10/01/2016 - 11/01/2016 | Em Defesa do Benfica -->
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS

31/10/2016

Agora o Sporting CP Já Não Tem Desculpa

31/10/2016 + 11 Comentários
EM NÃO SABER CONTAR O NÚMERO DE TÍTULOS DE CAMPEÃO NACIONAL.




Até o seu presidente apresentou (e elogiou) o livro em que o autor é peremptório:




Como não tenho "imagens sonoras" (embora gostasse) só posso deixar uma ligação a uma notícia (clicar).





(clicar em cima para obter melhor resolução)


Agora três conclusões: uma constatação, uma «chicoespertice» e uma perplexidade!





Constatação: Rui Miguel Tovar evoluiu em 13 anos
Porque em 2003 considerava que o campeonato nacional da I Divisão era uma competição que não tinha relação com o campeonato da I Liga. Tal como o Campeonato de Portugal não se relacionava com a Taça de Portugal. Eu sei disto porque tive oportunidade (dada por um responsável do Benfica pelo "marquetingue" - numa estória que conto à frente - de nome Seara Cardoso) de falar com Rui Miguel Tovar a propósito da edição do "Almanaque do Centenário 1904 - 1954" do SL Benfica. E só "à porrada" é que os autores Rui Tovar/Rui Miguel Tovar/ João Mendonça (coordenador editorial) juntaram o campeonato da I Liga ao campeonato nacional da I Divisão. Não queriam, mas não tiveram alternativa. Como se prova.


Esta é a página do referido Almanaque, que recusei "liminarmente" (na versão inicial). "Espernearam" mas foram obrigados aceitar (e surgiu esta versão final) na página 17.


Apesar de emendarem (foram obrigados) o quadro global deixaram um "rabo-de-palha" no Almanaque. Em 1941/42 o "Glorioso" conquistou o quarto "Nacional", o primeiro com a designação decidida em 1938: Campeonato Nacional da I Divisão. Na página 155, o "rabo-de-palha" pois para "eles", em 2003 (pelo menos...) os campeonatos da Liga não eram campeonatos nacionais

Reconstituição de memória da proposta que me foi apresentada pela editora Almanaxi (João Mendonça/Rui Tovar/ Rui Miguel Tovar) e que obriguei a emendar pois não autorizaria a publicação do Almanaque. Ainda bem que temerosos do meu "poder" - que se provou ser virtual - aceitaram porque se fizessem "finca-pé" até tinham editado assim, como se pode constatar no capítulo seguinte

