A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.
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SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS
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terça-feira, 7 de abril de 2026
José Mourinho e o seu Momento Bruno Lage
| ● Alberto Miguéns ● terça-feira, 7 de abril de 2026 | ● 16:32 | 21 Comentários |
sábado, 11 de março de 2023
Guttmann Não Acertou Eusébio Campeão Europeu
| ● Alberto Miguéns ● sábado, 11 de março de 2023 | ● 00:00 | 3 Comentários |
APÓS CONQUISTAR A "BOLA DE OURO", EM FINAL DE 1965, O TREINADOR COMENTOU A CAPACIDADE DE EUSÉBIO FACILITAR A POSSIBILIDADE DO BENFICA CONQUISTAR A TERCEIRA TAÇA DOS CLUBES CAMPEÕES EUROPEUS.
Infelizmente tal nunca foi possível. O Benfica esteve na final de 1964/1965 e estaria na de 1967/68. Guttmann era um Benfiquista inexcedível. Uma temporada destas, já em pleno século XXI, sem Eusebio, o Benfica voltará a ser Campeão Europeu. Béla Guttmann terá razão (sem Eusébio) mas com outros. O que conta é sempre o Benfica.
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Béla Guttmann 55
| ● Alberto Miguéns ● sexta-feira, 28 de agosto de 2020 | ● 00:00 | 5 Comentários |
HÁ 55 ANOS, EM 28 DE AGOSTO DE 1965, O TREINADOR BÉLA GUTTMANN VOLTAVA A ORIENTAR O BENFICA.
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E tudo começara em 8 de Maio desse ano (1965) quando o tema das Eleições foi... o treinador húngaro. Devia (António Catarino Duarte pela Lista B) ou não (Fernando Lourenço pela Lista A) regressar ao Clube. Devia! Com o Benfica campeão nacional na antepenúltima jornada, em competição na Taça de Portugal (depois de eliminar o FC Porto, 2.º classificado no Nacional) e apurado, em 6 de Maio, para a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus frente ao FC Inter (que devia ser disputada em Roma e foi em... Milão). Maldição do Guttmann!
Com Gastão Silva como responsável pelo Futebol (na lista vencedora)
Foi fácil fazer regressar Béla Guttmann pois em 1959, foi Gastão Silva que sugeriu a Maurício Vieira de Brito, que o treinador indicado para substituir Otto Glória estava em Portugal e vivia no Porto.
Guttmann foi contratado a 9 de Agosto
E em 16 de Agosto já estava na «Catedral» a orientar o primeiro treino para 1965/66. A época anterior (1964/65) terminara em grande, a 17 de Julho de 1965, com o Benfica a conquistar, em Caracas (Venezuela) a «Pequena Taça do Mundo» (um dos mais prestigiados torneios de Verão nos Anos 50 e 60) frente ao Club Atlético de Madrid.
Em 28 de Agosto de 1965, há 55 anos
(Re)estreava-se como treinador do «Glorioso», em Cádis, no prestigiado torneio do sul de Espanha, na XI edição do Troféu Ramon de Carranza. O Benfica apurou-se para a final, afastando o clube de Sevilha, Real Bétis Balompié (Futebol em castelhano mas que nunca "pegou").
A temporada correria muito mal (em Portugal e na UEFA)
Fez "pior" que os treinadores que o antecederam {Fernando Riera (62/63), Lajos Czeizler (63/64) e Elek Schwartz (64/65)} e sucederam {Fernando Riera (66-68), Otto Glória (68-70) e Jimmy Hagan (70-74)} até se despedir de Portugal e do Futebol. Há muitas interpretações para o sucedido. Todas validadas por quem o conheceu bem (melhor que eu) e fez interpretações diferentes (vivendo os acontecimentos), muito ou pouco, da interpretação que eu faço. Macarrão, Caiado, Gastão Silva, Armando Abreu Rocha, Francisco Calado, são alguns dos Benfiquistas com quem falei acerca do "assunto". Retiro os futebolistas que são "parte interessada". Para mim Béla Guttmann queria que o "Mundo do Futebol" se adaptasse à sua personalidade e ideias em vez de ser ele a perceber que o Futebol entre 1960 e 1965 mudara muito mais, ou seja, mais mudanças em menos tempo, que entre 1945 e 1960. Béla Guttmann em 1960 estava na dianteira pois acumulara sabedoria e experiência conseguindo ter à sua disposição um plantel com muita classe, ávido de rechear com triunfos essa qualidade. Em 1965 o Futebol Europeu era muito mais físico que em 1960. Muito mais estudado e testado que só ter conhecimentos e colocá-los em prática. Béla Guttmann desactualizou-se ao sair da Europa, em 1962, para o CA Peñarol. Mesmo o regresso à Europa, na Áustria, apenas permitia que observasse como espectador o jogo. Quando chegou ao clube de topo do Futebol Europeu, o Benfica, que dominou a Taça dos Clubes Campeões Europeus, em oito temporadas, entre 1961 e 1968, estava ultrapassado e a sua autoconfiança e narcisismo derrotaram-no. Depois culpou Eusébio e o facto de a equipa querer jogar para ele ou depender dele. Guttmann queria o quê? Teve nas mãos, em 1966, o melhor futebolista do Mundo (Bola de Ouro em 1965) e não o soube aproveitar. Em 1965/66, foi o homem errado no tempo certo! Para mim continua a ser o melhor treinador que passou por Portugal (incluindo portugueses) a par de Otto Glória.
