Já Não Há Pachorra - Em Defesa do Benfica
A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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08/08/2018

Já Não Há Pachorra

08/08/2018 + 4 Comentários API
O QUE ESTÁ EM CAUSA NÃO É UMA QUESTÃO MORAL É UM EXEMPLO ÉTICO, ALIÁS, FALTA DELE.


Claro que esta frase é tirada do contexto. O facto dele, sendo futebolista do Sporting CP, desejar proporcionar aos sportinguistas - ele incluído, pois jamais poderá negar que era sportinguista em Portimão (há ainda muitos que o conheceram) - conseguirem o que não ocorria desde 1981/82 e só voltaria a acontecer em 1999/2000. 

Só que aos 26 anos já não era um miúdo
Sabia bem o que queria. E o que queria - e conseguiu - foi enfraquecer o Benfica. Era um calão - mau profissional e péssimo jogador - a partir de 1990/91 e estávamos no final de 1992/93. Passou a ter problemas em todos os clubes em todas as temporadas até desaparecer do Futebol. Porque era mau profissional.


Estava para ser dispensado do Benfica
E decidiu - sabendo isso - a ser ele a dar o "golpe". Em vez de prescindirem de mim (Pacheco) sou eu que vou gozar com eles (Benfica). Foi isso que contava em Portimão. Até porque sempre teve a mania que era um chicoesperto no engano alheio!


Passou a ser um «apátrida»
Andava aos caídos. Há algum tempo. Um ex-futebolista à medida que vai envelhecendo deixa de ser conhecido e reconhecido (no caso dos que foram vulgares). Precisa de se colar a um clube pois nada mais lhe resta na vida. Pacheco é odiado por inúmeros sportinguistas e outros tantos Benfiquistas. Ficou num «limbo» de onde tenta desesperadamente sair. Espero nunca me cruzar com ele na "Catedral". Longe. Gente que não prestou quando devia dar-se ao respeito nunca prestará!  

O que Pacheco fez, mas principalmente Paulo Sousa
Foi alterar o rumo da história do Clube. Em 114 anos, só em 1907 e 1917 houve situações semelhantes. Em 11 de Dezembro de 1993 perdeu-se a continuidade com o enxovalho a Jorge Brito, Cunha Leal, Gaspar Nero e Croft Moura. Se José Capristano tem sido eleito (mas foi derrotado) em 7 de Janeiro de 1994, ainda se tinham minimizado os danos pois havia um nó mas a solução vinha de dentro dos conhecedores da orgânica do Clube/Futebol português. Com a eleição de Manuel Damásio e de muitos daqueles dirigentes que o acompanharam o Benfica perdeu a linha de continuidade. A estarolice instalar-se-ia com os prejuízos que ocorreram a seguir. Não foi dar um nó na Gloriosa História. Isso já ocorreu várias vezes. Foi juntar duas correntes. A uma forte de ouro outra de pechisbeque dourado. Só não foi uma tragédia (ainda maio) porque o Benfica conseguiu sagra-se campeão nacional, mas teve implicações no Futuro. Em 1993/94 foi o 30.º título em 60 edições (50 por cento). Em 2017/18, em 84 edições o Benfica tem 36 títulos, ou seja, 43 por cento. 



Percebe-se a adoração de alguns por Pacheco/Paulo Sousa
Se o Verão de 1993 (traição de Pacheco e principalmente de Paulo Sousa que não permitiu encaixar financeiramente a transferência para Itália) não tem existido, quase nenhum dos associados que depois foram dirigentes do Clube alguma vez o poderiam e conseguiriam ser. É que nem pensar. Até 11 de Dezembro de 1993 a fasquia para se ser responsável e funcionário de nível superior no Clube estava demasiado alta. Depois foi, e ainda é, colocada muito em baixo. Vulgarizada.

O Benfica é um clube democrático
Todas as opiniões são aceites. Aliás, ninguém devia ser expulso de associado (não se pode negar para «onde bate o coração») embora devam existir penalizações, algumas de longa duração e que impeçam exercer cargos no futuro. Não está em causa ser ou não associado. Mas sim o que pensam associados e simpatizantes do Benfica de alguém que traiu com gozo o Clube. Desde odiar Pacheco, desprezá-lo (eu desprezo-o e será assim até eu ou ele morrer), ficar indiferente, aceitá-lo e elogiá-lo. É o Benfica. Por isso é o maior e melhor clube português e não só...

Que pague as quotas e desapareça! Andou tantos anos incógnito pelo bom caminho. Tinha de voltar para chatear e incomodar

Alberto Miguéns

NOTA: Este blogue ainda voltará a este assunto pois há muito "material". O risco é tentarem "recuperar" Paulo Sousa. Pacheco serve para deitar "barro à parede" para medir o grau de indignação dos Benfiquistas. Paulo Sousa é um caso muito mais grave. O futebolista Pacheco é um tremoço ao pé de Paulo Sousa. 

4 comentários
comentários
  1. eu sei que nao tem muito a haver com o tema, mas já que, disse que a fasquia de dirigentes era alta e hoje está em baixa, conseguia nomear algum (ou vários) possivél(eis) candidato(s) hoje, que conseguisse estar ao nível de exigência do clube?
    Pergunto mesmo por desconhecimento de causa, enquanto que os que se houve falar mais (RGS e B.Carvalho) nao parecem ter essa qualidade

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    Respostas
    1. Caro Benfiquista

      Gostaria mas não consigo...por enquanto. Espero que apareça alguém que consiga recolocar o Benfica no trilho certo: Pensar sempre no que será melhor para o clube mesmo que não seja bom para quem toma a decisão ou decisões.

      Mas atenção que quando eu escrevo dirigentes/responsáveis isso está muito para além do cargo de presidente da Direcção. é fundamental ser um grupo (Órgão) com capacidade de discussão interna em que as decisões sejam tomadas após verificação de prós e contras.

      Eu acredito nos efeitos benéficos de discutir assuntos do interesse do Benfica por dirigentes eleitos pelos associados. Mas têm de ser discutidos. Não é alguém decidir e depois comunicar a decisão sabendo que ninguém discordará.

      Eu também terei sempre dificuldade em conseguir indicar um nome pois tenho a opinião inquinada por uma Utopia. Gostava de ter dirigentes - e friso não são só as presidências - em que houvesse um misto de Joaquim Bogalho (nem um tostão benfiquista desperdiçado ou esbanjado), Maurício Vieira de Brito (capacidade de financiamento sustentado por idoneidade social) com Borges Coutinho (diálogo, negociação, diplomacia e boas práticas). Como é que se consegue isto? Não sei, mas gostava. Colocaria em três mandatos de quatro anos o Benfica entre os dez maiores clubes europeus a nível desportivo no futebol. Porque é o clube de um País. Depois saía e deixava condições para alguém continuar a Saga Benfiquista.

      Gloriosas Saudações

      Alberto Miguéns

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  2. Infelizmente, o Benfica paga a traidores. O próprio treinador, agora tão soft, epumava de raiva num jogo que perdeu contra o Glorioso, quando treinava, salvo erro o Guimarães. Curiosamente o vídeo desapareceu do YouTube !
    Orlando Silveiro

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  3. Desculpe o reparo a BTV ainda tem o desplante de entrevistar este TRAIDOR.

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