"Chicoespertice": Seara Cardoso é o responsável pela alteração dos dados históricos do Futebol do "Glorioso"
Estava o Benfica nas instalações provisórias da Lisboa Gás (Cabo Ruivo) - entre a desmantelamento da "Saudosa Catedral" e a inauguração das actuais instalações - quando Seara Cardoso solicita a minha colaboração para verificar a qualidade de um Almanaque que Rui Tovar e companhia pretendiam editar acerca do Benfica. Coloquei desde logo uma questão: «Sportinguistas? Então porque ainda não editam um para o seu clube? Cheira-lhes a grandeza deste lado? A dinheiro lampião?» Seara Cardoso disse-me que eu tinha poder para impedir a publicação se tal não tivesse qualidade. Conhecendo-o já sabia que era "treta". Mas para que não me fosse imputada a responsabilidade...aceitei. Combinado o encontro Alberto Miguéns/Almanaxia, na Lisboa Gás, pedi a Seara Cardoso que estivesse presente. Disse que não podia. Então mantenha-se contactável (ou seja, telemóvel ligado e "atendível"). Vendo o projecto - abri aleatoriamente umas quantas páginas - percebi que tinha tantos erros que iria modificar a Gloriosa História na componente futebol. Erros de diversos tipos. Fotografias que não correspondiam a equipas do Benfica daquela temporada e ao jogador legendado, jogos não considerados para competições oficiais, palmarés desvirtuados - Ângelo não conquistara qualquer título europeu, por exemplo - confusão com as fichas individuais dos futebolistas - uns que eram o mesmo dividiam-se em dois e outros que eram diferentes apareciam como o mesmo, etecetra. Erros a mais. O pior. Na página do resumo do palmarés, separava-se o campeonato da I Liga do Campeonato Nacional da I Divisão. Era o cúmulo da xicoespertice alagartada. Disse-lhes que o Almanaque não tinha qualidade para ser editado. Fizeram um "choradinho" a dizer que gastaram milhares de horas. Retorqui. No Benfica não se gasta tempo...ocupa-se o tempo. Por mim não é editado pois viciará o Futebol do Clube, mas não sou eu que mando. Será Seara Cardoso. Nisto liguei o número de telemóvel e...nada. Nada que eu já não esperasse! Disse-lhe - repetindo - que por mim não autorizava a edição. Iria falar com Seara Cardoso e seria ele a falar com eles. Despedimo-nos.
Quando falei com Seara Cardoso disse-lhe que o Almanaque não tinha qualidade para ser publicado. Olhou para mim e veio com a conversa fiada que já esperava embora nem imaginasse tal justificação. Disse-me ele «Sabe melhor que ninguém que o Benfica não nada em dinheiro. O  Benfica precisa de obter receitas com tudo o que puder.» Respondi que os valores obtidos pelas receitas do Almanaque (um punhado de euros) não justificavam viciar a história do Futebol, mas que não fosse por mim que o Benfica falisse. Não queria ficar como responsável por isso.  Que se publicasse o Almanaque. Só colocava duas obrigações (tendo como ele prometera a última palavra acerca da publicação do livro):
1. No quadro do palmarés (logo no início do Almanaque) teriam de alterar o número de conquistas no campeonato nacional passando de 27 (idiotice da Revista do Record, onde os «Tovares» pai e filho escreviam) para 30. Até "rebitei": antes um Benfica falido com 3o títulos de campeão nacional que rico com 27!;
2. Que Seara Cardoso NUNCA MAIS solicitasse a minha colaboração, pois colaborando eu gratuitamente com o Benfica - e querendo manter a mesma situação não tendo interesse (nem necessidade) em ser funcionário do Clube - não estava para perder tempo com inutilidades. Tinha mais onde ocupar as horas que me fazia gastar, estas sim, gastar! E assim foi!

O meu Benfiquismo é incorruptível. Carrega Benfica!




Perplexidade: Então se "TODOS" (até estes/clicar) referem que a Taça de Portugal é a continuação do Campeonato de Portugal...
Porque continuam a separar os títulos em duas competições distintas não o fazendo para o Campeonato da I Liga e Campeonato Nacional da I Divisão? Porque só assumem a artigo 6.º do Relatório e Contas da FPF de 1938/39 a cinquenta por cento?




E não venham tentar enganar-me com a FPF! Por que a FPF nunca publicou no seu portal uma lista das duas (ou quatro competições) que oficializasse o que decidiu em 1938. Ao contrário das restantes Federações da FIFA. A FPF desde há anos que não diz sim, nem não, nem nim. Ignora o assunto. Não se pronuncia. Se por iniciativa de cada um agregam os títulos do Campeonato da I Liga no Campeonato Nacional da I Divisão porque não fazem o mesmo em relação ao Campeonato de Portugal e à Taça de Portugal?  

CCC: Coerência,  critério e coragem...por favor!

Alberto Miguéns


NOTA1: O Benfica, a sua grandeza, atraiu e atrai muita Fauna. Que querem "comer um Benficadito": um pedacito do Benfica. Até Benfiquenses, BenfiQuistos e Benfiqueiros. Um dia que faça umas "Memórias Benfiquistas" há muito para dizer. Ui. Algumas histórias são tão escabrosas que só vai acreditar nelas quem acredita "piamente" em mim. Em várias delas a realidade supera a ficção!

NOTA2 (uma borla dada por um Benfiquista - sempre generosos - para os sportinguistas): Na próxima edição do livro - além de juntarem os campeonatos de Portugal aos títulos na Taça de Portugal (pois fez essa declaração na apresentação do livro) - corrijam o "Ringue" para "Rinque". Ringue é o espaço onde se disputam competições de Artes Marciais, Luta e Pugilismo. Rinque é um campo de jogos com tabelas laterais onde se pratica Hóquei em Patins e Futebol de Salão, por exemplo.




Sempre pensei que fizesse parte da formação como jornalistas desportivos distinguir as palavras e espaços. A não acreditarem em mim cliquem.