Béla Guttmann não merece
A vigarice de lhe atribuírem uma maldição que nunca existiu. Foi um treinador competente, Bicampeão Europeu e morreu a dizer que era Benfiquista. Trazia sempre, na lapela, o emblema do Benfica. Como disse numa das últimas entrevistas que deu, a última em Portugal (clicar) depois de deixar o FC Porto e o Futebol.


Até amanhã, Benfica!
Alberto
Miguéns
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Maldição é Ter um Jornal Como «A Bola»
| ● Alberto Miguéns ● quarta-feira, 26 de agosto de 2020 | ● 08:57 | 8 Comentários |
QUE NÃO SE BASEIA EM FACTOS MAS EM SUPERSTIÇÕES (À REVELIA DO JORNALISMO).

E além de ignorar os factos (de que vive o jornalismo) é ela mesma a inventar supostas maldições.
Já se fez um texto - até vários - neste blogue, com destaque para o de 2 de Fevereiro de 2020 (clicar)
Algumas anotações retiradas desse texto:
Como já se escreveu neste blogue (corroborado por quem leu entrevistas e conhece o “perfil” de Guttmann)
Alberto Miguéns
NOTA1: Para quem sabe alemão e português. Repete-se agora "lado-a-lado". O que está publicado na revista austríaca em língua alemã («Sport-Illustrierte»; em 9 de Outubro de 1967; página 32) e a "tradução" publicada no jornal «A Bola» (7 de Março de 1968; última página):
NOTA2: Quem sou eu para dar "recados" ao jornal «A Bola», mas alguém em 2020 tem de assumir o erro. Têm de publicar o artigo, em alemão da «Sport-Illustrierte», em 9 de Outubro de 1967, e depois a vergonhosa tradução que publicaram em «A Bola» de 7 de Março de 1968, cinco meses depois da entrevista de Béla Guttmann! E voltar a traduzir do alemão o que na realidade disse o grande treinador. O jornalismo faz-se com rigor, imparcialidade e verdade e não com aldrabices e sensacionalismo. O jornal «A Bola» enquanto não o fizer é um caso de estudo. Iniciou em Portugal as «Fake News» à custa do Benfica!
Ler mais ►

E além de ignorar os factos (de que vive o jornalismo) é ela mesma a inventar supostas maldições.
Já se fez um texto - até vários - neste blogue, com destaque para o de 2 de Fevereiro de 2020 (clicar)
Algumas anotações retiradas desse texto:

Até conseguem desinformar... em 1968 com um assunto de 1967!
Quem leu a introdução à entrevista ficou com a ideia que Béla Guttmann tinha concedido a entrevista há pouco tempo! Errado! A entrevista foi publicada na revista, em língua alemã, «Sport-Illustrierte», em 9 de Outubro de 1967, mas a tal tradução "manhosa" só surgiu em «A Bola», na última página (pois não! Eu até começo a ler os jornais, geralmente, da última para a primeira, embora veja primeiro a... primeira), em 7 de Março de 1968, cinco meses depois!
Como já se escreveu neste blogue (corroborado por quem leu entrevistas e conhece o “perfil” de Guttmann)
A existir alguma declaração seria sempre um lamento ou desilusão. Lamento acerca da equipa do Benfica ter deixado de ter as condições que tinha no tempo dele. Afinal a questão era do futebol do Benfica depender mais de Eusébio e menos do colectivo, ao contrário do tempo em que ele fez, o «Glorioso», sagrar-se Bicampeão Europeu.
A tradução do alemão para o português
Foi realizada por uma senhora que nasceu em Berlim estando em Portugal desde a sua adolescência.
