SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Museu SLB. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Museu SLB. Mostrar todas as mensagens
sábado, 30 de janeiro de 2016

Somos Todos Bons Empregados

sábado, 30 de janeiro de 2016 32 Comentários
EU, TU, ELE, NÓS, VÓS E ELES.



Como surgiram várias questões acerca da ligação do Historiador Surrealista ao Benfica - algumas a insultar o rapaz nem publiquei - decidi remodelar (mas mantive a ideia inicial apenas reestruturei o texto) para esta posta de sábado! Resultado? Ficou, como é habitual, enooooorme!


Há sempre uma primeira vez (sabemos quando é) e uma última (só os outros saberão)

A primeira vez que vi (e falei) com Ricardo Serrado foi também a última. Até hoje! Apercebi-me que a “peça” era de pouca confiança. Corria o risco dele (RS) dizer que o que ele estava a dizer (uma patranhada qualquer) tinha sido eu a dizer-lhe! Tirei-lhe logo a “pinta”. O António Melo é testemunha disso! Estava presente!

Críticas ao livro

Tinha lido o tal livro acerca de Júlio Cosme Damião nascido às quatro horas da manhã, apesar de ser às quatro da tarde! Mas aquando desse encontro ainda não sabia. E até já foi no final da conversa que questionei o "novo" nome próprio. Sem meios, limitei-me a dizer-lhe que era estranho ser Júlio quando eu conhecia inúmeros (mais de cem…) documentos, entre manuscritos e impressos, incluindo o Processo dele na Casa Pia de Lisboa e nunca vira escrito Júlio! Virou as costas e foi-se embora! Até hoje! Antes disso disse-lhe que o livro tinha muitas incorrecções, percebia-se que não tinha lido a entrevista fundamental feita por Mário de Oliveira a Cosme Damião publicada em “A Bola” (clicar) e que se notava que o livro tinha sido feito em 80/90 por cento com base na História do Benfica 1904/1954 mas à pressa. Ou seja, havia informações contraditórias no sentido de serem ao contrário (tipo 4 da manhã em vez de 4 da tarde). Depois fui-me apercebendo que era recorrente nele ser trapalhão e trocar o sentido. Além disso disse-lhe que o livro tinha muitas contradições em relação ao porquê de Cosme Damião ter resistido à tentação de ir para o Sporting CP. O que lhe fui dizer. Arreganhou-se. Disse que era uma obra de categoria reconhecida pelo professor Manuel Sérgio. Quando “eles” começam a citar as “cunhas” fica tudo dito.  


Algum tempo mais tarde
Acabou por me dar razão numa entrevista que deu ao jornal “Público”. Desculpou-se com os outros, mas ele é que truncou informação e aldrabou fotografias no livro (clicar). A culpa é dele não é de Mário de Oliveira e Rebelo da Silva.




Entretanto apercebi-me que o Benfica o contratara para colaborar no Museu
Como já escrevi neste blogue (clicar) - vale a pena ler (acreditem) esse texto de 28 de Outubro de 2011, nem que seja durante o fim-de-semana - eu não concordava com a instalação do Museu dentro do Estádio. Mas teimavam que era assim que estava previsto e teria de ser assim. Propus o local que acabou por ser aceite... posteriormente já sem eu o saber. Comigo riram-se dizendo que o espaço comercial dava uma boa maquia ao Benfica. Se clicarem vêem o desenvolvimento do assunto. Como teimaram que tinha de ser no Estádio, na porta 18 entre o piso 2 e o piso 1 eu decidi que não ia participar num projecto em que não acreditava. Até considerava que não dignificava o Benfica, por isso deixei o grupo que já tinha arquitecto e tudo com plantas do estádio para fazer obras e instalar o Museu. Eu fui à minha vida. Entrou o Ricardo Serrado, não sei se para o meu lugar. A fazer o que eu tinha projectado fazer não foi! Estávamos em finais de 2010!

Dois anos e meio depois (2012) fui convocado para uma reunião
Recusei. Insistiram até à exaustão. Aquilo metia-me tanto nojo que recusei vários dias. Com mensagens atrás de mensagens. O homem estava mesmo aflito. Tinha receio que José Eduardo Moniz (então candidato a candidato a presidente da Direcção) fosse usar a estupidez e o dinheiro gasto para fazer o Museu dentro do Estádio na campanha eleitoral. Luís Filipe Vieira até tentou convencer-me a deixar-me corromper através de Miguel Relvas para me libertar de imediato (no dia seguinte) no meu emprego). Eu deixar-me corromper! Só um palerma podia pensar que eu aceitasse isso!



