A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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13/06/2012

Verdades Inconvenientes (1.ª em 5)

13/06/2012 + 3 Comentários
OPINIÃO
Destes onze Magriços, com sete futebolistas do "Glorioso", apenas três jogaram pela selecção nacional no estádio da Luz e só depois de 1971. Mas "fartaram-se" de jogar em Alvalade, Antas e até no Restelo! Os três são: Simões (2 jogos), Jaime Graça (1 jogo) e Eusébio (três jogos na Luz, mas sem golos, ou seja nunca marcou golos por Portugal no "seu" estádio). 
Portugal não ia à Luz, mas jogou... 37 vezes em "casa", em Portugal

Este Onze do SLB tem... onze internacionais portugueses, com os sete "Magriços" do Benfica. 
Entre os onze futebolistas Germano, Pérides, Raul, Cruz, Cavém, Costa Pereira, José Augusto, José Torres e Coluna, ou seja, nove NUNCA jogaram, por Portugal, no estádio da Luz. 
Uma vergonha! Ou talvez não...



MORAL DA HISTÓRIA:

Havia um Regime que tinha um clube
Clube que era promovido facilitando-lhe a vida
À conta, o clube foi juntando futebolistas
Com o Regime a interferir na vida do clube

Havia um Regime que tinha um clube
O Regime entendeu que o futebol lhe interessava
Como os futebolistas do clube do Regime eram bons
O Regime tinha uma selecção para esses jogadores

Havia um Regime que tinha um clube
Clube que tinha futebolistas dados pelo Regime
Havia um Regime que tinha uma selecção
A selecção passou a ter futebolistas dados pelo clube

Havia um Regime que tinha um clube
E uma selecção com jogadores desse clube
A selecção jogava nos estádios dos outros clubes
E não jogava no estádio do clube do Regime

Havia um Regime que tinha um clube
E o Regime desprezava o clube do Regime
E oferecia a selecção aos clubes do não-Regime
Aos clubes que desprezavam o Regime

Havia um Regime que tinha um clube
Que tinha um estádio onde se jogava «À Benfica»
Mas onde não se jogava «À Selecção»
Havia um Regime que tinha um clube

Havia um Clube que tinha regime e
Outros clubes que comiam do Regime
Obrigado Regime! Assim há imaculado Benfica
Os outros clubes é que ficam enlameados

Assim nem as mentiras os safam…
Ontem, hoje ou amanhã
Podemos dizer com orgulho “Viva o Benfica”
E “mandar abaixo” os que se escondem
Atrás de mentiras,  embustes e patranhas



Aviso Prévio: Texto longo
           
«É necessário repetir muitas vezes uma mentira que acosse o inimigo para que ela se torne verdade e atinja o pretendido» Citação atribuída ao Ministro da Propaganda Nazi, Josef Goebbels (1897 – 1945)

A pretensa ligação do Benfica ao Estado Novo/ Antigo Regime faz parte da propaganda andróide (secundada, como noutros assuntos, pelos sapóides) tendo um dupla intenção: denegrir o Benfica (conotando-o com um regime político nefasto) e justificar porque é, na actualidade, o Benfica o maior clube português (o “Glorioso” só é o clube mais popular em Portugal, prestigiado no estrangeiro e com mais títulos conquistados, porque foi apoiado durante os 48 anos do Estado Novo). O azar dos aldrabões é que «apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo» (ou deficiente motor, utilizando o politicamente correcto tão do agrado dos bem-pensantes do mundo ocidental). É isso que vamos mostrar, ilustrar e demonstrar em cinco penadas, iniciando-se hoje a primeira.

