2019
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o SL Benfica e a sua Gloriosa História. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS

24/06/2019

Não Há... Não!

24/06/2019 + 0 Comentários
APENAS A REDE ESPANHOLA INVADE ESTE CANTINHO DE PORTUGAL DEIXO AGENDADO.



Elas vão aumentando. 

E o Futebol vai diminuindo!

Alberto Miguéns
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23/06/2019

De Onde Nem Há Rede Portuguesa

23/06/2019 + 0 Comentários
APENAS A REDE ESPANHOLA INVADE ESTE CANTINHO DE PORTUGAL DEIXO AGENDADO.



Em Montalvão o campo de futebol era "quase assim". 

Havia era sobreiros pelo meio que era necessário driblar!

Alberto Miguéns
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22/06/2019

«A FINAL» de Todas as Finais

22/06/2019 + 6 Comentários
EM 22 DE JUNHO DE 1969, HÁ 50 ANOS, O BENFICA CONQUISTOU A TAÇA DE PORTUGAL NAQUELA QUE FOI MUITO MAIS QUE UMA FINAL.



Com a colaboração dos adeptos benfiquistas, as faixas de protesto eram erguidas e rapidamente enroladas para evitar reacção da PIDE.





Pelo menos uma «simples final». Foi A FINAL. A mais importante final de sempre, desde 1921/22 e até 2018/19, pelo menos! O jogo de futebol mais importante na História (Política) de Portugal.



Tudo tivera início em 12 de Fevereiro de 1969
Com a eleição de uma lista democrática (anti-situacionista) denominada «Conselho de Repúblicas» organizada pela CPE (Comissão Pró-Eleições) para a Direcção da Associação Académica de Coimbra (AAC). A culminar várias iniciativas está o dia fulcral - 17 de Abril - quando o presidente da AAC (Alberto Martins) pede para usar da palavra «em nome dos estudantes de Coimbra» - perante o Presidente da República e o Ministro da Educação, entre outras figuras do Regime - na inauguração do novo «Edifício das Matemáticas». 
Recusada a intervenção de Alberto Martins, as entidades oficiais abandonam a actual «Sala 17 de Abril». Seguiu-se um período de greves, contestações, cidade ocupada pelas forças de segurança, espancamentos pela PIDE (entidade para repressão política: Polícia Internacional de Defesa do Estado), com Coimbra em polvorosa, ou esta não dependesse durante décadas das actividades dos estudantes universitários. 




Entretanto...
A equipa de futebol da AAC depois do 6.º lugar - entre 14 emblemas - no campeonato nacional (última jornada em 27 de Abril) fazia um percurso exemplar na Taça de Portugal - ainda no modelo do «Campeonato de Portugal», ou seja, disputada a duas mãos depois de terminar o campeonato nacional - eliminando:  SC Farense; SGS "Os Leões" (Santarém); Clube Ferroviário Lourenço Marques (Moçambique) com 4-1 e 1-0; Vitória SC (Guimarães) com 1-2 e 5-0; culminando nas meias-finais com duas vitórias (2-1, no estádio José Alvalade e 1-0, no Calhabé) sobre o Sporting CP, em 8 e 15 de Junho de 1969. A equipa de futebol da AAC estava a dar "força" à luta estudantil coimbrã. Na final, a realizar no Estádio Nacional, encontrava o Benfica. Que melhor "palco" e adversário para os estudantes universitários de Coimbra podiam estes desejar? Nenhum outro!    




Não se tratando este texto de fazer uma cronologia ou descrever o que foi ocorrendo em Coimbra e à volta da equipa de futebol da AAC pois este blogue é acerca do «Glorioso»
Ignoram-se muitas iniciativas, ocorrências e proibições - até de usarem o equipamento de luto (o branco) - como o que aconteceu frente ao Sporting CP. Mas é necessário fazer algum enquadramento histórico para perceber o porquê do assinalar desta «Gloriosa Conquista». Os dirigentes da AAC em 1969 - há uns "bons anos" (em 1999 aquando dos 30 anos), falei com o presidente Alberto Martins (enquanto deputado do PS em Lisboa) e com o dirigente com o pelouro cultural Celso Cruzeiro (enquanto advogado em Aveiro) - e eles disseram que foi a "tarde perfeita a que só faltou a vitória em campo, mas forçaram o campeão nacional ao prolongamento".

