UM CLUBE DE QUE É FACÍLIMO CONHECER A SUA HISTÓRIA E COMO ELA É BELA, ENTERNECEDORA E EMPOLGANTE.
O relatório da Direcção é esclarecedor e crítico não sendo ingrato
NOTA: Para dar a informação que há notícias em relação a João Noronha Lopes que mostram um erro (grave) no Relatório do Clube (que saudades dos «Relatórios e Contas» até meados dos Anos 90) pois não validou o que se passou, quando e como, bem como os autos de posse, que como é evidente, são soberanos, sobrepondo-se aos documentos distribuídos aos associados, "enganando-os". Umas vezes com gravidade, outras menos gravosas, mas são sempre incorrecções que ficam para a história. E as datas com rigor, também. Se nada houver de imprevisto, amanhã pela hora habitual terá tratamento igual ao que teve o primeiro, por uma questão de ser equitativo e justo.
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Houve um leitor deste blogue que fez a seguinte consideração/indignação ou talvez não no texto (clicar):
Pois no Benfica é só procurar nos Relatórios e Contas publicados, praticamente, desde a Fundação
Infelizmente estes têm vindo a perder qualidade. Actualmente são um monte de números não informando acerca do que se passou durante um ano, muito menos mostrando a grandeza do Clube associativa e desportiva, como sempre se fez. Uma das esperanças, em 2020, é que depois das Eleições, o Benfica regresse à verdade, rigor, transparência e honestidade que sempre teve durante cem anos. Eis a resposta ao leitor (não chateia, não!):
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| Relatório e Contas da Gerência de 1934-1935 e Parecer do Conselho Fiscal; página 2; 30 de Junho de 1935 |
O relatório da Direcção é esclarecedor e crítico não sendo ingrato
Pois Vítor Gonçalves que treinou e orientou o plantel do Benfica, no Campeonato Regional (que apurava para o "Campeonato da I Liga") e no "Campeonato da I Liga", depois de 1938/39, designado "Campeonato Nacional da I Divisão" (que apurava para o "Campeonato de Portugal", depois de 1938/39, designado "Taça de Portugal") foi elogiado, mesmo face aos fracos resultados obtidos, no texto «Relatório do Conselho Técnico», como se prova e comprova:
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| Relatório e Contas da Gerência de 1934-1935 e Parecer do Conselho Fiscal; página 12; 30 de Junho de 1935 |
O problema é que actualmente o próprio Clube corrompe ou deixa corromper a sua história
Pois não há capacidade para procurar nem vontade de honrar os ases que nos honraram o passado, daí terem viciado a história (nunca percebi como em assuntos simples se pode mentir tanto):
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| Almanaque do Benfica; Rui Miguel Tovar; páginas 129 e 130; Editora "Lua de Papel"; 3.ª edição/2.ª edição nesta editora; Maio de 2014; Lisboa |
Assim é fácil provocar enganos e equívocos
Induzindo leitores e "jornalistas" que debitam alarvidades em doses industriais erradas.
Mas mais grave é ser o próprio Clube
Não só a promover mentiras como ter colaboradores que ainda achincalham, ou tentam, pois invertebrados são sempre vermes disformes e arrivistas. Uma história. Um dia (sei quando foi e ainda estão no Benfica alguns empregados que assistiram) quando tentava que o jornal do Clube, «O Benfica» tivesse tudo certinho para não enganar os leitores, o fiel Pedro Guerra, contrário ao que é verdade e rigor, saiu-se com esta (não coloco aspas pois pode não ser reprodução cem por cento fiel ao que foi balbuciado): Agora percebo porque está aqui sem receber. É para impor ao Jornal e ao Clube o que lhe convém! Utiliza o Jornal e o Clube para fazer passar as suas ideias!
Obrigado, Benfica!
Alberto
Miguéns
NOTA: Para dar a informação que há notícias em relação a João Noronha Lopes que mostram um erro (grave) no Relatório do Clube (que saudades dos «Relatórios e Contas» até meados dos Anos 90) pois não validou o que se passou, quando e como, bem como os autos de posse, que como é evidente, são soberanos, sobrepondo-se aos documentos distribuídos aos associados, "enganando-os". Umas vezes com gravidade, outras menos gravosas, mas são sempre incorrecções que ficam para a história. E as datas com rigor, também. Se nada houver de imprevisto, amanhã pela hora habitual terá tratamento igual ao que teve o primeiro, por uma questão de ser equitativo e justo.




















