O Benfica, Eles e os Outros - Em Defesa do Benfica
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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29/07/2018

O Benfica, Eles e os Outros

29/07/2018 + 1 Comentários
A MAGIA DO FUTEBOL É SABER SER CONSERVADOR INOVANDO PELA MODERNIDADE.


Fala-se sempre muito das alterações às 17 Leis - algumas radicais - mas actualmente com a advento da televisão a sobrepor-se à vontade de quem vai aos estádios há situações que deviam ser revistas.  

Eu não devo saber contar. O senhor árbitro...sim!
O árbitro parou o jogo aos 30:27 para os futebolistas beberem água (hidratarem-se) retomando-o aos 33:29 com o lançamento lateral a favor do Benfica. Paragem de 03:02 minutos. Depois a infelicidade de Ferreyra fez parar o jogo entre os 34:18 e os 40:22 com o Benfica a ceder, na bola ao solo, o esférico ao adversário. Paragem de 06:04 minutos. Paragem total (real) de 09 minutos. Tempo de compensação: 05 minutos. Assim é batota. Depois não venham com a teoria da cronometragem exterior. Os árbitros têm é de compensar com rigor as paragens e os tempos de "ronha" (os futebolistas não são obrigados a fazer tudo a correr em velocidade acelerada) mas também não podem beneficiar de inventarem situações para "queimar" tempo. 


Quem manda que mande sabendo mandar
A história do nascimento e evolução do Futebol é uma história de sucesso. Muito por culpa de IFAB que criada em 6 de Dezembro de 1883 que tem sabido fazer do Futebol um desporto universal continuando simples. Se o Futebol nasceu há quase 155 anos em 26 de Outubro de 1863 como se pode viajar aqui (clicar) a IFAB que continue a fazer evoluir o Futebol de um modo coerente. Os treinadores depois foram adaptando os sistemas de jogo (tácticas) às alterações. O caso mais evidente foi a diminuição de três para dois defesas na lei do fora-de-jogo, em 1924, que permitiu criar o WM em 1924/25: a posição 8 (meia-ponta-direita) e 10 (meia-ponta-esquerda) que eram avançados passaram a centrocampistas - 8 (interior-direito) e 10 (interior-esquerdo). Este depois torna-se um número mítico ao jogar atrás do n.º 9: avançado-centro (antes do WM quando jogavam cinco avançados: 2.3.5) ou ponta-de-lança (depois do WM quando passam a jogar três avançados: 3.4.3). Vamos lá, entre outros assuntos, fazer com que os árbitros permitam que o jogo tenha mais tempo útil. 

A um jogo (na quarta-feira) de terminar esta fase de preparação
Vão-se percebendo as escolhas. Que as dinâmicas sejam as ideais para que o Agosto dos oito jogos seja a "mãe de todas as conquistas".

     ASSIM VAI O PLANTEL DE 29 GLORIOSOS
NOTAS: Minutos jogados; TitularSuplente utilizado; Suplente utilizado substituído;  Suplente não utilizado; L - Lesionado; F* - Regresso de férias; F - Férias; A – Assistências para goloG – Golos


Vamos fazer de 2018/19 uma grande temporada 

Alberto Miguéns

NOTA (às 18:03): Um leitor do blogue alertou-me para outra ocorrência. O jogo ainda esteve mais tempo parado na primeira parte, entre os 24:01 minutos e os 25:22 minutos, para assistência a Ferreyra devido àquele encosto maldoso de um futebolista da Juventus FC (é um pleonasmo chamar maldoso a um futebolista da Juventus FC...depois do que ocorreu no jogo, logo aos três minutos, com o "Glorioso" em 17 de Março de 1993). A somar aos 09:06 minutos são mais 01:21 minutos quando houve bola ao solo despachada pela Juventus FC para o meio campo do "Glorioso". Para 10:27 minutos com o jogo COMPLETAMENTE parado houve 05:33 de compensação. Ficaram 04:54 por jogar. Quase metade! 






1 comentários
comentários
  1. Nunca percebi a falta de rigor patente nas compensações resultante de duas situações em que o jogo está parado: substituições e lesões de jogadores. Na verdade, não há que deduzir que cada substituição leve 30 segundos, ela pode levar menos ou mais, mas é possível ser rigoroso nos segundos gastos; o mesmo se pode afirmar quanto à interrupção devido a lesão, igualmente mensurável ao segundo. Depois, seria só necessário que o árbitro acrescentasse (ou não) o tempo que entendesse, resultante de outras situações de jogo, a este valor objectivo das interrupções forçadas. Quem contaria esse tempo morto? Quarto árbitro ou VAR, à escolha.

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