Queriam levar "tarjas políticas" para o campo! 
Com o Benfica seria o clube que proporcionaria a mais fácil colaboração por parte dos adeptos, pois foi só fazer uns contactos com o meio estudantil e operário de Lisboa e arredores (onde o Benfica esmagava em simpatizantes qualquer outro clube) e até na "Mata do Jamor" ouviam apoio dizendo "venham elas que nós ajudamos a levá-las lá para dentro".


Queriam solidariedade dos futebolistas adversários! 
Com o Benfica era "mel". Foi "só" contactar Toni, mas principalmente Artur Jorge (que sendo futebolista da AAC, estando lesionado, não jogava a final mas estava a "caminho" de ser reforço do Benfica, em 1969/70, conhecendo bem os internacionais - e que eram todos! - do Benfica) e decidiram que entrariam de cabeça baixa e a passo, em vez da habitual corrida até ao circulo central. Simões conta que subiu a escadaria do balneário e entrou lado-a-lado no relvado, com Vítor Campos a falar e comentar o "assunto do momento"! Solidários de cabeça baixa (sinal de tristeza), mas mais não poderiam fazer e tudo iriam fazer, como habitualmente «À Benfica» para dignificar a final conquistando o troféu.

Queriam compreensão dos dirigentes adversários! 
O Benfica era o clube indicado. Borges Coutinho era um presidente EXTRA-ordinário, perspicaz e inteligente, percebia muito de e do futebol e ainda mais do valor da Democracia. O Benfica cobriria em tudo o que fosse possível estando disposto a ir até ao limite do legal, mas nunca o ultrapassando pois o Clube não podia ser penalizado por iniciativas que não eram da sua responsabilidade.

Equipa inicial na final de 1968/69. De cima para baixo. Da esquerda para a direita: Zeca, Malta da Silva, Dr. Borges Coutinho (Presidente), Dr. Armando Rocha (Director Geral dos Desportos), Toni, Humberto Coelho e José Henrique; Adolfo, Abel, Jaime Graça, Eusébio, Coluna (capitão) e Simões 


O Benfica "viu-se e desejou-se" para mostrar superioridade
O jogo foi mais difícil do que os adeptos pensavam (e queriam...) tendo em consideração os dois resultados obtidos aquando do campeonato nacional: V 3-2 (11.ª jornada, na «Saudosa Catedral») e V 2-0 (24.ª jornada, em Coimbra). Nem pareciam que estavam em campo dois clubes separados por nove pontos (no tempo em que a vitória correspondia a dois pontos) em 26 jogos para o campeonato nacional. 

A equipa da AAC, com as capas abertas e caídas sobre os ombros, em sinal de luto

O treinador Otto Glória tentou TUDO para vencer em 90 minutos
Fazendo duas substituições «com tracção dianteira». Primeiro entrou, logo ao intervalo, o imponente José Torres para o lugar do irrequieto Abel aumentando a capacidade da linha avançada com Jaime Graça (à direita), Eusébio (o habitual "todo-o-terreno" no apoio a José Torres) e Simões (à esquerda). Depois substitui, pelos 71 minutos, Toni fazendo entrar José Augusto, não se preocupando em perder poder físico para ganhar mais velocidade e capacidade de passe já próximo da grande-área adversária e equilibrando a equipa ao voltar a jogar (pelo menos dando essa possibilidade aos futebolistas em campo), com mais insistência e qualidade, na ala direita. Quando se pensava no prolongamento, já "dentro" dos dez minutos finais o adversário "põe uma mão na Taça" com um golo de Manuel António. O Campeão Nacional fazendo jus à sua classe não desespera e menos de cinco minutos depois Simões - a uma recarga de um livre "estoirado" por Eusébio - repõe a possibilidade (real) da posse do troféu ser decidida no prolongamento. Depois Eusébio (com uma cabeçada monumental) fez o que tinha de fazer e o Benfica conseguiu mais uma "dobradinha" a fechar a prodigiosa década de 60! O Benfica colocava "as duas mãos" no troféu quando a equipa da AAC já tinha conseguido "pôr uma mão primeiro"!

A «Briosa» na final de 1968/69.

Muito se pode dizer dos acontecimentos de 1969
Mas não é este o âmbito. Uma das raras fotografias "a cores" com o então Presidente da República e ministro da Educação envolvidos pela contestação estudantil em Coimbra e os cinco cadeirões vagos durante o jogo da Final. Depois foi decidido escolher entre os presentes quem estava em condições "protocolares" para acompanhar o Director Geral dos Desportos que era tutelado pelo ministro da Educação.





A incongruência de um Regime caduco
Ainda em 1969, em 24 de Outubro, é colocado à venda o vinil de Longa Duração (LP) da autoria de Adriano Correia de Oliveira (ex-voleibolista no «Glorioso») denominado «O Canto e as Armas» cuja fotografia da capa e contra-capa foi obtida na célebre Assembleia Magna, realizada em 28 de Maio de 1969, perante mais de seis mil estudantes, no jardim da AAC em que foi decidida a greve aos exames, apenas com 190 votos contra! Estrondosa e esplendoroso. A votação e a utilização da fotografia para ilustrar um disco denominado... canto e armas




O jogo não teve transmissão em directo
Pela RTP (única estação de televisão em Portugal) mas foi gravado. Pela primeira vez desde que começaram as transmissões da final da Taça de Portugal pela televisão - o único jogo não internacional - que os portugueses podiam assistir durante as temporadas, não havia "bola para ninguém" a não ser ir ao Jamor.


Como os estudantes universitários conimbricenses sabiam o que estava preparado
A secção de fotografia da AAC enviou meia dúzia dos seus elementos que fizeram centenas (talvez milhares) de fotografias - muito rolo se comprou, usou e revelou - à espera que aparecessem (e desaparecessem) tarjas, panfletos, polícia a agarrar estudantes e claro muitas (e boas) do jogo! Em Coimbra, na AAC, a dificuldade que tive foi... escolher!




Lá vai José Torres no seu estilo inconfundível
Que jogaria 75 minutos (45 + 30), quando entrando ao intervalo estivessem todos a pensar que no segundo tempo, em 45 minutos, o «Glorioso» resolveria a questão da posse do troféu.




Se o ataque (Eusébio, Simões e companhia) venceu o jogo
A defesa foi sólida até se deixar bater a menos de dez minutos do final da FINAL. Mas continuou competente. No prolongamento "abafou" o poderoso meio-campo e não menos eficiente linha avançada da equipa da AAC. É bom recordar que Manuel António foi o melhor marcador do campeonato nacional, em 1968/69, com 19 golos numa competição com 26 jornadas. 




No final do jogo todos estavam contentes
O Benfica mais uma vez cumpriu o seu destino. E repetiu a habitual graça de final de temporada. Depois do Campeonato conquistou a Taça.
A equipa da AAC teve o palco grandioso com o adversário adequado para mostrar a indignação perante um Estado Novo que de novo já nada tinha e impedia Portugal de ser o que era a Europa Democrática.
No final quase todos trocaram camisolas. Acabou em bem o que esteve bem. E assim Bem... Fica! Ou ficou, num final de tarde soalheira, há 50 anos!


Depois da habitual troca de camisolas no final do jogo da... FINAL os dois suplentes utilizados: José Augusto por troca com Toni e José Torres no lugar de Abel

Orgulho no «Glorioso»!

Alberto Miguéns

Um jogo muito especial, transformado [com a colaboração dos adeptos e jogadores do SLB] numa das maiores manifestações de sempre contra o Estado Novo. 
(RTP3, 15 Junho 2019)

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21/06/2019

O Campeonato das Transferências II

21/06/2019 + 2 Comentários
AINDA NO CHAMADO TEMPO DO "AMOR ÀS CAMISOLAS" JÁ PORTUGUESMENTE...



Havia o «Campeonato das Transferências» jogado nos media entre os campeonatos que REALmente outorgavam títulos, troféus, prestígio, palmarés e popularidade. Em 1914, os media resumiam-se aos jornais e revistas.

No jornal "O Sport Lisboa" (SL) Cosme Damião (CD)
Mostra-se pouco preocupado com o «Campeonato das Transferências de 1914» entre o campeonato regional de Lisboa, em 1913/14 e o campeonato regional de Lisboa, em 1914/15. 

Quando encontrar a digitalização dessa entrevista será colocada aqui. Enquanto essa "prova inequívoca" não está disponível resta acreditar na minha memória. Cuja "fita de gravação de arquivo" já vai estando usada!

SL: Consta que o Benfica está com dificuldades em formar uma equipa forte para concorrer ao próximo campeonato!?

CD: Não creio. Ainda nem formei os plantéis dos quatro "teams". Nem pensei nisso. Tenho tempo. Não sei qual será o clube mais forte, mas o Benfica terá os "teams" com mais vontade de serem os mais fortes. Pode dizer-se muito e muita coisa, mas o Benfica continuará a ser, jogue quem jogar, o clube preferido e o mais querido do público que gosta de desporto e futebol. Vai inscrever na Associação de Futebol de Lisboa plantéis para conseguirem afirmar, ainda mais, o clube entre os que o seguem com entusiasmo e crença. Aos que parecem muito preocupados com o que se anda por aí a dizer, garanto que, em cada jornada, para as quatro categorias, irá conseguir apresentar sempre onze futebolistas de início para jogar e ganhar...   

Deixem-nos poisar...

Alberto Miguéns


NOTA (às 02:12 da matina): Já encontrei um excerto. Mas falta a entrevista toda que deve ser dez vezes maior que estas dez linhas. Quanto ao conteúdo deste excerto e por comparação com o que citei de memória a "minha fita" não falhou por muito!


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20/06/2019

Esta Glória Que Fica, Honra, Eleva e Consola

20/06/2019 + 2 Comentários
TODOS OS DIAS SÃO BONS PARA VER ROGÉRIO LANTRES DE CARVALHO.


Mas tem um "gostinho especial" estar com ele no dia 18 de Junho - ou perto deste - de qualquer ano depois de 1950. O da «Finalíssima».



Poder saber do Rogério a cada ano que passa
É indescritível. Por isso não há palavras em número e significado que sejam susceptíveis de serem escolhidas. Fica uma imagem. 


Com o bilhete da sua festa de homenagem em 5 de Setembro de 1954. Um dia tenho de conseguir um da finalíssima da «Taça Latina»!

A tarde mais longa dos dias longos
O jogo que teve 146 minutos (V 2-1) ou 266 contando com o de dia 11 de Junho de 1950 (final com empate a três golos). Em 18 de Junho foram: 90 + 30 + 10 + 10 + 6 e golo de Julinho!


Obrigado Rogério! E a todos os outros onze!

Alberto Miguéns

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19/06/2019

Ser ou Não Ser Glória Eis a Questão

19/06/2019 + 0 Comentários
APENAS PARA ESTE BLOGUE. SÓ PARA ESTE BLOGUE.



Ser coerente, tentar ser justo e uniformizar critérios é uma das preocupações deste blogue.

O que é uma «Glória do Benfica»?
Por diversas vezes, em textos acerca de futebolistas, surgiu esta dúvida metódica. Pode-se considerar determinado jogador uma Glória ou não? Claro que todos merecem apreço, mesmo os que não foram bem sucedidos, por este ou aquele motivo. Se jogaram no «Glorioso» foi porque algum responsável os contratou. Recusar jogar no Benfica é que seria (e é) de censurar. Ser mal sucedido foi (ou é) um percalço. 

Ser Glória
Não pode ser porque se é vizinho. Conhece. Admira. Gosta. Costuma ir para "os comes-e-bebes". É simpático. Etecetra. Tem que existir um critério definido previamente em que depois um futebolista, passe ou não, essa fasquia. Supere ou não esse critério. Isto para que se escreva neste blogue que determinado futebolista «é uma Glória». Como é evidente ser ou não ser Glória só vincula este blogue. Mas é necessário haver coerência no blogue não fazendo sentido tornar avulso e arbitrário o que para este blogue é importante.

Critérios de títulos
Não parecem os mais indicados. Como é evidente se um futebolista está em plantéis que conquistaram inúmeros títulos, com destaque para campeonatos nacionais, dificilmente haverá critérios que lhe retirem a designação de Glória. Mas a fulanização do futebol é enganadora. Por exemplo, Jovic é Bicampeão Nacional pelo Benfica jogando apenas 15 minutos: seis em 2015/16 e nove em 2016/17. Isto em duas edições do campeonato nacional com 34 jornadas em cada uma, ou seja, num total de 68 jogos, correspondentes a 6 120 minutos. Jovic com 15 minutos em 6 120 minutos (0.25 por cento!) "conquistou" dois títulos consecutivos de campeão nacional. Nada contra Jovic. Apenas um exemplo.

Critérios numéricos
Para conseguir comparar 115 épocas, entre 1904/05 e 2018/19, tornando possível equiparar futebolistas a jogar em temporadas com organização e competições tão diversificadas optou-se pelo seguinte:

«Glória do Benfica» para este blogue é:
1. Ter participado em pelo menos 50 por cento do tempo jogado pelo Benfica enquanto parte integrante do plantel, no mínimo em quatro * temporadas com o «Manto Sagrado».
* Excepto entre 1904/05 e 1913/14 que se reduz para duas temporadas
2. Como a essência do Futebol são os golos um futebolista com 100 ou mais golos, mesmo com menos de quatro temporadas e menos de 50 por cento a jogar no tempo total disputado pelo Benfica, enquanto seu futebolista, será uma Glória.


Neste blogue deixou de haver injustiça e ingratidão (pelo menos ao intitular ou ignorar um futebolista como Glória)!

Alberto Miguéns

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18/06/2019

O Benfica é Para Águias

18/06/2019 + 6 Comentários
AO QUE CONTAM ANDA UM JOVEM PROMISSOR FUTEBOLISTA DESEJOSO DE RUMAR AO PATÉTICO!



À volta dele rodopiam sanguessugas, palitos, fungos e verrugas. 

O Benfica é para Águias. Não há lugar para pardais.

Alberto Miguéns
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Colheita 1909

+ 0 Comentários
DOIS GLORIOSOS FUTEBOLISTAS. UM LEMBRADO E OUTRO MUITO ESQUECIDO.



AMBOS COMPLETARIAM 110 ANOS EM 2019. MANUEL DE OLIVEIRA EM 18 DE JUNHO.

Alberto Miguéns

NOTA: Vítor Silva faleceu aos 73 anos, em 21 de Julho de 1982. Manuel de Oliveira faleceu aos 51 anos, em 14 de Dezembro de 1960 *. 
* As datas de nascimento e falecimento bem como a naturalidade carecem de cruzamento de informação.



NOTA FINAL: Esta Glória do Benfica (Manuel, um dos irmãos "Bananeira") merece ter, em breve, neste blogue um texto que ilustre a sua dedicação ao Clube e classe como futebolista
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17/06/2019

Depois Logo Se Vê

17/06/2019 + 1 Comentários
O QUE CONTA É UMA VITÓRIA HOJE PARA IMPEDIR UM TÍTULO.



Não vencendo será o adversário (UD Oliveirense) a sagrar-se Campeão Nacional em Basquetebol.

Estando em vantagem por 2-1
Uma vitória do «Glorioso» iguala, com duas vitórias para cada clube, os jogos da final.


A seguir a «Capital do Benfiquismo»
Muda-se para Oliveira de Azeméis. Vencer, hoje, para ser Campeão Nacional no próximo sábado, em 22 de Junho de 2019. 

Carrega Benfica

Alberto Miguéns

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16/06/2019

Obrigado! Querido! Benfica!

16/06/2019 + 1 Comentários
À QUARTA FOI DE VEZ. E O SPORTING CP MAIS UMA VEZ NÃO CONSEGUIU SER TETRACAMPEÃO COM A ENTRADA DO BENFICA NA MODALIDADE.  


Mas isso é secundário. Importante foi o oitavo título. No pavilhão n.º 1 do SLB, o Sporting CP foi completamente dominado, principalmente no segundo tempo. Que jogo «inteligente» do Benfica perante o campeão Europeu! Entrada deslumbrante a fazer 2-0 e depois do empate a dois golos, o 4-2.


APENAS OS CINCO JOGOS DA FINAL
Futsalistas
4-5
6-3
4-3
3-5
4-3
N.º
Nome
P
C
F
C
F
C
22
Roncaglio
GR

1



4
André Coelho
Fx
1
1
1
1

7
Bruno Coelho (cap.)
AD

1


1
10
Robinho
AE

1
1


19
Fits
Pv
1




2
Chaguinha
AD



1

18
Fernandinho
AE
1

2


3
Marc Tolrà
Fx





5
Fábio Cecílio
Fx

2

1

6
Tiago Brito
AE





9
Miguel Ângelo
AD
1




17
Raúl Campos
Pv




3
21
Afonso Jesus
Fx





14
Silvestre
A?





1
André Correia
GR





12
Cristiano
GR
L
L
L
L
L
8
Rafael Hemni
AE
L
L
L
L
L
NOTAS: Golos a branco; a vermelho - Titulares; a verde - suplentes utilizados; a azul - suplentes não utilizados




NOTA: Texto feito à pressão devido a compromissos particulares. Talvez pela meia-noite fique definitivo!




Estreia, em 2001/02, com 18 temporadas disputadas
Foi há quase duas dezenas de anos, mas parece que foi ontem, tal a velocidade com que o tempo passa. O Benfica surge no Futsal de rompante aproveitando a "campanha" federativa de angariação de clubes com estatuto no meio desportivo português. Com a extinção do Olímpico FC (por imposição do COP não permitindo a utilização do termo fora do seu âmbito) classificado em 11.º lugar entre 16 emblemas, no campeonato nacional de 2000/01, o Benfica compra-lhe os direitos desportivos alicerçando o seu primeiro plantel em dois clubes: Atlético CP (com seis futsalistas) e Olímpico FC (com três). A estreia da equipa ocorreu, em 13 de Setembro de 2001, frente ao Miramar Futsal Clube. De então para cá - a três meses de completar o 19.º aniversário - uma história de sucesso... com 1 116 jogos realizados.

Uma hegemonia a "esfriar"
Se o "Glorioso" entrou a arrasar, com a conquista de cinco campeonatos nacionais nas oito temporadas iniciais aproximando-se do Sporting CP que dominava com seis triunfos quando o Benfica estreou a modalidade, chegando-se a 2008/09 com SCP (oito) e SLB (seis) ou seja apenas menos dois títulos de campeão nacional, mas com um domínio de 5/2 em oito épocas, cabendo ao AFR Freixieiro o outro triunfo precisamente na temporada de estreia do SLB. Depois de 2008/09 enquanto o Benfica apenas conquistou mais um triunfo (2011/12) o Sporting CP arrancou quatro conquistas colocando "tudo na mesma". Em 2013/14, em 13 épocas de Futsal com Benfica, uma diferença de seis (6/12) precisamente a mesma diferença aquando do início do Futsal Benfiquista. Em 2014/15, em 14 temporadas, sete-a-seis em triunfos favoráveis ao SLB. Duas temporadas depois (2016/17) o Sporting CP tem mais um campeonato desde que o Benfica iniciou a modalidade (8/7) ou o "dobro" (14/7) embora a FPF considere a Taça Nacional como campeonato nacional (clicar) mas já não segue o mesmo critério na competição feminina (clicar) (clicar). Os dirigentes do Benfica têm que resolver isto. Depois não se queixem...  Em 2018/19, o "Glorioso" volta a ficar a um título do adversário. Oito campeonatos para o «Glorioso» e nove para o Sporting CP nas 18 temporadas com Futsal em comum.


TROFÉUS OFICIAIS (TOTAIS)

COMPETIÇÕES
Troféus
Oficiais
SLB
AFL/ Jogos Regionais
2
FPF/ Jogos Nacionais
25
UEFA/ Jogos Internacionais
  1
      TOTAIS
 28
R
Torneio do Centenário
da AFL
  1
Taça de Honra AFL
1
N
Supertaça
  8
Camp.º Nacional
8
Taça de Portugal
7
Taça da Liga
2
I

Taça UEFA Futsal
(Campeões Nacionais)
1

Com um palmarés invejável
Para uma "entrada" tardia na modalidade.

TROFÉUS OFICIAIS POR ORDEM CRONOLÓGICA

Épocas
REGIONAIS (AFL)
NACIONAIS
(FPF)
Int.

UEFA
TC/TH
CN
TP
ST
TL
28
2
8
7
8
2
1
2001/02
2002/03
1.º
1.ª
2003/04
1.ª
2004/05
2.º
2.ª
2005/06
2006/07
3.º
3.ª
2.ª
2007/08
4.º
3.ª
2008/09
5.º
4.ª
2009/10
4.ª
1.ª
2010/11
1 *
2011/12
NR
6.º
5.ª
5.ª
2012/13
NR
6.ª
2013/14
2014/15
1.ª
7.º
6.ª
2015/16
7.ª
2016/17
7.ª
8.ª
2017/18
1.ª
2018/19
NR
8.º
2.ª
NOTA: * Torneio Centenário organizado pela Associação de Futebol de Lisboa para comemorar o Centenário. Em 2014/15 realizou-se a I Taça de Honra de Lisboa (Futsal)

Domínio para lá dos campeonatos nacionais
Apesar das evidentes dificuldades competitivas nas últimas sete temporadas, o Benfica é o clube com mais títulos na Taça de Portugal (7/7 no confronto SLB/SCP em 18 edições) e mais troféus na Supertaça (8/8 no confronto SLB/SCP em 17 edições, pois em 2001/02 o SLB não podia ter participado).

AS ÚLTIMAS 18 TEMPORADAS

Épocas
Campeonato
Nacional
Taça de Portugal
Supertaça
Taça da Liga
Vencedor
SLB
Vencedor
SLB
Vencedor
SLB
Vencedor
SLB
2001/02
AR Freixieiro
2.º
GD F. J. Antunes
1/4
Sporting CP
---
2002/03
01.SL BENFICA
01.SL BENFICA
AR Freixieiro
NP
2003/04
Sporting CP
2.º
SL Olivais
1/16
01.SL BENFICA
2004/05
02.SL BENFICA
02.SL BENFICA
Sporting CP
NP
2005/06
Sporting CP
2.º
Sporting CP
FIN
Boavista FC
D
2006/07
03.SL BENFICA
03.SL BENFICA
02.SL BENFICA
2007/08
04.SL BENFICA
Sporting CP
1/32
03.SL BENFICA
2008/09
05.SL BENFICA
04.SL BENFICA
Sporting CP
D
2009/10
Sporting CP
2.º
CF "Os Bel."
FIN
04.SL BENFICA
2010/11
Sporting CP
2.º
Sporting CP
FIN
Sporting CP
NP
2011/12
06.SL BENFICA
05.SL BENFICA
05.SL BENFICA
2012/13
Sporting CP
2.º
Sporting CP
1/4
06.SL BENFICA
2013/14
Sporting CP
1/2f
AD Fundão
FIN
Sporting CP
NP
2014/15
07.SL BENFICA
06.SL BENFICA
Sporting CP
NP
2015/16
Sporting CP
2.º
Sporting CP
FIN
07.SL BENFICA
Sporting CP
1/4
2016/17
Sporting CP
1/2f
07.SL BENFICA
08.SL BENFICA
Sporting CP
1/4
2017/18
Sporting CP
2.º
Sporting CP
  1/2
Sporting CP
D
01.SL BENFICA
2018/19
08.SL BENFICA
  Sporting CP
FIN
  Sporting CP
NP
02.SL BENFICA

E essa autêntica Liga dos Campeões de Futsal (ainda que durante anos mal designada Taça UEFA Futsal ou UEFA Futsal Cup)
Quem não se recorda desse dia memorável para o Futsal português! Final inolvidável em 25 de Abril de 2010. Já lá vão mais de oito anos! O Benfica foi o primeiro clube português entre seis países europeus!

QUADROS TOTAIS POR COMPETIÇÃO
Campeonato
Nacional *
Taça de Portugal
Supertaça
Liga dos Campeões
UEFA **
Sporting CP
15
SL BENFICA
7
SL BENFICA
8
Interviú
5
SL BENFICA
8
Sporting CP
7
Sporting CP
8
Playas Castellón
2
GDC Correio Manhã
2
GD F. J. Antunes
2
GDC Correio Manhã
1
FC Barcelona
2
Miramar FC
2
Miramar FC
1
GD Ins. D. João V
1
Kairat Almaty FC
2
Santos FC Venda Nova
1
GD Ins. D. João V
1
Miramar FC
1
Action 21 Charleroi
1
AR Freixieiro
1
GDC Correio Manhã
1
AR Freixieiro
1
Dínamo Moscovo
1
SL Olivais
1
Boavista FC
1
Vic Sinara Ekaterimburgo
1
CF Os Belenenses"
1
SL BENFICA
1
AD Fundão
1
ASDC Montesilvano c/s
1
FC Ugra (Yugorsk)
1
Sporting CP
1
(29)
(22)
(21)
(18)
NOTA: * As duas primeiras edições como "Taça Nacional"; ** As 17 primeiras edições como "Taça UEFA Futsal"

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Alberto Miguéns





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