A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.
- Início
- BenficArte
- História do SLB (1904-1954)
- História do SLB
- Ano da Fundação SLB
- Estatutos SLB
- Regulamento Geral SLB
- Linha de vida dos 24 Fundadores
- Fichas dos 24 Fundadores
- Cosme Damião (Entrevista/1911)
- Livro de Cosme Damião - 1925
- Cosme Damião (Entrevista/1945)
- Félix Bermudes (Entrevista/áudio)
- Colecção de Cromos 1904-2026
- CAPAS "O Benfica"
- Editorial
- Contacto
SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS
Mostrar mensagens com a etiqueta Glórias do Futebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Glórias do Futebol. Mostrar todas as mensagens
sábado, 12 de agosto de 2023
A Maior Fábrica de Campeões (FUT; ST 2023)
| ● Alberto Miguéns ● sábado, 12 de agosto de 2023 | ● 00:00 | 0 Comentários |
segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
Tamanqueiro 78
| ● Em Defesa do Benfica ● segunda-feira, 2 de dezembro de 2019 | ● 00:00 | 4 Comentários |
HÁ 78 ANOS, EM 2 DE DEZEMBRO DE 1941, FALECEU UM
DOS MELHORES FUTEBOLISTAS DO BENFICA.
Tinha 39 anos, pois nasceu em 21 de Janeiro de 1902, deixando
órfãos, pelo menos, dois filhos menores, um com 11 anos e outro com 8 anos. Ambos
seriam futebolistas, o mais velho no CF “Os Belenenses” e o mais novo no
«Glorioso». As datas e os clubes por onde passou são baseadas em fontes
oficiais e diferentes das que circulam de repetição em repetição, cópia sobre
cópia, pela internet (ver NOTAS FINAIS) o que não quer dizer que as que publico
estejam certas. Apenas certificadas, porque baseadas, em documentos oficiais
que não quer dizer que não possam conter erros. A vida é o que é! Se na
actualidade seria sempre uma tragédia, imagine-se o que foi no início da década
de 40 morrer, aos 39 anos, o “sustento da família”, com filhos tão pequenos!
NOTA INICIAL: Apesar de já ter conseguido “esticar o tempo”
parecendo impossível, desta vez, dia 1 de Dezembro de 2019 não foi. Tentei
resolver uma série de imbróglios em datas e clubes por onde passou, contando
com a preciosa colaboração de dois leitores preciosos – Victor João Carocha e
Mário Pais (que coloquei a em “trabalha intensivo” para o blogue) mas mesmo
assim o texto está curto. Vou fazer o que puder até às duas da manhã e talvez
só consiga encontrar a incrível foto do lugar onde está sepultado na manhã
desta segunda-feira. Ainda estive para desistir de publicar o texto por estar
muito incompleto para o meu gosto, mas vai assim e depois logo se vê. Uma coisa
é certa. Mantenho o mesmo princípio. Para escrever acerca da História do Clube
é para honrar (pelo menos a intenção é sempre essa, depois se consigo ou não
isso é outro assunto). Para fazer um texto do tipo «era muito bom, tanto e tão bom, que
fazia levantar o estádio» então prefiro não fazer nada! Interrompido às 02:41 da matina e terminado às 11:27 horas!
