº 72, em 28 de Outubro de 1911. Era este o caminho. Um dos caminhos do Benfiquismo. Um pequeno excerto, na página 4, dessa notável entrevista referente a este assunto: expansão dentro e fora de Lisboa.


Quando se pensava assim em 1911
Não é difícil entender que em 1927, aquando da realização da I Volta a Portugal, entre 26 de Abril e 15 de Maio, em muitas localidades já se soubesse o que era o Sport Lisboa e Benfica. Apesar de nunca o terem visto.



Quando se escreveu «Precoce»
É porque não passa de ilusão. De precoce nada tinha. Apenas parece. Lendo Cosme Damião, em 1911, está tudo bem explicado.

O Benfica na vanguarda das iniciativas de engrandecimento clubístico

Alberto Miguéns


NOTA: Quando nos Anos 80 andei pelo País - aproveitando deslocações profissionais - à procura da implantação regional do Benfiquismo recordo uma história, em Coimbra, que envolve Filiais, Ciclismo e o...Sporting CP. Questionei na Associação de Futebol de Coimbra quem seria o conimbricense mais idoso que soubesse do futebol na cidade. Indicaram-me a morada de um ancião com cerca de 75 anos e lá fui. Contou uma história deliciosa. Iniciou-se no futebol através do entusiasmo de José Domingos Fernandes (jogou no SLB entre 1910/11 e 1914/15) quando este fundou na cidade o SL e Coimbra em 1925. Entretanto numa das Clássicas Porto - Lisboa assistiu a um acontecimento que o fez mudar para simpatizante do Sporting CP. Na rua do Sofia (nome da artéria na cidade que correspondia à Estrada Nacional n.º 1 ao atravessar a margem norte da cidade) um cão atravessa-se na via derrubando o ciclista em fuga - Filipe Melo do SCP. Este que vinha com uma velocidade impressionante mesmo tendo já percorrido mais de 100 quilómetros desde a saída no Porto, sofre uma queda, vai buscar as duas garrafas de água que se soltaram, lava os joelhos a sangrar, esfrega-os, monta-se na bicicleta e pedala a grande velocidade. Ele corre até à ponte sobre o rio Mondego e só já o avista para lá da colina de Santa Clara a desaparecer no horizonte. Fica tão impressionado que passa a ser simpatizante do Sporting CP devido ao que acabara de assistir. Nos Anos 10 a 40, mesmo até aos Anos 50, os ciclistas impressionavam pela velocidade - fazendo de simples bicicletas praticamente iguais às de muitos portugueses - autênticas máquinas de rolar como se fossem motorizadas. E depois tinham uma resistência e coragem para lá do imaginável.   

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23/02/2018

Bem-Vindo ao "Glorioso" Senhor Antifascista

23/02/2018 + 4 Comentários
QUE CLUBE É ESTE A QUE OS OPOSICIONISTAS A SALAZAR ADERIAM E GOSTAVAM DE REPRESENTAR?


Jornal "Mundo Desportivo"; 15 de Julho de 1955; Página 5

Para quem anda distraído acerca de quem foi o senhor engenheiro agrónomo Amílcar Cabral há sempre uma wikipedia junto do seu computador (clicar). Ele não teve em atenção a frase romana: «Tem cuidado com os que sabes serem teus inimigos e com os que dizem ser teus amigos ainda mais!»




Tende um bom dia

Alberto Miguéns

NOTA: Agradecimento a Mário Pais que descobriu esta preciosidade. E ao guineense que enviou, há pouco (18:11 horas) esta foto da Sede na actualidade.
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20/07/2014

Era Uma Vez...

20/07/2014 + 16 Comentários
BENFIQUISMO, ECLECTISMO E FILIAIS DE MÃOS DADAS

Hoje o texto não é o que eu queria mas uma tertúlia com Benfiquistas vale múltiplos textos no EDB.


O facto do vice-presidente de Direcção da Casa do Benfica no Seixal, Paulo Lopes me ter solicitado uma intervenção na inauguração da Sala Eusébio ontem, 19 de Julho de 2014 e num pedido entre Benfiquistas nunca há impossíveis, apenas imponderáveis, com o prolongamento da intervenção pela noite dentro foi impossível concluir o que pretendia divulgar hoje, domingo, por falta de tempo para agendar com um mínimo de organização o que estava programado.