Futebol e o Estado Novo
É bom que se saiba que o regime saído da Revolta Militar do 28 de Maio de 1926, como Ditadura Militar e depois institucionalizado com a Constituição de 1933, como Estado Novo, durante muitas décadas não utilizou o futebol… porque o futebol português era medíocre, com a Selecção Nacional quase sempre a sair vergada a derrotas, por vezes copiosas: 0-5 com a Espanha (1929), 1-6 com a Itália (1929), 0-9 com a Espanha (1934), 0-10 com Inglaterra (em Portugal, 1950), 1-9 com Áustria (1953) e 2-6 com a Suécia (em Portugal, 1955). Que regime, ainda para mais, autoritário e que se considerava moralmente - e eticamente - superior a “tudo e todos” se associaria a um conjunto de desportistas frágeis e inconsequentes? Sem expressão e categoria internacional!

Desporto e o Estado Novo
O regime revia-se e propagandeava-se no desporto com outro tipo de modalidades, não só mais vencedoras como ideologicamente de acordo com os princípios políticos do salazarismo.
Vela (na gesta dos Descobrimentos): medalha de prata em dois Jogos Olímpicos (Berlim, 1936 e Roma, 1960); medalha de bronze (Helsínquia, 1952).
Equitação e Esgrima (em memória dos guerreiros que ergueram a Pátria): três medalhas de bronze no hipismo ou equitação (Paris, 1924, Berlim, 1936 e Londres, 1948); uma medalha de bronze na esgrima (Amesterdão, 1928). 
A primeira medalha olímpica no atletismo só surgiu em 1976, dois anos depois do 25 de Abril que derrubou o regime totalitário, ou seja, não democrático.
Houve, ainda, uma outra modalidade “adoptada” em finais dos anos 40, o Hóquei em Patins, depois da conquista do título de campeão do Mundo, em 1947. Repetindo as conquistas em 1948, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1960, 1962 e 1968. E quando se “desdobrou”, em 1957, o Mundial do Europeu (até 1956 em simultâneo), Portugal sagrou-se campeão da Europa em 1959, 1961, 1963, 1965, 1967, 1971 e 1973. Um fartote!

O Futebol só começou a ter “interesse” para o Regime quando, para surpresa geral, pois Portugal nunca conseguia ser apurado para Mundiais e Europeus, logo ao primeiro apuramento para uma fase final, e de um Mundial, a selecção dos Magriços conseguiu um… 3.º lugar. Prestação imbatível até hoje. Mas em 1966 já o Regime estava “de pernas para o ar”, extenuado por uma guerra colonial desde 1961, exaurido por uma emigração para a Europa Ocidental e apodrecido por elites rascas (e provincianas) incapazes de “verem o futuro”, mas apenas $$$ (até parece… hoje!), ou seja, a oito anos de cair de podre, em 25 de Abril de 1974. Já era tarde. Até porque a “despesa” de mostrar, antes de 1966 e até melhor que em 1966, um Futebol Grande Além-Fronteiras, ficou por conta do Benfica. Um feito ímpar do desporto português, mas sem “subsídios ou jogos de interesses políticos do Regime”, mas “apenas” alicerçado nos seguintes valores, que vinham de 1904: a grandeza dada pelos adeptos (numerosos e fervorosos), o brilhantismo incutido pelos dirigentes (diligentes e generosos) e o valor exibido pelos atletas (dedicados e categóricos). Uma tríade que quando funciona arrasa os adversários e adversidades, deixando de haver rival!

A Selecção Nacional esteve 54 anos sem jogar num estádio do Benfica
A Selecção Nacional estreou-se em 18 de Dezembro de 1921, mas nunca jogou nos nossos estádios em Benfica (Quinta de Marrocos, inaugurado em 11 de Novembro de 1917), nas Amoreiras (inaugurado em 13 de Dezembro de 1925) e no Campo Grande (inaugurado em 5 de Outubro de 1941). Na Luz, inaugurado em 1 de Dezembro de 1954, só em 1971, 17 anos depois desse dia memorável em 1954. E cinco décadas e meia depois da selecção nacional ter feito o primeiro jogo, em Madrid, frente à congénere espanhola. Mas ignorando o “Glorioso” e ignorada pelos Benfiquistas, apesar de estarmos representados sempre com futebolistas, por vezes sendo o clube com mais jogadores, as “altas individualidades da Nação” e os dirigentes federativos da selecção nacional sentiam-se mais “confortáveis” noutros estádios, alguns destes pouco acima de... campos.