Precoce para
o Futebol
O pai fazia tamancas para os pescadores e varinas em Setúbal,
daí a alcunha que passou da profissão do pai para o nome do futebolista Raul
Soares Figueiredo, o «Tamanqueiro». Aos doze anos já jogava nos “Infantis” do
Vitória FC. Aos catorze na mesma categoria do Sporting CP para em 1919/20
(temporada em que completou 18 anos) integrar a 4.ª categoria do popular clube
de Alcântara (Lisboa) que depois deu origem ao actual Atlético CP, o
Carcavelinhos FC. Em 1921/22 jogou no União FC Avenida (Setúbal) como
avançado-centro e depois a médio-centro onde se distinguiu. O clube setubalense
participava co “Campeonato de Promoção de Lisboa” que era o terceiro escalão,
depois da I Divisão (na qual jogava o Benfica) e da II Divisão (com clubes como
o Vitória FC Setúbal, por exemplo). O distrito de Setúbal foi criado em 22 de
Dezembro de 1926, ou seja, até ser criada a AFS (Associação de Futebol de
Setúbal) os clubes entre a margem esquerda do rio Tejo e a margem direita do
rio Sado competiam no «Campeonato de Lisboa» organizado pela Associação de
Futebol de Lisboa (AFL). Em final da temporada de 1921/22, numa digressão ao Algarve, o «Avenida de Setúbal»
deslocou-se a Olhão. Tamanqueiro deslumbrou. O seu poder de finta, “dribling em
progressão” e remate poderoso, que fizeram história no futebol português, entre
meados e final dos anos 20, fizeram com que já não regressasse a Setúbal. Foi
reforçar o poderoso plantel do SC Olhanense, entre 1922/23 e 1925/26,
conquistando logo na segunda época, pelo SC Olhanense, em 1923/24, o
Campeonato de Portugal que em 1938/39 prosseguiu com a designação (adequada a
uma competição a eliminar) de Taça de Portugal. Há uma curiosidade! A estreia dele pelo SC Olhanense ocorreu, em 19 de
Agosto de 1922, num encontro particular, no campo Padinha (Olhão) em que o
clube olhanense recebeu o… Benfica! Com vitória do «Glorioso» por 5-3! Quem diria
que o estreante Raul Figueiredo quatro temporadas depois jogaria no clube que
nesse dia “apadrinhou” a sua estreia pelo SC Olhanense!
Entretanto no Benfica, no final da temporada de
1925/26
Viviam-se tempos de mudança com a saída do responsável pelo
futebol (Cosme Damião) e as novas ideias preconizadas por um grupo de
associados, com destaque para Ribeiro dos Reis. O diagnóstico acerca das
limitações do plantel para a temporada de 1926/27 teve de ser rápido. Foi
decidido que o “problema” estava no meio-campo. Os dirigentes do «Glorioso»
decidiram, finalmente desde 1904/05 – fazer contratações. De um modesto clube
do «Campeonato de Promoção de Lisboa», o Portugal FC chegou João Silva, com a
alcunha de «Fayta». Ao consagrado SC Olhanense foi contratado o internacional
português, já em quatro jogos, titularíssimo como médio-direito, Raul
Figueiredo, com a alcunha de «Tamanqueiro». Ribeiro dos Reis conhecia bem Raul
Figueiredo pois a estreia deste na selecção, a número 4 da história (todas
frente à selecção de Espanha), em 17 de Maio de 1925, correspondeu também, à
estreia de Ribeiro dos Reis como seleccionador nacional.
Primeira
temporada (1926/27)
Não foi fácil contratar Raul Figueiredo. Ao contrário de João
Silva que chegou logo no início da época jogando nas quatro encontros para
disputa de torneios e troféus (o que na actualidade se designa por
pré-temporada) a transferência de Raul Figueiredo envolveu “dinheiro grande”.
Chegou a tempo de integrar, como médio-centro (João Silva a médio-direito), a
equipa que disputou a primeira jornada do campeonato regional de Lisboa, em 17
de Outubro de 1926, numa derrota, por 1-3, frente ao CF “Os Belenenses”. Raul
Figueiredo fez 25 dos 28 jogos do Benfica até final da temporada, sempre a
titular e completos, num total de 2280 minutos (houve um jogo para o
«Campeonato de Portugal» com prolongamento, ou seja, 120 minutos) marcando três
golos: catorze como médio-centro e onze a médio-direito.
