Que o Benfica Arrase o Adversário
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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04/07/2020

Que o Benfica Arrase o Adversário

04/07/2020 + 4 Comentários
BENFIQUISTA QUE FAZ AFIRMAÇÕES DESTAS É PORQUE ESTEVE DESATENTO AO QUE SE PASSOU ENTRE A DÉCADA DE 90 E 2005 (APITO DOURADO).



Valentim Loureiro é uma das figuras mais sinistras do «Futeluso». Gozava com o Benfica, no Bessa e até na "Saudosa Catedral".

Muleta de Pinto da Costa o "major batata" ficará na história do futebol português do lado dos que viciaram jogos.

Veríssimo que foi futebolista do «Glorioso», utilizado em 811 minutos em 12 jogos, entre os quais quatro encontros (208 minutos) para o campeonato nacional sabe bem como foi. Eis esta vergonha, mais uma em dezenas:


Apesar de oficialmente para o SL Benfica Hélder ser boavisteiro, foi o nosso Hélder que foi expulso. Neste jogo não jogou nenhum Hélder na equipa adversária

Veríssimo estou a contar contigo para golear o clube remendado!

Benfiquistas a elogiarem Valentim Loureiro metem-me tanto nojo. Apesar de todos terem direito à sua opinião.

Alberto Miguéns
  1. http://relvado.aeiou.pt/1-liga/valentim-loureiro-aconselha-luis-filipe-vieira-estar-calado?page=1

    Nojo é pouco...

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  2. São mesmo de meter nojo, Alberto. Como é que um presidente do Sport Lisboa e Benfica pode deitar da boca pra fora uma bacorada deste jaez, a juntar às bacoradas que lhe escorrem constantemente pelos lábios como água por uma bica? Tem que haver aqui marosca, e da grossa, porque ingenuidade não há.
    Vou-lhe contar uma história que envolve o melro major.
    Eu estive na tropa na Guiné - (1970/71), batalhão 2892, Aldeia Formosa (Quebo), perto da fronteira com a Guiné-Conakry. Aquilo era mau: ataques de artilharia pesada, minas, mortes e feridos em emboscadas, uma alimentação miserável. Houve uma altura em que, durantes 4 meses, deixámos de ver batatas. Quando saíamos para o mato, levávamos a ração de combate (para o dia inteiro), que na «tropa macaca» era uma miséria franciscana. Se não saíamos, ao almoço comíamos esparguete com rodelas de chouriço, ao jantar arroz com salsichas. Arroz e esparguete (ainda hoje não posso ouvir falar em massa), quatro meses naquilo. O pessoal interrogava-se: «O que é que aconteceu às batatas?». Ninguém sabia a resposta. Muitos anos depois de ter regressado daquele inferno, é que alguém me explicou a razão das batatinhas não me passarem pelo gargalo durante uma eternidade. O melro Valentim, na altura capitão na Manutenção Militar (olha onde foram pô-lo!), em Bissau, foi expulso do Exército por causa de um navio ou dois carregados de batatas… e o resto já o meu amigo sabe. Cada vez que me lembro disto, saltam-me as molas. À Porto: o grande filho da puta!

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  3. rua com esta canbada fora

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  4. E quem foi esse benfiquista?
    Pois......

    Viva o Benfica

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