ROGÉRIO DE AZEVEDO É UM SPORTINGUISTA FANÁTICO.
Como tal as opiniões dele para mim, acerca do «Glorioso», enquanto Benfiquista, valem menos que zero. São lixo!
| ● Alberto Miguéns ● segunda-feira, 6 de janeiro de 2025 | ● 13:18 | 3 Comentários |
ROGÉRIO DE AZEVEDO É UM SPORTINGUISTA FANÁTICO.
Como tal as opiniões dele para mim, acerca do «Glorioso», enquanto Benfiquista, valem menos que zero. São lixo!
| ● Alberto Miguéns ● sexta-feira, 27 de novembro de 2020 | ● 16:28 | 0 Comentários |
NEM PARA REGISTAREM A HISTÓRIA DO FUTEBOL JÁ SERVEM.
Estava a actualizar a base de dados colocando o jogo de ontem e tive curiosidade em comparar a informação retirada da visualização do jogo com o que está escrito nos três jornais desportivos. Se não conseguem registar informações numéricas como acreditar em apreciações subjectivas.
Se colocam valores, minutos, que o façam com rigor
A estatística não é um conjunto desconexo de números!
Jornal «A Bola»
Como habitualmente - quando episodicamente faço estas comparações, quando tenho tempo e paciência - pois conseguem "desinformar" acerca de três cartões amarelos:
Chiquinho foi admoestado aos 40:54 e Rogério Azevedo acha, sendo perito em "achamentos") que foi aos 42 minutos;
Kamara (Rangers FC) foi admoestado aos 79:33 e passou para os 81 minutos;
Vertonghen foi admoestado aos 81:39 e ficou registado aos 83 minutos.
Parvos a cada edição. Agora sendo as edições diárias multipilique-se isto por anos e anos!
Jornal «Record»
Chiquinho foi admoestado aos 80 minutos quando o foi aos 40:54! Parvoice!
Jornal «O JOGO»
Como é habitual, nestes aferições episódicas, os mais rigorosos.
Por isso é que mesmo recebendo os jornais e revistas em formato digital
Embora de "borla", nem os leio! Como é que há ainda quem compre jornais - que não têm qualidade - tem muito a ver com o nível cultural baixo e a pouca exigência da generalidade dos portugueses. Gostam de emprenhar pelos ouvidos. Cada Povo tem o que merece mas queixam-se muito. Aguentem.
Nem que me pagassem comprava jornais!
Alberto Miguéns
| ● Alberto Miguéns ● quarta-feira, 11 de novembro de 2020 | ● 00:00 | 6 Comentários |
QUE É UMA ESPECIALIDADE DESTE JORNAL NOS ÚLTIMOS TEMPOS.
Inventam entrevistas amaldiçoadas de Béla Guttmann (clicar), inventam treinadores campeões para o Benfica (ver NOTA FINAL) e agora inventam páginas que podem poder inventar não podem é inventar competições que não existiam como se provará e comprovará. A menos que fossem visionários e tal não consta!
Claro que um jornal cujo primeiro número data de 29 de Janeiro de 1945 não podia noticiar títulos antes de 1944/45
Aliás o jornal «A Bola» a primeira jornada da qual publica notícias é a 10.ª ronda num campeonato com dez clubes (18 jornadas). Aceita-se que sendo o campeonato nacional da I Divisão, em 1944/45, a 11.ª edição, 7.ª com esta designação tenham necessidade de inventar primeiras páginas para os dez títulos anteriores das competições nacionais a pontuar. E foram correctos em dizer que foi isso que fizeram não enganando ninguém. Até aqui tudo vai bem.
O que é inadmissível é tentarem enganar o que se passou entre 1934/35 e 1937/38 em quatro edições
E mentirem aos leitores que lhes compram os livros a cinco euros. Enganam num título do FC Porto (1934/35) e em três do Benfica (1935/36, 1936/37 e 1937/38). Se o jornal existisse nunca poderia noticiar desta forma as quatro conquistas pois a competição não se designava como eles querem mas como era de facto: Campeonato da I Liga. Deixo os três exemplos para o Benfica. O do FC Porto não me interessa para o blogue embora me interesse como alguém que gosta da história do futebol e do rigor. Mas não vou colocar aqui as páginas de «A Bola Revisionista» nem do jornal «Os Sports» referente a essa conquista em 1934/35.
Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1935/36
Depois «A Bola Revisionista» em 2020 ainda que por um acaso esta até escape entre os pingos da chuva.
Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1936/37
Depois «A Bola Revisionista» em 2020 a fazer crer, será mais ser negligente, que a competição - Campeonato da I Liga - já se denominava «Campeonato Nacional».
Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1937/38
Depois «A Bola Revisionista» em 2020 ainda que por mais um acaso esta até escape entre os pingos da chuva, embora a classe de «Os Sports" e Ricardo Ornelas (jornalista) deixe saudades: I Liga - Campeões Pela Terceira Vez.
Só em 1938 a Federação Portuguesa de Futebol decidiu alterar a designação das competições
Com o «Campeonato da I Liga» a passar para «Campeonato Nacional da I Divisão», o «Campeonato da II Liga» a passar para «Campeonato Nacional da II Divisão» e o «Campeonato de Portugal» a designar-se «Taça de Portugal». A menos que Rogério Azevedo (o revisionista-mor responsável por este livro de 2020) fosse visionário quando as competições ainda tinham as designações iniciais. A falta de rigor desta gente é notável viciando o que está bem documentado.

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| Relatório e Contas da Época de 1937/38; páginas 6 e 7; Federação Portuguesa de Futebol |
Já não há pachorra para aturar estas invenções do jornal que outrora foi referência da Imprensa (desportiva e generalista) em Portugal
Alberto
Miguéns
NOTA FINAL (estes tipos de «A Bola» dão muito trabalho para o valor trapalhão e negligente que têm, mas há leitores que dizem que se sei...devo avisar! Não o fazendo sou conivente e como não quero ser...assim seja): Na última edição dos «Cadernos de «A Bola» n.º 51; Outubro de 2020; páginas 102 e 115. Há dois erros duplos. Em 1935/36 o treinador campeão nacional foi Vítor Gonçalves (e não Lipo Herczka, então treinador do Granada CF) e em 1936/37 foi Lipo Herczka (e não François Gutkas, então treinador do FC Porto). Não são os jornalistas de «A Bola» que fazem a história é o tempo que a faz.
| ● Alberto Miguéns ● segunda-feira, 6 de julho de 2020 | ● 13:01 | 13 Comentários |

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| História do Sport Lisboa e Benfica 1904/1954; II volume; página 38; Mário de Oliveira e Rebelo da Silva; 1954/1956; Lisboa; edição dos autores |
| ● Alberto Miguéns ● domingo, 2 de fevereiro de 2020 | ● 00:00 | 11 Comentários |

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| O que perguntaram a Guttmann e o que o treinador respondeu versus o que A Bola diz que perguntaram e ele respondeu! |
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| O que foi na realidade publicado em alemão versus o que seria publicado em alemão se lhe tivessem colocado as questões e ele respondido em alemão face ao que a «A Bola» publicou em português |