Comparando idioma a idioma o que Guttmann disse e o que foi inventado em «A Bola». A quantidade de texto que «A Bola» inventou impressiona. Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! A "tradução criativa" até a designaria pela frase da 10.ª linha que a define na perfeição: «... o Benfica já nunca mais...». Mas o que é isto! Já nunca mais!
O que perguntaram a Guttmann e o que o treinador respondeu versus o que A Bola diz que perguntaram e ele respondeu!
Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! Até nas questões colocadas houve "poligrafia".
«A Bola» vai ter que se retratar. E pedir desculpa. A bem ou a mal.
A tradução do português para o alemão
Foi feita por uma helvética que nasceu e cresceu, em Zurique, num dos cantões germanófilos de excelência e casou com um português tendo por isso, a tradução sido feita...“a meias”.
Comparando idioma a idioma o que Guttmann disse e o que foi inventado em «A Bola». A quantidade de texto que «A Bola» inventou impressiona. Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! A "tradução criativa" até a designaria pela frase da 10.ª linha que a define na perfeição: «... o Benfica já nunca mais...». Mas o que é isto! Já nunca mais!
O que perguntaram a Guttmann e o que o treinador respondeu versus o que A Bola diz que perguntaram e ele respondeu!
Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! Até nas questões colocadas houve "poligrafia".

O que foi na realidade publicado em alemão versus o que seria publicado em alemão se lhe tivessem colocado as questões e ele respondido em alemão face ao que a «A Bola» publicou em português
Alberto Miguéns
NOTA1: Para quem sabe alemão e português. Repete-se agora "lado-a-lado". O que está publicado na revista austríaca em língua alemã («Sport-Illustrierte»; em 9 de Outubro de 1967; página 32) e a "tradução" publicada no jornal «A Bola» (7 de Março de 1968; última página):
NOTA2: Quem sou eu para dar "recados" ao jornal «A Bola», mas alguém em 2020 tem de assumir o erro. Têm de publicar o artigo, em alemão da «Sport-Illustrierte», em 9 de Outubro de 1967, e depois a vergonhosa tradução que publicaram em «A Bola» de 7 de Março de 1968, cinco meses depois da entrevista de Béla Guttmann! E voltar a traduzir do alemão o que na realidade disse o grande treinador. O jornalismo faz-se com rigor, imparcialidade e verdade e não com aldrabices e sensacionalismo. O jornal «A Bola» enquanto não o fizer é um caso de estudo. Iniciou em Portugal as «Fake News» à custa do Benfica!
domingo, 2 de fevereiro de 2020
Afinal a Maldição é de A Bola
| ● Alberto Miguéns ● domingo, 2 de fevereiro de 2020 | ● 00:00 | 11 Comentários |
CONTRA OS TEIMOSOS MARCHAR, MARCHAR…
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Para os pôr a “andar”.
Este assunto
«Maldição de Guttmann» já tinha sido dado por encerrado neste blogue
Pois publicaram-se várias entrevistas e até textos de quem
investigou o passado, para fazer a biografia, do Glorioso Treinador mostrando e
demonstrando, mesmo para quem é supersticioso, que nunca houve qualquer maldição.
Recordam-se
alguns textos relacionados com entrevistas ao Glorioso Treinador
Que o Benfica voltaria a ser campeão europeu, quer em 1963 (clicar para um texto publicado neste blogue em 24 de Maio de 2014).
Quer em 1974 (clicar para um texto publicado neste blogue em 14 de Setembro de 2017).
Depois da sua segunda passagem, em 1966, há mais um (clicar para um texto publicado neste blogue em :6 de Março de 2018)
Quer em 1974 (clicar para um texto publicado neste blogue em 14 de Setembro de 2017).