Segunda
temporada (1926/27)
Continua como titular indiscutível, com 26 jogos (mais um de
120 minutos) sempre a titular e completos, num total do Benfica de 30, ou seja,
apenas “falhou” quatro jogos em… 30! Marcou seis golos em 2 370 minutos,
sempre como médio-centro. No total, em duas temporadas: 4 650 minutos, em
51 jogos, com nove golos. Quarenta jogos como médio-centro e onze como
médio-direito (estes em exclusivo na primeira temporada com o «Manto Sagrado»).
Nos Jogos Olímpicos de 1928
Raul Figueiredo estreou-se frente à selecção espanhola, mas selecionado
a jogar pelo Benfica fez o seu quinto jogo por Portugal, em 26 de Dezembro de
1926 num espectacular empate, a três golos frente à Hungria! Embora a Hungria
não contabilize este jogo como da selecção mas antes um misto de dois clubes –
Sabaria SC e Hungária FK - em digressão por Portugal. A apoteose como
futebolista internacional ocorreu nos Jogos Olímpicos de Amesterdão, em 1928,
titular como médio-direito (a médio-centro, Augusto Silva, do CF “Os Belenenses”,
não dava hipótese…). Além dele, também Vítor Silva foi totalista nos três
jogos, marcando em todos, um total de três golos (dos sete de Portugal). Jorge
Tavares (avançado) fez parte do plantel mas nunca foi utilizado. Contabilizava
quatro internacionalizações, obteve mais nove como futebolista do «Glorioso» e
seguiram-se mais quatro depois do regresso ao SC Olhanense, fazendo o último
jogo em 23 de Fevereiro de 1930. Quinze dias depois, em 10 de Março de 1930, nascia
o seu filho Raul Figueiredo que um dia, em 3 de Junho de 1959 também se
estrearia na selecção nacional. A primeira situação pai/filho internacionais,
em Portugal. Regressando ao pai, 17 internacionalizações, num período em que a
selecção fez 20 jogos, entre 1925 e 1930. “Falhou” três jogos em…seis anos! Por
isso é que é injusto fazer comparações. Agora a selecção faz 20 jogos numa
temporada, num ano! Um futebolista poderoso, exímio na finta e dribbling em corrida, potente, “de durar
o jogo todo”, incansável à frente e atrás, em dias “bons” fazia de
médio-defensivo e de médio-ofensivo conforme a sua equipa, tinha ou não a posse
da bola, “espicaçava” os colegas com o seu espírito de miúdo num corpo adulto. Remate
potente, colocado, por isso era exímio na marcação de grandes-penalidades.
E depois do Benfica
Após duas temporadas – tinha uma vida pouco adequada para um
atleta segundo os padrões do Benfica e com 26 anos não ia rejuvenescer –
regressou ao SC Olhanense, onde jogou mais quatro temporadas, entre 1928/29 e
1931/32. Rumou a norte, jogando no SC Salgueiros, em 1932/33, depois passou a
jogador/treinador: no Académico FC Porto (1933/34 e 1934/35), SC Braga (1935/36
e 1936/37), Clube União Futebol de Coimbra (1937/38 e 1938/39). Duas temporadas
antes de falecer ainda fazia “hat-tricks”! É provável - pelo obituário no jornal «Diário de Lisboa» - que tenha representado depois de 1938/39 um tal Recreio Desportivo de Braga mas do qual nunca vi nada escrito o que não quer dizer que não tenha existido. Mas quem fez a notícia cometeu um equívoco (pelo menos um). O futebolista não chegou ao «Glorioso» vindo do Vitória FC Setúbal. Chegou do SC Olhanense.
Morte precoce
Apesar de falecer muito novo e os filhos ainda serem muito
jovens, um deles (Raul Figueiredo, futebolista no CF “Os Belenenses”) também
foi internacional por Portugal, em Junho de 1959. Outro (Manuel Filipe
Figueiredo) jogou nos Juniores, Aspirantes e Reserva do Benfica até 1953/54.
