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26/10/2015

Quem Tem Medo do Passado?

26/10/2015 + 7 Comentários API
O BENFICA NÃO É! E O FC PORTO?


Como o prometido é devido, eis o texto que disse que ia fazer esta semana a propósito de um oportuno comentário de um leitor deste blogue. NOTA: "um adepto desse clube" é do FC Porto.



A história da eliminatória que não houve, em 1966/67 entre o Benfica e a sua delegação na ilha Terceira é transparente e há muito conhecida
Porque o Benfica cumpriu a solicitação do SC Angrense que preferiu um jogo amigável frente ao "Glorioso" com Eusébio e companhia, que dois jogos na Taça de Portugal frente à categoria Reserva. O que não acontece com a eliminatória de 1963/64 que devia ter sido jogada entre o SC Lusitânia e o FC Porto. Este prometeu que se o clube, também de Angra do Heroísmo (filial do Sporting CP) desistisse da Taça jogaria um particular no campo de jogos de Angra do Heroísmo. Estávamos em 1964. Estamos em 2015. Há 51 anos que a promessa está por cumprir pelo FC Porto! Se fosse só essa que está por cumprir! Pois, pois... 

Era "mais vulgar do que se pensa" os representantes de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné e Açores desistirem ou não conseguirem indicar um representante para disputar a Taça de Portugal. Com a Madeira era diferente. Não falhava!
Livro do Cinquentenário do jornal "Record"; Volume Futebol; Edições ASA; Página 75; 1.ª edição; Dezembro de 1999; Lisboa

NOTA: Vou utilizar digitalizações do Almanaque para exemplificar. Não garanto que todas as informações – futebolistas que jogaram, marcadores de golos e minutos - estejam correctas. Os resultados estão e é isso que interessa para justificar o que vou escrever. É um assunto menor que não justifica gastar tempo e dinheiro na Biblioteca Nacional.

É preciso perceber a lógica da Taça de Portugal nos anos 60
1.     Os clubes açorianos não competiam nos campeonatos nacionais. Eram apurados para a Taça de Portugal quando estava decidido o campeonato dos Açores. O seu representante na Taça de Portugal era o Campeão do Arquipélago;
2.   Os clubes dos Açores, Madeira, Angola, Moçambique, Cabo Verde e Guiné entravam já numa fase avançada da competição;
3.   O Benfica utilizava, em muitas eliminatórias da Taça de Portugal, frente a equipas que se sabia terem muitas debilidades, a categoria Reserva (ver NOTA FINAL.1). Aliás o Benfica tem uma jornada do campeonato nacional da I Divisão (26.ª em 1964/65) em que também utilizou a categoria reserva pois optou por preparar a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus jogando com os principais futebolistas um jogo particular (Ver NOTA FINAL.2).

Quando o sorteio colocou em confronto a delegação de Angra do Heroísmo com o SLB
O SC Angrense é delegação do Sport Lisboa e Benfica. A diferença entre delegação é filial, é que esta é criada de raiz com ligação ao Benfica. A delegação é um clube já existente que decide filiar-se no Benfica. Foi isso que ocorreu com o SC Angrense. Foi fundado como clube “autónomo” decidindo depois ligar-se ao Benfica, por haver afinidade (Benfiquismo) entre os seus associados e o SLB.

Desejo e realidade
O Benfica tinha jogado na temporada de 1959/60 em Angra do Heroísmo para a Taça de Portugal. Nos quartos-de-final, com dupla vitória: 2-0 nos Açores e 10-0 na “Saudosa Luz”. Depois do Benfica sagrar-se Bicampeão Europeu, os açorianos – quer a delegação na ilha Terceira (SC Angrense) quer a delegação na ilha de São Miguel (CD Santa Clara) – ambicionavam ter o Benfica “ao vivo e a cores” junto de si. Tal como na ilha da Madeira e nas colónias africanas. Mesmo em jogos particulares, mas nunca foi possível compatibilizar datas, até porque o Benfica tinha de optar por digressões a países que pagavam (e bem) para ver Benfica e Eusébio jogar. Em 1966/67 chegara o momento. O sorteio foi magnânimo para a ilha Terceira. Poderiam ver jogar o Bicampeão Europeu (1961 e 1962), finalista vencido em 1963 e 1965, ou seja, o melhor plantel de futebol europeu. Quatro finais em cinco épocas! Só que… o Benfica fez saber à sua delegação que não iria apresentar a equipa principal. Não se justificava. Face aos resultados das equipas açorianas na Taça de Portugal levar a equipa de honra aos Açores (jogos em 14 e 21 de Maio), tendo uma proposta financeira bem vantajosa para deslocar-se ao continente americano, entre 10 e 23 de Maio – Peru, Los Angeles (para defrontar o Manchester United FC) e México (selecção do México que preparava o Mundial’70 realizado no…México)! A Reserva chegaria embora uma das mãos tivesse de ser jogada em Lisboa! A delegação que escolhesse se queria jogar primeiro em Angra do Heroísmo ou na “Saudosa Luz”!

