A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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22/08/2015

A Aveiro Vermelha

22/08/2015 + 8 Comentários
O BENFICA COSTUMA SER FELIZ NA VENEZA DO VOUGA. QUE DE VENEZA TEM MUITO POUCO!


O Benfica tem em Aveiro jogos memoráveis desde a estreia (no inexistente campo de São Domingos frente ao…Clube dos Galitos), os 9-0 ao SC Beira-Mar, no estádio Mário Duarte (recorde em jogos “fora” para o campeonato nacional) até ao último jogo (conquista da Supertaça Cândido de Oliveira). Muita história em Aveiro. E da “boa”. Gloriosa História!


Municipal depois do estádio Mário Duarte
Quando se pensava que o estádio Municipal de Aveiro estava “morto” devido ao afundar do clube mais representativo do futebol aveirense, o SC Beira-Mar, eis que emergem dois clubes do interior-centro de Portugal que vão ressuscitar o “elefante branco” contruído para o Euro’2004 nos arredores longínquos do centro da cidade que abraça o rio Vouga. Clubes a Norte (FC Arouca) e a Sul (CD Tondela).

Regularidade dos jogos em Aveiro depende do SC Beira-Mar
Os jogos do “Glorioso” em Aveiro são, geralmente, frente ao SC Beira-Mar (31 jogos). Em 36 presenças as excepções são cinco: FC Porto (duas vezes), Clube dos Galitos, FC Arouca e Rio Ave FC. Mas a estreia em Aveiro não foi frente ao clube mais representativo da cidade (e região), o SC Beira-Mar, mas frente ao clube mais antigo – na actualidade - da cidade, o Clube dos Galitos.


Os dois primeiros locais onde se "futebolou" em Aveiro no início do século XX. No centro, em pleno Rossio, e no campo de São Domingos onde se estreou o "Glorioso" na cidade de Aveiro. Segundo me contaram o piso do Rossio era melhor, mas não permitia assistências elevadas por estar limitado (a norte e oeste) por duas fiadas de casas de habitação. Em São Domingos não faltava espaço. Para acomodar multidões. E não faltou Benfica! 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10! Golos à dezena!
JOGOS DO “GLORIOSO” EM AVEIRO

Época
Campo
Res.
Adversário
Competição
34/35
S. Domingos
V 10-1
Club Galitos
Particular
47/48
Mário Duarte
V 4-2
SC Beira-Mar
Particular
Mário Duarte
D 2-4
FC Porto
Particular
54/55
Mário Duarte
V 8-1
SC Beira-Mar
Particular
55/56
Mário Duarte
V 7-0
SC Beira-Mar
Particular
61/62
Mário Duarte
V 3-2
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (12)
65/66
Mário Duarte
E 1-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (07)
66/67
Mário Duarte
V 9-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (26)
71/72
Mário Duarte
V 3-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (19)
72/73
Mário Duarte
V 2-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (18)
73/74
Mário Duarte
E 1-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (25)
75/76
Mário Duarte
V 2-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (20)
76/77
Mário Duarte
E 2-2
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (12)
78/79
Mário Duarte
E 0-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (29)
79/80
Mário Duarte
V 3-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (04)
88/89
Mário Duarte
V 1-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (31)
89/90
Mário Duarte
V 2-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (20)
90/91
Mário Duarte
V 1-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (19)
91/92
Mário Duarte
D 1-2
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (31)
92/93
Mário Duarte
D 0-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (31)
93/94
Mário Duarte
E 1-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (03)
94/95
Mário Duarte
V 2-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (18)
98/99
Mário Duarte
E 1-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (20)
00/01
Mário Duarte
V 3-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (19)
01/02
Mário Duarte
E 3-3
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (04)
Mário Duarte
V 2-0
SC Beira-Mar
Particular
02/03
Mário Duarte
V 2-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (02)
03/04
Municipal
V 1-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (27)
04/05
Municipal
V 3-2
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (01)
06/07
Municipal
E 2-2
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (24)
10/11
Municipal
D 0-2
FC Porto
Supertaça
Municipal
V 3-1
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (12)
11/12
Municipal
V 1-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (08)
12/13
Municipal
V 1-0
SC Beira-Mar
Camp. Nacional (21)
13/14
Municipal
V 2-0
FC Arouca
Camp. Nacional (27)
14/15
Municipal
E 0-0
Rio Ave FC
Supertaça (V 3-2gp)
15/16
Municipal
?
FC Arouca
Camp. Nacional (02)

NOTA: O texto seguinte baseia-se em apontamentos obtidos junto de alguns dos mais idosos futebolistas e associados dos clubes de Aveiro (Clube dos Galitos, Cube Mário Duarte e SC Beira-Mar), em Janeiro de 1999, quando estive dois dias na cidade para recolher informação para publicar no “Glorioso” – um jornal/programa de jogos – vendido no Estádio da Luz, aquando das jornadas caseiras para o campeonato nacional.