Depois…
Pouca dignidade para um "Gigante da Bola Nacional"
Raul Soares Figueiredo foi sepultado em 3 de Dezembro de 1941 e transladado, definitivamente, em 5 de Abril de 1947 para o ossário n.º 302 do Cemitério de Benfica. Tentei várias vezes que estando o ossário em nome do Sport Lisboa e Benfica, que pelo menos, fosse colocado o seu nome. Mas isso só com a autorização do Clube. Um dos piores funcionários com que alguma vez me cruzei no Benfica - azar meu e do Tamanqueiro - recusou sempre. E está no Clube desde 1996 (tempo do presidente Manuel Damásio). Passou depois para a gerência de Vale Azevedo e foi colocado fora por incompetência, não porque discordasse este presidente. João Salgado tem poder a mais e Q.I. a menos e por isso decidiu sempre que era inútil estar a ter trabalho e gastar dinheiro com algo que não tem mediatismo nenhum ou visibilidade nenhuma para uma presidência que o faça. As derradeiras tentativas foram nas presidências de Manuel Vilarinho e Luís Filipe Vieira, contando com o apoio dos responsáveis pelas Casas do Benfica e pelo "Saudade", respectivamente, Manoel Barbosa e Carlos Calaço, que se mostraram sempre muito interessados mas esbarravam na indiferença de quem tinha poder para decidir. É a vida! Depois cansei-me de pedir sabendo que ainda seria ridicularizado pelo João Salgado, de uma incompetência inenarrável! E foi deputado de Portugal com subvenção vitalícia,o homem competente (clicar)! Olhem se não fosse, era uma bela sem senão!
Obrigado, Glorioso Tamanqueiro
Alberto
Miguéns
NOTA 1: Há muito pouco cuidado no modo como se tratam as pessoas que já não podem repor a verdade. é incrível o que se escreve trocando informação e copiando-a de um lado para outro. Um documento oficial do Comité Olímpico Português (com a delegação de Futebol aos Jogos Olímpicos de 1928, em Amesterdão) indica o seguinte (todas as outras informações foram omitidas para não criar ruído):
NOTA 2: Pois o que se vai publicando é uns dizem uma coisa e outros... outra. E muitos outros copiam de uns e outros!
![]() |
| Almanaque da Selecção; Rui Tovar e Rui Miguel Tovar; Página 573; Almanaxi; Março de 2004 |
![]() |
| No portal zerozero, entre várias incorrecções (data e local de nascimento) embora sem poder garantir a cem por cento que estão erradas (ver portal) a data de falecimento é impossível. Se está publicado num jornal do dia 2 não pode ter falecido a 3! (clicar para jornal Diário de Lisboa) |
NOTA 3: Mesmo para o filho (foram o primeiro pai e filho, a serem internacionais por Portugal) está errada neste livro. Nasceu em 1930. Sem dúvida.
![]() |
| Almanaque da Selecção; Rui Tovar e Rui Miguel Tovar; Página 535; Almanaxi; Março de 2004 |
quarta-feira, 19 de junho de 2019
Ser ou Não Ser Glória Eis a Questão
| ● Alberto Miguéns ● quarta-feira, 19 de junho de 2019 | ● 00:00 | 0 Comentários |
APENAS PARA ESTE BLOGUE. SÓ PARA ESTE BLOGUE.
Ler mais ►
Ser coerente, tentar ser justo e uniformizar critérios é uma das preocupações deste blogue.
O que é uma «Glória do Benfica»?
Por diversas vezes, em textos acerca de futebolistas, surgiu esta dúvida metódica. Pode-se considerar determinado jogador uma Glória ou não? Claro que todos merecem apreço, mesmo os que não foram bem sucedidos, por este ou aquele motivo. Se jogaram no «Glorioso» foi porque algum responsável os contratou. Recusar jogar no Benfica é que seria (e é) de censurar. Ser mal sucedido foi (ou é) um percalço.