Equipas dos Açores na Taça de Portugal
Época
Fase
Campeão Açores
Adversário
1.ª mão
2.ª mão
59/60
1/4
SC Angrense
SL BENFICA
(C) D 0-2
(F) D 0-10
60/61
NP




61/62
1/4
Micaelense FC
Vitória SC (Gui.)
(C) D 1-2
(F) D 1-8
62/63
NP




63/64
1/4
SC Lusitânia
CD Ferroviário LM**
(C) V 3-1
(F) E 2-2
1/2
FC Porto
FC

64/65*
1/8
Micaelense FC
SC Braga
(C) D 1-2
(F) D 0-1
65/66
1/8
SC Angrense
SC Braga
(C) D 2-3
(F) D 0-3
66/67
1/8
SC Angrense
SL BENFICA
Desistência
67/68
1/8
SC Lusitânia
CS Marítimo
(F) D 0-3
(C) E 1-1
68/69
1/8
SC Lusitânia
CF “Os Belenenses”
(F) D 0-5
(C) D 0-4
69/70
1/8
SC Lusitânia
Vitória SC (Gui.)
(F) D 0-11
(C) D 0-9
70/71
1/8
SC Praiense
Vitória SC (Setúbal)
(C) D 0-11
71/72
1/16
SC Praiense
SC Beira-Mar
(F) D 0-8
72/73
1/16
SC Praiense
União CI Tomar
(F) D 1-6
73/74
1/16
SC Lusitânia
FC Porto
(F) D 0-8
74/75
1/16
SC Lusitânia
Atlético CP
(C) D 0-1
NOTA: Apesar do sorteio indicar casa/fora, em várias temporadas os dois jogos realizavam-se nos Açores, para evitar custos acrescidos em deslocações e estadias;
* Até 1964/65 (mesmo quando a competição ainda se designava campeonato de Portugal) o campeão dos Açores e da Madeira realizavam uma final (podia ser a duas mãos) para apurar o "Representante Insular";
NP - Não participaram pelo facto de serem eliminados pelo campeão da Madeira;
** Representante de Moçambique

Os dirigentes do SC Angrense
Viram frustrado o seu desejo de ver o “Glorioso” com Eusébio e companhia a jogar no seu estádio, para gáudio dos Benfiquistas terceirenses. Tentaram que o Benfica levasse a equipa principal mas perceberam que o dinheiro era (ainda é!) importante. Como Benfiquistas até eles preferiam que o Benfica continuasse a ter possibilidades financeiras para continuar a manter o plantel a nível elevado. Só que, sabendo que seriam eliminados pela Reserva, decidiram desistir da competição, evitando onerar com a despesa de deslocação a Lisboa as fracas finanças. Os clubes dos Açores e da Madeira jogavam com futebolistas locais. Jogavam entre eles. Estavam, por isso, muito limitados quer competitivamente, quer a nível financeiro. O Benfica compreendeu, sabia que se frustrava o desejo de ver Eusébio a jogar na ilha Terceira e prometeu que o último jogo da temporada seria nos Açores. E cumpriu. É esta a diferença (entre muitas outras…) que fazem do Benfica e do FC Porto clubes completamente diferentes. Prefiro o Benfica. Também em comportamento e lisura. Nunca gostaria de ver o SL Benfica transformado num FC Lisboa! Mesmo que me dissessem que passava a ganhar mais...

O Benfica na 1.ª eliminatória já tinha jogado com a Reserva
Em 3 de Novembro de 1966, na 2.ª mão, o “Glorioso” já tinha defrontado a AD Ovarense com a categoria Reserva. Em toda a história da Taça de Portugal isso foi feito, nos anos 60 e 70, uma dúzia de vezes. Dizia-se que se a Reserva do Benfica jogasse no campeonato nacional da I Divisão ficaria em 3.º lugar depois do Benfica e do Sporting CP!