Do Galitos ao campo Mário Duarte
Os adeptos de futebol aveirense há muito (pelo menos desde a segunda metade dos anos 20 do século XX) que desejavam o Benfica na cidade. Em 13 de Maio de 1935, entre a última jornada do I campeonato da I Liga (actual campeonato nacional) e a primeira eliminatória do XIV campeonato de Portugal (actual Taça de Portugal) foi possível satisfazer os pedidos. E coube ao “Benfica de Aveiro” (por equiparem de vermelho-e-branco À Benfica), o Clube dos Galitos jogar frente ao Benfica num dos dois espaços utilizados para o efeito na cidade, o campo de S. Domingos. A força do futebol do distrito estava fora da cidade: SC Espinho, AD Ovarense, AD Sanjoanense ou UD Oliveirense. Por isso o jogo foi de goleada (10-1) apesar do 3-1 ao intervalo, com o capitão Vítor Silva a marcar quatro golos.


O Clube dos Galitos tem outra particularidade com o Benfica. Foi fundado em 1904, um mês antes do “Glorioso”, em 24 de Janeiro! E tem fundação curiosa que explica o nome. No início de 1904 consta que um grupo de associados de uma colectividade aveirense, a SRA (Sociedade Recreio Artístico) fundada ainda no século XIX decidiu organizar uma equipa de ciclistas para competir numa prova que estava a ser organizada com "pompa e circunstância”. Alguns associados mais jovens, fervorosos adeptos da velocipedia, sentiram-se marginalizados e questionaram porque estavam excluídos sabendo-se que conseguiam melhores resultados que alguns dos escolhidos. Do alto do seu Poder, o capitão dos ciclistas da SRA, sentenciou. “Onde há galos com fama não cabem galitos!” Foi o rastilho. De imediato, os jovens despeitados reuniram-se, formaram um clube a que deram o nome que tinha servido de insulto: Galitos. Clube dos Galitos! Inscreveram-se na prova ciclista, e claro, fizeram melhor figura que os “Galos”. Galitos, 1 – Galos, 0. 
O “Glorioso” só regressaria a Aveiro – aqueles “ovos moles” mereciam mais – treze anos depois (1947/48). Para jogar no “novo” campo Mário Duarte!


De Mário Duarte a Mário Duarte (Não! Não é engano!)
O regresso a Aveiro, treze anos depois, jogando a estreia com o SC Beira-Mar e no campo Mário Duarte fez-se numa segunda-feira depois de, no dia anterior, o Benfica ter defrontado o FC Porto, no campo da Constituição, para o campeonato nacional (V 3-0). De regresso a Lisboa, uma paragem em Aveiro para dia de regresso à cidade e dupla “estreia”: adversário e campo. Neste caso talvez seja boa ideia destrinçar Mário Duarte (pai) de Mário Duarte (filho), até porque já li e ouvi muita confusão transformando-os numa pessoa, sendo duas, ainda que pai e filho. Comecemos pelo pai.

Mário Ferreira Duarte nasceu em Anadia (1869) passando a residir em Aveiro, após o casamento com uma baronesa local, aos 23 anos (1892). Tornou-se um “sportsman” praticante ecléctico que era conhecido por dominar vários desportos e conviver com a nobreza de Lisboa. Vencedor de provas em ciclismo, tiro, natação, hipismo, esgrima, ténis, remo e vela, também foi cavaleiro tauromáquico, jogou golfe e…futebol. Capitaneou uma “célebre” equipa de Aveiro” do Ginásio Aveirense, fundado em 1893, que defrontou na cidade do Porto, no Campo Alegre, a poderosa equipa de futebol do Real Velo Clube, em 1897. Aliás, tudo indica que é a tentativa da criação de uma secção de futebol no RVC com nome autónomo - “Football Club do Porto” - em 1893 que permitiu dar a “golpada” de Pinto da Costa na fundação do FCP (de 2 de Agosto de 1906 para 28 de Setembro de 1893). No século XX, Mário Duarte (pai) foi convidado a chefiar, como dirigente, em 1913 (aos 44 anos) a delegação de futebol de Lisboa (AFL) que se deslocou ao Brasil e foi o principal impulsionador da fundação da Associação de Futebol de Aveiro (em 22 de Setembro de 1924). Patrocinou um clube local, com o seu nome, no sentido de promover o futebol entre a sociedade aveirense, face a outras localidades como Espinho, Ovar, Ílhavo, São João da Madeira ou Oliveira de Azeméis, por exemplo. Faleceu em Aveiro (9 de Dezembro de 1939) aos 70 anos. Quando foi construído um campo de futebol na cidade de modo permanente (e não improvisado) foi-lhe dado o nome de Mário Duarte. Do pai e não do filho.


