FOI MESMO!
Se há clube que pode renomear a designação do seu estádio é o
Benfica!
NOTA INICIAL: Considero que “Águia escaldada de ar fio tem medo”, por isso como
já tenho escrito não gosto de comentar a espuma dos dias, prefiro deixar
assentar o pó. Desta vez corri o risco e com os “desenvolvimentos” de ontem estive
para anular o texto (ou adiar) mas como há muito que queria dar a minha opinião
mantive-o embora fazendo esta nota inicial porque haverá uma final.
Seja qual for o nome… o nome nunca mudará
Os estádios do SLB são sempre Estádio do Sport Lisboa e
Benfica. Se houver alteração é nesta designação. Um nome que nada mais é que
uma evidencia. Seja que nome tiver é sempre o nome dado a um estádio do Sport
Lisboa e Benfica!
A Luz Nunca Acaba
A(s) nova(s) renomeações nunca conseguirão alterar o nome
popular. Luz. Vais aonde? Vou à Luz! Vai sempre assim enquanto o Benfica
construir estádios no espaço onde já vai no segundo depois de 1 de
Dezembro de 1954.
MELHORES MARCADORES POR BALIZA
MELHORES MARCADORES POR BALIZA
Por mim venha a ma$$a
Se ela der para transferir menos um futebolista por época.
Até “meio-futebolista”.
De Cosme Damião a Bogalho
O Benfica teve sempre estádios com o seu nome mas chegaram a colocar, em entrevistas, a algumas figuras do Clube a hipótese de personalizar o nome dos recintos desportivos. De que me lembre (no início dos anos 80 não havia digitalizações e até fotocopiar era complexo) mas quando passava todos os jornais a “pente fino” à procura dos jogos do Glorioso Futebol recordo-me de “encalhar” em duas entrevistas que encaixam neste tema. Tenho ideia que aquando da inauguração do estádio no Campo Grande (5 de Outubro de 1941) fizeram uma pequena entrevista com Cosme Damião onde o questionaram acerca da mudança das Amoreiras (de que ele foi o obreiro) para o Campo Grande e se o Benfica não devia seguir o exemplo do Sporting CP que, em 1937, ao alugar o estádio do Lumiar passou a designá-lo por José de Alvalade. Cosme Damião foi peremptório (no N.A.O. uma das palavras que mais mudou: perentório). Disse ele qualquer coisa do tipo: Não! No Benfica é tudo de todos, do Clube. Nem o estádio das Amoreiras era meu, nem este deverá ser meu. É do Benfica! Grande Cosme. Isto já sou eu a dizer! Em 1947 quando faleceu voltou a falar-se disso mas os dirigentes deviam saber dos seus desejos e recusaram renomear o Campo Grande. Anos mais tarde aquando da inauguração da “Saudosa Catedral” (1 de Dezembro de 1954) numa entrevista a Ferreira Bogalho questionaram-no se o Benfica não deveria seguir o exemplo do Real Madrid CF que ia alterar a designação de Chamartin para Santiago Bernabéu. Bogalho foi Cosme, até porque conhecia muito bem as ideias dele, ou não tivesse sido, em 1918 e anos seguintes (mas poucos), guarda-redes das categorias secundárias tendo Cosme Damião como capitão-geral. Bogalho disse que Não! Justificando com uma fase semelhante a esta: O Estádio resultou da generosidade, dádiva e dedicação dos Benfiquistas do Minho a Timor. Não fui eu que o construí! Eu como dirigente organizei, mas era essa a minha competência pois tinha prometido fazê-lo. O estádio foi feito porque os Benfiquistas conseguiram erguê-lo. Não tem de ter o meu nome mas o de todos. Será do Benfica! É de todos! Grande Bogalho. Isto já sou eu a dizer!