Reunião que foi um almoço, em 6 de Junho de 2012, na “Catedral da Cerveja” com o presidente, o verdadeiro responsável pelo património, porque faz parte da Comissão Executiva (António Ferreira) e o dirigente “responsável” pelo património Alcino António que foi sempre uma figura decorativa. Eu fiz questão de estarem presentes, como segurança Benfiquista, "duas testemunhas” porque já sei o que a casa gasta. Só o que se passou nessa “reunião almoçada” dava para fazer (e hei-de fazê-lo) um livro. Apesar de ter começado a reunião a dizer que não voltaria ao Museu acabaram por me convencer. Aliás eu acabei a aceitar por dois motivos:
        1.     Afinal o local era o que eu tinha indicado, por isso, esse motivo já não podia justificar como recusa;
       2.   Depois tinha receio que voltassem a fazer no Museu o que tinham feito no portal (ver a seguir). Alterar a fundação do Clube à socapa, sem dar conhecimento aos associados em assembleia geral. Se assim fosse, um dia mais tarde  (em dois mil e tal…) pensava que teria condições para rectificar e regressar à verdade. Mas se o Museu começasse logo na “legalidade” simplificava!

Resolver isto (que alterava a fundação do Clube para um dia qualquer, mais ou menos lá para Agosto de 1904, algures, reduzindo de 24 para 10 os fundadores, após mais de cem anos) foi terrível. Felizmente enquanto outros "deram à sola", o presidente da assembleia geral do Benfica soube estar ao nível de alguns dos seus antecessores. Honrou-os, honrando o "Glorioso"! Deixo para uma NOTA FINAL a explicação

Para aceitar a proposta presidencial coloquei quatro condições, das quais só vou indicar três:
1. Nunca integraria a Comissão Instaladora (reportaria directamente com o presidente) pois nunca faria parte de uma Comissão que contasse com duas pessoas que em tempos tinham lesado gravemente o Clube: Luís Lapão (em 2005 chegou a ter um processo disciplinar instaurado por, entre outros “assuntos”, ter querido vender fotografias do Hóquei em Patins do Benfica ao…Benfica - Secretaria Desportiva para esta fazer um folheto promocional para a modalidade) e Alcino António (em 1988 fez desaparecer dinheiro/bilhetes da organização do Concerto Rock de má memória). Nunca me misturaria com quem lesou o “Glorioso” com gravidade;
2.    Não aceitaria pedir licença sem vencimento (no meu emprego) por mais de um ano. Para precaver desinteresse do Benfica ou da minha parte. Um ano que poderia ser renovado ano-a-ano conforme as necessidades. E disse que “assim que o Museu fosse inaugurado terminaria a minha função no Museu”. Se o Benfica quisesse eu, a seguir, poderia fazer a História Oficial do Clube e do Futebol, bem como criar uma base de dados para todas as modalidades com todos os jogos das respectivas equipas seniores desde a estreia em competição que ficaria disponível na internet num portal público e para o público;
3. Como o presidente tinha urgência pois queria o Museu inaugurado até 16 de Outubro de…2012 (seria em 26 de Julho de 2013) apesar de contrariado (já tinha férias marcadas com a família para Agosto) dispus-me a trabalhar, mas de “graça” (e foi!) pois o Ministério da Educação pagava-me o mês e eu só queria iniciar a minha ligação ao Clube a partir de 1 de Setembro! E assim foi.
Mais não digo porque o Benfica seria prejudicado, embora haja quem tenha opinião contrária e diga que esconder isso dos consócios é que prejudica o Clube. Entre as duas penso que contar prejudicaria mais. E o que nós queremos é pouco ruído para GANHARMOS! Isso é que interessa!

O que encontrei
Um caos. Textos vergonhosos (tipo ajustes de contas com treinadores e presidentes), panegíricos - com incorrecções - à actualidade, incapacidade em fazer selecções (de futebolistas e atletas), dados estatísticos por estimativa, etecetra. Ao que me apercebi era trabalho da equipa dirigida por Ricardo Serrado, mas não só!

Ainda coexistimos – Ricardo Serrado e eu – até final do ano de 2012
Mas como eu trabalhava no camarote 147 do Estádio e ele no CDI (Centro de Documentação e Informação, embora para mim seja mais - Centro de Digitalizações Intensivas) pouco nos cruzámos. Sei é que antes dele sair – ainda enquanto funcionário – enviou uma carta em rede, através do correio electrónico – para todos os elementos ligados ao Museu. Uma carta verdadeiramente inacreditável que tenho mas não sei se posso divulgar por motivos legais. Vou saber. Se puder um dia destes será colocada neste blogue. Tanto a carta como a resposta dos serviços do SLB a ameaçá-lo são verdadeiramente…arrepiantes!

Para quem me questionou acerca dele e de mim
Foi assim que nos cruzámos no Benfica. Para justificar os «tempos e lugares» desses cruzamentos fui dizendo outras coisas mais...  

