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segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Eles (Sportinguistas) a Darem Tudo Por Tudo

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025 3 Comentários

ROGÉRIO DE AZEVEDO É UM SPORTINGUISTA FANÁTICO.


Como tal as opiniões dele para mim, acerca do «Glorioso», enquanto Benfiquista, valem menos que zero. São lixo!

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Imprensa de Trampa

sexta-feira, 27 de novembro de 2020 0 Comentários

NEM PARA REGISTAREM A HISTÓRIA DO FUTEBOL JÁ SERVEM.



Estava a actualizar a base de dados colocando o jogo de ontem e tive curiosidade em comparar a informação retirada da visualização do jogo com o que está escrito nos três jornais desportivos. Se não conseguem registar informações numéricas como acreditar em apreciações subjectivas. 

 


Se colocam valores, minutos, que o façam com rigor

A estatística não é um conjunto desconexo de números!

 


Jornal «A Bola»

Como habitualmente - quando episodicamente faço estas comparações, quando tenho tempo e paciência - pois conseguem "desinformar" acerca de três cartões amarelos:

Chiquinho foi admoestado aos 40:54 e Rogério Azevedo acha, sendo perito em "achamentos") que foi aos 42 minutos;

Kamara (Rangers FC) foi admoestado aos 79:33 e passou para os 81 minutos;

Vertonghen foi admoestado aos 81:39 e ficou registado aos 83 minutos.

Parvos a cada edição. Agora sendo as edições diárias multipilique-se isto por anos e anos!

 


Jornal «Record»

Chiquinho foi admoestado aos 80 minutos quando o foi aos 40:54! Parvoice!

 


Jornal «O JOGO»

Como é habitual, nestes aferições episódicas, os mais rigorosos.



Por isso é que mesmo recebendo os jornais e revistas em formato digital

Embora de "borla", nem os leio! Como é que há ainda quem compre jornais - que não têm qualidade - tem muito a ver com o nível cultural baixo e a pouca exigência da generalidade dos portugueses. Gostam de emprenhar pelos ouvidos. Cada Povo tem o que merece mas queixam-se muito. Aguentem.

 

Nem que me pagassem comprava jornais!

 

Alberto Miguéns 

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quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Revisionismo em «A Bola»

quarta-feira, 11 de novembro de 2020 6 Comentários

QUE É UMA ESPECIALIDADE DESTE JORNAL NOS ÚLTIMOS TEMPOS.


Inventam entrevistas amaldiçoadas de Béla Guttmann (clicar), inventam treinadores campeões para o Benfica (ver NOTA FINAL) e agora inventam páginas que podem poder inventar não podem é inventar competições que não existiam como se provará e comprovará. A menos que fossem visionários e tal não consta!

 

Claro que um jornal cujo primeiro número data de 29 de Janeiro de 1945 não podia noticiar títulos antes de 1944/45

Aliás o jornal «A Bola» a primeira jornada da qual publica notícias é a 10.ª ronda num campeonato com dez clubes (18 jornadas). Aceita-se que sendo o campeonato nacional da I Divisão, em 1944/45, a 11.ª edição,  7.ª com esta designação tenham necessidade de inventar primeiras páginas para os dez títulos anteriores das competições nacionais a pontuar. E foram correctos em dizer que foi isso que fizeram não enganando ninguém. Até aqui tudo vai bem. 

 


O que é inadmissível é tentarem enganar o que se passou entre 1934/35 e 1937/38 em quatro edições

E mentirem aos leitores que lhes compram os livros a cinco euros. Enganam num título do FC Porto (1934/35) e em três do Benfica (1935/36, 1936/37 e 1937/38). Se o jornal existisse nunca poderia noticiar desta forma as quatro conquistas pois a competição não se designava como eles querem mas como era de facto: Campeonato da I Liga. Deixo os três exemplos para o Benfica. O do FC Porto não me interessa para o blogue embora me interesse como alguém que gosta da história do futebol e do rigor. Mas não vou colocar aqui as páginas de «A Bola Revisionista» nem do jornal «Os Sports» referente a essa conquista em 1934/35.

 

Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1935/36

Depois «A Bola Revisionista» em 2020 ainda que por um acaso esta até escape entre os pingos da chuva.

 



Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1936/37

Depois «A Bola Revisionista» em 2020 a fazer crer, será mais ser negligente, que a competição - Campeonato da I Liga - já se denominava «Campeonato Nacional».

 



Primeiro a verdade de «Os Sports» em 1937/38

Depois «A Bola Revisionista» em 2020 ainda que por mais um acaso esta até escape entre os pingos da chuva, embora a classe de «Os Sports" e Ricardo Ornelas (jornalista) deixe saudades: I Liga - Campeões Pela Terceira Vez.

