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26/02/2017

Regresso às Origens Com Modernidade

26/02/2017 + 8 Comentários


COMO PODEM VER O FRISO DE EMBLEMAS DO BLOGUE TEM MAIS UM.


Não se trata do novo emblema do Clube. O penúltimo continua a ser o nosso emblema. O que passa a vigorar a partir de hoje é que figurará na página inicial deste blogue a proposta escolhida após o desafio aqui lançado (clicar para 22 de Novembro de 2016) e que teve esta resposta (clicar para 10 de Dezembro de 2016).

Trata-se de fazer um emblema que respeite o que os associados decidiram em 1929
E depois ratificaram em 1968 - optando por colocar mais amarelo-dourado em detrimento do castanho no emblema de 1929 - em 15 de Maio de 1968, na 15.ª sessão, quando foi aprovado na generalidade o actual regulamento do Clube na assembleia geral do Sport Lisboa e Benfica que começou a ser discutido em 19 de Fevereiro de 1968 (1.ª sessão).




O Benfica teve emblemas com várias mudanças de pormenor mas sempre dentro de uma lógica de significados
Que remontam à fundação (28 de Fevereiro de 1904) e mesmo à junção de 13 de Setembro de 1908. Depois quando se aproximou a comemoração do 25.º aniversário (1929) Félix Bermudes pediu ao maestro Alves Coelho (pai) para musicar o Hino e ao ilustrador Stuart Carvalhais para modernizar” o emblema” do Glorioso. Note-se que ambos trabalhavam com Félix Bermudes na montagem das peças de teatro que o dramaturgo/comediógrafo Félix Bermudes  escrevia! Eis o emblema de Mestre Stuart que vigorou até 1929.





Poucas mudanças de 1929 para 1968
Quando foi aprovado pelos associados em Assembleia Geral este regulamento. Do qual resultou este emblema.


Depois o Benfica fez um emblema em que decidiu colocar a Águia pousada (estática) em vez de uma Águia a dar a ideia de movimento de ascensão (dinâmica)
Quebrando a tradição que vinha desde a fundação desta estar a agarrar a flâmula com o lema “E Pluribus Unum” e elevá-lo (ao lema, emblema e Clube para o mais alto possível) como Félix Bermudes resume em duas estrofes do Hino.




Eis a proposta
Que obedece – e isso é o mais importante - ao que os associados do Benfica decidiram (por isso está em vigor até que outros associados decidam alterar). O “resto” é um cunho de gosto pessoal que uns podem gostar muito, pouco ou nada. Mas isto é sempre discutível. O que não se pode discutir é o que está regulamentado. Aliás pode-se discutir mas tem de se respeitar. Não se pode é alterar a não ser em assembleia geral. Os sócios para serem respeitados têm de fazer com que os que decidiram antes de si tenham de merecer o respeito de todos. Ou abre-se um precedente em que nós – verdadeiros donos do Clube – não passaremos de adeptos com um cartão de fidelização a uma marca. Pois já nem exigimos que se respeite o que decidimos! Quem cala, consente. Depois queixem-se...

Um dia destes contarei o significado, simbologia e evolução do nosso rosto enquanto Clube.

Alberto Miguéns

8 comentários
comentários
  1. Gosto bastante. Faltará adequar ligeiros detalhes sobre a Águia (o mais importante será que inserção das asas seja um pouco mais acima no corpo).
    Uma bela iniciativa pelo que foi feito mas também pro ser mais uma oportunidade para mostrar que o actual emblema não respeita os estatutos do Clube.

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    1. Caro Victor Carocha

      Proposta concreta só surgiu esta, mas sei de um Benfiquista que diz gostar de (e que vai) apresentar uma ideia dele. Todas as ideias - desde que respeitem integralmente (100 por cento) o que os associados decidiram - serão bem-vindas.

      O Benfica sempre foi um clube muito para lá do jogo de futebol ou de se passar a semana sempre na mesma lengalenga doentia.

      Benfica sempre foi (ou quase sempre foi) vanguarda de muitas iniciativas de carácter social e artístico. Desde os anos 30 que está muito para lá de poder ser reduzido apenas à componente desportiva.

      Eu se soubesse desenhar teria feito outro emblema. Mas como não sei limito-me a respeitar o que os artistas fazem.

      Saudações TRIgloriosas

      Alberto Miguéns

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    2. Concordo com o Vitor. As asas têm de estar mais subidas no dorso da águia. Mas são assa bem pensadas pois sugerem preparação do movimento de ascensão

      Quanto à face da águia, poderia sugerir fazer um desenho da cara da Águia Vitória.

      Penso que será também o primeiro emblema onde as pontas da asas ultrapassam o volume de diâmetro da roda de bicicleta.

      Acho que o emblema está bem conseguido.

      Saudações TRIGloriosas

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  2. A ÁGUIA da proposta, é mesmo uma Águia a sério!!!

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  3. Eu sugeria um "restyling" muito mais modernista, passando a alteração por uma assembleia geral. Sem doenças clubisticas, veja-se a transformação do emblema do sporting, ficou moderno e mais na linha do design actual.
    São questões estéticas, mas os profissionais que avançem.

    Quanto á adulteração do emblema, infelizmente nós e outros grandes clubes estamos sujeitos á ditadura das marcas de equipamento desportivo, o Real Madrid, o FCPorto, o Bayern e outros também têm a alternativa do emblema monocromático, que embora eu considere esteticamente bonito não deixa de beliscar os estatutos do clube, concordando com a argumentação do Alberto que é inatacável do ponto de vista ético e jurídico..

    Viva o Benfica!

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  4. Emblema de 1929 para 1968, perfeito. Não faz sentido a roda de bicicleta ter mais preponderancia que a bola de futebol. O Emblema até 1968 fazia exatamente isso.

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  5. Caro Alberto Miguéis,
    O símbolo está fantástico. Certamente que nem todos irão gostar e poderão ser realizadas alguns aperfeiçoamentos.
    Mas já apresentou esta proposta à Direcção do Clube?
    Cumprimentos,

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    1. Caro João Figueiredo

      Estou a tentar fazer três melhoramentos (tendo em conta o gosto pessoal) pois respeitam o Regulamento decidido pelos associados.

      1. A Águia com o bico aberto;

      2. Elevar as asas da Águia para que fiquem acima do topo da roda;

      3. Reduzir um pouco o diâmetro da bola para ficar em proporção com o diâmetro da roda (aliás no início não havendo roda fazia sentido a bola ter a dimensão actual).

      TRIsaudações Benfiquistas

      Alberto Miguéns

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