Quanto à tal História Oficial. Nunca houve interesse do Clube em fazê-la. Talvez tenham interesse em que a Fundação do Clube seja outra…


Alberto Miguéns


NOTA FINAL: Não foi fácil remover aquela "rasquice" do portal. Depois de se tomar conhecimento da sua existência formou-se um triunvirato com três associados do SLB para denunciar a situação e confrontar os três presidentes dos Órgãos Sociais. Respondeu o presidente Luís Nazaré que marcou uma reunião para a antiga sala de reuniões da SAD. Sem ninguém saber um dos componentes do triunvirato levou um gravador moderno digital, para gravar a reunião não fosse "o Diabo tecê-las". Entretanto chegaram os criativos que assumiam a alteração da História do Clube. Eram também três. Mas três de troika: Ricardo Serrado, Luís Lapão e António Ferreira. Havia ainda um quarto elemento mas era postiço. Foram vencidos, mas não ficaram convencidos. Espernearam mas não tiveram alternativa. Ora Luís Lapão (principalmente) e António Ferreira (quer é saber o que deve fazer para mostrar serviço) ainda estão no Benfica. Foram coniventes com Ricardo Serrado. Deram-lhe protecção. Na tal carta que eu tenho mas não divulgo, Ricardo Serrado rasga tudo e todos de alto-a-baixo, mas elogia Luís Lapão declarando-lhe "amor eterno". Cheira-me a esturro. Há uma grande cumplicidade entre os dois. Ricardo Serrado sabe mais do que se pensa (e do que até agora tem dito) em relação ao que lhe pediram para ser feito. Por isso sente-se impune. Daí andar sistematicamente a ridicularizar-nos continuando a chamar Júlio a Cosme Damião. E ninguém o põe na ordem. Há telhados de vidro. Se não há, parece. E nisto do Futebol. O que parece...é!   



Para quem não conhece: o Bilhete de Identidade e o assento de baptismo do nosso Cosme Damião. Júlio? Nem o pároco, nem o funcionário da "Loja do Cidadão" da época o eram!





Como os padres têm caligrafia taquígrafa, eis a "tradução":


Aos vinte e sete dias do mês de Dezembro do ano de mil oitocentos e oitenta e cinco, nesta Igreja paroquial de São João Baptista do Lumiar, concelho dos Olivais, diocese de Lisboa, baptizei solenemente um indivíduo do sexo masculino, a quem dei o nome de Cosme e que nasceu nesta freguesia às quatro horas da tarde do dia dois de Novembro do corrente ano, filho legítimo de Cosme Damião, carroceiro, natural desta freguesia e de Rosa Marques, natural de São Martinho do Salreu, concelho de Estarreja, diocese do Porto, recebido na freguesia dos Anjos da cidade de Lisboa e paroquianos desta, moradores na Travessa do Alqueidão deste lugar, neto paterno de Cosme Damião e Rosário Maria e materno de Francisco Marques e Maria Rosa. Foi padrinho António Pereira e madrinha Rosa Marques, aquele casado e esta solteira, trabalhadores os quais todos sei serem os próprios. E para constar se lavrou um duplicado deste assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos comigo não assinaram por não saberem escrever. Era ut retro


O pároco Francisco de Paula da Fonseca Neves.
Ler mais ►
domingo, 27 de abril de 2014

Um Benfiquista Visita o Museu do FCP

domingo, 27 de abril de 2014 34 Comentários
OPINIÃO

Há cerca de dois meses - 15 de Março de 2014 - visitei o Museu do FCP by BMG. Com três objectivos:
1.       Comparar com o do Benfica;
2.      Perceber como é tratado/ utilizado o SLB nesse Museu;
3.      Perceber como é utilizada a história do FCP no seu Museu.


O que interessa para o EDB
O que vou descrever em três partes ligeiras - a primeira hoje - é essencialmente o objectivo 1. Comparar com o do Benfica. Deixo para as outras duas partes mais três textos. Se bem que o do 2.º objectivo (Perceber como é tratado/ utilizado o SLB nesse Museu) seja o mais importante e fundamental no âmbito "editorial" deste blogue "Em Defesa do Benfica".

Como foi a visita
O FCP e os portistas estão longe de serem os intratáveis que fazemos deles - muito por culpa dos media - que tendem a fazer de algumas árvores a floresta. Quando estão juntos podem ser intoleráveis e revanchistas em relação ao "Glorioso". Isolados muitos são "provincianos" mostrando um misto de reconhecimento/ inveja pelo Clube do Povo. Percebe-se isso na cidade (falo da cidade em si) e não dos subúrbios que desconheço, fisicamente e emocionalmente.


O "célebre" marco quilométrico nos Carvalhos, indicativo do começo da Estrada Nacional n.º 1. Sobreviveu ao betão!


Começar a "apalpar"
Em locais que frequento poucas vezes - e vou pouco ao Porto apesar de gostar muito da cidade, mas sempre são 300 quilómetros - como dizia, em cidades pouco visitadas por mim gosto de estabelecer "poiso" em instalações cosmopolitas para perceber o que pensam essas pessoas de Portugal: da política e sociedade portuguesa, do futebol português e do Benfica. No Porto não fiz excepção. Fui para a Pousada da Juventude. Mas tive "azar". Estava, praticamente, vazia!