Depois da sua segunda passagem, em 1966, há mais um (clicar para um texto publicado neste blogue em :6 de Março de 2018)
Pois não é
que um supersticioso malandreco mas espertalhão Q.B. de “A Bola” decidiu fazer uma página, em 7 de Março de 2018
A tentar justificar o injustificável, como se existissem
maldições! Quando um "jornalista" acredita, justifica e faz propaganda de supostas "maldições" fica, desde logo, definida a sua capacidade "intelectual" enquanto profissional. É risível e inútil! Para lá do grotesco. Só falta começar a vender "banha-da-cobra"! Ainda hão-de chegar lá! O que o malicioso, pernicioso, entre outros –oso, Rogério Azevedo devia
ter feito, era consultar a tal entrevista, em língua alemã ou ter pedido a alguém, em Viena, para lhe enviar a entrevista em alemão. Em vez de expor ao ridículo "A Bola" (se consultassem o passado do jornal logo perceberiam que há um Mito e uma realidade) que esta história ilustra na perfeição: em muitos números desse Jornal, o sensacionalismo bacoco, foi encoberto por jornalistas que eram mais escritores que repórteres. Por exemplo, o jornal "Os Sports" depois "Mundo Desportivo" era muito mais fiável e rigoroso até meados da década de 70, ao contrário daquilo que se pensa. Mas qualquer investigador, sabe! Consultar ou pedir a entrevista em alemão? Ora! Está bem... está! Mas isso sou eu a “dar recados” o que é desnecessário. Por não gostar de “dar
recados” e por tal ser inútil, pois o que eles querem com esta estorieta sei eu…
Felizmente
este blogue tem leitores que são Benfiquistas com B grande e não vão em
cantigas
E assim, há uns dois meses fizeram-me chegar a entrevista original de Guttmann, publicada em língua alemã. Foi o Benfiquista Reinaldo Gomes que conseguiu o acesso ao texto original.
Depois foi tratar de conseguir uma tradução credível, por alguém que fosse bilingue em português e alemão.
O facto de serem bilingues foi importante até por que o meu interesse era não só traduzir do alemão para o português a entrevista original feita a Béla Guttmann como também “traduzir” do português para o alemão aquilo que o jornal «A Bola» publicou como tendo sido dito por Béla Guttmann!
Tenho de confessar...
Que mesmo não sabendo praticamente nada de alemão vi logo que a entrevista estava aldrabada. Percebendo onde tinham ido "buscar lenha e gasolina" para fazer o destaque sensacionalista, concentrei-me em duas das questões e as respostas às mesmas e Guttmann não podia ter dito o que estava traduzido em “A Bola”. Eu digo vi. Não li.
Vi que na questão em que Guttmann falou de Eusébio, duas linhas e meia em alemão não podiam ser transformadas em oito linhas e meia, mesmo descontando o tamanho das letras e a largura das colunas que nem é assim tanto! Na segunda questão qualquer ser alfabetizado percebe que Guttmann nunca falou em Argentina e Uruguai. Se era assim com questões e nomes tão “básicos” como seria com o “resto”!?
Depois foi tratar de conseguir uma tradução credível, por alguém que fosse bilingue em português e alemão.
O facto de serem bilingues foi importante até por que o meu interesse era não só traduzir do alemão para o português a entrevista original feita a Béla Guttmann como também “traduzir” do português para o alemão aquilo que o jornal «A Bola» publicou como tendo sido dito por Béla Guttmann!
Tenho de confessar...
Que mesmo não sabendo praticamente nada de alemão vi logo que a entrevista estava aldrabada. Percebendo onde tinham ido "buscar lenha e gasolina" para fazer o destaque sensacionalista, concentrei-me em duas das questões e as respostas às mesmas e Guttmann não podia ter dito o que estava traduzido em “A Bola”. Eu digo vi. Não li.
Vi que na questão em que Guttmann falou de Eusébio, duas linhas e meia em alemão não podiam ser transformadas em oito linhas e meia, mesmo descontando o tamanho das letras e a largura das colunas que nem é assim tanto! Na segunda questão qualquer ser alfabetizado percebe que Guttmann nunca falou em Argentina e Uruguai. Se era assim com questões e nomes tão “básicos” como seria com o “resto”!?
Apesar de
ter toda a entrevista em alemão (obrigado ao leitor deste blogue que disse não haver interesse em ter o nome publicado)
Concentrei-me, para não "criar ruído" (são pormenores do antes e depois das passagens pelo Benfica) e tornar este texto ainda mais gigantesco, nas duas questões que interessam, além de estar preocupado em não “massacrar” quem iria traduzir pois foi trabalho não
remunerado. Foi por serem cidadãos que exerceram o direito a sê-lo de pleno
direito repondo a verdade. Aos dois (ou três, como se perceberá mais adiante) tradutores o meu muito obrigado.
Até por que o meu interesse, volto a sublinhar, era não só traduzir do alemão para o português o
que disse na realidade Béla Guttmann como “traduzir” do português para o alemão
como teria falado Béla Guttmann se realmente dissesse o que «A Bola» diz que
disse!
Até conseguem desinformar... em 1968 com um assunto de 1967!
Quem leu a introdução à entrevista ficou com a ideia que Béla Guttmann tinha concedido a entrevista há pouco tempo! Errado! A entrevista foi publicada na revista, em língua alemã, «Sport-Illustrierte», em 9 de Outubro de 1967, mas a tal tradução "manhosa" só surgiu em «A Bola», na última página (pois não!), em 7 de Março de 1968, cinco meses depois!
