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A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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25/06/2021

Negócio do Penálti

25/06/2021 + 5 Comentários

A UEFA ACABOU COM A VANTAGEM DE MARCAR GOLOS NO TERRENO DO ADVERSÁRIO.



Este modelo dos "golos fora valerem a dobrar" como ficou popularmente conhecido foi regulamentado para proteger os jogadores e o critério desportivo.

 

Evitava-se a "sorte" do desempate por "moeda ao ar" até 1969/70 e depois por pontapés da marca de grande penalidade

E de mais meia hora de prolongamento com danos físicos. A "moeda ao ar" e depois de 1970/71, "os penáltis" eram após o prolongamento nada decidir. Estamos a falar nos Anos 60. Considerava-se que "marcar mais golos fora" era uma proeza que devia ter compensação desportiva. O primeiro jogo em que foi aplicado o regulamento é este (Knattspyrnufélagið Valur, da Islândia). O segundo foi o Benfica...por quatro dias! Na temporada de 1967/68.

 



Agora com as transmissões televisivas sabe-se que os "míticos penáltis" de desempate têm maiores audiências televisivas

Até os prolongamentos. Dois exemplos: um internacional (clicar) e outro nacional (clicar) mas podia colocar aqui duas dezenas de ligações.

 


Para a UEFA é tudo uma questão de dinheiro

É um grupo de gente pouco recomendável que tem pouco interesse no jogo e muito nos resultados financeiros que os mesmos proporcionam. Uma entidade que se considera acima de tudo e todos com um poder desmesurado (a par da FIFA).

 


Não me admirava nada que até mudem o sistema de marcação por futebolistas em alternância

A-B-A-B-A-B depois A-B-A-B-etc. para A-B-B-A-A depois A-B-B-A-etc. Há estudos que mostram que as probabilidades de quem bate primeiro ou quem bate a saber o êxito ou fracasso do anterior é diferente. Ou talvez não mudem porque assim podem prolongar mais a marcação dos pontapés.



Os clubes têm que se libertar da UEFA/FIFA

Não pode é ser com aquela ideia disparatada de uma Superliga com lugares cativos. Tem de ser uma Superliga gerida pelos clubes mas com várias divisões e entradas através dos coeficientes da UEFA embora com ajustes pois há clubes de países onde a competitividade é grande e torna-se difícil conseguir pontuar em algumas temporadas, como é o caso de Itália, França e Alemanha. Inglaterra, Espanha, Portugal, Rússia, Holanda, etc. são quase sempre os mesmos. Mas isso é outro assunto a abordar um dia destes aqui no blogue. 

 

UEFA: aquela máquina sempre à procura de explorar mais e melhor

 

Alberto Miguéns

  1. Monopólio da mercantilização. Mais uma regressão para o desporto. Ouvem-se os magnatas da TV e desprazam-se os treinadores e jogadores. Mais alguns Eriksens e talvez se venha questionar mais seriamente os atentados à saúde dos jogadores por via dos absurdos longos calendários competitivos.

    Cada vez mais me enoja este "futebol".

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  2. Mais uma machadada no futebol da UEFA, a superliga não interessa a ninguem excepto aos Florentinos, Laportas, e Agnelis desta vida, que têm os clubes endividados atè à medula com as suas megalomanas compras, mas mais tarde ou mais cedo a UEFA vai ceder, irá acontecer o mesmo que no basquetebol.

    O futebol como conheci nos anos 70 e vi pela decada de 80, e parte de 90, nunca mais o voltarei a ver, a partir dai o meu desinteresse foi crescendo até há indiferença de hoje em dia

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  3. Não me tinha lembrado disse, mas já agora imaginem o dinheiro que se faz com apostas desportivas com Jogos com prolongamento e pênaltis... Na minha opinião tens toda a razão. Sou totalmente contra esta decisão. Preferia que voltassem a repetir os jogos que foram decididos com a moeda ao ar, faria mais sentido e talvez conseguíssemos ganhar a taça dos Campeões Europeus

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  4. O facto dos golos fora valerem "a dobrar", que eu saiba, nunca evitou a existência de prolongamentos e de penáltis. Quanto muito terá reduzido a sua quantidade. Sempre pensei que fosse para, de alguma forma, não prejudicar as equipas que se deslocavam de grandes distâncias no tempo em que as viajens eram penosas e cansativas.

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    Respostas
    1. Caro

      La Palice. Claro que não evitava como todos sabemos. Até parece que não havia prolongamentos e desempates. Claro que sempre houve. Visava era reduzir a quantidade de jogos com prolongamento e desempates. Antes até havia "terceiro" jogo em campo neutro. Agora o objectivo é aumentar a quantidade de jogos com prolongamento e desempates. Logo se fará a contabilidade. «Se houvesse ainda a "regra" este jogo não ia a prolongamento ou a desempate.» É o que se vai passar a ouvir e ler. A distância e as viagens longas, nada teve a ver. A regra aplicava-se a qualquer jogo. Por exemplo no SLB - SCB para a Liga Europa (350 quilómetros): com 2-1 na Catedral e 0-1 em Braga, o jogo tinha ido para prolongamento e, quem sabe, desempate a penáltis.

      Medida meramente para aumentar as receitas dos patrocinadores das competições da UEFA.

      Saudações

      Alberto Miguéns

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