Quero o quarto Gaitán e a cama Luisão
Quando fui informado que podia escolher o quarto pois havia poucos viajantes alojados, não tive alternativa. Pedi o quarto Gaitán (isto foi na sexta-feira - entre o final da tarde e a noite - após a brilhante exibição em Londres frente ao Tottenham HFC, na noite anterior!). A recepcionista disse não saber o que era. Mesmo "traduzindo" disse ser do FCP e não se interessar pelo Benfica a não ser para vencê-los! Mas como acontece SEMPRE na cidade aparece um Benfiquista portuense que, rindo, disse-lhe para me dar a chave do 20. Assim foi. Quando perguntei quantas camas tinha e fiquei a saber que eram quatro, pedi a chave do cacifo do Capitão. Como SEMPRE no Porto um Benfiquista ajudou-me. Era a do 4! Era... porque os cacifos não têm chave. É necessário levar um minicadeado de "casa". É o que farei da próxima vez que lá voltar.



No exterior do Museu
Aqui já se podem fazer comparações. O Museu do FCP é muito mais dinâmico que o nosso. Sabem levá-lo aos portuenses, arrabaldistas do Grande Porto e turistas. Sem grandes custos. Aqui ficam-nos a ganhar. O Museu do SLB é pouco dinâmico (em comparação com o do FCP). O nosso está lá e pronto!




No interior do Museu
Quando obtive a confirmação que se podia pagar o acesso com cartão de crédito, puxei do cartão do BENFICA/ CGD e paguei o bilhete. Não vou tecer qualquer comentário público por razões óbvias de protecção a quem vendeu o bilhete!




Entra-se para a Sala de Exposições Temporárias
Franqueado o acesso e até chegar à entrada da Exposição Permanente,  ficamos entre grandes figuras do FCP (como se fôssemos mais uma), desde os mais simples (mas dedicados empregados) até às grandes figuras do dirigismo, futebol e modalidades que tornaram grande o FCP.


O Béla Guttmann "Deles". Atrás outro jogador (penso que Pinga). São dezenas de figuras - nós mais uma, embora de passagem - e dizem que vão chegando mais até à centena

Museu do FC Porto versus do SL Benfica
Os dois Museus têm o mesmo conceito multimédia mas são diferentes. O Museu do Benfica é mais grandioso, apesar de distribuído por três pisos. O do FCP tem um espaço mais adequado. É mais horizontal e o nosso mais vertical. Razão tinha eu quando me insurgi contra a localização do nosso dentro do estádio. E fui ridicularizado e contrariado. E por isso abandonei o projecto inicial que depois foi também abandonado, apesar de terem trabalhado nele vários meses, talvez um ano. Acabaram por me dar razão (ver EDB em 28 de Outubro de 2011). Como eu temia. Se não têm ido para o espaço que indiquei como alternativa, tínhamos levado uma "abada" no campeonato dos museus.

Um espaço fantástico
O Museu do FCP by BMG tem no entanto o melhor espaço se juntássemos os dois museus. O nosso globalmente é melhor, mas eles conseguiram dar grandiosidade ao que já era grandioso, as sete conquistas internacionais. Está muito bem conseguido, com muita dignidade e grandeza. E visto do piso superior que criaram é deslumbrante.



As grandes diferenças
O "nosso museu" tem mais qualidade técnica, está melhor arrumado e é mais impressionante. O "museu deles" é mais popular e ideológico. Não comparo a informação estatística, os critérios de escolha (que no Benfica, pela sua grandeza, são mais de rejeição) e os textos fixos (não informatizados), porque são da minha responsabilidade (pelo menos eram aquando da inauguração do Museu em 26 de Julho de 2013).

Que diferenças e tratamentos?
Quanto aos conteúdos deixo para as duas próximas abordagens. Mas considero o nosso mais rigoroso e com tratamento digno a todos os adversários, incluindo o FC Porto.


A última imagem - ao fundo (está lá um visitante) o espaço Kelvin que é o penúltimo núcleo. No último a baliza onde Falcao marcou o golo da última conquista europeia (ao Artur, então no SC Braga) em composição com o golo de Madjer ao FC Bayer Munique (em 1987). Juntaram a primeira conquista com a última no adeus ao Museu!

E à saída
O Museu do FCP by BMG termina onde começa a loja do clube. Ao contrário do nosso somos "obrigados" a ir às compras. Aproveitei para ver o que havia. Comprei o (bem feito) programa de jogo do FCP com o FC Arouca (um euro) e um livro (bem conseguido e mais rigoroso que alguns textos do Museu) do FCP para crianças. Tinha que pagar 13 euros (1 + 12). Voltei a puxar pelo cartão do BENFICA/ CGD. Paguei 9.40! Não vou tecer qualquer comentário público por razões óbvias de protecção a quem vendeu!




Daqui a uns dias há mais...

Alberto Miguéns
Previsão das outras duas partes:
II.      O SLB no Museu do FCP by BMG;
III.    A História do FCP Vista do Museu.


