A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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19/11/2011

Heróis Com Coragem à Chuva

19/11/2011 + 0 Comentários
OPINIÃO

             

Naquilo que parecia ser mais uma lotaria - numa charca de água - que um jogo de futebol, conseguimos sair incólumes, vencendo o adversário, as adversidades (climatéricas) e passar à eliminatória seguinte – oitavos-de-final - da Taça de Portugal.



O futebolês (por vezes) engana

É comum dizer-se (e escrever-se) em Portugal que as condições físicas dos terrenos de jogo são iguais para as duas equipas. Em teoria é verdade. É uma verdade óbvia, à La Palice. Mas também é verdade que duas equipas de futebol, em teoria, são iguais, porque constituídas por onze futebolistas (22 pernas e onze cabeças) e o resultado inicia-se com zero-a-zero. Na prática, não é assim. Há equipas que sendo humanamente iguais e beneficiando do mesmo resultado inicial, têm mais probabilidades de vencer porque têm mais “argumentos”. Com os campos é o mesmo. O estado do relvado beneficiava, claramente, a equipa adversária, ou pelo menos, retirava muitas das nossas vantagens face a esse adversário: melhor capacidade de passe, técnica individual (drible e finta) e jogo táctico colectivo.



Vantagens perdidas… e em terreno alheio

Num “relvado aquático” os futebolistas com o “Manto Sagrado” deixam de poder exercer as suas superiores qualidades (face ao adversário menos valioso), porque o futebol jogado nas poças/ charcas de água, é mais físico, aleatório, improvisado e “arritmado”. Além desta limitação técnica e táctica, a equipa da Associação Naval 1.º Maio beneficiou, também, de jogar “em casa”, ou seja, de conhecer melhor o piso, sabendo (viu-se durante o jogo) onde o campo era mais regular, canalizando para lá, quando podia, a bola. Os figueirenses conseguiram, assim, aproximar-se mais da nossa valia, não por se tornarem melhores, mas por nós não podermos exercer em condições mais aceitáveis, as nossas qualidades.



Já está…

Para a história (o Benfica eliminou a Naval nos 16-avos-de-final da Taça de Portugal, em 2011/12) vai ficar a estatística (vitória) e os números (1-0) deixando de interessar (quem é daqui a algum tempo se vai lembrar!?) as condições em que decorreu o "jogo". O futebol/desporto é isto! Ficam os resultados e os títulos... ou a falta deles!



Seguir o nosso rumo

Temos muitas decisões importantes até final de 2011.



JOGOS POR COMPETIÇÃO

ATÉ FINAL DE 2011

Dia
Jorn
SL Benfica
06/11
10.ª CN
SC Braga
F
E 1-1
11/11
Jogos de apuramento da SN para o Euro’ 2012
15/11
18/11
TP 1/16
Naval 1.º Maio
F
V 1-0
22/11
5.ª LC
Manchester Utd FC
F

26/11
11.ª CN
Sporting CP
C

30/11
Semana sem jogos
04/12
TP 1/8
?
?
?
07/12
6.ª LC
FC Otelul Galati
C

11/12
12.ª CN
CS Marítimo
F

14/12
Semana sem jogos
16/12
13.ª CN
Rio Ave FC
C

21/12
TP 1/4
?
?
?



Em trânsito via Figueira da Foz, seguimos para Manchester…



Alberto Miguéns

NOTA: Se Artur Soares Dias não marca grande penalidade sobre Nélson Oliveira aos 10 minutos, então como é que pode ser árbitro de futebol? Vale tudo. O futebol libertou-se do râguebi, em 26 de Outubro de 1863, por não permitir acções, exactamente, como esta: saltar para as costas dos adversários para os impedir de jogar a bola. No râguebi é uma jogada. No futebol é falta! Continuam a brincar às equipas de arbitragem. Continuem... continuem.




          


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