Como já se
escreveu neste blogue (corroborado por quem leu entrevistas e conhece o “perfil”
de Guttmann)
A existir alguma declaração seria sempre
um lamento ou desilusão. Lamento acerca da equipa do Benfica ter deixado de ter as condições
que tinha no tempo dele. Afinal a questão era do futebol do Benfica depender mais
de Eusébio e menos do colectivo, ao contrário do tempo em que ele fez, o
«Glorioso», sagrar-se Bicampeão Europeu.
«Nunca Mais Será» é uma mentira
Serviu para fazer uma "cacha" para vender mais jornais nesse dia mas Béla Guttmann nunca disse..."nunca mais". Como treinador - e excelente - analisava o futebol da perspectiva de um treinador, não de jornalista, dirigente ou adepto. Para ele o Benfica dependendo de uma individualidade, mesmo que genial futebolista como Eusébio, e não do colectivo que implantara aquando do seu sucesso, em 1960/61 e 1961/62, deixara de ter condições para voltar a conquistar a Taça dos Clubes Campeões Europeus. Mas referia-se à conjuntura existente considerando que o Benfica era Eusébio + 10. Não era para toda a eternidade. Quem for bem intencionado e tiver bom senso percebe isso, facilmente, lendo a tradução correcta (sem acrescentos criativos) e percebendo o que se passava, no futebol do Benfica, nos Anos 60.
A tradução
do alemão para o português
A tradução do
português para o alemão
Foi feita por uma helvética que nasceu e cresceu, em Zurique, num dos
cantões germanófilos de excelência e casou com um português tendo por isso, a tradução sido feita...“a
meias”.
Como é apanágio deste blogue, não é só conversa. Ficam expostos todos os documentos e datados para quem os quiser analisar. Aceitam-se outras traduções! Apesar das que estão publicadas terem sido feitas por quem sabe do que fala e como fala! "Gente" de bem!
No mínimo deviam envergonhar-se. Pedir desculpa aos seus leitores – nos quais eu não estou incluído - mas... nem para isso têm nível. Como se diz na minha terra de gente honrada: fiquem quedos!
No mínimo deviam envergonhar-se. Pedir desculpa aos seus leitores – nos quais eu não estou incluído - mas... nem para isso têm nível. Como se diz na minha terra de gente honrada: fiquem quedos!
Alberto
Miguéns
NOTA: Comparando idioma a idioma o que Guttmann disse e o que foi inventado em «A Bola». A quantidade de texto que «A Bola» inventou impressiona. Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! A "tradução criativa" até a designaria pela frase da 10.ª linha que a define na perfeição: «... o Benfica já nunca mais...». Mas o que é isto! Já nunca mais!
Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! Até nas questões colocadas houve "poligrafia".NOTA: Comparando idioma a idioma o que Guttmann disse e o que foi inventado em «A Bola». A quantidade de texto que «A Bola» inventou impressiona. Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! A "tradução criativa" até a designaria pela frase da 10.ª linha que a define na perfeição: «... o Benfica já nunca mais...». Mas o que é isto! Já nunca mais!
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| O que perguntaram a Guttmann e o que o treinador respondeu versus o que A Bola diz que perguntaram e ele respondeu! |
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| O que foi na realidade publicado em alemão versus o que seria publicado em alemão se lhe tivessem colocado as questões e ele respondido em alemão face ao que a «A Bola» publicou em português |
sábado, 24 de novembro de 2018
Pinto da Costa: Mentiroso Compulsivo
| ● Alberto Miguéns ● sábado, 24 de novembro de 2018 | ● 00:00 | 12 Comentários |
AS DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE PORTISTA NA ÚLTIMA ENTREVISTA SÃO UMA VERGONHA.

É que o que ele afirma ser assim, afinal é «assado». Serve para esconder a realidade.
Já com Calabote fazem o mesmo
Inventam três expulsões no jogo Benfica frente ao GD CUF, em 22 de Março de 1959, quando nem uma houve, para esconder as duas expulsões de futebolistas do SCU Torreense nesse dia, em Torres Vedras, frente ao FC Porto que lhes facilitou a marcação do 2.º golo (frente a 10) e 3.º golo (frente a 9) permitindo ao FC Porto sagrar-se Campeão Nacional, em 1958/59, em igualdade pontual mas com mais um golo que o "Glorioso" na diferença entre golos marcados e sofridos.