Plano para Abril/ Maio
(Previsão sempre à meia-noite):
De 27 para 28: Que Meia-Final da Taça da Liga?;
De 28 para 29: Álvaro Gaspar (7.ª parte de 12);
De 29 para 30: Álvaro Gaspar (8.ª parte de 12);
De 30 para 01: Eu Benfiquista no Museu do FCP by BMG (parte II); 
De 01 para 02: O Benfica Transalpino;
De 02 para 03: Gostava Tanto Que...;
De 03 para 04: Eu Benfiquista no Museu do FCP by BMG (parte III);

De 04 para 05: A duas jornadas do final
Ler mais ►
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013

Museu: A Longa Marcha dos Benfiquistas

sexta-feira, 26 de julho de 2013 23 Comentários
OPINIÃO

NOTA: Este texto (e algumas fotografias) podem ser lidas (e vistas ainda que a preto-e-branco) na edição de hoje - a n.º 3613 - do semanário "O Benfica" (páginas 2 a 5)



Sonho de gerações, com décadas de expectativa e anseio, eis a primeira grande infra-estrutura do segundo decénio do Século XXI Benfiquista, o Museu Cosme Damião

O Clube fundado em 28 de Fevereiro de 1904 por 24 entusiastas, entre eles Cosme Damião, cedo começou a evidenciar-se entre os melhores clubes de futebol de Lisboa e Portugal. Como resultado desses êxitos, precocemente começaram a encher-se de troféus e recordações, as exíguas salas das instalações que o clube foi alugando ao longo da sua gloriosa história.


1910: Primeira "Mostra" pública dos troféus do Benfica
A ideia na criação de um clube que valorizasse os extraordinários futebolistas de Belém e antigos alunos casapianos, que andavam dispersos por grupos efémeros ou limitados visou primeiro a organização de uma boa equipa ou equipas e depois a obtenção de vitórias. Mas rapidamente se passou à conquista de troféus. Tinha o Clube pouco mais de três anos quando em 21 de Abril de 1907, chegaram os dois primeiros conquistados no "Torneio do Internacional" para 2.ªs e 3.ªs categorias. Dois bronzes com figuras humanas. E em 19 de Junho de 1910 o troféu conquistado no torneio de futebol organizado nos I Jogos Olímpicos Nacionais, a disputar todas as épocas, após terminarem os campeonatos regionais. Antes, próximo do final da temporada de 1909/10 as três equipas do clube - 1.ª, 2.ª e 3.ª categoria - conquistam, ainda que em posse temporária face aos regulamentos, todas as taças instituídas pela Liga Portuguesa de Futebol, organizadora dos campeonatos de Lisboa. O "Gloriosíssimo" já não queria apenas organizar "boas equipas", obter vitórias ou conquistar troféus. Conquistava "OS TROFÉUS", como a Taça do Regional de Lisboa (1.ª categoria) que estava há duas temporadas em Carcavelos, na posse dos "mestres ingleses" do Cabo Submarino. No início da década de 10 do século XX, a taça mais valiosa, desde sempre, do futebol português! Foi um clube orgulhoso, ciente da forma abnegada e leal como partia para a "luta desportiva" que organizou em 31 de Julho de 1910, uma festa de homenagem aos futebolistas campeões nas três categorias, em 1909/10, expondo as três taças conquistadas, bem como todo o espólio de troféus então existentes: dois bronzes e o vaso dos Jogos Olímpicos. À Benfica!


Troféus e mais troféus espalhados por sítios vários
Nos anos 30 o Benfica era já, reconhecidamente, o maior clube português. Por isso era o clube com mais troféus conquistados. Os troféus espalhavam-se pelos gabinetes dos dirigentes, nas Sedes (desde 1916, em Benfica) e nas Secretarias (desde 1934 na rua Jardim do Regedor).

Um gabinete na Secretaria, em 1933, no Rossio (antiga Loja das Meias)

1935: A primeira Sala de Taças num salão da Secretaria
As condições de alojamento da Secretaria, na rua Jardim do Regedor, finalmente de acordo com a grandeza do Clube, permitiram reservar, em 1935, uma das maiores salas, para instalar uma Sala de Taças. Foi feito o inventário e organizada a sala como "Galeria de Honra do Benfica"! A abertura ao público, em 19 de Abril de 1936, foi integrada nas comemorações do 32.º aniversário do Clube.



Em 1940

Nos anos 50/60


1970: Uma Sala de Taças  preciosa e deslumbrante
Com muitos troféus encaixotados, invisíveis para o público e sem condições de serem expostos, foi decidido que aos 66 anos de existência, o "Glorioso" devia dar uma outra dimensão à Sala de Taças. E quando os Benfiquistas querem e metem "mãos à obra", a obra (re)nasce. Em meados de 1970, em 24 de Julho de 1970, inaugurava-se a Sala de Taças no antigo ginásio da Secretaria, transferindo-se para este espaço os troféus mais importantes e imponentes, mantendo-se a anterior sala como anexo com outros objectos valiosos e afectivos. No total estavam expostos seis mil troféus e objectos vários.