NOTA3 (pelas 02:20 horas, para justificar um oportuno comentário de um leitor pelas 01:59 da matina): Até no Almanaque o autor afirma que já não existia campeonato Regional mas qual ilusionista aparece como o 19.º título de Campeão Regional, como se lê no texto da página 223 e vê depois no resumo estatístico da temporada na página 228. Então não havendo Campeonato de Lisboa em 1948/49 como pode o SCP ter 19 títulos no campeonato de Lisboa sendo este o 19.º (1947/48) como descreve a página 26? Mais uma emenda para a 2.ª edição.Houve de facto uma competição regional oficial que foi a Taça de Honra, mas como o autor teima em não agendar esses jogos fica o registo no palmarés global mas não quem esteve presente e os resultados. Nem nesta Taça de Honra nem das outras 12! Mas são 13 Taças de Honra de Lisboa e não 12. Tal como são 18 campeonatos regionais e não 19. Como o autor demonstra em 1947/48 ao escrever nessa temporada «Já sem o Campeonato de Lisboa...» O palmarés inventado do SCP provoca insónias nos Benfiquistas! Será para isso que eles inventam tanto?




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30/10/2016

Guilherme Espírito Santo 97

30/10/2016 + 7 Comentários
ENQUANTO O MUNDO DO FUTEBOL COMEMORA O 56.º ANIVERSÁRIO DE MARADONA OS BENFIQUISTAS RECUAM 41 ANOS.
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29/10/2016

Vinte e Cinco Pontos

29/10/2016 + 2 Comentários
RESULTADO INFERIOR À EXIBIÇÃO. ESTA EQUIPA MERECIA FICAR NA HISTÓRIA COM MAIS GOLOS. EM PONTOS FIZERAM O MÁXIMO: TRÊS.
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28/10/2016

Jamais Se Sentirão Sós

28/10/2016 + 3 Comentários
ESTAMOS CÁ PARA OS INCENTIVAR, APOIAR E ACREDITAR QUE É POSSÍVEL. SÃO ESTES OS NOSSOS HERÓIS DE HOJE.


Vamos ao Estádio para ajudá-los a vencer. Não apenas para exigir a vitória. O Futuro é hoje.
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27/10/2016

Que o Benfiquismo Vos Ilumine o Caminho

27/10/2016 + 1 Comentários
O SUCESSO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS 2016/2020 SERÁ A NOSSA FELICIDADE. QUATRO ANOS DE TRABALHO BEM SUCEDIDO TERÁ COMO SIGNIFICADO UM BENFICA AINDA MAIOR.


Toda a sorte do Mundo. TODA!



Alberto Miguéns
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Eleição 85

+ 2 Comentários
AS ELEIÇÕES NO BENFICA SÃO UM DOS PILARES DA SUA EXPANSÃO E BOAS PRÁTICAS.

São 85 actos eleitorais – não contabilizando eleições intercalares para algum dos três Órgãos Sociais ou eleições parciais para recompor órgãos por recusa em tomar posse de dirigentes eleitos (as mais significativas em 1926 e 1930, por Cosme Damião e Félix Bermudes, respectivamente, não aceitarem os cargos como presidentes da Direcção). Em 85 assembleias gerais eleitorais houve grandes mudanças nestes (quase…) 113 anos. Mas a essência mantém-se. Eleições aprazadas (pelos Estatutos), democráticas, livres e universais. Ainda não conhecemos os resultados das que vão decorrer hoje e já sabemos a data das próximas: 29 (quinta-feira) ou 30 (sexta-feira) de Outubro de 2020.

Mandatos: De anual a quadrienal
O Mundo evoluiu e o Benfica acompanhou. De mandatos anuais até 1966, depois bienais (1967 a 1987), trienais (1989 a 2009) e quadrienais (depois de 2012). Mas sempre «estatutariamente» balizados em periodicidade fixa, sem ser ao sabor de decisões de órgãos intermédios, como aconteceu noutros clubes, como Conselhos (cujos cargos eram ocupados por inerência: antigos dirigentes e/ou figuras adeptas do clube e prestigiadas na sociedade portuguesa). Um Clube de e para os seus associados. Eis o Benfica!