Ser Glória
Não pode ser porque se é vizinho. Conhece. Admira. Gosta. Costuma ir para "os comes-e-bebes". É simpático. Etecetra. Tem que existir um critério definido previamente em que depois um futebolista, passe ou não, essa fasquia. Supere ou não esse critério. Isto para que se escreva neste blogue que determinado futebolista «é uma Glória». Como é evidente ser ou não ser Glória só vincula este blogue. Mas é necessário haver coerência no blogue não fazendo sentido tornar avulso e arbitrário o que para este blogue é importante.
Critérios de títulos
Não parecem os mais indicados. Como é evidente se um futebolista está em plantéis que conquistaram inúmeros títulos, com destaque para campeonatos nacionais, dificilmente haverá critérios que lhe retirem a designação de Glória. Mas a fulanização do futebol é enganadora. Por exemplo, Jovic é Bicampeão Nacional pelo Benfica jogando apenas 15 minutos: seis em 2015/16 e nove em 2016/17. Isto em duas edições do campeonato nacional com 34 jornadas em cada uma, ou seja, num total de 68 jogos, correspondentes a 6 120 minutos. Jovic com 15 minutos em 6 120 minutos (0.25 por cento!) "conquistou" dois títulos consecutivos de campeão nacional. Nada contra Jovic. Apenas um exemplo.
Critérios numéricos
Para conseguir comparar 115 épocas, entre 1904/05 e 2018/19, tornando possível equiparar futebolistas a jogar em temporadas com organização e competições tão diversificadas optou-se pelo seguinte:
«Glória do Benfica» para este
blogue é:
1. Ter
participado em pelo menos 50 por cento do tempo jogado pelo Benfica enquanto
parte integrante do plantel, no mínimo em quatro * temporadas com o «Manto
Sagrado».
* Excepto entre 1904/05 e 1913/14 que se reduz para duas temporadas
2. Como a
essência do Futebol são os golos um futebolista com 100 ou mais golos, mesmo
com menos de quatro temporadas e menos de 50 por cento a jogar no tempo total disputado
pelo Benfica, enquanto seu futebolista, será uma Glória.
Neste blogue deixou de haver injustiça e ingratidão (pelo menos ao intitular ou ignorar um futebolista como Glória)!
Alberto
Miguéns
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
De 17 Restam Seis Campeões Europeus
| ● Alberto Miguéns ● sexta-feira, 16 de novembro de 2018 | ● 00:00 | 6 Comentários |
PELA ENÉSIMA VEZ - E TODAS SERÃO POUCAS - OS CAMPEÕES EUROPEUS EM 1961 e 1962 FORAM HOMENAGEADOS.
Ler mais ►
![]() |
| Da esquerda para a direita. De cima para baixo. José Augusto, Dr. Sousa Pinho (médico), Germano, Costa Pereira, Béla Guttmann (treinador), Hamilton Pena (massagista), José Águas, Cavém e Saraiva; Humberto Fernandes, Serra, Mário João, Santana, Ângelo, Cruz, Neto, Eusébio, Simões e Coluna |
Desta vez pela ABP: Associação de Benfiquistas no Parlamento (ver
notícia da agência Lusa/Diário de Notícias (clicar).
Agradeço o convite do Benfiquista, António Lourenço (da ABP) para estar presente e estive
Além dos seis homenageados estiveram presentes no auditório Almeida Santos, dois finalistas em 1968 (José Henrique e Adolfo) bem como vários dirigentes dos três Órgãos Sociais do "Glorioso" com destaque para o presidente da Direcção, Luís Filipe Vieira.
Urge voltar a ser Campeão Europeu (parte I)
Além dos seis homenageados estiveram presentes no auditório Almeida Santos, dois finalistas em 1968 (José Henrique e Adolfo) bem como vários dirigentes dos três Órgãos Sociais do "Glorioso" com destaque para o presidente da Direcção, Luís Filipe Vieira.