A inauguração com o presidente Borges Coutinho
Antigo Ginásio
Dois aspectos do anexo (a antiga Sala de Taças de 1936-1970)


1989: O Pré-museu no Estádio, antecâmara do futuro
O Benfica transformou-se num clube gigantesco, passando rapidamente a fasquia dos dez mil objectos. Além disso, foi necessário recuperar o edifício da Secretaria, procedendo-se em 1987 há desactivação da Sala, transferindo o espólio para o Estádio, que em 1985 passara a albergar 120 mil pessoas e a usufruir de espaços amplos por baixo das novas bancadas, após o fecho do Terceiro Anel. Em 19 de Março de 1989, integrado nas comemorações do 85.º aniversário do Clube, inaugurou-se um espaço provisório, denominado "Pré-Museu", pois a ideia era num futuro próximo "expandir a Sala de Taças que ocupava um quarto do espaço disponibilizado transformando-o no Museu do Benfica". Estavam expostas cerca de duas mil peças, incluindo mais de mil troféus.





2004: Exposições para ilustrar um "Clube sem igual"
Após 2002 com a necessidade de erguer o actual estádio sacrificando o anterior, foi necessário remover o valioso espólio do Clube. Os troféus e demais objectos, muitos quase centenários, foram resguardados dos olhares do público. Foram no entanto, sempre que possível, mostrados publicamente, em exposições temporárias, a última aquando das comemorações do centenário do Benfica, em 2004.

Para lá das "paredes" do Glorioso
Mas, o Benfica como clube mais popular sempre que podia fazia mostras públicas pelo País, dos principais troféus. E a primeira grande exposição ocorreu na Feira Popular de Lisboa, em 1953, integrada na campanha de angariação de fundos para construir o Estádio, inaugurado em 1 de Dezembro de 1954.


O presidente Ferreira Bogalho numa visita à exposição
Exposição na Casa Pia de Lisboa, aquando do Euro'2004. O regresso do "Glorioso" às origens, na instituição onde foi educado Cosme Damião
A Exposição provisória integrada nas comemorações do Centenário, inaugurada em 5 de Julho de 2005



2013: O Museu, esplendoroso e convincente, como homenagem ao Benfiquismo
Finalmente! 109 anos depois! É verdade! Houve odisseias de campos e instalações! Percorrer "seca e meca" por Lisboa: Belém, Benfica, Baixa (Rossio, rua Garrett, largo do Carmo),  de novo Benfica, Jardim do Regedor, Luz I e II. Com os troféus "às costas". De uma mostra de seis troféus a dezenas de milhares. No século XXI com um trabalho criterioso e laborioso, no Departamento de Reserva, Conservação e Restauro (DRCR) e no Centro de Documentação e Informação (CDI) foi possível alicerçar o futuro Museu do Benfica. Finalmente, após anseios infindáveis e certezas adiadas durante décadas, eis que hoje, 26 de Julho de 2013, a meio ano do 110.º aniversário do Clube Mais Imponente de Portugal, o presidente da Direcção que tornou possível transformar o sonho em realidade, Luís Filipe Vieira, representante das várias gerações de Benfiquistas desde 1904, inaugurou o Museu Cosme Damião, a par do presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva, Chefe de Estado, símbolo da portugalidade representante dos portugueses, na sua "esmagadora maioria" simpatizantes do BENFICA.


Com uma curiosidade, ou melhor duas
Em 26 de Julho de 2013, ou seja, a cinco dias de completarem-se 103 anos da primeira exposição pública (com fotografia de registo para a posteridade... e foi! Se eles soubessem...) dos troféus do clube, em 1910; e dois dias depois de completarem-se 43 anos, da inauguração da Monumental Sala de Taças, na Secretaria, em 1970!



Tudo o que vai poder ser visto e sentido no novo espaço museológico do Benfica, de Lisboa e de Portugal é o resultado da dedicação centenária ao Clube de inúmeras gerações de Benfiquistas. Tudo o que pode ser presenciado e usufruído foi conquistado com lealdade, abnegação e verdade desportiva.



Os últimos são os primeiros
No dia da inauguração oficial não posso deixar de evocar três grandes figuras do Benfica. Sem elas o Museu não seria o que é! E infelizmente já não estão entre nós. Eles que tanto ansiavam por um Museu e que não o chegaram a ver.


Álvaro Curado - Águia de Ouro
Responsável pelas Salas de Taças na Secretaria (Jardim do Regedor). Meticuloso, cuidadoso, sabedor e exemplar.




Joaquim Macarrão - Sócio de Mérito
Responsável pela Sala de Troféus no Estádio (Pré-museu). Generoso, afável, prestável e entusiasta.