O estádio da Luz viveu grandes tardes e noites europeias com jogos entre clubes, mas nunca com a Selecção Nacional
Na década de 60, com o Benfica a dominar o futebol europeu, com cinco presenças em oito anos na final da Taça dos Clubes Campeões Europeus, a Luz tornou-se um estádio mítico, mas a selecção nacional na Luz… nem vê-la! O maior estádio português, os adeptos mais fiéis, o local em Portugal onde “caíam” grandes equipas de clubes míticos, onde se jogavam quartos-de-finais e meias-finais da principal competição europeia de clubes, este espaço desportivo esteve ausente – 17 anos - das escolhas para os jogos, em Portugal, da selecção nacional de futebol. Mesmo com selecções nacionais “atestadas" de Benfiquistas: oito (em 11) futebolistas do Benfica em quatro jogos; cinco com sete; seis com seis; e nove com cinco! (ver Quadro I) São 24 selecções, com cinco ou mais jogadores do SLB que, apesar de tantos futebolistas, nunca jogaram no estádio da Luz. Uma vergonha!

QUADRO I

JOGOS DA SELECÇÃO NACIONAL “EM CASA”
ENTRE 1.Dezembro.1954 E 17.Fevereiro.1971
JOGOS POR ESTÁDIO
Estádio
T
Futebolistas do SLB utilizados em cada jogo
E. Nacional
23
1
4
1
4
5
5
4
3
4
6
8
7
6
8
6
7
6
5
5
5
7
0
5



Antas
8
2
4
7
5
7
6
6
2





José Alvalade
4
3
2
8
5









Restelo
1
8












L. Marques
1
5













Os grandes futebolistas bicampeões europeus NUNCA jogaram no estádio da Luz
O Bicampeonato Europeu, ainda único em Portugal, foi conquistado em 1960/61 e 1961/62. Mas, nem antes nem depois dessa extraordinária proeza, o nosso Coluna, José Águas, Germano, Cavém, Santana, Cruz, José Augusto ou Costa Pereira, por exemplo, jogaram com as “quinas” na Luz. Durante, anos e anos, foram impedidos de actuar, por Portugal, na Luz. Deprimente.
Entretanto a selecção nacional, entre a inauguração do estádio da Luz e a estreia neste Estádio, ou seja entre 1954 e 1971, jogou 37 encontros em Portugal, incluindo oito nas Antas (FCP) e quatro em Alvalade (SCP). Estádios muito mais pequenos e sem grande tradição e expressão internacional. De onde eram seleccionados muito menos jogadores e de inferior qualidade. Mas... na Luz… zero! Uma vergonha!
Nesses 27 jogos, Coluna participou em 23, capitão em sete, marcando cinco golos; José Augusto em 20, quatro como capitão e três golos; Eusébio jogou 18 encontros (um a capitão), com 13 golos (6 jogos e 3 golos nas Antas e dois jogos e um golo em Alvalade). Mas nunca foram jogar, nem eles nem ninguém, pela selecção nacional ao “seu estádio”! (ver Quadro II)
A estreia na Luz ocorreria em 21 de Abril de 1971 numa vitória, por 2-0, com a selecção da Escócia, na fase de apuramento (falhada) para o Campeonato da Europa em 1972, com a fase final realizada na Bélgica, com a final entre a RFA (Alemanha) e a URSS (Rússia), com vitória alemã, por 3-0.