 



Só em 1938 a Federação Portuguesa de Futebol decidiu alterar a designação das competições

Com o «Campeonato da I Liga» a passar para «Campeonato Nacional da I Divisão», o «Campeonato da II Liga» a passar para «Campeonato Nacional da II Divisão» e o «Campeonato de Portugal» a designar-se «Taça de Portugal». A menos que Rogério Azevedo (o revisionista-mor responsável por este livro de 2020) fosse visionário quando as competições ainda tinham as designações iniciais. A falta de rigor desta gente é notável viciando o que está bem documentado.


Relatório e Contas da Época de 1937/38; páginas 6 e 7; Federação Portuguesa de Futebol


Já não há pachorra para aturar estas invenções do jornal que outrora foi referência da Imprensa (desportiva e generalista) em Portugal

 

Alberto Miguéns


NOTA FINAL (estes tipos de «A Bola» dão muito trabalho para o valor trapalhão e negligente que têm, mas há leitores que dizem que se sei...devo avisar! Não o fazendo sou conivente e como não quero ser...assim seja): Na última edição dos «Cadernos de «A Bola» n.º 51; Outubro de 2020; páginas 102 e 115. Há dois erros duplos. Em 1935/36 o treinador campeão nacional foi Vítor Gonçalves (e não Lipo Herczka, então treinador do Granada CF) e em 1936/37 foi Lipo Herczka (e não François Gutkas, então treinador do FC Porto). Não são os jornalistas de «A Bola» que fazem a história é o tempo que a faz.




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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Cala-te, Mentiroso!

segunda-feira, 6 de julho de 2020 13 Comentários
A FACILIDADE COM QUE ROGÉRIO AZEVEDO MENTE É IMPRESSIONANTE!



Mas não pode ficar impune. São umas atrás de outras. Agora é com os treinadores falseando a informação que é paga.



Números aldrabados. E outros esquecidos como Manuel Alexandre que o jornal »A Bola» noticiou na época.




Em Defesa de Manuel Alexandre
Em 30 de Março de 1947 estreou-se como técnico à 14.ª jornada, no primeiro jogo da segunda volta do Nacional da I Divisão, com uma vitória, por 4-0, sobre o FC Porto, terceiro classificado. À frente da categoria de Honra do nosso glorioso clube, Manuel Alexandre dirigiu o plantel em 13 jogos para o campeonato nacional, obtendo onze vitórias, um empate e uma derrota, com 55 golos marcados e 15 sofridos. O Benfica terminou a competição em segundo lugar, a seis pontos do campeão (Sporting CP) uma situação idêntica àquela que Manuel Alexandre encontrou no final da primeira volta. Mas há a salientar que Manuel Alexandre teve que "gerir duas situações complicadas" (como ele dizia): saída para o Botafogo FR (Brasil) de Rogério Lantres de Carvalho, talvez o melhor futebolista português daqueles tempos; e a suspensão de toda a actividade desportiva dos "internacionais" (do Benfica: Francisco Ferreira, Moreira e Rogério) após a derrota, por 0-10, com a Inglaterra, no Estádio Nacional, em 25 de Maio de 1947.


É dele o recorde o campeonato
Manuel Alexandre "conseguiu" sete vitórias consecutivas, entre 30 de Março e 18 de Maio de 1947. Durante este período o Benfica obteve aquele que ainda é o nosso recorde em jogos do campeonato nacional, a vitória por 13-1, frente ao AD Sanjoanense, no Campo Grande, em 27 de Abril de 1947. Também há a salientar uma vitória, por 13-0, num jogo amigável, em Arcos de Valdevez, com o clube local, em 12 de Maio de 1947, naquele que foi o único jogo que o «Glorioso» realizou na "era" Manuel Alexandre, sem ser na I Divisão. No início da época seguinte, 1947/48, o Benfica contratou Lipo Herczka fazendo regressar este treinador de novo ao Clube. Manuel Alexandre após esta experiência no "seu" Benfica, na segunda metade da temporada de 1946/47, continuou a treinar outros clubes na área de Lisboa, a competir em divisões secundárias.




Vítor Silva A escolha de Vítor Silva para integrar a «Comissão Técnica» foi um pedido de Manuel Alexandre aos dirigentes do Benfica pois o goleador era uma Glória do Benfica com muito prestígio entre os adeptos e respeitada entre os Benfiquistas. Manuel Alexandre queria reduzir o impacte do Benfica passar de um treinador consagrado (campeão nacional em 1941/42, 1942/43 e 1944/45) para um "desconhecido" para os simpatizantes mais jovens há muito retirado como guarda-redes e treinador de pequenos clubes em divisões secundárias. Bogalho percebeu e fez-lhe a vontade. Vítor Silva não fez carreira como treinador justificando uma velha máxima do futebol: «Futebolista famoso não dá treinador de sucesso». Cruijff é a excepção que confirma a regra. Vítor Silva desligou-se do futebol e concentrou-se no que sabia: gerir a sua oficina de montagem de estofos em automóveis e outros veículos motorizados.