Mas nos próximos dias não faltarão oportunidades pois o assunto relaciona-se com a Taça de Honra de Lisboa e a estorieta à volta do número de edições e totais de troféus conquistados pelos clubes. E de como o "Record" é um jornal, que nestes assuntos de rigor, respeito pela história e honestidade intelectual bate os outros - incluindo "A Borla" - por goleada de 15 a zero.

Como não é possível fazer um texto "decente" acerca do assunto aproveito este momento de insónias - é uma da matina e cheguei há pouco do Seixal - para escrever "meia dúzia de linhas" acerca de como se organizavam e filiavam os Benfiquistas de localidades afastadas de Lisboa no Benfica por via da criação de Filiais.

Para já deixo um extracto de um artigo de jornal acerca de um acontecimento que ocorreu no Seixal há... 99 anos a completar dia 25 de Julho, dia que em 2014 corresponde a uma sexta-feira mas que em 1915 foi domingo, dia de bola!

NOTAS INICIAIS: Nesses tempos de antanho "équipes" eram "equipamentos". Aquilo que actualmente chamamos "equipa" era "team" ou grupo. O capitão geral do SCP em 1915 era Francisco Stromp.

Notícia acerca de um jogo que poderia ter existido em 25 de Julho de 1915 e pelas razões descritas não se realizou. Jornal "O Sport de Lisboa"; n.º 101; 31 de Julho de 1915; página 7

Quando numa localidade afastada de Lisboa os Benfiquistas queriam organizar uma Filial, comunicavam à Direcção do SLB tal desejo. Sabendo que a Filial só poderia ter existência legal (como Filial) se fosse votada em Assembleia Geral do Clube. Por isso há muitos clubes, ainda hoje, que têm o nome de Sport Lisboa e Amoreiras, Sport Lisboa e Fanhões mas que nunca foram Filiais, porque não cumpriram os requisitos ou nem chegaram a propor-se.

Para a Assembleia Geral autorizar a filiação de um clube ligado ao SLB haveria que votar um relatório feito por alguém com autorização da Direcção do SLB a propósito da actividade desse clube. Recapitulemos e recuemos aos anos 10 e 20. Até dando como exemplo o SL e Seixal.
1. Um grupo de Benfiquistas residentes no Seixal pedia autorização para organizar um clube S. L. e Seixal requerendo a filiação;
2. A Direcção pedia que o clube, neste caso o SLS, organizasse os seus Órgãos Sociais e iniciasse a actividade desportiva (geralmente futebol) ainda que de um modo provisório e sem emblema aprovado. E que mais tarde seria inspeccionada por um responsável do SLB;
3. Os Órgãos Sociais do SLS comunicavam que estavam a desenvolver-se em pleno;
4. A Direcção do SLB nomeava um relator que "secretamente" visitava e observava a actividade da Filial para saber se estava a proceder em conformidade com os princípios e valores do SLB: tolerância, respeito pelos adversários, capacidade desportiva e associativa, vontade agregadora e sem discriminar, liberdade e espírito de união e família;
5.  O relator apresentava o que presenciara e anotara à Direcção do SLB que agendava para a Assembleia Geral Ordinária anual a discussão do assunto.

Para o SLS o dia da aprovação foi em 29 de Julho de 1915. Daí que a história noticiada tenha sido anterior (25 de Julho) pois o SLS estava em actividade, provisória, há cerca de oito meses. E foi numa Assembleia Geral em que foi aprovado o Relatório e Contas da Direcção e Parecer do Conselho Fiscal anteriores e procedeu-se à eleição anual dos Órgãos Sociais. À Benfica!

O Sport de Lisboa n.º 102; 7 de Agosto de 1915; página 3

Alberto Miguéns

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18/07/2014

Gloriosas Filiais: Pioneirismo Benfiquista em Portalegre

18/07/2014 + 11 Comentários
FOI HÁ 103 ANOS QUE SE FUNDOU, EM PORTALEGRE, A PRIMEIRA FILIAL DO CLUBE

Tal como muitas das iniciativas e resoluções nos primeiros tempos do "Glorioso" a ideia de fundar filiais longe de Lisboa nasceu de duas dificuldades transformadas em probidade.



