Em Defesa do Benfica
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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02/04/2020

Hoje Igual a Ontem

02/04/2020 + 0 Comentários
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Ai, ai, Benfica. Merecias muito melhor!

Alberto Miguéns
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Chalana 1982/83: um Tenor em Orquestra (Parte I)

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COM ERIKSSON O FUTEBOL PORTUGUÊS NUNCA MAIS FOI O MESMO. 



O futebol lusitano era à base de passe curto, em habilidade, triangulações, marca-e-desmarca, muitas vezes inconsequente face ao futebol linear e fácil suportado no poder físico de grande parte dos países europeus. América do Sul era mundo à parte.


A chegada de um treinador com “a idade dos jogadores”
Gerou desconfiança. O sueco nasceu em 5 de Fevereiro de 1948. Bento nasceu em 25 de Junho de 1948, Néné em 20 de Novembro de 1949 e Humberto Coelho em 20 de Abril de 1950, ou seja, Bento era cinco meses mais novo, Néné era um ano e nove meses mais novo e Humberto Coelho era dois anos e dois meses mais novo. E depois outros (Alves, Filipovic, Sheu e António Bastos Lopes) eram de 1952 (Alves) e 1953. A avolumar a desconfiança a atitude do Departamento de Futebol com apenas duas novidades para “reforçar” o plantel: o regresso de Diamantino (depois de empréstimos ao Amora FC (1980/81) e Boavista FC, em 1981/82) e a aquisição do guarda-redes Delgado (do Portimonense SC). Stromberg (do IFK Gotemburgo) apenas seria transferido depois de terminar o campeonato da Suécia, em Dezembro de 1982. O treinador apresentava, no entanto, uma “credencial de peso”: a conquista da Taça UEFA, pelo IFK Gotemburgo, em 1981/82.



Chalana
Com 53 jogos, apenas não esteve presente em quatro encontros dos 57 jogados pelo «Glorioso». Foi titular em 52 (38 completos) e apenas suplente utilizado num jogo. Eis Chalana! Ser Chalana é ser pilar do Benfica conquistador! Dos 5 130 minutos disputados pelo Benfica, Chalana participou em 4 383 minutos, marcando oito golos, ou seja, participou em 85 por cento do tempo jogado pelo Clube.

   TITULARES NAS 30 JORNADAS DO CAMPEONATO NACIONAL

Campeonato nacional
O Benfica liderou da primeira à última jornada, conseguindo onze vitórias consecutivas (27/4 em golos) colocando o segundo classificado a cinco pontos. Na primeira volta a vantagem era de quatro pontos depois da derrota no terreno do Sporting CP. O treinador foi-se apercebendo das vicissitudes do futebol português contando com um esclarecido (e leal) Toni como adjunto. O onze tipo foi praticamente sempre o mesmo havendo duas particularidades. O defesa-esquerdo titular na primeira volta foi Veloso (14 jogos com mais um de Frederico), com Álvaro a assumir essa posição na segunda volta, em onze jogos, com os restantes quatro repartidos por Carlos Pereira (ex-júnior) com três e Veloso (27.ª jornada). No meio-campo, sempre o sector com mais mudanças, a principal foi a necessidade de ter um “médio de cobertura” para permitir aproveitar a capacidade táctica e técnica de Alves sem desequilibrar a equipa deixando-a vulnerável frente ao contra-ataque dos adversários, que foi o grande problema da temporada anterior. Sheu revelou-se eficaz, principalmente quando regressou da lesão contraída na 7.ª jornada, com Eriksson a experimentar colocar nessa posição jogadores mais possantes, como Alberto Bastos Lopes e Veloso.


A segunda volta ficou marcada pela invencibilidade, apesar de seis empates em três ciclos de dois empates consecutivos intervalados por vitórias. O Benfica sagrou-se campeão na 28.ª (e antepenúltima) jornada (Portimão) numa edição que dominou sem mácula, com 22 vitórias (mais duas que o FC Porto) e o mesmo número de empates (sete). A diferença reflectiu-se nas derrotas: uma (SLB) e três (FCP). Chalana foi extraordinário com quatro golos e 29 assistências para os 67 golos, na realidade 65 pois dois foram obtidos por intervenções infelizes de adversários. O FC Porto (segundo classificado) marcou mais seis golos (73) mas também sofreu mais cinco (13/18). Não tendo as imagens de todos os 30 jogos resta recorrer a alguns números, como os jogos a titular e quantos foram os completos. Apenas o guarda-redes (Bento), os dois defesas-centrais (Humberto Coelho e António Bastos Lopes) e Carlos Manuel, superaram os 23 jogos completos em 29 a titular de Chalana, com seis substituições: 86, 58, 82, 65, 70 e 59 minutos.