História do Sport Lisboa e Benfica 1904/1954; II volume; página 38; Mário de Oliveira e Rebelo da Silva; 1954/1956; Lisboa; edição dos autores

Mais do mesmo
Já se percebeu, há muito, que o director e o adjunto do jornal «A Bola» não têm a mínima consideração pelo passado do jornal, honrando Ribeiro dos Reis, Cândido de Oliveira e Vicente de Melo. Por isso só fazendo chegar uma queixa à «Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas» pois ainda deve haver por lá alguém com um pingo de vergonha que não permita que os jornalistas violem o Código Deontológico. Foi ele que "inventou a «Maldição de Guttmann»". Incrível (clicar)

Se ele é ignorante, que não escreva acerca do Benfica. Escreva acerca do seu clube, o Sporting CP! 

Alberto Miguéns

NOTA: Ainda bem que me mandam «A Bola» de borla por PDF! Não vale um chavo! Quando acabar é uma dádiva para o desporto português e para o Benfica! O futebol português necessita de um jornal desportivo que lhe dê dimensão, denuncie, moralize e credibilize. Não é com papalvos destes que lá vamos! 




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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Afinal a Maldição é de A Bola

domingo, 2 de fevereiro de 2020 11 Comentários
CONTRA OS TEIMOSOS MARCHAR, MARCHAR…



Para os pôr a “andar”.

Este assunto «Maldição de Guttmann» já tinha sido dado por encerrado neste blogue
Pois publicaram-se várias entrevistas e até textos de quem investigou o passado, para fazer a biografia, do Glorioso Treinador mostrando e demonstrando, mesmo para quem é supersticioso, que nunca houve qualquer maldição.

Recordam-se alguns textos relacionados com entrevistas ao Glorioso Treinador
Que o Benfica voltaria a ser campeão europeu, quer em 1963 (clicar para um texto publicado neste blogue em 24 de Maio de 2014).



Quer em 1974 (clicar para um texto publicado neste blogue em 14 de Setembro de 2017).  



Depois da sua segunda passagem, em 1966, há mais um (clicar para um texto publicado neste blogue em :6 de Março de 2018)




Pois não é que um supersticioso malandreco mas espertalhão Q.B. de “A Bola” decidiu fazer uma página, em 7 de Março de 2018
A tentar justificar o injustificável, como se existissem maldições! Quando um "jornalista" acredita, justifica e faz propaganda de supostas "maldições" fica, desde logo, definida a sua capacidade "intelectual" enquanto profissional. É risível e inútil! Para lá do grotesco. Só falta começar a vender "banha-da-cobra"! Ainda hão-de chegar lá! O que o malicioso, pernicioso, entre outros –oso, Rogério Azevedo devia ter feito, era consultar a tal entrevista, em língua alemã ou ter pedido a alguém, em Viena, para lhe enviar a entrevista em alemão. Em vez de expor ao ridículo "A Bola" (se consultassem o passado do jornal logo perceberiam que há um Mito e uma realidade) que esta história ilustra na perfeição: em muitos números desse Jornal, o sensacionalismo bacoco, foi encoberto por jornalistas que eram mais escritores que repórteres. Por exemplo, o jornal "Os Sports" depois "Mundo Desportivo" era muito mais fiável e rigoroso até meados da década de 70, ao contrário daquilo que se pensa. Mas qualquer investigador, sabe! Consultar ou pedir a entrevista em alemão? Ora! Está bem... está! Mas isso sou eu a “dar recados” o que é desnecessário. Por não gostar de “dar recados” e por tal ser inútil, pois o que eles querem com esta estorieta sei eu…



Felizmente este blogue tem leitores que são Benfiquistas com B grande e não vão em cantigas
E assim, há uns dois meses fizeram-me chegar a entrevista original de Guttmann, publicada em língua alemã. Foi o Benfiquista Reinaldo Gomes que conseguiu o acesso ao texto original. 
Depois foi tratar de conseguir uma tradução credível, por alguém que fosse bilingue em português e alemão. 
O facto de serem bilingues foi importante até por que o meu interesse era não só traduzir do alemão para o português a entrevista original feita a Béla Guttmann como também “traduzir” do português para o alemão aquilo que o jornal «A Bola» publicou como tendo sido dito por Béla Guttmann!