Das duas uma!
Ter "andado de casa e baliza às costas" pela cidade, entre 1904 e 1911 (e até depois...) percebeu que deixar delegações nos antigos locais das Sedes - Belém e Benfica - era útil para continuar a beneficiar de apoio local para manter e angariar associados, que nesse tempo também significava atletas de futebol ou outras modalidades;
Quando algum associado era obrigado a deixar Lisboa, geralmente por motivos profissionais - emprego - transferindo-se para localidades mais afastadas, o amor ao Clube era tão grande que tentava fazer "uma extensão do Benfica na localidade onde passava a trabalhar e viver". Neste aspecto, e fundamental para o sucesso e perceber a importância em Lisboa, deste tipo de agremiações desportivas ligadas ao Benfica, o pioneiro foi o enorme futebolistas (defesa) Leopoldo José Mocho que deixou Lisboa para trabalhar nos correios de Portalegre e Arronches, fundando na capital de distrito a primeira filial do "Glorioso", há precisamente 103 anos, em 18 de Julho de 1911.

O Benfica é assim. Ou era assim! Aproveitava as dificuldades para ser melhor e mais forte, em vez de desfalecer.

A primeira de muitas
O Sport Lisboa e Portalegre cedo começou a destacar-se entre os portalegrenses. Com Leopoldo Mocho era também mais fácil. Ele sabia muito bem quais os valores do Benfiquismo. Se resultavam em Lisboa, resultariam em Portalegre. E assim foi. Rapidamente organizaram-se vários clubes que permitiram que em Portalegre acontecesse algo impensável. Foi fundada a segunda Associação de Futebol, depois de Lisboa e antes do... Porto, o que é um anacronismo que ficará para sempre a marcar o desporto - em particular, o futebol - em Portugal. É que jogava-se futebol no Porto há muitos mais anos, até décadas, que em Portalegre. Mas em Portalegre estava a viver uma Glória Benfiquista, o que significava não só destreza, amor aos valores da tolerância e união, mas também organização. Diz-se que o futebol até era jogado em Portalegre, antes de 1911, mas de um modo artesanal e privado, entre os ingleses das fábricas de cortiça e lanifícios da cidade. Com Leopoldo Mocho o futebol passou a ser um caso sério: em popularidade e beneficência.


Fotografia tirada por Leopoldo Mocho na Quinta Branca, na Estrada da Serra de São Mamede, aquando da visita de Cosme Damião (ao centro) a Portalegre. 
Cosme Damião quis saber o desenvolvimento da ideia
Leopoldo Mocho apesar de viver e trabalhar longe de Lisboa, quando havia jogos mais exigentes do SLB deslocava-se, de comboio a Lisboa ficando alojado às custas de dirigentes do Clube. Por isso os Benfiquistas de Lisboa sabiam muito bem o que se passava a quase 200 quilómetros. Mesmo assim Cosme Damião deslocou-se a Portalegre para verificar o sucesso e importância de ter filiais que agregassem e expandissem o Benfiquismo. E veio de lá entusiasmadíssimo, como referiu numa notável entrevista publicada no jornal "Os Sports Illustrados"; n.º 72, em 28 de Outubro de 1911. Não sendo possível digitalizar o original - a BNP não autoriza devido ao mau estado dos exemplares - transcrevo o extracto onde Cosme Damião explica o que pensa fazer:

«O Sport Lisboa e Bemfica vai ficar com três sedes, pelo menos, na Capital. Tenciona instalar na Baixa da cidade a sua sede principal, com todas as comodidades precisas para os seus associados, passando à categoria de delegação a sua actual sede em Bemfica e criando outra delegação em Belém, onde também conta elevado número de sócios.
É motivado este desdobramento pela numerosa quantidade de associados espalhados por toda a cidade, muitos deles em locais situados a grande distância da sua sede actual. Não se vê, porém, unicamente neste desdobramento a prosperidade do Bemfica. A sua influência é hoje absolutamente extraordinária, a ponto de ter ensejo para criar delegações em várias terras da província, como Portalegre, Coimbra, Figueira da Foz, Setúbal, Porto, Faro, etc., delegações que seguirão os Estatutos do Clube e lhe enviarão anualmente relatórios de todos os seus trabalhos e vida desportiva.»

Carinho e sucesso
Rapidamente a "febre das filiais Sport Lisboa e ............" alastrou a todo o Portugal. Tal como Cosme Damião previra e... desejara, quer criando clubes de "raiz" quer filiando clubes já existentes. Seria uma lista - com todos, mesmo os que entretanto foram extintos na passagem do tempo, infindável que tornaria este texto demasiado pesado, ficando para outra ocasião. Deixo os primeiros:
1 de Novembro de 1914: Estrela Futebol Clube (Braga);
29 de Julho de 1915: Sport Lisboa e Seixal;
7 de Outubro de 1915: Sport Lisboa e Lagos;
1 de Dezembro de 1915: Sport Lisboa e Santarém;
10 de Junho de 1916: Sport Lisboa e Abrantes;
1 de Outubro de 1916: Sport Lisboa e Faro;
8 de Dezembro de 1916: Sport Lisboa e Beira (Moçambique)
1918: Sport Lisboa e S. Tomé (S. Tomé e Príncipe)
1919: Sport Lisboa e Estremoz