Listas únicas, unitárias mas não monólitos
No Benfica além de não haver medo (por isso não havia limites) de listas diversas sujeitas a sufrágio que provocassem divisões internas, lutas fracturantes e divisionistas sempre se procurou o consenso. O que é notável. Sabendo-se que havia sensibilidades distintas entre associados acerca do que fazer durante o mandato, no modo de engrandecer o Clube, procurava-se uma lista única que agregasse essas sensibilidades. E para que os Órgãos Sociais funcionassem sem sobressaltos essas “sensibilidades” colocavam nos cargos associados que primavam pela lisura e diplomacia. Mesmo o irascível Bogalho sempre presente no dia-a-dia Clube nem sempre fazia parte dos Órgãos Sociais. Era seccionista ou fazia parte de comissões para algum assunto específico. Só quando tinha de resolver situações concretas se propunha a ser eleito. Ele percebia isso. Ele que era de «cortar a direito» e isso nem sempre era o melhor para a concórdia. E discórdia era algo que apequenava em vez de agigantar. Mas nada de encenações ou “faz-de-conta”. Até nisso Ferreira Bogalho é um exemplo. Em tempos este blogue já publicou a lista das eleições. Quem quiser “vê-las” sucederem-se no tempo é só (clicar)


Votações nominais
Em tantas eleições já houve três tipos de votação: nominal, por órgão e por lista (a actual, desde 2006). Quando comecei a votar (1981) era por Órgão. Por exemplo, se houvesse duas listas os associados recebiam seis cartões. Cada um com um Órgão: «dois conselhos fiscais, duas mesas da assembleia geral e duas direcções». Podia-se votar num órgão de uma lista e no órgão de outra. Por exemplo considerar que o Conselho Fiscal da Lista A merecia mais confiança que o da Lista B mas depois considerar que a Direcção da Lista B era o melhor. Cheguei a fazer isso, uma ou duas vezes! Mas o que emociona é a democracia directa até final dos anos 50. Votava-se em nomes. Ou seja, era de associado para associado. Pares entre iguais com funções diferentes. Exigentes mas estimulantes. Riscava-se quem se achava que não tinha condições para exercer determinada função. No Benfica não só não havia receio de dar liberdade para apresentar listas como se permitia escolher nome-a-nome. Alguns eram tão pouco votados, ou seja, tão riscados que mesmo eleitos, não tomavam posse por perceberem que os outros não acreditavam neles! Félix Bermudes em 1930 foi eleito presidente, mas tão riscado, não aceitou. O Benfica também é Glorioso por isto. Que clube aceitava submeter os seus dirigentes, anualmente, a este escrutínio? O Benfica! Havia votações que hoje seriam consideradas (por tanto risco) humilhações. No Benfica eram entendidas como vontade dos associados. Por isso estava intrínseco que depois de eleitos eram respeitados por todos. Tinham de ser. Eram vistos como prolongamento do universo de sócios do Clube. Tinham uma legitimidade tremenda! No final do mandato acertavam-se as contas. Havia quem fosse sucessivamente reeleito e outros que desapareciam como dirigentes. Era um Benfica que só podia singrar e agigantar-se. Mesmo com piores condições financeiras e suporte político no Poder que outros, a democracia interna – directa e anual - fazia uma espécie de “selecção natural”. Hoje já não tinha razão de ser, mas durante os anos de penúria em Portugal deu “cérebro e musculatura” ao Clube! «Esqueleto/estrutura óssea» sempre houve. Os adeptos!



Aplicando a votação nominal à lista actual. Nada de segundas intenções, pois para ilustrar teria que riscar uns e não riscar outros. Escolhi as três soluções mais básicas aproveitando a existência de três Órgãos. Não escolher nenhum (excepto um como é óbvio), excluir apenas um ou votar em todos. Etecetra e etecetra...tal a variedade de possibilidades. Podia ter riscado outros nomes. Se fosse chamado a votar nestes termos riscaria ou não outros nomes. Ou nenhum! A votação é secreta. É só para dar exemplos. No final da contagem apuravam-se os votos para cada um. Na realidade, quantos não tinham sido riscados. Por isso é que nas notícias após eleições os Benfiquistas eram informados do número de votos em cada dirigente, como exemplifico nas eleições, em 1946, com duas listas, em que venceu a da alternativa. A que se propôs à reeleição teve menos votos (os seus elementos foram mais "riscados")



