COM ASSINATURA EMPRESÁRIA. JORGE MENDES TANGA!
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Andam a tentar enfiar barretes aos emblemas bilionários do futebol europeu.
Todos percebemos
Que os clubes desesperam por fazer rodar milhões de euros todas as temporadas. Há centenas de responsáveis pelas finanças dos clubes interessados.
Os clubes portugueses devem ser
Dos que mais barretes enfiam aos emblemas das cinco Ligas mais poderosas a nível financeiro. E muito à custa de Jorge Mendes. Que devia ter as autoridades tributárias de vários países a seguir-lhe os passos.
Para aí em cada dez jovens transferidos
Só um vale realmente o que esses clubes pagam por eles. E alguns têm de fazer ainda alguma «travessia do deserto», neste caso, em Espanha, como João Cancelo.
Renato Sanches é um bom exemplo
Mas há mais, muito mais. Exemplos de grandes barretadas. Fuçanguisse em tentar ganhar dinheiro com facilidade. Iludem os jovens como se fossem grandes vedetas, ainda sem provas consistentes dadas em três/quatro temporadas e depois ficam com as carreiras destruídas. Uma espécie da "galinha dos ovos de ouro". Matam a galinha para ficar um três ovos em vez de esperar pacientemente que a galinha dê ovos diariamente. Gonçalo Guedes, André Gomes, Sancidino, Ivan Cavaleiro, Hélder Costa, Diogo Gonçalves, João Carvalho ou André Horta. Podiam ter "crescido" muito mais. Mesmo Bernardo Silva teve «sorte» pois foi "protegido" por Leonardo Jardim. Veja-se como se destruiu Zé Gomes dizendo que ia ser o mais novo a marcar um golo que nunca marcou. Ou Svilar que era o guarda-redes mais novo de sempre a estrear-se sendo titular ainda sem nada ter justificado para o ser. Tenham calma. O Benfica precisa de ter futebolistas jovens a maturarem, multiplicarem-se em valor financeiro e conquista de títulos para o Clube.
Os futebolistas têm de ficar duas/três temporadas
No mínimo. Para crescerem, afirmarem-se e terem maturidade para enfrentar ambientes exigentes. Jogar em Portugal, no Benfica, FC Porto e Sporting CP, por exemplo, é brincadeira quando se compara com os campeonatos mais exigentes.
Deixem crescer os miúdos junto de nós que os acarinhamos. E não exigimos que mostrem num mês os milhões que pagaram por eles!
Alberto
Miguéns