Tenho de confessar...
Que mesmo não sabendo praticamente nada de alemão vi logo que a entrevista estava aldrabada. Percebendo onde tinham ido "buscar lenha e gasolina" para fazer o destaque sensacionalista, concentrei-me em duas das questões e as respostas às mesmas e Guttmann não podia ter dito o que estava traduzido em “A Bola”. Eu digo vi. Não li. 
Vi que na questão em que Guttmann falou de Eusébio, duas linhas e meia em alemão não podiam ser transformadas em oito linhas e meia, mesmo descontando o tamanho das letras e a largura das colunas que nem é assim tanto! Na segunda questão qualquer ser alfabetizado percebe que Guttmann nunca falou em Argentina e Uruguai. Se era assim com questões e nomes tão “básicos” como seria com o “resto”!?

Apesar de ter toda a entrevista em alemão (obrigado ao leitor deste blogue que disse não haver interesse em ter o nome publicado)
Concentrei-me, para não "criar ruído" (são pormenores do antes e depois das passagens pelo Benfica) e tornar este texto ainda mais gigantesco, nas duas questões que interessam, além de estar preocupado em não “massacrar” quem iria traduzir pois foi trabalho não remunerado. Foi por serem cidadãos que exerceram o direito a sê-lo de pleno direito repondo a verdade. Aos dois (ou três, como se perceberá mais adiante) tradutores o meu muito obrigado. Até por que o meu interesse, volto a sublinhar, era não só traduzir do alemão para o português o que disse na realidade Béla Guttmann como “traduzir” do português para o alemão como teria falado Béla Guttmann se realmente dissesse o que «A Bola» diz que disse!



Até conseguem desinformar... em 1968 com um assunto de 1967!
Quem leu a introdução à entrevista ficou com a ideia que Béla Guttmann tinha concedido a entrevista há pouco tempo! Errado! A entrevista foi publicada na revista, em língua alemã, «Sport-Illustrierte», em 9 de Outubro de 1967, mas a tal tradução "manhosa" só surgiu em «A Bola», na última página (pois não!), em 7 de Março de 1968, cinco meses depois! 



Como já se escreveu neste blogue (corroborado por quem leu entrevistas e conhece o “perfil” de Guttmann)
A existir alguma declaração seria sempre um lamento ou desilusão. Lamento acerca da equipa do Benfica ter deixado de ter as condições que tinha no tempo dele. Afinal a questão era do futebol do Benfica depender mais de Eusébio e menos do colectivo, ao contrário do tempo em que ele fez, o «Glorioso», sagrar-se Bicampeão Europeu.

«Nunca Mais Será» é uma mentira
Serviu para fazer uma "cacha" para vender mais jornais nesse dia mas Béla Guttmann nunca disse..."nunca mais". Como treinador - e excelente - analisava o futebol da perspectiva de um treinador, não de jornalista, dirigente ou adepto. Para ele o Benfica dependendo de uma individualidade, mesmo que genial futebolista como Eusébio, e não do colectivo que implantara aquando do seu sucesso, em 1960/61 e 1961/62, deixara de ter condições para voltar a conquistar a Taça dos Clubes Campeões Europeus. Mas referia-se à conjuntura existente considerando que o Benfica era Eusébio + 10. Não era para toda a eternidade. Quem for bem intencionado e tiver bom senso percebe isso, facilmente, lendo a tradução correcta (sem acrescentos criativos) e percebendo o que se passava, no futebol do Benfica, nos Anos 60.

A tradução do alemão para o português
Foi realizada por uma senhora que nasceu em Berlim estando em Portugal desde a sua adolescência.



A tradução do português para o alemão
Foi feita por uma helvética que nasceu e cresceu, em Zurique, num dos cantões germanófilos de excelência e casou com um português tendo por isso, a tradução sido feita...“a meias”.



Como é apanágio deste blogue, não é só conversa. Ficam expostos todos os documentos e datados para quem os quiser analisar. Aceitam-se outras traduções! Apesar das que estão publicadas terem sido feitas por quem sabe do que fala e como fala! "Gente" de bem!

No mínimo deviam envergonhar-se. Pedir desculpa aos seus leitores – nos quais eu não estou incluído - mas... nem para isso têm nível. Como se diz na minha terra de gente honrada: fiquem quedos!

Alberto Miguéns


NOTA: Comparando idioma a idioma o que Guttmann disse e o que foi inventado em «A Bola». A quantidade de texto que «A Bola» inventou impressiona. Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! A "tradução criativa" até a designaria pela frase da 10.ª linha que a define na perfeição: «... o Benfica já nunca mais...». Mas o que é isto! Já nunca mais!


O que perguntaram a Guttmann e o que o treinador respondeu versus o que A Bola diz que perguntaram e ele respondeu! 

Bons ficcionistas. Guionistas para Hollywood! Até nas questões colocadas houve "poligrafia".


O que foi na realidade publicado em alemão versus o que seria publicado em alemão se lhe tivessem colocado as questões e ele respondido em alemão face ao que a «A Bola» publicou em português




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