Futebolistas
(Treze com mais jogos a titular)
JOGOS NO CAMPEONATO NACIONAL

Completos
Titular
Totais
Minutos
Humberto Coelho
28
29
29
2 587 (1.º)
Bento
27
27
27
2 430 (5.º)
António Bastos Lopes
26
29
29
2 486 (4.º)
Carlos Manuel
26
28
29
2 549 (2.º)
CHALANA
23
29
29
2 490 (3.º)
Pietra
23
26
26
2 197 (7.º)
Filipovic
22
26
26
2 269 (6.º)
Néné
20
24
28
2 157 (8.º)
Alves
17
25
27
2 056 (9.º)
Veloso
16
17
17
1 453 (12.º)
Diamantino
15
20
30
1 901 (10.º)
Álvaro
11
11
16
1 220 (13.º)
Shéu
9
19
23
1 507 (11.º)
NOTA: foram utilizados mais seis futebolistas como titulares: Alberto Bastos Lopes (5, com 4 completos), Carlos Pereira (4), Delgado (3), Stromberg (3), Frederico (3) e José Luís (2). Padinha e César nunca foram titulares, mas jogaram como suplentes utilizados.  


E a temporada ainda proporcionou muito mais, tal como…
A realização da final da Taça UEFA a duas mãos e o apuramento para a final da Taça de Portugal que só se iria realizar na temporada seguinte. Com situações caricatas, no modo como o processo foi gerido e na utilização de futebolistas. Por exemplo Oliveira jogou toda a temporada de 1982/83 no CS Marítimo mas tem averbado no seu currículo a conquista da Taça de Portugal de 1982/83! Porque jogou na final, em 1983/84, quando já fazia parte do plantel do Benfica. Chalana foi fundamental nas duas competições, embora como a final da Taça de Portugal se realizou em Agosto de 1983 não a conseguiu jogar pois lesionou-se nos treinos de início de temporada (1983/84).

GOLO DO BENFICA (CHALANA) AO SPORTING CP NA 29.ª JORNADA (FESTA DO TÍTULO). UM-A-ZERO QUE FOI RESULTADO FINAL 


  

Começar com Eriksson terminar com Eriksson
Foi um treinador brilhante mas mais do que isso tinha uma personalidade «À Borges Coutinho». Por isso soube lidar muito bem, com as alarvidades da parelha Pinto da Costa/José Maria Pedroto. Para Eriksson o que se passava no treino e nos jogos é que contava. O jogo da Imprensa era secundário. Ele apreciava o Futebol e o Benfica como Borges Coutinho. Durante a semana os futebolistas tinham de treinar com profissionalismo para quando chegasse o jogo fazerem deste um tempo de vitória. Era chegar ao jogo, respeitar o adversário cumprimentando o antagonista (futebolistas, dirigentes e simpatizantes presentes no campo), jogar bem para vencer melhor, derrotá-los, voltar a saudar o adversário e regressar de consciência tranquila com a satisfação de dever cumprido. À Benfica! Sem falatórios, nem a criar polémica. Eriksson era o oposto de Pedroto e uma espécie de Anti-Mourinho! Por isso é um «Senhor do Futebol» e não um oportunista! Não no sentido mais pejorativo, mas na necessidade de criar oportunidades através de polémicas. Mas há oportunistas que também são bons treinadores. «Feitios...», como se diz à portuguesa!



Amanhã… com a segunda parte... mais glória.



Alberto Miguéns
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01/04/2020

Mais Um Dia à Espera

01/04/2020 + 0 Comentários
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Chalana 1981/82: Nem Bem, Nem Mal (Sei Lá!)

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DEPOIS DE UMA ÉPOCA DE SONHO EM 1980/81 EIS O PESADELO DE 1981/82.


NOTA INICIAL: É um lugar comum dizer que por um lado é bom e por outro mau. Parece e é uma contradição, mas quando se escreve acerca de memórias do Benfica… acontece! A temporada de 1981/82 por um lado é má e por outro é boa no mau sentido. Neste caso porque pouco há para escrever. Demora 25 por cento do tempo ocupado com 1980/81. Mas é muito má pois obriga a revisitar pesadelos e derrotas “a mais” e um tipo vê-se aflito para conseguir elogiar alguma coisa!



Chalana pouco sobressaiu no naufrágio colectivo
O que é normal num clube como o Benfica em que o individual só é valorizado se estiver em sintonia com o colectivo. Em 55 jogos realizados pelo «Glorioso», Chalana participou em 39 (dois golos) com 35 a titular (22 completos) e quatro como suplente utilizado, depois de dois períodos a curar mazelas. Continuava a ser um baluarte de classe e imprevisibilidade.