QUADRO II

JOGOS DA SELECÇÃO NACIONAL “EM CASA”
ENTRE 1.Dezembro.1954 E 17.Fevereiro.1971
JOGADORES DO SLB POR ESTÁDIO
Futebolistas
T
E.N.
(112)
Ant
(39)
J.A.
(18)
Res
(8)
LM
(5)
Coluna
23
(5)
13
(2)
5
(2)
3
1
(1)
1
José Augusto
20
(3)
12
(3)
5
1
1
1
Eusébio
18
(12)
9
(8)
6
(3)
2
(1)
1
-
Costa Pereira
13
9
2
1
1
-
Ângelo Martins      
12
8
1
2
1
-
Simões
12
8
1
1
1
1
José Torres
12
(7)
7
(5)
4
(2)
1
-
-
José Águas
11
(8)
8
(6)
1
(2)
2
-
-
Germano
9
4
4
1
-
-
Cavém
8
(1)
6
2
(1)
-
-
-
Cruz
8
4
1
1
1
1
Jaime Graça
6
(2)
4
(1)
1
(1)
-
-
1
Fernando Caiado
 5
5
-
-
-
-
Raul
5
2
2
-
1
-
Jacinto
4
(2)
2
(2)
1
1
-
-
Santana
3
(1)
3
(1)
-
-
-
-
Humberto Coelho
3
(1)
2
(1)
-
1
-
-
Francisco Palmeiro
2
(3)
2
(3)
-
-
-
-
Salvador
2
2
-
-
-
-
Artur Santos
1
1
-
-
-
-
Alfredo
1
-
1
-
-
-
Mário João
1
-
-
1
-
-
Iaúca
1
-
1
-
-
-
Ferreira Pinto
1
-
1
-
-
-
Matine
1
1
-
-
-
-

Apenas dois campeões europeus jogaram de “quinas” na Luz
Foram 17 anos, entre 1954 e 1971, sem os campeões europeus saberem o que é jogar, por Portugal, na Luz. E foram abandonando a selecção e o futebol, esfumando-se a possibilidade de jogar no principal recinto desportivo do País. Primeiro José Águas, depois todos os outros. Impossibilitados de jogar, por Portugal, na Luz. Apenas Eusébio (três jogos, zero golos) e Simões (um golo em dois jogos), campeões europeus na segunda conquista, em 1961/62 “conseguiriam” ir a tempo de jogar, por Portugal, na “Catedral” (ver Quadro III).

E até o Magriço Jaime Graça, que ingressou no “Glorioso” após o Mundial de Inglaterra, ficaria desde 1966 impedido de jogar no "seu" estádio até... 1971... Cinco anos!

Mesmo a “nova geração” personificada em Humberto Coelho fez os seus primeiros quatro jogos, em Portugal, pela Selecção Nacional, fora da Luz. Só ao 5.º encontro “em casa” se estreou na “Catedral”. 

QUADRO III
JOGOS DA SELECÇÃO NACIONAL “EM CASA”
ENTRE 1.Dezembro.1954 E 14.Novembro.1973
JOGADORES DO SLB POR ESTÁDIO
Futebolistas
T
Luz
E.N
Ant
J.A.
Res
LM
Coluna
23
(5)
0
13
(2)
5
(2)
3
1
(1)
1
José Augusto
20
(3)
0
12
(3)
5
1
1
1
Eusébio
18
(12)
3
9
(8)
6
(3)
2
(1)
1
-
Costa Pereira
13
0
9
2
1
1
-
Ângelo Martins    
12
0
8
1
2
1
-
Simões
12
2
(1)
8
1
1
1
1
José Torres
12
(7)
0
7
(5)
4
(2)
1
-
-
José Águas
11
(8)
0
8
(6)
1
(2)
2
-
-
Germano
9
0
4
4
1
-
-
Cavém
8
(1)
0
6
2
(1)
-
-
-
Cruz
8
0
4
1
1
1
1
Jaime Graça
6
(2)
1