Roland de Oliveira - Fotógrafo
Mais de 60/70 por cento das fotografias expostas no Museu são da sua autoria. Incansável atrás e à frente do Benfica. De simples festas entre benfiquistas aos grandes feitos do Clube, entre 1940 e 2003. Acabou por falecer em resultado de sequelas de uma queda num muro do Colombo, aos 83 anos, à "procura do melhor boneco (fotografia) da Nova Catedral", como ele dizia.



E eu?
São tantos anos a ver e a estudar como conseguiu o "Glorioso" conquistar tantos troféus que perdi a noção do número de vezes que olhei ou peguei nas taças mais importantes, até para ajudar a organizar exposições. Mas nunca esqueci a "primeira vez"!



A minha primeira visita aos gloriosos troféus
Na semana de 15 a 19 de Janeiro de 1979 fui um benfiquista em apuros. Queria um bilhete para assistir ao jogo, na Saudosa Catedral,  referente à 17.ª jornada (segunda na segunda volta) do campeonato nacional a realizar no domingo, 21 de Janeiro, frente ao FC Porto e a lotação estava esgotada. Alguém que sabia do assunto disse-me que já só havia bilhetes de sócio. Mas para ter acesso a esses bilhetes tinha de ser associado do Clube. Na sexta-feira, em 19 de Janeiro de 1979 tomei uma resolução que seria para toda a vida. Inscrever-me como associado do "Glorioso". Como não conhecia nenhum associado dirigi-me à Secretaria, onde no último andar um empregado (também sócio do Clube) fez o favor de ser o meu sócio proponente. Inscrevi-me como associado do Benfica, comprei o "rectângulo mágico" para domingo que tinha inscrito "Dia do Clube" e recebi um conselho do meu desconhecido "sócio proponente" do tipo (cito de memória), «Não quer visitar a sala de troféus? Fica no piso de baixo!» Assim fiz. Dirigi-me a um empregado que estava no salão dos bilhares e ele encaminhou-me para uma porta ao fundo que dava acesso a uma outra porta que se abriu. Quando ligou a luz fiquei esmagado e orgulhoso. É uma imagem que nunca mais esqueci, já lá vão mais de 34 anos! Arrepiante! A luz, qual sol, iluminou um mar prateado de taças e troféus infindáveis. Ondas e ondas de troféus, quais vagas de mar encapelado, sobrepostos em anfiteatro encarnado, cintilavam perante o brilho da luz ensolarada. No chão, o cinzento fazia realçar o pano vermelho onde brilhavam os troféus prateados e dourados. Senti-me um príncipe num harém. Estava incrédulo perante uma grandeza avassaladora. E ao mesmo tempo orgulhoso em pertencer como associado, ainda que há um par de minutos, a um clube que tinha tamanha grandeza, que eu, benfiquista desde pequeno e desde a Figueira da Foz, nem sonhava ser tão gigantesca. Ao mesmo tempo, começaram-me a "tremer as pernas". Na minha ingenuidade dos 18 anos, feitos há pouco tempo, pensei: "Se agora sou sócio do Benfica, como é que vou assegurar ou contribuir, com a minha quota-parte para manter esta grandeza! Que responsabilidade!" O guia (que mais tarde, quando comecei a interessar-me pela história do Clube soube ser Álvaro Curado) talvez vendo-me tão atrapalhado (certamente, de boca aberta e olhos arregalados de espanto) para "complicar a minha vida" disse-me (cito de memória): «Veja como o apego dos sócios ao clube e o empenho dos atletas têm conseguido trazer tamanha glória. Estão aqui as nossas relíquias.» Percebi rapidamente! O Benfica era o Benfica! De clubes só conhecia (por dentro) o GD Graça, clube do bairro onde vivia! Ser sócio do Benfica era muito mais que "conseguir com mais facilidade" um lugar na bancada do estádio da Luz ou comprar bilhetes mais baratos para "ir à bola"! O Benfica era "Glorioso"!


NOTA1: Naquele tempo (1979) ficava-se "sócio provisório", preenchendo-se a proposta, pagava-se a jóia e três quotas mínimas. Depois em reunião de Direcção esta aprovava (ou não) as inscrições. Então sim, recebíamos o cartão de associado, devidamente plastificado com uma bolsa quadrangular de plástico no canto superior direito onde religiosamente, mês a mês, colocávamos a quota. Até recebermos o cartão - se fossemos aceites no Clube - utilizávamos uma guia de papel, como "sócio provisório", que permitia o acesso às instalações e jogos do "Glorioso".