O Benfica teve sempre estádios com o seu nome mas chegaram a colocar, em entrevistas, a algumas figuras do Clube a hipótese de personalizar o nome dos recintos desportivos. De que me lembre (no início dos anos 80 não havia digitalizações e até fotocopiar era complexo) mas quando passava todos os jornais a “pente fino” à procura dos jogos do Glorioso Futebol recordo-me de “encalhar” em duas entrevistas que encaixam neste tema. Tenho ideia que aquando da inauguração do estádio no Campo Grande (5 de Outubro de 1941) fizeram uma pequena entrevista com Cosme Damião onde o questionaram acerca da mudança das Amoreiras (de que ele foi o obreiro) para o Campo Grande e se o Benfica não devia seguir o exemplo do Sporting CP que, em 1937, ao alugar o estádio do Lumiar passou a designá-lo por José de Alvalade. Cosme Damião foi peremptório (no N.A.O. uma das palavras que mais mudou: perentório). Disse ele qualquer coisa do tipo: Não! No Benfica é tudo de todos, do Clube. Nem o estádio das Amoreiras era meu, nem este deverá ser meu. É do Benfica! Grande Cosme. Isto já sou eu a dizer! Em 1947 quando faleceu voltou a falar-se disso mas os dirigentes deviam saber dos seus desejos e recusaram renomear o Campo Grande. Anos mais tarde aquando da inauguração da “Saudosa Catedral” (1 de Dezembro de 1954) numa entrevista a Ferreira Bogalho questionaram-no se o Benfica não deveria seguir o exemplo do Real Madrid CF que ia alterar a designação de Chamartin para Santiago Bernabéu. Bogalho foi Cosme, até porque conhecia muito bem as ideias dele, ou não tivesse sido, em 1918 e anos seguintes (mas poucos), guarda-redes das categorias secundárias tendo Cosme Damião como capitão-geral. Bogalho disse que Não! Justificando com uma fase semelhante a esta: O Estádio resultou da generosidade, dádiva e dedicação dos Benfiquistas do Minho a Timor. Não fui eu que o construí! Eu como dirigente organizei, mas era essa a minha competência pois tinha prometido fazê-lo. O estádio foi feito porque os Benfiquistas conseguiram erguê-lo. Não tem de ter o meu nome mas o de todos. Será do Benfica! É de todos! Grande Bogalho. Isto já sou eu a dizer!
Se há clube que nunca terá complexos em alterar o nome do seu estádio
É o “Glorioso”. Ninguém designa o estádio pelo nome
verdadeiro. Muitos nem sabem qual é o verdadeiro nome do estádio. Nos “papéis”
será XPTO. No nosso coração, ouvidos, boca e voz será sempre “Luz” ou
“Catedral”. Então que seja XPTO vezes Euros!
Dez Milhões/Ano durante um decénio! Venha
o bago!
Alberto Miguéns
NOTA FINAL: Detesto como associado do Benfica sentir-me
enganado. O Clube são os seus sócios. Enganar os associados é enganar o Clube! Mas contra a minha vontade vou-me habituando. Achei estranho querer
dar a entender-se que a viagem à China tinha extravasado o âmbito em que se
pensava ter ocorrido: tentar transferir Talisca e Jonas. Alguém do Benfica “bufou” isto para
o Diário de Notícias (clicar). Depois começaram a surgir as especulações como
era óbvio. É sempre assim. Quem “bufou” sabia que seria assim. A imagem que “abre”
este texto é prova disso. Claro que rapidamente surgiu um comunicado a
desmentir (clicar). Acredito tanto neste, como na notícia do Correio da Manhã
ou do Diário de Notícias! Zero! Só que eu já estou vacinado. Como faço um
diário associativo e desportivo do Benfica tenho uma pasta cheia de materiais
destes. Mais de uma dúzia! Para não ser maçador deixo apenas um dos mais recentes, com menos de um ano
(clicar).
Isto é assim desde 2008. Informação "desinformada" e contra-informação.
Desde que João Gabriel trouxe para dentro do Benfica as manhas da política à
portuguesa!