Jogadores africanos "desviados" para o Benfica
Mentira n.º 1. Durante épocas a fio o Sporting CP e o FC Porto recusaram negros africanos - para eles os brasileiros mesmo negros eram assim porque os brasileiros eram assim...mestiços - a jogar nas suas equipas. O primeiro mestiço africano a jogar no Sporting CP foi Mário Wilson (1949/50) e o primeiro negro foi Hilário (1958/59). Em 1949/50 já o Benfica tinha negros como Glórias: Fortunato Levy (1904/05 a 1906/07: capitão aos 18 anos, em 1906), Marcolino Bragança (1906/07 e 1907/08: contemporâneo de Fortunato Levy), Guilherme Espírito Santo (1936/37 a 1949/50), Carlos Brito (1942/43 a 1943/44) e Melão (1945/46 a 1950/51), por exemplo. O FC Porto só teve negros africanos em 1952/53: Perdigão, Carlos Duarte e Albasini.
Mentira n.º 2.
Eusébio só não foi Bicampeão Europeu porque o poder político, através da DGD (Direcção Geral dos Desportos) tentou tudo para que Eusébio não pudesse jogar no Benfica mas sim no Sporting CP. O Conselho Jurisdicional da F.P.F. decidia a favor do Benfica mas depois a D.G.D. dependente do Ministério da Educação Nacional não permitia. Eusébio chegou a Lisboa quase pela meia-noite de 15 de Dezembro de 1960. Só teve possibilidade de se estrear em 1 de Junho de 1961. Seis meses depois. Só foi campeão nacional, em 1960/61, porque o Benfica adiou a 26.ª (e última) jornada de 28 de Maio para 8 de Junho de 1961, pois já era campeão desde 14 de Maio e jogava a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus, em Berna, a 31 de Maio de 1961. O azar de Pinto da Costa é que escolheu um mau exemplo. Foi ao contrário. O Estado Novo (alguns fascistas) queriam Eusébio no SCP e tudo fizeram para isso. Azar.
Eusébio só não foi Bicampeão Europeu porque o poder político, através da DGD (Direcção Geral dos Desportos) tentou tudo para que Eusébio não pudesse jogar no Benfica mas sim no Sporting CP. O Conselho Jurisdicional da F.P.F. decidia a favor do Benfica mas depois a D.G.D. dependente do Ministério da Educação Nacional não permitia. Eusébio chegou a Lisboa quase pela meia-noite de 15 de Dezembro de 1960. Só teve possibilidade de se estrear em 1 de Junho de 1961. Seis meses depois. Só foi campeão nacional, em 1960/61, porque o Benfica adiou a 26.ª (e última) jornada de 28 de Maio para 8 de Junho de 1961, pois já era campeão desde 14 de Maio e jogava a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus, em Berna, a 31 de Maio de 1961. O azar de Pinto da Costa é que escolheu um mau exemplo. Foi ao contrário. O Estado Novo (alguns fascistas) queriam Eusébio no SCP e tudo fizeram para isso. Azar.
Eusébio chegou em 15 de Dezembro de 1960 e em 5 de Abril de 1961 a D.G.D. (clicar para Diário de Lisboa) continuava a não autorizar a transferência. Mesmo após várias vezes o Conselho Jurisdicional da F.P.F. decidir que o Benfica tinha razão. A primeira logo em 5 de Fevereiro de 1961.
Só em 22 de Maio de 1961 foi possível inscrever Eusébio como futebolista do "Glorioso" pois deixou de haver intervenção governamental. Em 12 de Maio, o SLB pagou 400 contos ao Sporting Clube de Lourenço Marques pela "carta de desobrigação" e este cedeu, pois o que queriam era dinheiro. Sendo clube-filial do SCP se Eusébio fosse para o clube-sede pouco mais receberiam que uns equipamentos usados! 400 contos era uma "batelada" de dinheiro, em 1961. Comprava-se um andar nas Avenidas Novas, em Lisboa! E ainda sobrava para um ou dois automóveis!
Só em 22 de Maio de 1961 foi possível inscrever Eusébio como futebolista do "Glorioso" pois deixou de haver intervenção governamental. Em 12 de Maio, o SLB pagou 400 contos ao Sporting Clube de Lourenço Marques pela "carta de desobrigação" e este cedeu, pois o que queriam era dinheiro. Sendo clube-filial do SCP se Eusébio fosse para o clube-sede pouco mais receberiam que uns equipamentos usados! 400 contos era uma "batelada" de dinheiro, em 1961. Comprava-se um andar nas Avenidas Novas, em Lisboa! E ainda sobrava para um ou dois automóveis!