Eu prefiro debate eleitoral a duas listas. Três é de…mais!
No Benfica não gosto de soluções únicas. «Cheira-me» sempre a solução final. Beco sem saída. Mas nem sempre há condições para se apresentarem duas listas. Até porque quem perde não arrisca perder duas vezes. Prefere acantonar-se e muitas vezes, dar o dito por não dito. E eu destes só gosto do Dito enquanto honrou o Manto Sagrado. O que preocupa é sentir que no Benfica, ao contrário, dos anos 60 a 80, a crítica é entendida como negativa e servir apenas para potenciar a desunião. Quando ao ser feita com rigor e honestidade é pelo contrário, enriquecedora. Sempre foi assim! E não é só no Clube. É em qualquer sociedade. Quanto mais «massa critica» mais potencialidade tem em evoluir. Criticar (com critério e fundamento) é modernidade. O futuro faz-se "criticando" (para alterar) o passado! Espero que o Benfica não se torne num clube de acéfalos. Puxa! Do tipo: Não sei o que vais dizer ou propor mas concordo contigo! Dispenso!

Que o Benfiquismo lhes ilumine o caminho
Aos eleitos. Quatro anos em que o Benfica vai ter condições específicas como nunca teve. Pinto da Costa velho e caduco octogenário desenquadrado do tempo presente e futuro (onde ele estará sempre a diminuir) mas sem que ninguém ouse contestar quem criou o FC Porto (antes dele é como se não existisse clube) e o SCP atafulhado em dívidas e dúvidas. Que os eleitos de hoje não desaproveitem as condições que o futuro deixa antever. Como ocorreu após o “Apito Dourado”!

Carrega Benfica

Alberto Miguéns


NOTA: No tal texto de há quatro anos – o tal que está à distância de um  (clicanço) - também me penitencio de termos uns Estatutos que considero os piores de sempre (comparando-os de forma relativa ao tempo em que vigoraram…claro!)
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26/10/2016

Recordes Fora Mas Dentro

26/10/2016 + 2 Comentários
NUM CLUBE GLORIOSO E MÍSTICO HÁ ESTATÍSTICAS PARA TODOS OS GOSTOS E FEITIOS. 


«Desde sempre» se o sempre for 1995/96!
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25/10/2016

Catedral 13

25/10/2016 + 6 Comentários
CUMPRE-SE HOJE O 13.º ANIVERSÁRIO DA INAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO DO SPORT LISBOA E BENFICA.


Os 726 golos foram marcados por 92 futebolistas, embora não seja bem assim! São 716 golos, pois há dez autogolos: seis na baliza do topo norte (Coca-cola) e quatro na baliza do topo sul (Sagres).

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24/10/2016

Vinte e Dois Pontos

24/10/2016 + 3 Comentários
DOIS-A-ZERO É UM RESULTADO INFERIOR À EXIBIÇÃO.

1-0          por Mitroglou. Golo-rioso 12 932


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23/10/2016

Para Três Pontos

23/10/2016 + 1 Comentários
INDISPENSÁVEL VENCER PARA MANTER A DIFERENÇA PARA O SEGUNDO LUGAR.



A vitória permitirá manter o FC Porto a três pontos - margem para uma ida mais confortável ao seu recinto que será a próxima deslocação - e deixar o Sporting CP a cinco pontos.


Aposto num onze igual ao de Kiev
Ou muito próximo disso!

Previsão pessoal (tendo em conta o critério de Rui Vitória):
Titulares; Suplentes; Convocados não utilizados

Os jogos no terreno do adversário de hoje
Há muito que deixaram de ser problemáticos. Desde 1999/2000, nos 14 jogos disputados no estádio do Restelo para o campeonato nacional o “Glorioso” obteve oito vitórias, três empates e três derrotas, marcando 24 golos e sofrendo onze!


Tudo por tudo pela vitória frente ao CF “Os Belenenses”
O histórico de confrontos serve "apenas" para comparar grandeza entre clubes, nunca equipas, pois estas se mudam de jogo para jogo, alteram-se muito mais entre épocas e abissalmente entre decénios. Em termos de clubes, comparando SLB e CF “Os Belenenses”, nem são necessárias análises aos resultados para "medir grandezas". Mas podem quantificar-se. Em 328 jogos, mais 102 vitórias (185 triunfos, contra 83 derrotas e 60 empates) e mais 229 golos (676 marcados e 447 consentidos). Nem há comparações.