A temporada em 1966/67 até terminou “cedo de mais”…
Pois o Benfica foi eliminado pela equipa da Associação Académica nos quartos-de-final da Taça de Portugal. Em 21 de Junho de 1967 o “Glorioso” deslocou-se, como tinha prometido, a Angra do Heroísmo. Em vez de presenciarem um jogo com uma equipa de Reserva semelhante a esta:

Almanaque do Benfica; Página 333; 3.ª edição; Lua de Papel; Maio de 2014; Lisboa


E era uma grande equipa, com capacidade para golear o SC Angrense, pelo menos na "Saudosa Catedral". No final da temporada, o Benfica apresentou-se, tal como tinha prometido, com:

Data
21.Junho.1967
Adversário
SC Angrense
Competição
Particular
Estádio
Campo de Jogos
Cidade
Angra do Heroísm0
País
Portugal
Situação
Fora
Treinador
Fernando Riera
Resultado
V 6-1
Guarda-redes
Nascimento (subs. 45’)
Defesa-direito
Cavém (subs. 45’)
Defesa-central-direito
Raul
Defesa-central-esquerdo
Jacinto (subs. 25’)
Defesa-esquerdo
Cruz
Médio-direito
Jaime Graça (subs. 45’)
Médio-centro*
Eusébio (1 golo)
Médio-esquerdo
Jorge Calado (1 golo)
Extremo-direito
José Augusto (2 golos)
Avançado-centro
Iaúca (subs. 45’)
Extremo-esquerdo
Simões
Suplentes utilizados
Jacinto
(aos 25’): Germano
Nascimento
(aos 45’): Costa Pereira
Cavém
(aos 45’): Severino
Jaime Graça
(aos 45’): Ferreira Pinto
Iaúca
(aos 45’): Nélson (2 golos)
* Com Eusébio era possível jogar com dois médios e quatro avançados. Principalmente se Coluna jogasse no meio-campo. Neste caso o adversário sendo débil também permitia o mesmo, com Coluna ausente por lesão desde 19 de Março de 1967

NOTA FINAL/01
Por exemplo, o Benfica jogou com a categoria Reserva em 1961/62, na 1.ª e na 2.ª mão, dos quartos-de-final da Taça de Portugal enquanto os Bicampeões Europeus andavam em digressão pelo Mediterrâneo Oriental: Egipto, Chipre e Turquia. Eis dois desses jogos “quase” no mesmo dia:

Data
8.Junho.1962
10.Junho.1962
Adversário
Fenerbahçe SK
CD Ferroviário Beira
Competição
Particular
Taça de Portugal
Fase
-
Quartos-de-final/2.ª mão
Estádio
Mithat Pisá*
Tapadinha
Cidade
Istambul
Lisboa
País
Turquia
Portugal
Situação
Fora
Fora
Treinador
Béla Guttmann
Fernando Caiado
Resultado
V 3-1
V 7-1
Guarda-redes
Costa Pereira
Ramalho
Defesa-direito
Mário João
Sidónio
Defesa-central
Germano
Nogueira
Defesa-esquerdo
Ângelo
Neto
Médio-direito
Cavém
Pinto
Médio-esquerdo
Cruz
Espírito Santo
Extremo-direito
José Augusto
Nartanga (1 golo)
Interior-direito
Eusébio (1 golo)
Jorge Calado (1 golo)
Avançado-centro
José Águas (1 golo)
José Torres (2 golos)
Interior-esquerdo
Coluna (1 golo)
Mendes (2 golos)
Extremo-esquerdo
Simões
Angeja (1 golo)
NOTA: * Actual Sukru Saracoglu

NOTA FINAL/02
O Benfica utilizou a categoria Reserva para a deslocação a Guimarães na última jornada do campeonato nacional, em 1964/65, enquanto a equipa principal preparava m Amesterdão (e recebendo 25 mil dólares segundo se escreveu na Imprensa da época) a final da Taça dos Clubes Campeões Europeus:

Data
9.Maio.1965/ 16 h.
9.Maio.1965/ 16.30 h.
Adversário
Vitória SC (Guim.)
AFC Ajax
Competição
Camp.º Nac. I Divisão
Particular
Fase
26.ª Jornada
-
Estádio
Municipal
Olímpico
Cidade
Guimarães
Amesterdão
País
Portugal
Holanda
Situação
Fora
Fora
Treinador
Fernando Caiado
Elek Schwartz
Resultado
V 2-1
D 1-2
Guarda-redes
Benje (subs. Aos 45’)
Costa Pereira
Defesa-direito
Domingos Fernandes
Cavém
Defesa-central-direito
Humberto Fernandes
Germano
Defesa-central-esquerdo
Luciano
Raul
Defesa-esquerdo
Ângelo
Cruz
Médio-direito
Neto
Péridis (subs. aos 45’)
Médio-centro
Pedras
Eusébio *
Médio-esquerdo
Malta da Silva
Coluna
Extremo-direito
Iaúca (2 golos)
José Augusto (1 golo)
Avançado-centro
Guerreiro
José Torres
Extremo-esquerdo
Serafim
Simões

Suplentes utilizados
(aos 45’): Melo
(aos 45’): Jorge Calado
NOTA: O Benfica jogava em 4.3.3 (a verdadeira, não a actual que é 4.5.1, ainda que escrevem e digam que é 4.3.3). Depois Jimmy Hagan no início dos anos 70 reinventou o 4.3.3 do Benfica da segunda metade da década de 60, ao fazer com que os defesas-laterais (Adolfo, Malta da Silva ou Artur Correia) fizessem toda a ala esquerda e direita.
* Com Eusébio e Coluna, o Benfica jogava muitas vezes em 4.2.4, pois Coluna e Eusébio (em boa forma física) permitiam aos treinadores colocar Eusébio como 4.º avançado, jogando atrás do avançado-centro, preenchendo o meio-campo a defender e aumentando a capacidade de ataque.

O Benfica decide o que é melhor! Mas o Benfica cumpre!

Alberto Miguéns

PLANO PARA AS EDIÇÕES DURANTE  OUTUBRO/ NOVEMBRO
(provisório como é evidente)
De 28 de Outubro a 24 de Novembro de 2015 (Sempre pela meia-noite)
Quarta-feira (de 27 para 28): Estupidez Made in Zerozero;
Quinta-feira (de 28 para 29): Sondagens;
Sexta-feira (de 29 para 30): Estreia frente ao CD Tondela;
Sábado (de 30 para 31): Primeira “posta” SLB!
Domingo (de 31 para 1): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Segunda-feira (de 1 para 2): 130.º aniversário de Cosme Damião;
Terça-feira (de 2 para 3): O Benfica e os clubes turcos em Lisboa;
Quarta-feira (de 3 para 4): O Benfica depois da 4.ª jornada na Liga dos Campeões;
Quinta-feira (de 4 para 5): O Lar dos Jogadores;
Sexta-feira (de 5 para 6): Os treinos com Otto Glória;
Sábado (de 6 para 7): O Campo Grande como nunca o viu;
Domingo (de 7 para 8): O Benfica e o Boavista FC;
Segunda-feira (de 8 para 9): O “Glorioso” depois da Décima!;
Terça-feira (de 9 para 10): Os treinos com Béla Guttmann;
Quarta-feira (de 10 para 11): Toni dixit;
Quinta-feira (de 11 para 12): Álvaro dixit;
Sexta-feira (de 12 para 13): O Oriental/COL foi mesmo o primeiro!;
Sábado (de 13 para 14): O mais belo 138;
Domingo (de 14 para 15): Anatomia de uma descoberta;
Segunda-feira (de 15 para 16): Museu do FC Porto (parte I);
Terça-feira (de 16 para 17): Museu do FC Porto (parte II); 
Quarta-feira (de 17 para 18): Museu do FC Porto (parte III);
Quinta-feira (de 18 para 19): Museu do FC Porto (parte IV); 
Sexta-feira (de 19 para 20): Museu do FC Porto (parte V); 
Sábado (de 20 para 21): Museu do FC Porto (parte VI)
Quinta-feira (de 28 para 29): Estreia frente ao CD Tondela;
Sexta-feira (de 29 para 30): E depois da Nona?;
Sábado (de 30 para 31): Primeira “posta” SLB!
Domingo (de 31 para 1): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Segunda-feira (de 1 para 2): 130.º aniversário de Cosme Damião;
Terça-feira (de 2 para 3): O Benfica e os clubes turcos em Lisboa;
Quarta-feira (de 3 para 4): O Benfica depois da 4.ª jornada na Liga dos Campeões;
Quinta-feira (de 4 para 5): O Lar dos Jogadores;
Sexta-feira (de 5 para 6): Os treinos com Otto Glória;
Sábado (de 6 para 7): O Campo Grande como nunca o viu;
Domingo (de 7 para 8): O Benfica e o Boavista FC;
Segunda-feira (de 8 para 9): O “Glorioso” depois da Décima!;
Terça-feira (de 9 para 10): Os treinos com Béla Guttmann;
Quarta-feira (de 10 para 11): Toni dixit;
Quinta-feira (de 11 para 12): Álvaro dixit;
Sexta-feira (de 12 para 13): O Oriental/COL foi mesmo o primeiro!;
Sábado (de 13 para 14): O mais belo 138;
Domingo (de 14 para 15): Anatomia de uma descoberta;
Segunda-feira (de 15 para 16): Museu do FC Porto (parte I);
Terça-feira (de 16 para 17): Museu do FC Porto (parte II); 
Quarta-feira (de 17 para 18): Museu do FC Porto (parte III);
Quinta-feira (de 18 para 19): Museu do FC Porto (parte IV); 
Sexta-feira (de 19 para 20): Museu do FC Porto (parte V); 
Sábado (de 20 para 21): Museu do FC Porto (parte VI);
Terça-feira (de 22 para 23):  Cuidado com eles;
Quarta-feira (de 23 para 24): Mentiras Oficiais Made in SLB
7 comentários
comentários
  1. Tudo explicado. Tudo claro. Belo pedaço de História Benfiquista. Obrigado.