Urge voltar a ser Campeão Europeu (parte I)
O que FC Barcelona e Real Madrid CF, além de campeões nacionais
de Inglaterra, Alemanha, Hungria, Áustria (os dois maiores clubes desta
potência do futebol mundial nos anos 50 e 60), Escócia e Dinamarca não
conseguiram será o tempo a fazer. Derrotar um punhado de 17 indomáveis que
cilindraram os dois maiores clubes europeus no início dos Anos 60 bem como os
melhores futebolistas do seu tempo passando esses 17 a serem os melhores.
Urge voltar
a ser Campeão Europeu (parte II)
O "Glorioso" tem que voltar a ser Campeão Europeu
para dar continuidade à gesta destes 17 intrépidos que tudo deram para
engrandecer o Benfica. Venham mais 17 agora no século XXI.
OS 17 GIGANTES QUE IMORTALIZARAM O CLUBE NAS SUAS
DUAS CONQUISTAS SUPREMAS
Infelizmente dos 17 que conquistaram as duas Taças dos Clubes
Campeões Europeus só estão entre nós seis magníficos. Onze já partiram para o
“Quarto Anel”.
N.º
|
Campeões
Europeus
|
T
|
1.º
T
|
2.º
T
|
1
|
Costa Pereira
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
2
|
Cruz
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
3
|
Coluna
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
4
|
José Augusto
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
5
|
José Águas
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
6
|
Cavém
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
7
|
Ângelo
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
8
|
Germano
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
9
|
Santana
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
10
|
Serra
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
11
|
Mário João
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
12
|
Neto
|
2
|
1960/61
|
1961/62
|
13
|
Saraiva
|
1
|
1960/61
|
|
14
|
Artur Santos
|
1
|
1960/61
|
|
15
|
Eusébio
|
1
|
1961/62
|
|
16
|
Simões
|
1
|
1961/62
|
|
17
|
Humberto Fernandes
|
1
|
1961/62
|
E alguns
partiram tão cedo para o "Quarto Anel! Todos ainda podiam (e deviam) estar
entre nós!
NO QUARTO
ANEL
Campeões
Europeus
|
Idade
|
DN
|
DF
|
Santana
|
53
|
22.Mar.1936
|
24.Abr.1989
|
Costa Pereira
|
60
|
23.Dez.1929
|
25.Out.1990
|
Serra
|
58
|
06.Nov.1935
|
05.Ago.1994
|
Neto
|
63
|
05.Out.1935
|
23.Mar.1999
|
José Águas
|
70
|
09.Nov.1930
|
10.Dez.2000
|
Germano
|
72
|
13.Jan.1932
|
14.Jul.2004
|
Cavém
|
72
|
21.Dez.1932
|
11.Jan.2005
|
Humberto Fernandes
|
70
|
05.Out.1938
|
08.Fev.2009
|
Eusébio
|
71
|
25.Jan.1942
|
05.Jan.2014
|
Coluna
|
78
|
06.Ago.1935
|
25.Fev.2014
|
Saraiva
|
86
|
03.Mai.1932
|
07.Mai.2018
|
NOTAS: DN -
Data de nascimento; DF - Data de falecimento
Felizmente continuam entre nós Seis Magníficos
Ângelo (19 de Abril de 1930; Porto; 88 anos), Artur Santos (27 de Março de 1931; Paço de Arcos; 87 anos), Mário João (6 de Junho de 1935; Barreiro; 83 anos), José Augusto (13 de Abril de 1937; Barreiro; 81 anos), Cruz (12 de Outubro de 1940; Lisboa; 78 anos) e Simões (14 de Dezembro de 1943; Corroios; 76 anos).
A homenagem
deste blogue
Aos 17 Campeões Europeus bem como a todos - treinadores,
dirigentes, associados e simpatizantes - que fizeram POSSÍVEL que se dizia ser
IMpossível.
Que
continuem muitos anos entre nós
Alberto
Miguéns

















