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26/06/2012

Benfiquista de Sempre (I)

26/06/2012 + 1 Comentários API

Um dos mais de 200 temas escritos por Carlos Paião, até 1981, quando gravou pela primeira vez, segundo consta para se alegrar depois do empate zero a zero na 13.ª jornada no campeonato nacional de 1977/78, quando em 15 de Janeiro de 1978, uma arbitragem "desastrada" de Alder Dante obrigou o "Glorioso" a empatar sem golos com o FC Porto, que nessa época conquistaria o título... 19 anos depois!

SAUDADE

A impossibilidade de por motivos profissionais, colocar hoje no EDB, o texto que queria, antecipa um tema que há muito que gostava de abordar no blogue – relembrar enormes Benfiquistas que na actualidade estão esquecidos, ou pelo menos, pouco se fala na actualidade da sua dedicação ao Clube. Começamos por um cantor – Carlos Paião.


Biografia pessoal

Carlos Manuel de Marques Paião nasceu na cidade de Coimbra em 1 de Novembro de 1957, há quase 55 anos, mas foi em Ílhavo (terra natal dos pais) que passou a infância. Adolescente veio residir para São Domingos de Rana onde viveu e concluiu o curso de medicina, em 1983. Optou em exclusivo pela vida artística, mostrando-se um óptimo criador capaz de aliar o bom gosto às temáticas mais populares. Despontou para a música e interpretação em Ílhavo, num festival da canção da agremiação desportiva e cultural local, o Illiabum Club, em 1978. Seguiram-se anos de criatividade, sucesso e popularidade, que fizeram de Carlos Paião uma personalidade incontornável da cultura portuguesa.



Faleceu, aos 30 anos, num violento acidente de viação, pelas 14.30 horas, em 26 de Agosto de 1988, na Ponte de Amieira, próximo de Rio Maior, quando se dirigia para Leiria, a caminho de mais um dos muitos espectáculos de que o Agosto português é fértil.

Biografia Benfiquista
Colaborou em mais de uma dezena de festas do Benfica, em particular do jornal “O Benfica”. Apesar de uma vida atarefada, primeiro como estudante de medicina em simultâneo com actuações como cantor. Depois como um dos artistas mais solicitados do meio musical português, dizia sempre que SIM (mesmo que fosse aconselhável, por questões de saúde e tempo, dizer que não!). Um Benfiquista de Alma. De muita genica. De muita classe. De muita força. Multifacetado. Como as letras e músicas dos seus temas musicais que o eternizam. O tempo curto que esteve entre nós, não deu para mais.



Obrigado Carlos Paião

Alberto Miguéns
1 comentários
comentários
  1. Grande musico! Não sabia que era dos nossos.
    Ainda hoje me recordo dele com saudade!

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