Uma das raras alegrias
Os meses de Verão foram complicados para os adeptos do «Glorioso». O Sporting CP estava a reforçar-se muito e bem. Principalmente com a aquisição de dois futebolistas que não eram incógnitas, mas sim certezas: um guarda-redes húngaro e Oliveira, que era um dos dez melhores futebolistas portugueses. O Benfica adquiriu Filipovic (do Club Bruge KV), Paulo Campos (do Portimonense SC) e Folha (do Boavista FC) parecendo pouco, embora Folha fosse apontado como a “maior esperança para o futuro de Portugal” tanto que obrigou a uma “guerra” Benfica/FC Porto e já lá não estava mas… estava a caminho de regressar, a dupla Pinto da Costa/Pedroto. E Álvaro, vindo da equipa da Associação Académica de Coimbra, que fez parte de um plantel "histórico" enquanto juvenil do Clube "Cracks" de Lamego, campeão nacional de juvenis, jogando como defesa-esquerdo, frente ao Vitória FC Setúbal, em Tomar, no final da temporada de 1977/78. O Benfica começou mal a pré-época – muito irregular – o que seria uma má constante durante toda a temporada. Imprevisível, principalmente no terreno dos adversários. Chalana naufragou nesta incapacidade em ser regular. De positivo ler e ver as fotografias nos jornais com Humberto Coelho a erguer o troféu conquistado, em Toronto, frente ao Leeds AFC. Foi a primeira e penúltima conquista! Ainda se conquistou - com muita dificuldade - a Taça de Honra de Lisboa - em 10 de Outubro de 1981.



Campeonato de mal a pior
Começou-se muito mal com uma primeira volta abaixo do que tem de fazer um plantel que quer ser campeão nacional. O Sporting CP mais regular até conseguiu empatar na «Saudosa Catedral» a um golo. E terminou a primeira volta com duas vitórias – quatro pontos – de vantagem. O "problema" do Benfica eram os jogos no terreno do adversário, com derrotas no Porto (Antas e Bessa), Amora e Vila do Conde. O empate é o tal no «Dérbi de Lisboa». O líder era "esquisito". Apenas um empate no "Dérbi" e outro em Vila do Conde, mas três no seu estádio: CF «Os Belenenses», Boavista FC e Vitória SC Guimarães. Eu que desvalorizara a contratação de Oliveira, pois considerava Alves muito superior ao ex-baboso do FC Porto (embora fosse bom futebolista) no tempo do Bicampeonato dos Anos 70 ouvia dos meus companheiros de bancada lamentos. E eles estavam "doutorados em bola", pois com 70/80 anos até tinham visto jogar Vítor Silva! Falta ao Benfica um "armador" de jogo e a equipa é muitas vezes apanhada em contra-pé, principalmente nos pelados! Comecei a ficar "à rasca"!



O treinador tentava tudo, por tudo e de tudo
Se já é difícil simplificar o futebol num desenho quando uma temporada do Benfica é "normal" agora imagine-se esta. Com o Benfica vulnerável, Lajos Baroti chegou - com alguma insistência até ao jogo com o Boavista FC (15.ª jornada) - a colocar Humberto Coelho a "libero" atrás de três defesas" para depois se juntar a Sheu no meio-campo quando o Benfica avançava no campo. Numa tentativa de ilustrar o que foi o Benfica nesta temporada o melhor é dividir as titularidades em primeira e segunda volta.

TITULARES NAS 15 JORNADAS DA PRIMEIRA VOLTA NO CAMPEONATO NACIONAL
TITULARES NAS 15 JORNADAS DA SEGUNDA VOLTA NO CAMPEONATO NACIONAL

Os 1-4 também foram a mais...
Durante a primeira volta, dois objectivos foram logo postos de fora. Depois da derrota em Vila do Conde (7.ª jornada), empate (sem golos) na primeira mão dos oitavos-de-final, para a Taça dos Clubes Campeões Europeus, frente ao FC Bayern Munique, o tal empate (a um golo) com o Sporting CP e uma derrota, por 1-4, em Munique. Pronto a desculpa foi o azar no sorteio ainda numa fase precoce da competição (segunda eliminatória)! Na primeira edição oficial da Supertaça, já organizada pela FPF, com o nome de "Cândido Oliveira» foi-se do Paraíso ao Inferno. Na primeira mão (1 de Dezembro de 1982, no 28.º aniversário da «Saudosa Catedral») a vitória por 2-0 tranquilizava, mas a derrota por 1-4 (9 de Dezembro) fez renascer as sombras. Foi-se! Na Taça de Portugal, os quartos-de-final, a disputar no terreno do FC Porto, em 13 de Março, trouxe suores frios recordando a Supertaça. O «Glorioso» foi eliminar, com prolongamento, por 1-0 (golo de Néné) o FC Porto. O Benfica em 1981/82 era assim. Inesperado. Capaz do melhor e do pior. Até ser afastado desta competição pelo SC Braga, na meia-final, em Braga. SC Braga que depois foi goleado (4-0) pelo Sporting CP na final disputada no Estádio Nacional.    
A equipa titular da final da Taça de Honra de Lisboa. No jogo entrou Paulo Campos. Este foi titular no encontro das meias-finais em que Gabriel foi suplente utilizado. Como jogou Paulo Campos alguém deste onze da final não jogou. Foi Filipovic que apenas jogou na final