4
(1)
1
(1)
-
-
1
Fernando Caiado
 5
0
5
-
-
-
-
Raul
5
0
2
2
-
1
-
Jacinto
4
(2)
0
2
(2)
1
1
-
-
Santana
3
(1)
0
3
(1)
-
-
-
-
Humberto Coelho
4*
(1)
3
(1)
2
(1)
-
1
-
-
Francisco Palmeiro
2
(3)
0
2
(3)
-
-
-
-
Salvador
2
0
2
-
-
-
-
Artur Santos
1
0
1
-
-
-
-
Alfredo
1
0
-
1
-
-
-
Mário João
1
0
-
-
1
-
-
Iaúca
1
0
-
1
-
-
-
Ferreira Pinto
1
0
-
1
-
-
-
Matine
1
0
1
-
-
-
-
* Entre todos os 25 futebolistas deste quadro Humberto Coelho foi o único que jogou depois de 1973, com a seguinte distribuição nos jogos em Portugal: Luz (7/2 golos), José Alvalade (3), Antas (2), Estádio Nacional (1), S. Luís/Faro (1), Bonfim/Setúbal (1), Municipal Coimbra (1) e Municipal de Guimarães (1). Ou seja, 10 jogos/3 golos na Luz e 14 jogos em Portugal “fora” da Luz

Razões para a selecção nacional "fugir" do estádio da Luz durante 17 anos (1954 a 1971)
Os altos dirigentes do aparelho político - repressivo e corporativo - do Estado Novo e alguns dirigentes federativos evitavam cruzar-se no nosso Estádio com alguns dirigentes do Benfica, porque democratas, conotados com o "reviralho". Em Alvalade (rodeados de fascizóides) e nas Antas (a ferver de lambe-botas) estavam mais à vontade!
É que os Salazares Carreiras, Rebelos de Sousas, Botelhos Monizes e Gomes de Araújo (do governo); e os Maias Loureiros e Cazais Ribeiros (da federação) sentiam-se incomodados no nosso estádio onde podiam encontrar e cruzar-se com Manuel da Conceição Afonso, Borges Coutinho, José Magalhães Godinho ou Lourenço Gago, por exemplo. Preferiam as Antas, onde estimavam as cortesias de Cesário Bonito, Augusto Pires de Lima, Urgel Horta ou Ângelo César, entre outros presidentes do FCP e, também, deputados da União Nacional. Ou Alvalade, onde podiam conferenciar, conspirar e afinar estratégias políticas com Góis Mota, Brás Medeiros, Sá Viana Rebelo, António Ferreira, Oliveira Duarte ou Silva Pascoal, entre centenas de outros. 

Afinal quais eram os Clubes do Regime? Contra factos não há argumentos! Apenas mentiras, embustes e patranhas. Só uma Comunicação Social merdosa e medrosa permite que se minta e se invente, protegendo os mentirosos e achincalhando quem é aldrabado…

Tanta vergonha! Ter selecções recheadas de jogadores do Benfica, alguns dos melhores futebolistas europeus e mundiais dos anos 60. E nunca jogaram na Luz. Um estádio que recebeu, durante mais de 14 anos (1960-1973), alguns dos melhores jogos de futebol disputados na Europa!

Vergonha!? Ainda bem! Vão para longe! P´ras Antas dos lambe-botas e Alvalades pró-fascistas!

 Alberto Miguéns

 NOTA: Plano de publicação (previsão)

 PUBLICADO
13 de Junho/ Sem jogos da Selecção Nacional

A PUBLICAR
14 de Junho/ Datas das inaugurações dos Estádios
15 de Junho/ Dirigentes (e responsáveis) democratas
19 de Junho/ Eleições (e Assembleias Gerais) democráticas
20 de Junho/ Sem finais de competições oficiais “em casa”


3 comentários
comentários
  1. BENFIQUISTA DO CORAÇÃO14/6/12 14:33

    FANTÁSTICO
    PARABENS

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  2. Isto é serviço público

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  3. Uma coroa para este Rei sff!!!

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