Mário de Faria e Melo Duarte nasceu em Aveiro (25 de Dezembro de 1900) tinha Mário Duarte (pai) 31 anos. Iniciou-se cedo no desporto, certamente tendo como exemplo o pai, também era ecléctico, mas seria o futebol a seduzi-lo. Primeiro no Clube dos Galitos, como guarda-redes, lugar que manteria durante toda a carreira. Quando foi estudar para Lisboa ingressou no Sporting CP e depois rumou ao CF “Os Belenenses”, sendo um dos fundadores, em 23 de Setembro de 1919. Tinha 18 anos. Não teve carreira longa no futebol pois colidiu com a itinerância da sua profissão – diplomata, de cônsul a embaixador. Aposentou-se no início dos anos 60. Depois de embaixador no México passou a residir em Lisboa. Faleceu em Lisboa, a 24 de Maio de 1982, aos 81 anos.

Ainda em 1947/48
O terceiro jogo foi na ressaca da perda, mais que provável a duas jornadas do final, do campeonato nacional de 1947/48 (o do “célebre” pirolito”) que o Benfica voltou a Aveiro. Os responsáveis do Clube decidiram ir mais cedo para a cidade do Porto (jornada frente ao Boavista FC a 16 de Maio) jogando a…13 de Maio (treze anos “certos” depois) em Aveiro frente ao FC Porto. Após o jogo no Bessa (V 1-0, golo de Rogério) no dia seguinte o Benfica em vez de vir para Sul foi para Norte, defrontando, nessa segunda-feira (17 de Maio), o SC Vianense. Os adeptos pediam. O Benfica acedia!

No final do século XX até a Águia incomodou os cagaréus. Sumiu-se do emblema do popular SC Beira-Mar.

O Benfica em Aveiro para recolher fundos para acudir às 17 vítimas do naufrágio da traineira “Graça de Deus”
Depois desses três jogos seguiram-se mais dois nos anos 50, o último em 19 de Setembro de 1955 para obter receitas para acudir às vítimas (viúvas e órfãos) do naufrágio, na barra de Aveiro, de uma traineira (barco de pesca) de Peniche. Só as mais de cinquenta acções do Clube (em 112 anos) – desde desportivas em várias modalidades a outras de carácter associativo – de solidariedade dão um Capítulo Dourado (mas debruado a preto) na Gloriosa História!


Recordes e curiosidades em Aveiro
Já vai longo o texto de hoje. Muito haveria a dizer de tantos jogos (27) em Aveiro frente ao SC Beira-Mar para o campeonato nacional. Duas notas (nas 27 presenças do clube na principal competição do futebol português): Está em Aveiro o recorde do melhor resultado do Benfica, “fora”, no campeonato nacional, em 7 de Maio de 1967, com um 9-0 sem mácula, com Eusébio a fazer um “hat-trick” (três golos num jogo). Dez anos depois outra proeza, embora “indirecta”. Em 1976/77, num campeonato com 30 jornadas o “Glorioso” Bicampeão Nacional chegou a Aveiro, à 12.ª jornada, com cinco pontos de desvantagem para o Sporting CP. Com o empate a dois golos, saiu de lá com seis! A faltarem 18 jogos (36 pontos pois a vitória correspondia a dois pontos). Nunca se virou a cara à luta. No final o Benfica foi Tricampeão com…nove pontos de vantagem. Nove! Entre Aveiro e a 30.ª jornada o Benfica conquistou 15 pontos (em 18 jogos) ao Sporting CP. Regressando ao empate frente ao SC Beira-Mar esse encontro que representou “bater no fundo para vir à superfície e depois olhar para baixo” foi disputado em 5 de Janeiro de 1977. Num jogo que contou com Eusébio do…outro lado. Do lado do adversário.



Eusébio
Ao contrário do que há uns anos se disse, Eusébio deu tudo o que podia (e já podia muito pouco) frente ao Benfica. Foi dele o remate da tarde (e a defesa do jogo feita por José Henrique) e enquanto esteve em campo tudo tentou para marcar e vencer. Ou não fosse Eusébio que tinha a vitória sempre na “ponta das chuteiras”. Nem Eusébio queria evitar marcar golos ao Benfica, nem o treinador do SC Beira-Mar (Manuel Oliveira) o permitiria. Eusébio dentro de campo foi sempre um profissional ímpar. Podem existir futebolistas profissionais como ele, mas nenhum lhe pode ser superior. Em Portugal ou no resto do Mundo. No Benfica, na selecção nacional, no SC Beira-Mar ou em qualquer outro clube que o tenha contratado como profissional. Todas as crónicas que li desse jogo – uma dúzia – indicam isso mesmo. Eusébio jogou…à Eusébio. O que tinha era múltiplas operações aos dois joelhos e fez…35 anos, vinte dias depois (25 de Janeiro). E ainda havia – veja-se a crónica no Diário de Lisboa – quem dissesse que tinha lugar no Benfica! Nem um jogo completo conseguia fazer no SC Beira-Mar! Nesta jornada saiu aos 76 minutos muito debilitado fisicamente.  


