E os Adeptos? | Em Defesa do Benfica -->
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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30/01/2021

E os Adeptos?

30/01/2021 + 5 Comentários

NUNCA SÃO TIDOS NEM ACHADOS.



Quando muito lamenta-se a ausência deles nos estádios. Mas até a pandemia mostrou que são secundários.

Mas são os adeptos do Futebol (só para escrever acerca dele)

Que permitiram a evolução, a todos os níveis, da modalidade desde que foi criada (jogar entre duas balizas distanciadas 120 jardas - 109,728 metros - só utilizando os pés) em 26 de Outubro de 1863. 

 

São os adeptos (a maioria pobre): à chuva, neve, calor, vento, longe ou caro

Que pagam quotas, bilhetes, bugigangas, tralhas, publicidade, imprensa, audiências de televisão para que daqui se obtenha dinheiro para que uma constelação de milionários - jogadores, treinadores, dirigentes, empresários, mais uns quantos que gravitam à volta desta constelação de estrelas -  exista! 

 

Depois ouvem-se agradecimentos ou dedicar vitórias

A quem faz parte dessa constelação e aos que gravitam ou pelos que gravitam como se não tivessem obrigação de jogar e vencer pois é daquilo que vivem e bem. Dediquem é as vitórias aos adeptos. Os adeptos que tudo dão (sem esperarem nada receber materialmente a não ser ficarem felizes) e só exigem que seja respeitada a sua dedicação.


Até amanhã, Benfica!

 

Alberto Miguéns

  1. O maior mal infligido ao nosso Clube por esta pandemia foi a ausência de público. Isto para todos os Benfiquistas. Para a Direcção talvez não. A ausência da sua paixão e logo da comunhão ou crítica para com a equipa, consoante o que esta última merece. Essa ausência está a reduzir a nossa equipa a uma vulgaridade competitiva, alheia à grandeza do Clube, à exigência.

    O meu pai era o maior crítico das nossas equipas, mesmo que tivesse visto as grandes equipas das décadas de 60 e 70. Criticava com frequência, poucas vezes se dava por satisfeito, mas quando o estava, o seu Benfiquismo assumia uma expressão expansiva como em poucas outras coisas da vida eu lhe via. Com ele aprendi a difícil capacidade de Ser Benfiquista. Porque amar o Benfica é também é ser critico e auto-crítico para com os atletas e dirigentes. Em cada momento e não apenas no final dos campeonatos. Falta Benfiquismo nas bancadas da Luz. Falta Benfiquismo nos relvados.

    Saudades da Luz.

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    1. Cloar que isso é ser Benfica, mas só que é ser Benfica não deste século, mas do seculo passado, eu sou um desses benfiquistas

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  2. Tem muita razão caro Alberto!

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  3. Pode ser que o virus traga as pessoas à razão, jogadores, empresarios, treinadores, dirigentes e coloque um fim na vergonha que é o dinheiro que circula no futebol vencimentos pornograficos, por alguma razão nunca dei bola para jogadores de futebol não para aquilo que nele gravita, a melhor coisa do futebol é a bola. Nunca fui em futebois e vi muito jogo desde 1973, nos ultimos 6 anos já nada, mas o afastamento começou pelos anos de 95, 96, a mim na minha vida a falta que o futebol faz é zero, camisolas de jogadores é zero, seguir páginas deles seja do que for é zero, gostos nas foto e outras porcarias que publicam é zero.

    Ha coisas mais interessantes para seguir na vida do que jogadores de futebol, uma coisa é gostar de ver futebol, jogar à bola outra é ser obsecado, por isso por saberem o que meio em que viveram é que muitos jogadores quando acabam a carreira se afastam do futebol.

    De resto de acordo com artigo

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  4. O adepto tradicional já não existe para quem gere a parte financeira.

    Agora existe o Cliente, que é analisado à exaustão pelas equipas de marketing; como segue o clube, interação nas redes sociais, poder de compra, valor financeiro para o clube, e todas aquelas alineas que ajudam a ter mais clientes e menos adeptos. Lentamente, e com decisões como a que agora lemos acerca de Messi (555M que o Barcelona pagou em 4 anos ao jogador), os clubes passaram a veiculos de imagem e de fluxos financeiros.

    Temos de nos adaptar, porque a capacidade de adaptação é a característica principal para a sobrevivência.

    Viva o Benfica.

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