Verdades
O Benfica tinha futebolistas africanos porque não distinguia etnias, ideologias, classes sociais ou origens. Só fins. Serviam ou não a grandeza do Clube. Essa é que era a questão. Além disso, comparando com o FC Porto, o número de Benfiquistas nas Colónias africanas eram em número... incomparáveis frente aos portistas. Por isso - sempre inconformados com insucessos - os Benfiquistas em África, principalmente Angola e Moçambique, funcionavam como "olheiros" não descansando enquanto não os viam a caminho de Lisboa. Eusébio é o melhor exemplo. Foi o talhante Mário Tavares de Melo - simplesmente Benfiquista em Moçambique/Lourenço Marques - que tudo fez, sem qualquer benefício, para colocar Eusébio no Clube.
Em Portugal, Béla Guttmann sempre disse que o seu clube era o Benfica e que podia voltar a ser grande na Europa
Quer após a primeira passagem, em 1962, quer depois de 1966. A única notícia da suposta maldição é uma entrevista noticiada em "A Bola" mas que nunca se viu no original, em alemão, nem se sabe se a tradução está correcta e contextualizada.
Em 1963, na página 5 do jornal "A Bola", em 6 de Abril:
E nem vou colocar aqui o que ele disse do FC Porto... E não foi pouco e bom!



Em 7 de Março de 1968, o jornal «A Bola», publicava na última página uma tradução...
De uma entrevista a uma revista, presumo que publicada em Viena, a «Sport-Ilustrierte» onde fez título «O Benfica nunca mais será campeão europeu». Espero um dia ter acesso a essa revista desportiva e conseguir que alguém que domine o alemão traduza o que foi dito por Guttmann. Não se pode dizer que ele não disse isso ou que a resposta foi descontextualizada. Mas não confio na totalidade no que foi escrito em "A Bola". É preciso enquadrar que, em 1968, o jornal "A Bola" tinha excelentes jornalistas a analisar os jogos e escrever boas prosas mas era, em termos editoriais, um jornal sensacionalista pois rivalizava com outro jornal que era mais antigo e rigoroso, o «Mundo Desportivo». E ganhou essa batalha pois o «Mundo Desportivo» foi extinto.
Em 1974 (depois de sair de treinador do... FC Porto) reafirmou que o Benfica voltará «a ser grande na Europa»:De uma entrevista a uma revista, presumo que publicada em Viena, a «Sport-Ilustrierte» onde fez título «O Benfica nunca mais será campeão europeu». Espero um dia ter acesso a essa revista desportiva e conseguir que alguém que domine o alemão traduza o que foi dito por Guttmann. Não se pode dizer que ele não disse isso ou que a resposta foi descontextualizada. Mas não confio na totalidade no que foi escrito em "A Bola". É preciso enquadrar que, em 1968, o jornal "A Bola" tinha excelentes jornalistas a analisar os jogos e escrever boas prosas mas era, em termos editoriais, um jornal sensacionalista pois rivalizava com outro jornal que era mais antigo e rigoroso, o «Mundo Desportivo». E ganhou essa batalha pois o «Mundo Desportivo» foi extinto.
E nem vou colocar aqui o que ele disse do FC Porto... E não foi pouco e bom!






Está mesmo senil
Inexplicável o que (não) faz o Benfica!
Quando Pinto da Costa e outros que tais enxovalham o Benfica e a sua Gloriosa História, quem dentro do Clube devia reagir nada faz. É que «quem cala consente». Já quando fazem intriga envolvendo responsáveis, o Benfica reage de imediato. Então quando envolvem o nome do presidente da Direcção/Futebol SAD ou do CEO da Benfica SAD é logo de advogados para cima...
No fundo Pinto da Costa gostava de ser do Benfica tantas as vezes em que fala no Benfica!
Alberto Miguéns
sexta-feira, 11 de maio de 2018
Benfica Tem de Ser XPTO
| ● Alberto Miguéns ● sexta-feira, 11 de maio de 2018 | ● 00:00 | 3 Comentários |
ATÉ PORQUE JÁ FOI. OU SEJA TEM DE VOLTAR A SER XPTO!
Ao contrário daquilo que é o pensamento dominante o termo XPTO é antiquíssimo e os Benfiquistas já o usaram até à exaustão durante décadas, com destaque para os Anos 40 e os Anos 60. Em 70 também podia ter sido mas a "proximidade"da década anterior dava uma ideia de declínio, só porque o "Glorioso" não conseguia a Terceira apesar de tudo porfiar para a conseguir.