  JOGOS TOTAIS POR COMPETIÇÃO com CF "Os Belenenses"
Competição
J
V
E
D
GM
GS
TOTAIS
328
185
60
83
676
447
Campeonato Nacional
150
90
31
29
296
147
Taça de Portugal
32
20
  2
10
75
42
Taça da Liga
1
1
-
-
1
0
Supertaça
2
2
-
-
4
0
Taça da F.P.F.
1
1
-
-
2
1
Campeonato Regional
56
24
13
19
111
118
Taça Honra Lisboa
23
14
  4
  5
43
25
Taça AFL
1
-
-
  1
1
4
Torneio Preparação AFL
8
3
  1
  4
17
19
Torneios
24
13
 3
  8
47
39
Particulares
30
17
 6
 7
79
52

Nos últimos jogos... mais do mesmo
Ao contabilizarem-se os últimos 57 encontros entre os dois clubes, correspondentes às épocas a partir de 1988/89, os valores são amplamente favoráveis ao Benfica. Mais 25 vitórias (35 para o "Glorioso", dez para o CF "Os Belenenses" e doze empates) e com mais 56 golos, mais do dobro (84) dos golos marcados (98 para o Benfica e 42 para os "azuis do Restelo").
  
     OS ÚLTIMOS 57 SLB vs CF "Os Belenenses"
Jogo
N.º
Época
Comp
Sit
V
E
D
272
1988/
89
CN
F
1-0


273
CN
C
1-0


274
TP
N


1-2
275

1989/
90
SCO
C
2-0


276
SCO
F
2-0


277
CN
F

0-0

278
CN
C
1-0


279
1990/
91
Par
C
2-1


280
CN
F
2-0


281
CN
C
2-0


282
1992/
93
CN
F

1-1

283
CN
C
5-1


284
1993/
94
CN
C
3-0


285
TP
F


1-2
286
CN
F
2-0


287
1994/
95
CN
F

1-1

288
CN
C
2-1


289
1995/
96
Par
F

1-2
290
CN
C
1-0


291
CN
F


0-1
292
1996/
97
CN
C


1-2
293
CN
F


0-1
294
1997/
98
CN
F
2-1


295
CN
C
2-1


296
1999/
2000
CN
F

0-0
297
CN
C


2-3
298
2000/
01
CN
C
1-0


299
CN
F

0-1
300
2001/
02
CN
F
1-1

301
CN
C
2-1


302
2002/
03
CN
C
1-0


303
CN
F
4-2


304

2003/
04
Tor
N

2-2
305
CN
C

3-3

306
CN
F
2-0


307
TP
C
3-1


308
2004/
05
Par
F
2-2

309
CN
F

1-4
310
CN
C
1-0


311
2005/
06
CN
C
0-0

312
CN
F
2-1


313
2006/
07
CN
C
4-0


314
CN
F
2-1


315
2007/
08
CN
F

0-1
316
CN
C
2-0


317
2008/
09
TL
C
1-0


318
CN
F
0-0

319
CN
C
3-1


320
2009/
10
CN
F
4-0


321
CN
C
1-0


322
2013/
14
TH
N
0-0 Vgp

323
CN
C
1-1

324
CN
F
1-0


325
2014/
15
CN
C
3-0


326
CN
F
2-0


327
2015/
16
CN
C
6-0


328
CN
F
5-0


329
2016/
17
CN
F



330
CN
C



TOTAIS
57 J - 35 - 12 - 10 (98/42)
NOTA: As cores por época relacionam-se com o vencedor do título de campeão nacional nessa temporada; Em destaque os jogos para o campeonato nacional no estádio do Restelo

Invictos há treze jogos
Desde a primeira volta de 2007/08, em treze jogos, dez vitórias e três empates, com 29 golos marcados e apenas dois sofridos em dois jogos, ou seja, em onze dos treze encontros o "Glorioso" não sofreu golos conseguindo nove vitórias e dois empates sem golos.

Carrega BENFICA

Alberto Miguéns


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