Continuam em actividade as filiais de Lagos, Abrantes e Faro 
Em Braga, o clube Estrela FC depois de se filiar, pois foi trabalhar e viver para a cidade uma Glória Benfiquista, Germano Vasconcelos este não agradado com a actividade que entendia "pouco Benfiquista" fundou o Sport Lisboa e Braga que está na origem do Sporting Clube de Braga, apesar de fundado por simpatizantes do Sporting de Lisboa, ter as cores do Benfica e não as do Sporting CP (Verde, branco e preto) ou do Município (azul e branco).

Primeira Direcção da AFP, eleita em 29 de Outubro de 1911. Em cima, da esquerda para a direita: Leopoldo Mocho (primeiro-secretário), F. Shaw (tesoureiro) e Ilídio José Silva (segundo-secretário). Ao centro, sentado: Álvaro Coelho Sampaio (presidente). Quatro dirigentes provenientes, respectivamente, dos quatro clubes fundadores da AFP: Sport Lisboa e Portalegre, Sport Club Bombeiros Voluntários Fábrica Robison, Sport Club Esperança e Sport Club Bombeiros Voluntários de Portalegre

Sucursais
Em Lisboa o Benfica manteve as sucursais - incluindo mais uma nas Amoreiras, depois de deixar o campo de jogos - até decidir (e ser um sucesso) desdobrar os Serviços Administrativos, instalando a Secretaria na Baixa da Cidade e depois na rua Jardim do Regedor, alugando, sucessivamente, todos os andares do edifício. A melhoria de condições da Secretaria (a Sede era em Benfica na avenida Gomes Pereira) e o desenvolvimento dos transportes e acessibilidades tornaram obsoleto a existência de espaços alugados noutras áreas da cidade.

Filiais
Em 1939, nos Estatutos dividem-se pela primeira vez os núcleos de Benfiquistas em "Filiais" (agrupamento de sócios residentes fora de Lisboa) e "Delegações" (clubes já existentes e com organização própria que pedem filiação no Benfica). Nos Estatutos de 1948 alterou-se o nome de Sport Lisboa e (localidade) para Sport (localidade) e Benfica.

Delegações
As delegações continuaram, até hoje, a resultarem de clubes que já existentes filiaram-se no Benfica passando a honrar os seus símbolos (equipamento) e valores (do Benfiquismo).

Casas
Em 1950, logo em 1 de Janeiro, na cidade do Porto, foi inaugurada uma nova forma de organização de Benfiquistas: a Casa do Benfica. Tal como o EDB já evidenciou em 1 de Janeiro de 2012. Mais vocacionada para tertúlias e local de convívio, ao contrário das Delegações e Filiais direccionadas para a pratica desportiva, essencialmente, o futebol.


Ficamos por estas breves notas acerca do Benfica para lá do Benfica
Que um dia seja possível fazer a História Completa e Precisa de tantas e tantas Boas vontades. Algumas bem longe, a milhares de quilómetros do Ninho da Luz.

Benfiquistas fora-de-Lisboa mais um capítulo dourado da Gloriosa História do Benfica. Até eu faço parte deles...


Alberto Miguéns

Plano para Julho
(Previsão sempre à meia-noite)
De 18 para 19: A meia-final da Taça de Honra de Lisboa;
De 19 para 20: 
Três Dias do Voleibol (Última década);
De 20 para 21: Três Dias do Voleibol (2013/14);
De 21 para 22: Três Dias do Voleibol (Todos os campeões);
De 22 para 23: Eu Benfiquista no Museu do FCP by BMG (parte II);
De 23 para 24: Três Dias do Hóquei em Patins (Última década);
De 24 para 25: Três Dias do Hóquei em Patins (2013/14);
De 25 para 26: Três Dias do Hóquei em Patins (Todos os campeões);
De 26 para 27: Centenário da Gloriosa Natação (parte III);
De 27 para 28: O AFC Ajax em Lisboa;
De 28 para 29: Três Dias do Andebol (Última década);
De 29 para 30: Três Dias do Andebol (2013/14);

De 30 para 31: Três Dias do Andebol (Todos os campeões);

De 31 para 01: Gostava Tanto Que...
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