Comparar qualquer época ao longo de 114 anos com o facto de serem 114 temporadas a disputar jogos de Futebol é uma falácia pois nem sequer é necessário recorrer às diferenças entre preparações de atletas, condições para se jogar, assistência médica, mais isto e aquilo. Nem é necessário ir por aí. Simplesmente não havia as competições que existem agora e que no futuro tanto podem aumentar em número como diminuir as actuais cinco: Taça de Portugal (desde 1921/22), campeonato nacional (desde 1934/35), competições europeias (desde 1955/56), Supertaça (desde 1979/80) e Taça da Liga (desde 2007/08). Entre 1906/07 e 1920/21 só existiu uma competição: o Campeonato Regional; entre 1921/22 e 1933/34 duas; entre 1934/35 e 1946/47 três; entre 1947/48 e 1954/55 duas; entre 1955/56 e 1978/79 três. E é acerca destas três - Taça de Portugal, campeonato nacional e competições europeias - que se devem fazer comparações. E antes sempre se pode incluir a Taça Latina e antes o campeonato Regional para conseguir recuar a 1921/22 com três competições, estabelecendo o nivelamento para todos. estar a comparar épocas com cinco competições (embora a Supertaça nem isso seja, pois é apenas um jogo entre dois clubes) é como se costuma dizer..«ser mais papista que o papa».
O Benfica, inacreditavelmente, já tem gente desta
Há quem seja como aqueles imbecis que se apanhavam nas escolas - quem não se lembra deles pois também eram geralmente os lambe-botas dos professores - que apesar de serem manhosos ficavam sempre para trás mas depois achavam que eram sempre os que ganhavam. Nem com truques.
Vamos lá a deixar de viver de ilusões (que apenas são demagógicas) e encarar a realidade para ser realmente maior, melhor e XPTO! Porque o Futuro limpa, de alto a baixo, os hipócritas!
Alberto Miguéns
NOTA: O Benfica tem Glória suficiente e há demasiado tempo para que seja necessário apequenar quem foi importante para evidenciar, precocemente, quem o quer ser. O pior uma entidade colectiva e centenária é a ingratidão para os que realmente as fizeram referências nacionais e internacionais
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Ao contrário daquilo que é o pensamento dominante o termo XPTO é antiquíssimo e os Benfiquistas já o usaram até à exaustão durante décadas, com destaque para os Anos 40 e os Anos 60. Em 70 também podia ter sido mas a "proximidade"da década anterior dava uma ideia de declínio, só porque o "Glorioso" não conseguia a Terceira apesar de tudo porfiar para a conseguir.
Comparar qualquer época ao longo de 114 anos com o facto de serem 114 temporadas a disputar jogos de Futebol é uma falácia pois nem sequer é necessário recorrer às diferenças entre preparações de atletas, condições para se jogar, assistência médica, mais isto e aquilo. Nem é necessário ir por aí. Simplesmente não havia as competições que existem agora e que no futuro tanto podem aumentar em número como diminuir as actuais cinco: Taça de Portugal (desde 1921/22), campeonato nacional (desde 1934/35), competições europeias (desde 1955/56), Supertaça (desde 1979/80) e Taça da Liga (desde 2007/08). Entre 1906/07 e 1920/21 só existiu uma competição: o Campeonato Regional; entre 1921/22 e 1933/34 duas; entre 1934/35 e 1946/47 três; entre 1947/48 e 1954/55 duas; entre 1955/56 e 1978/79 três. E é acerca destas três - Taça de Portugal, campeonato nacional e competições europeias - que se devem fazer comparações. E antes sempre se pode incluir a Taça Latina e antes o campeonato Regional para conseguir recuar a 1921/22 com três competições, estabelecendo o nivelamento para todos. estar a comparar épocas com cinco competições (embora a Supertaça nem isso seja, pois é apenas um jogo entre dois clubes) é como se costuma dizer..«ser mais papista que o papa».
O Benfica, inacreditavelmente, já tem gente desta
Há quem seja como aqueles imbecis que se apanhavam nas escolas - quem não se lembra deles pois também eram geralmente os lambe-botas dos professores - que apesar de serem manhosos ficavam sempre para trás mas depois achavam que eram sempre os que ganhavam. Nem com truques.
Vamos lá a deixar de viver de ilusões (que apenas são demagógicas) e encarar a realidade para ser realmente maior, melhor e XPTO! Porque o Futuro limpa, de alto a baixo, os hipócritas!
Alberto Miguéns
NOTA: O Benfica tem Glória suficiente e há demasiado tempo para que seja necessário apequenar quem foi importante para evidenciar, precocemente, quem o quer ser. O pior uma entidade colectiva e centenária é a ingratidão para os que realmente as fizeram referências nacionais e internacionais




