Aquela fatídica noite de Alvalade (23.ª jornada)
Em 28 de Março de 1982, o «Glorioso» jogava num jogo toda a temporada. Tinha que recuperar cinco pontos de diferença para o Sporting CP, ou seja, era obrigatório vencer o «Dérbi de Lisboa» no estádio do adversário. O jogo em que uma das maiores glórias do Benfica - BENTO - fez o impensável. Deixar-se expulsar permitindo, ainda, ao adversário "dar a volta" ao resultado, depois de estar a perder por 1-0. É que além do Benfica ficar reduzido a dez futebolistas, Jordão tinha uma grande penalidade para colocar o Sporting CP pela primeira vez em vantagem no marcador... E como melhor ponta-de-lança do futebol português no pós-Eusébio... marcou. Acabou a temporada do Benfica. Bento que para mim, entre os 108 guarda-redes que já defenderam a gloriosa baliza, de Pedro Guedes a Zlobin é o melhor de todos, embora Preud'homme seja caso à parte, tinha que ter capacidade de encaixe por muito despeitado que se sentisse pois ainda tinha presente a cabeça aberta (e os pontos que levou para a coser) num jogo no pelado do FC Famalicão. O Benfica dependia dele para vencer e ele deixou-se levar pela matreirice de Manuel Fernandes.



Nada a fazer
E assim se fechou uma temporada que prometia e pouco rendeu. Baroti deu início em 1980/81 a um ciclo triunfador com esta época a destoar. Em 1982/83 e 1983/84, a Águia voltaria a voar com a grandeza que é apanágio dos predestinados. E Chalana seria tenor nas sessões de Ópera que se iriam viver.


Uma preciosidade do fotógrafo Roland Oliveira. O Quarteto Não Era de Cordas, mas de Ouro: Fernando Caiado (adjunto), Toni (adjunto), Lajos Baroti e Monge da Silva (preparador físico)

Quando o Sporting CP é para aqui chamado… algo está mal!
Foi campeão e fez "dobradinha" com mérito aproveitando a fraqueza (irregularidade) do «Glorioso». Tinha um melhor ataque - Manuel Fernandes e Jordão - bem servidos por Oliveira. O meio-campo do Benfica mostrou mais habilidade, rapidez e classe mas pouca força. Faltava um médio ou dois como Toni e Vítor Martins. Stromberg seria a chave, mas isso fica para amanhã. A defesa do Benfica até foi melhor - 22 golos sofridos - para 26 do campeão nacional. O ataque é que esteve aquém - 60 golos - para 66 do Sporting CP. E o ataque do «Glorioso» nem foi muito perdulário, foi mais ser pouco solicitado pelo meio-campo. A diferença entre poder ser campeão e ser esteve nos jogos no terreno do adversário. O Benfica na «Saudosa Catedral» apenas teve um empate, o tal frente ao Sporting CP. Depois registou 14 vitórias, ou seja, conseguiu 29 pontos, dos 44 no total. No terreno dos adversários obteve os restantes 15! O Sporting CP conseguiu... 21 "fora" e 25 "em casa", para fazer os 46 no total, mas foi campeão na penúltima jornada, perdendo na última (0-2 no estádio do FC Porto). O Benfica no terreno dos adversários conseguiu ter tantas derrotas (seis) como vitórias, mais três empates. O SCP só perdeu três vezes em campo alheio, tantas vezes quanto os empates. Já no seu estádio somou cinco empates (e o Benfica com um). Nos seus campos, os golos marcados e sofridos mostram as forças e fraquezas de cada plantel: 37/6 (SLB) para 45/16 (SCP). No campo dos adversários: 23/16 (SLB) e 21/10 (SCP). Se o Benfica tem sido regular, principalmente, nos pelados... 

Ui! Em 1982/83, o tempo mudou e o Benfica voltou…

Alberto Miguéns

NOTA FINAL: Para os Benfiquistas sadomasoquistas o tal jogo em que o «Glorioso» podia ficar a três pontos, com vantagem no confronto directo, acabando a sete! Com 14 pontos por disputar (nas sete jornadas finais)

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