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  2. ....SR DR ALBERTO.......como sempre....GENIAL.......com DOCUMENTOS COMPROVATIVOS......permita-me SR DR que lance aqui uma ideia aos portistas(são muitos os que aqui diariamente visitam a SUA página).....portistas :QUEREM SABER A VERDADEIRA HISTÓRIA DO VOSSO CLUBE?????QUEREM SABER ESTÓRIAS DO VOSSO CLUBE?...COM DOCUMENTOS COMPROVATIVOS?.....OS BENFIQUISTAS TÊM O PRAZER DE VOS "EMPRESTAR" O NOSSO GLORIOSO HISTORIADOR DR ALBERTO DA GRAÇA LOPES MIGUÉNS......abraço

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  3. Em primeiro lugar, muitos parabéns por mais este excerto de história gloriosa... e pelo magnífico e laborioso blogue que patenteia...

    Sou um benfiquista com 31 anos, de 4ª geração na minha família, e um leitor assíduo de "Em Defesa do Benfica" há alguns anos, contudo, por imperativos de trabalho e falta de tempo livre, nunca produzi nenhum comentário; ainda assim, espere fazê-lo mais amiúde e oportunamente...
    Citando o Dr. Alberto, "Quem tem medo do passado?", coloco apenas uma achega a esta matéria: os lagartos e os tripeiros falsa e continuamente alegam que o Benfica era e é o clube do regime, transmitindo confabulações e invenções dignas da mais virtuosa ficção científica; talvez importasse acrescentar mais um argumento (entre tantos outros já publicados e sobejamente conhecidos pelos que honestamente se interessam pela evolução do desporto em Portugal - neste conjunto, pelo que parece, inscrevem-se unicamente os benfiquistas), que seria mencionar as filiações clubísticas dos presidentes da FPF, enfatizando os do período do Estado Novo (julgo que só Justino Pinheiro Machado e Martins Canaverde eram benfiquistas, e possivelmente o casapiano Cruz Filipe tivesse uma preferência..., mas não tenho conhecimentos para garantir)...

    Grato pela partilha.
    Saudações benfiquistas, provindas das Terras de Besteiros...

    PS: Aprecio bastante as respostas dadas aos pseudo-intelectuais de outros clubes, que por vezes surgem como "lobos em pele de cordeiro"...

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  4. Obrigada Miguens por mais uma excelente aula de história acerca do nosso Glorioso. De facto é um prazer enorme ler o que tão bem escreve.
    Bem haja por tudo.
    Benfica sempre!

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    Respostas
    1. Marley,

      Que bom ler o seu comentário.

      Agradeço do coração.

      Tudo de bom para si e para os seus.

      Obrigado.

      Benfica sempre! Sempre com o Benfica!

      Alberto Miguéns

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  5. Está certinha e direitinha a Cátedra. Só não entendem os que têm neurónios desequilibrados.
    Mas para os que não perceberam, principalmente para os adeptos de clubes que não cumprem as promessas, o Miguens não se importa de lhes fazer um desenho. É só pedir!!!

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  6. Enorme Alberto.

    Mais uma vez muito obrigado pelo esforço em repor a verdade e na defesa do Benfica.

    Eles bem podem inventar o que quiserem, mas os factos estão bem documentados.

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