O Benfica é “Glorioso” em Aveiro
Tirando um “período azul-escuro” no início dos anos 90 e a Supertaça perdida em 2010/11, o Benfica regista óptimos resultados em Aveiro. Além de goleadas há um troféu conquistado, a Supertaça, frente ao Rio Ave FC, há pouco mais de um ano, em 10 de Agosto de 2014. No total: 23 vitórias em 36 jogos (mais nove empates e quatro derrotas) com 89 golos marcados e 33 tentos sofridos. Em percentagem, 64 por cento de vitórias e 2,5 golos por jogo, em média. No Municipal, desde 2010/11, o Benfica regista um parcial de quatro vitórias consecutivas (uma no desempate por pontapés da marca de grande penalidade) e 4-0 em golos. Carrega Benfica!

Nunca mais é amanhã

Alberto Miguéns

PLANO PARA AS EDIÇÕES DURANTE  AGOSTO
(provisório como é evidente)
De 23 a 31 de Agosto de 2015 (Sempre pela meia-noite)
Domingo (de 22 para 23): O "Glorioso" frente ao FC Arouca;
Segunda-feira (de 23 para 24): E depois da Segunda?;
Terça-feira (de 24 para 25): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Quarta-feira (de 25 para 26): Uma modalidade por semana: Ténis de Mesa;
Quinta-feira (de 26 para 27): O Mais Belo e Inigualável 138;
Sexta-feira (de 27 para 28): O “Glorioso” na 3.ª jornada;
Sábado (de 28 para 29): O "Glorioso" frente ao Moreirense FC;
Domingo (de 29 para 30): E depois da Terceira?;
Segunda-feira (de 30 para 31): Mentiras Oficiais Made in SLB;
Terça-feira (de 31 para 1): Uma modalidade por semana: Pólo Aquático
8 comentários
comentários
  1. Grande trabalho, como sempre!
    Uma pequena "afinação", o ano de falecimento de Mário Duarte (filho).
    Viva o Benfica!

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    Respostas
    1. Caro,

      Lawrence (da Arábia) ou da Ibéria?

      Obrigado.

      Já está!

      Vivó Benfica!

      Alberto Miguéns

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    2. "Lawrence" porque à data da "invenção" do nick, estava lá, na Arábia "Maldita"!
      Agora, pela situação geográfica, não fosse a trabalhêra, mudava para "Kamba"!

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  2. Bom dia Alberto.

    Mais uma vez obrigado pelo pedaço de história.

    Uma pergunta: Na foto da equipa do Beira Mar, o segundo jogador em é (a contar da direita) é o Manuel José certo?

    Uma correcção: A data do falecimento de Mário de Faria e Melo Duarte está como "Faleceu em Lisboa, a 24 de Maio de 1892", quando penso que deverá ser 1992.

    Saudações Gloriosas

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    1. Caro,

      Obrigado. É 1982. Dislexia aqui do "velhote". Os anos não perdoam. e os neurónios ainda menos!

      Shameless

      Gloriosas Saudações Benfiquistas

      Alberto Miguéns

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    2. Deve ser!

      Manuel José nesse encontro jogou a médio-centro. Saiu aos 60 minutos.

      Havia mais um ex-Benfica: Abel (penso que é o primeiro dos sentados a contar da esquerda) ao lado de Sousa (que depois foi para o FCP)!

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  3. Mais um belo pedaço de história!!!
    Desta vez é do Beira-Mar e Galitos, mas podia ser Carcavelinhos, Cuf, Lusitano de Évora, Caldas, Mogadouro, Vinhais e muitas mais Associações Recreativas e Desportivas por este País fora e não só.

    Este cantinho tem leitores de alto calibre a quem nada escapa, nem a uma dislexia do autor, o que é bom, porque torna o Miguéns mais cuidadoso e a usar a lupa mais afinada que tem lá por casa.
    Venham mais nacos destes, ok?
    PS
    Daqui a pouco vou de Castelo de Vide a Viseu, mas prometo passar por Montalvão e deixar por lá um abraço, a uma terra que tão Ilustre filho deu.

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    1. Caro Viriato

      E ainda está de pé a casa onde nasci. Lá num quarto escuro onde devem ter pousado águias pesqueiras do rio Sever. Na rua das Almas. Segunda casa, do lado esquerdo, quando se desce. Bons tempos. Em que os neurónios cresciam em vez de fundirem!

      AM

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