NOTA2: Esse dia de invernia em 21 de Janeiro de 1979 tem muito que se lhe diga. Que não cabe nesta evocação. No entanto quatro notas:
1.  Foi o meu primeiro dia no Estádio como associado do Clube;
2. O tal papel de "sócio provisório", mesmo guardado junto ao corpo, "desfez-se em papel picado" tal a "molha";
3.  Nas bancadas confirmei aquilo que se dizia de Pinto da Costa e Pedroto, desde a época anterior. Gente sem qualidades;
4. Depois de presenciar o golo do empate (1-1) do FCP, aos 77 minutos, por Duda com um "fora-de-jogo escandaloso de dois metros encostado ao guarda-redes Bento" deixado passar pelo árbitro de Leiria, Porém Luís (golo decisivo para o FCP conquistar o bicampeonato...  40 anos depois do "outro": 38/39-39/40!) disse "cá para os meus botões molhados": «É mesmo verdade aquilo que se diz do FC Porto ganhar sempre, nem que seja a roubar!» E lembro-me de tomar uma resolução... drástica, mesmo tendo "apenas" três dias como associado do Clube: «Ai é assim que eles ganham!? Vou ser sócio do Benfica até morrer!»


Alberto Miguéns

NOTAS FINAIS: Foi convidado pelo presidente da Direcção do SL Benfica, em 8 de Junho de 2012, para colaborar com o Museu do Benfica, porque a vasta equipa entretanto criada, não conseguia gerar conteúdos credíveis nem assumir escolhas coerentes. Eu disse que o faria, como associado do Clube, mas nunca integraria a "Equipa do Museu". E aceitava colaborar com a edificação do Museu em resultado de duas condições: por ter sido eu a indicar o espaço onde agora está o Museu (apesar de ridicularizado - ver texto no EDB em 28 de Outubro de 2011) e para garantir a verdade e tradição na fundação do Clube, que chegou a estar alterada ou melhor adulterada (uma história inédita que um dia terá de ser contada). Ou seja, duas situações que por serem estruturais - a efectivarem-se tornavam-se, praticamente, irrevogáveis - causavam preocupação a um sócio do Clube, como eu.
Foram, portanto, quase 14 meses de trabalho ininterrupto - por isso não gozei férias do emprego com a família, em 2012, pois o mês reservado para isso (Agosto de 2012) foi consumido a rectificar muito do trabalho, muito dele inútil, que foi feito "antes de eu chegar". Mas, apesar do esforço, principalmente intelectual - a minha preocupação foi com os conteúdos e respeito pelo Clube - e não pela forma - estrutura e viabilidade económica do Museu - de que não tenho qualquer responsabilidade. Assim, 14 meses depois é com orgulho que vejo ser inaugurado o Museu. É a vantagem de poder contribuir para engrandecer aquilo que se ama. Valeu (bem) a pena. A minha responsabilidade cinge-se à elaboração dos textos estáticos dos 33 presidentes e 47 treinadores, estabelecimento das estatísticas referentes aos 1067 futebolistas e 98 conquistas (escolhidas) oficiais do futebol, definição do palmarés dos 54 futebolistas e 16 atletas das modalidades, bem como estabelecimento dos critérios para escolher os 54 futebolistas e 16 atletas. É este o ponto que quero abordar neste dia histórico. 

Desculpem-me...
Os números 54 e 16 foram definidos pela estrutura, não por mim. São manifestamente escassos (até ridículos) para um clube da grandeza do "Glorioso". Num clube como o Benfica, construído por milhões de vontades (em quase 110 anos) de associados e simpatizantes e engrandecido por mais de um milhar de futebolistas (com duas centenas como do melhor que houve na sua época em Portugal) e dezenas de milhares nas várias modalidades, no "Glorioso" quando se selecciona, não se escolhe, excluem-se! É isso que acontece! Foi isso que aconteceu! Como tive que escolher (54 e 16), ou melhor excluir cerca 150 futebolistas e outros tantos atletas de várias modalidades, apesar dos critérios rigorosos que elaborei (e podem ser consultados no Museu) quero desde já, pedir desculpa aos restantes (ou aos seus familiares) por não estarem em destaque no Museu. Porque mereciam.
Aliás, tenho preparado para breve uma série de textos para o EDB, intitulados "A Minha Aventura na República Benfica" acerca deste e de outros assuntos. No Museu, por não serem da minha autoria (a não ser aqueles que assumi) há informação estática e informática que não está correcta (há aldrabices) e textos pouco dignos e transviados da realidade, mas que não são da minha responsabilidade. Não me foi permitido alterar, ainda que seja admitido que não são correctos ou que não têm a dignidade que deveriam ter.

Obrigado

Gloriosas Saudações Benfiquistas

Alberto Miguéns

NOTA FINAL (É MESMO ÀS 10:26): Já me telefonaram dois Benfiquistas - espero que com esta nota não receba mais telefonemas - a criticar-me dizendo algo semelhante a isto (os dois disseram frases diferentes que se resumem numa mesma): Desde quando é que no Benfica o estádio no Campo Grande se chamou "Campo 28 de Maio"? Eu respondo: Nunca! Até é ridículo escrever: Campo 28 de Maio inaugurado em 5 de Outubro! Isto é um dos exemplos de textos pelos quais não sou responsável!
Ponto assente, aconteça o que acontecer: Só volto escrever acerca do Museu Cosme Damião em 1 de Setembro de 2013.
Ler mais ►

Artigos Aleatórios

Apoio de: