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28/03/2015

Arrabenta Com Eles Albino! (parte I)

28/03/2015 + 5 Comentários
ENQUANTO A EQUIPA DA FPF/JORGE MENDES SE PREPARA PARA DEFRONTAR OS SÉRVIOS E DEPOIS ENCENARÁ UMA FARSA COM CABO VERDE...


No dia da homenagem em respeito pelo Glorioso Estandarte com as medalhas de multi-campeão e a Águia de Prata ao pescoço. Gigante Albino!

Apetece-me escrever acerca do Benfica e do respeito pela Selecção Nacional de Futebol. Ou seja vou escrever acerca do Albino. O Francisco Albino de Tortosendo.

AVISO INICIAL: A História do Glorioso deu a volta ao texto de hoje. Antes de mais avisar que o texto está demasiado longo. Quem não se interessar pela História do Benfica é melhor esperar por amanhã. Nem isso! Por depois de amanhã.
Tinha previsto contar uma estória que me foi contada por Albino, em 1991 ou 1992, mas pus-me a escrever acerca da importância dele e deixou de fazer sentido prolongar mais o texto que já de si é enorme. Hoje a História. Para amanhã a Estória. Mas deliciosa, pelo menos rimo-nos os dois nessa tarde do início dos anos 90. Aliás três: eu, Albino e Joaquim Macarrão, o elo de ligação.

Fotografia que vai ilustrar o texto de amanhã
Quem é Albino?
Escrevi "É" e não "Foi". É...porque as Glórias do Benfica são eternas!


29 de Maio de 1938. Primeira mão dos quartos-de-final da Taça de Portugal (última época como Campeonato de Portugal). Estádio do Lima; Porto; Fora. D 2-4 (calma... na 2.ª mão (Amoreiras) o SLB venceu por 7-0!). Próximo da baliza do Benfica, mesmo no chão Albino (médio-centro) não desiste da bola, com Gustavo Teixeira (defesa-esquerdo) a ver e Raul Baptista (médio-direito) de costas a meter o pé esquerdo. Os dois adversários do FC Porto com atitudes diferentes: Gomes da Costa (avançado interior-direito) tenta jogar enquanto Costuras (extremo-esquerdo) reclama com o árbitro. Imagem do jornal brasileiro "Sport Ilustrado" n.º 14 (13 de Julho de 1938) enviada pelo leitor Victor João Carocha
Estamos a falar de um dos Gloriosos JMBS: Jogadores Mais Benfiquistas de Sempre
Era daqueles intrépidos que nunca se davam por vencidos. Que só queriam ganhar. Que mesmo a um segundo do final sabiam ser possível ainda marcar um golo ou não consentir um frente aos poderosos. Que no futebol só havia um resultado: a vitória do Benfica! O resto eram anormalidades. Só no Benfica? Não na selecção nacional também! Quem melhor o definiu foi Ricardo Ornelas: "Albino é daqueles jogadores que até no chão, quando os derrubam,  jogam para ganhar"!




Comecemos pelo princípio...
Nasceu a 2 de Novembro de 1912, em Tortosendo, vila na encosta da serra da Estrela, histórica freguesia do concelho da Covilhã. Terra de Benfiquistas e Benfiquismo. Em 31 de Janeiro de 1922 foi fundado o Sport Lisboa e Tortozendo (SLT), actual Sport Tortosendo e Benfica! Para mim é um dos maiores Enigmas Benfiquistas! Como "chegou" o SLB, a caminho dos 18 anos de existência, a um lugarejo nas vertentes da serra da Estrela a 250 quilómetros de Lisboa e nesse tempo a mais de dez horas de viagem de comboio! De automóvel ainda seriam mais! Francisco Albino foi um dos pioneiros a jogar nas equipas de SLT. E desde cedo conheceu o futebol, as desproporções, as malandrices e as elites. O jogo mais importante do concelho da Covilhã, e durante algumas temporadas do distrito de Castelo Branco era o Benfica - Sporting, ou seja o Tortozendo frente ao SC Covilhã! Destes embates nasceu o "amor" de Albino pelo sportinguismo...



...Despachemos a selecção...
Albino depressa se fez notar e com horror ao sportinguismo elitista rumou a Lisboa, em 1928, para representar o seu "Glorioso" em 1930. Seria um Amor Eterno até falecer de forma brutal em 25 de Fevereiro de 1993, aos 80 anos, na linha férrea, colhido por um comboio, junto a Massamá. Fez dez jogos pela selecção nacional, treinada por Cândido de Oliveira, totalista no onze titular, entre a estreia (5 de Maio de 1935) e a despedida (12 de Fevereiro de 1939). Albino fez tantos jogos na selecção nesse período como os jogos realizados pela selecção nacional: dez! Ou seja do 33.º ao 42.º jogo! Sempre como centrocampista: D-D-D-C-C-C-C-C-C-C: D (à direita) e C (centro). Quando o questionei pelo facto de ser considerado o melhor em campo várias vezes, ter feito o último jogo no início de 1939 e apenas ter deixado de jogar, pelo Benfica, em 1945, seis épocas depois, porquê o abandono tão precoce? Albino foi Albino, mesmo com 78 anos: «Aquilo sem Cândido de Oliveira era trampa!» Ontem como hoje!

Da esquerda para a direita. Em cima. Cândido Oliveira (quarto) e Francisco Albino (oitavo). Há ainda mais quatro Benfica's: Gaspar Pinto e Gustavo Teixeira (capitão), entre Mestre Cândido e Albino. Em baixo, da direita para a esquerda, Guilherme Espírito Santo e Valadas

... e vamos ao que interessa
Como atrás disse Francisco Alves Albino nasceu em 2 de Novembro de 1912, na aldeia de Tortozendo, localidade beirã que dista sete quilómetros da sede do concelho, a Covilhã. Iniciou-se nas futeboladas do SL Tortozendo, mas ainda jovem adolescente (miúdo naquele tempo!) veio viver com os pais para Lisboa, habitando no popular bairro de Campolide. Em 13 de Dezembro de 1925 foi inaugurado o nosso estádio das Amoreiras, “paredes meias” com o bairro onde vivia em Lisboa. Chegado a Lisboa pouco tempo depois (contou-me ele) começou a aparecer pelo campo, em dias de jogos e de treinos. A “toda a hora”!

1932/33. Vencedores do Campeonato de Lisboa. Nono título no campeonato regional depois de uma longa espera, desde 1919/20 (o oitavo). De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Pedro Conceição (morreu nas bancadas do Estádio da Luz, trinta anos depois, em 10 de Abril de 1960, durante um emotivo dérbi com 4-3 como vitória), Vítor Silva (capitão), Augusto Dinis, Rogério Sousa, Eugénio Salvador, Luís Xavier, João Correia e João Oliveira; Albino, Manuel Oliveira e Francisco Gatinho. Treinador: António Ribeiro dos Reis


Começar como infantil (o nome dos juniores daquele tempo)
Aos 17 anos, em 27 de Abril de 1930, já a findar a temporada, estreou-se no escalão “Infantil-categoria A” (actualmente Juniores) num encontro disputado em terreno adversário, no Campo Grande, com o Sporting CP, numa derrota por 1-3, para o respectivo campeonato regional. Alinhou logo no lugar a que melhor se adaptou, médio-centro. Nesta primeira temporada fez seis jogos! No início de 1931/32 passou a médio-centro da 3.ª categoria, onde fez apenas dois encontros, completando a época na 2.ª categoria, com dez jogos (cinco a médio-centro e cinco a avançado-centro, marcando três golos) representando também o Clube em dois jogos pela Reserva, um a avançado-centro e outro a interior-direito, ou seja, jogou em três campeonatos regionais diferentes.


1934/35. Vencedores do Campeonato de Portugal. Terceiro título na Taça de Portugal do SLB depois da revisão de designações da FPF em 1938/39. A equipa tirou a fotografia com a disposição táctica em campo. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Angelino Fontes (massagista), Gatinho, Amaro e Gustavo Teixeira (capitão); Albino, Lucas e Gaspar Pinto; Fernando Cardoso, Luís Xavier, Carlos Torres (tio de José Torres), Rogério Sousa e Valadas. Treinador: António Ribeiro dos Reis

Estreia a titular
Começou a temporada de 1932/33 na Reserva, mas numa digressão a Braga, estreou-se pela equipa principal. O jogo realizou-se em 26 de Dezembro de 1932 com uma selecção de futebolistas dos clubes bracarenses, num empate a quatro golos, no campo do Raio. Tinha 20 anos. Entrou ao intervalo, conquistando a titularidade, que manteria mais de um decénio, até 1944/45! Em 8 de Janeiro de 1933, disputou o primeiro jogo de futebol para uma competição oficial pela equipa principal, na vitória por 3-0 com o FC Barreirense, nas Amoreiras, para o Regional de Lisboa.


1935/36. Vencedores do II Campeonato da I Liga. Primeiro título de campeão nacional do SLB depois da revisão de designações da FPF em 1938/39. Um dos melhores onzes do futebol português. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Cândido Tavares, Rogério Sousa, Gustavo Teixeira (capitão), Francisco Gatinho, Gaspar Pinto e Francisco Albino; Domingos Lopes, Luís Xavier, Vítor Silva, Carlos Torres (tio de José Torres) e Alfredo Valadas. Treinador: Lipo Herczka

Impressionante em genica e vontade
A médio-centro ou a médio-direito afirmou-se como um dos eixos da equipa principal. O Clube podia confiar nele – em boa vontade, em apego à luta e em dedicação. Ou seja, contávamos com um grande futebolista, de fibra excepcional. Foram inúmeras as tardes em que empurrou a equipa para a vitória, algumas vezes quando já parecia impossível de obter. Albino, que se fizera futebolista no Benfica, nunca hesitou em sacrificar-se pelo clube. Foi mesmo uma das nossas figuras mais populares. Nunca foram precisos compromissos ou contratos. Foi sempre dos que apareciam com mais regularidade. Esguio, esgrouviado – mas rijo. Poucas vezes faltava – e só por motivo de força maior.


1941/42. Campeões Nacionais. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Alcobia, Galvão, Martins, Gaspar Pinto, Freire, César Ferreira, Albino (capitão até derrota 0-5 com Sporting CP para o Campeonato de Lisboa), Francisco Ferreira e Janos Biri (treinador); Manuel Costa, Nelo Barros, Francisco Rodrigues, Joaquim Teixeira e Valadas (capitão durante o campeonato nacional e a Taça de Portugal)

Inigualável em dedicação
Jogou no Benfica, ao mais alto nível, durante 13 temporadas consecutivas, entre 1932/33 e 1944/45, com onze a titular como médio-centro em 1932/33 e entre 1935/36 e 1944/45. Em 1933/34 foi o 6.º futebolista mais utilizado, mas repartiu a titularidade entre médio-direito (15 jogos) e médio-centro (nove jogos). Em 1934/35 foi titular a médio-direito. Entre 24 de Janeiro de 1937 e 17 de Abril de 1938, durante um ano e três meses, participou nos 52 jogos consecutivos da nossa equipa principal, correspondendo a 4700 minutos, ou seja, correspondentes a mais de três dias consecutivos a jogar futebol.


Em 20 de Março de 1938; SCP - SLB; E 2-2; Lumiar; Campeonato da I Liga; Suficiente para a conquista do Tricampeonato nacional. O Glorioso Defesa António Vieira anula de cabeça Peyroteo com Albino à espera do resultado, para o que "der e vier"!
O melhor do seu tempo
Nas 13 temporadas na equipa principal do “Glorioso”, sempre a titular, jogou um total de 40 461 minutos (correspondentes a 28 dias a jogar consecutivamente) em 462 jogos marcando 26 golos. A médio-centro jogou 33 096 minutos, participando em 371 encontros, marcando 24 golos.

Em dia de despedida e homenagem. Albino entra em campo, com guarda-de-honra feita pelos simpáticos adversários do Sporting CP (nem vou dizer como ele denominava aos equipamentos deles!). Em 13 de Maio de 1945 os adeptos - Gloriosos, sportinguistas e demais - viram jogar pela última vez um dos melhores futebolistas portugueses de sempre.

Despedida aos 32 anos
Em 13 de Maio de 1945, o “Glorioso” organizou-lhe uma memorável festa, no nosso estádio do Campo Grande, com o Sporting CP. A sua despedida constituiu uma manifestação grandiosa dos adeptos benfiquistas para com um atleta excepcional. Considerava-se que ainda podia continuar a jogar por mais algum tempo. Disse não querer prejudicar o “Glorioso”, pois beneficiando da sua popularidade podia haver depois pruridos em afastá-lo! À Benfica!

1942/43. Bicampeão Nacional e vencedor da Taça de Portugal. Primeira "Dobradinha do Glorioso". De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Francisco Ferreira, Joaquim Teixeira, Janos Biri (treinador), Albino (capitão), Valadas, César Ferreira, Manuel Costa e Martins; Manuel Jordão, Julinho, Gaspar Pinto e Alcobia

Tantos jogos, vitórias e conquistas
Pela equipa de honra do Benfica, jogou um total de 462 encontros e marcou 26 golos, com destaque para 154 jogos e onze golos no campeonato nacional, 63 jogos e dois golos na Taça de Portugal, 126 jornadas e sete golos no Regional de Lisboa, 34 jogos e um golo em Torneios e 85 jogos em particulares – 76 com cinco golos em jogos nacionais e nove encontros internacionais. Pelo “Glorioso”, em 15 temporadas (1929/30 e de 1931/32 a 1944/45) jogou um total de 490 jogos e marcou 33 golos – Mistos (dois jogos), Reserva (oito jogos e três golos), 2.ª categoria (três golos em dez jogos), 3.ª categoria (dois encontros) e Infantis (seis jogos e um golo).


Internacional indiscutível
Estreou-se pela selecção nacional em 5 de Maio de 1935, no XI Portugal-Espanha fazendo dez jogos consecutivos – sempre a médio, os três iniciais na direita e os restantes sete ao centro - até ao II Suíça-Portugal, em 12 de Fevereiro de 1939, disputado em Lausana. Depois… fartou-se e dedicou-se ao Benfica. Uma decisão acertada…


1943/44. Vencedor da Taça de Portugal. Segunda conquista consecutiva do "Glorioso" com recorde, ainda na actualidade, de golos na final da competição: V 8-0 ao GD Estoril Praia. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Angelino Fontes (massagista), Francisco Ferreira, Martins, César Ferreira, António Carvalho, Albino (capitão), João Silva, Janos Biri (treinador) e Valadas; Guilherme Espírito Santo, Arsénio, Julinho, Joaquim Teixeira e Rogério Carvalho

Títulos oficiais
Na equipa de 1.ª categoria conquistou doze títulos oficiais: seis no Nacional, em 1935/36, 1936/37, 1937/38 (um tricampeonato ainda com a designação de I Liga), 1941/42, 1942/43 (um bicampeonato) e 1944/45; quatro Taças de Portugal, em 1934/35 (ainda designada Campeonato de Portugal), 1939/40, 1942/43 (uma "dobradinha") e 1943/44; e dois no campeonato regional de Lisboa, em 1932/33 e 1939/40. Nos 462 jogos em que representou o Benfica ajudou o Clube a obter 299 (65 por cento) vitórias e 61 empates. Como médio-centro em 371 jogos, esteve em 244 (66 por cento) vitórias e 45 empates. Entre os futebolistas do Benfica, é o médio-centro mais utilizado e o 17.º jogador com mais tempo de jogo, "ultrapassado" há pouco tempo por Luisão. Isto em temporadas onde se disputavam menos jogos que na actualidade.

1944/45. Campeão Nacional. Última temporada de Albino. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Gaspar Pinto, Angelino Fontes (massagista), Albino (capitão), Mário Rosa, Janos Biri (treinador), Francisco Ferreira, Cerqueira e Moreira; Mário Rui, Arsénio, Guilherme Espírito Santo, Joaquim Teixeira e Rogério Carvalho

Concessão da “ÁGUIA DE PRATA”
O Benfica reconheceu a sua dedicação elegendo-o para “Sócio de Mérito”, em 31 de Julho de 1938 e distinguiu-o com a “Águia de Prata”, em 31 de Agosto de 1940. Faleceu em 25 de Fevereiro de 1993, de uma forma brutal, vitimado pela doença que lhe afectava a memória. Demência naquele tempo, Alzheimer agora. Modernices!

Mas, Albino é um futebolista imortal. Faz parte da glória do Benfica - a sua actividade e exemplo – perpetuarão a sua memória.

QUADRO RESUMO
Ordem de tempo de utilização/SLB                           17.º          
Minutos jogados                                      40 461’
Jogos totais                                               462
Jogos completos                                  448
Jogos substituído                                    7
Suplente utilizado                                    7
Jogos a titular                                           455               
Jogos a médio-centro                          371
Jogos a médio-direito                            75
Jogos a médio-esquerdo                         6
Jogos a avançado-centro                       1
Jogos a interior-direito                          1
Jogos a defesa-direito                            1
Golos marcados                                           26                         
Jogos como capitão                                    96
Jogos consecutivos a titular                    52 J  4 700’ 1936/37 a 1937/38 (1 ano e 3 meses)
Épocas no Benfica (titular)                      13 (1932/33 a 1944/45 – 2 a méd-dir. e 11 a méd-centro)
Títulos oficiais (12)                6 Nacionais 35/36 36/37 37/38 41/42 42/43 44/45
                                                           4 Taças Portugal 34/35 39/40 42/43 43/44
                                                           2 Regionais 32/33 39/40
Outras categorias no Benfica                                 2 (Infantis 1929/30; 2.ª cat. 1931/32)
Épocas no Benfica (totais)                                    16 (1929/30 e 1931/32 a 1944/45)         
Internacional por Portugal            10 (1935 a 1939)
Festa de homenagem                     13 de Maio de 1945

Como para Em Defesa do Benfica não são só os jogadores mediáticos que merecem ser conhecidos...
Enquanto este blogue existir «Honrará Sempre os Azes que nos Honraram o Passado»!

Amanhã, por esta, hora...
O texto que era para ser o de hoje!

Apesar de tudo...
Este fim-de-semana é que conta. O passado já passou. O futuro é que vai trazer a Grandeza e mais Glória. Olhem para o que vem aí nos próximos dias!

TÁBUA CRONOLÓGICA/ DIÁRIO DO SLB/ 28-31.Março.2015
Dia SLB
N.º
MAR
Dia
Acontecimento









40 570









28
HP
17.00
Jg 4184 ESmHP; V 7-2; A. Juventude de Viana; Campeonato Nacional; 23.ª jornada; Pav. SLB 1  (Lisboa); C
PA
17:00
Jogo 09 ESfPAQ; O 0-0; Clube Fluvial Portuense; Campeonato Nacional I Divisão; 2.ª Fase; 3.ª jornada; Piscina CF Portuense (Porto); F
FTS
18:00
Jg 877 ESmFs; V 7-3; CD Fátima; Taça de Portugal; Quartos-de-final; Pav. Centro de Estudos (Fátima); F
FTS
19:00
Jg ESfFs;  D 4-6 (ap); Novasemente GD; Taça de Portugal; Quartos-de-final; Pav. SLB 2 (Lisboa); C
AND
19:15
Jg 2981 ESmA; D 27-28; FC Porto; Taça de Portugal; Meia-final; Pav. Desportivo Municipal (Loulé); N
HP
20:00
Jg 104 ESfHP; V 12-1; HC Mealhada; Campeonato Nacional/Fase Final; 5.ª jornada; Pav. SLB 1 (Lisboa); C


40 571


29
RÂG
12:00
Jg ESfRag; O 00-00; Campeonato Nacional de Sete; 1.ª etapa (de cinco); 1.º jogo (a confirmar)
VOL
17:00
Jg 1882 ESmV; O 0-0 (00-00; 00-00; 00-00); CMC Ravenna; Taça Challenge; Meias-finais; 2.ª mão; Pav. Palafiera (Forli); F
40 572
30
BIL
21:00
Jg 1965 ESmBIL; O 0-0; ALAB-A; Campeonato Nacional I Divisão - Zona Sul; 9.ª jornada; Sala SLB (Lisboa); C
40 573
31



Carrega Benfica!

Alberto Miguéns


(provisório como é evidente)
29 de Março a 8 de Abril de 2015 (Sempre à meia-noite)
Domingo (de 28 para 29): Arrabenta com eles Albino (parte II);
Segunda-feira (de 29 para 30): Jogos particulares de primeira e segunda!;
Terça-feira (de 30 para 31): Luisão não tem culpa!;
Quarta-feira (de 31 para 01): Mentiras Oficializadas by SLB;
Quinta-feira (de 01 para 02): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Sexta-feira (de 02 para 03): Taça da Liga: melhor do que a pintam;
Sábado (de 03 para 04): Vem aí o CD Nacional;
Domingo (de 04 para 05): E depois do CD Nacional?;
Segunda-feira (de 05 para 06): Rola e enrola;
Terça-feira (de 06 para 07):  O Mais Belo e Inigualável 138;
Quarta-feira (de 07 para 08): Já cá faltava eu!
5 comentários
comentários
  1. Maravilhoso, simplesmente maravilhoso.

    Francisco Albino, só o conheço das minhas investigações superficiais.

    Obrigado por mais um momento!

    Saudações Gloriosas.

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  2. como é possivel o Alberto não ter uma emissão nem que seja semanal na Benfica TV???? Guerrices e vieirices...

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  3. ...Sr Dr Alberto....POR TUDO O QUE TEM ENSINADO AOS BENFIQUISTAS.....MUITO OBRIGADO...abraço

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  4. Números impressionantes! Uma vida Benfiquista impressionante!

    Albino terá sido um dos jogadores mais genuínos e mais empenhados que vestiram a nossa camisola. O Alberto dá-nos uma ideia bem impressiva sobre um homem castiço que marcou uma época. Estava rodeado de outras grandes personalidades mas Albino era de facto único. Pena que não existam imagens em movimento, jogos integrais para poder avaliar numa dimensão completa, justa aquilo que terá sido (certamente) uma fascinante forma de jogar, de lutar e levar a nossa equipa à vitória.

    A morte - Que horror essa sua morte. Não me recordo dessa notícia. Mas isso talvez se explique porque estava fora do país.

    Trampa! Ora pois. Faltam-nos mais Albinos para dizer destas verdades..

    Vou ler agora a parte II. Por certo vai ser mais uma leitura fascinante!

    Obrigado, muito obrigado por estas histórias. Lições de Benfiquismo.


    ps: em relação ao mistério que o Alberto falava ontem, o Alberto já tentou saber junto da Direção do STB qual(quais) os nome(s) do(s) seu(s) fundador(es)? Eventualmente depois cruzar com os sócios do SLB. Quem sabe, talvez esteja aí a resposta. Talvez até exista alguma tradição oral ou escrita.

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    Respostas
    1. Caro VictorJ

      Não. Nunca passei por Tortosendo. Aliás já passei mas nunca parei. Um bom pretexto para ir até Tortosendo "investigar".

      Alberto Miguéns

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