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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Regresso a Casa

quinta-feira, 25 de julho de 2024 3 Comentários

E A UM NOVO RELVADO...



O nono desde a inauguração do estádio, em 25 de Outubro de 2003.

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quarta-feira, 8 de setembro de 2021

E No Princípio Era a Bola. Depois Também.

quarta-feira, 8 de setembro de 2021 2 Comentários

HÁ QUEM A SAIBA TRATAR MELHOR.



Embora ela nunca se queixe. Nunca chore.

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domingo, 28 de fevereiro de 2021

117

domingo, 28 de fevereiro de 2021 13 Comentários

UM GRUPO DE 24 INAUDITOS JUNTARAM-SE UM DIA E FUNDARAM O NOSSO CLUBE.


Eles Que São o Nosso Guia e Nos Desafiam Sempre a Seguir o seu Exemplo

Uma composição gráfica no interior da Farmácia Franco com 7 dos 24 fundadores. Da esquerda para a direita: António Rosa Rodrigues, José Rosa Rodrigues, Cândido Rosa Rodrigues, Carlos França, Cosme Damião, Manuel Gourlade e Daniel dos Santos Brito


Esse dia foi há 117 anos, em 28 de Fevereiro de 1904. Com ligações a Belém, por lá terem nascido, vivido ou trabalhado, convergiram para um local conhecido e bem frequentado, a Farmácia Franco, na Rua Direita de Belém.



Se Belém é local de nascimento do Clube

Os seus fundadores têm progenitores por todo o Portugal. Esta é a homenagem de dois Benfiquistas aos 24 que um dia criaram o “Mais Belo Clube do Mundo”. Será evocada a sua origem, bem como a dos seus pais.



Com um País como berço deles e dos seus antepassados

Em Belém, fundariam o Clube que depressa os honrou, em grandeza, portugalidade e universalismo, pois também é de todo o Portugal. O maior clube desportivo de Portugal.


(clicar em cima das imagens permitirá ver com melhor qualidade)



E PLURIBUS UNUM

 

Alberto Miguéns (texto)

Victor João Carocha (pesquisa e grafismo) 

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

116 Anos Com Assinatura

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020 3 Comentários
QUASE DOZE DECÉNIOS CUMPRIDOS E O CLUBE CONTINUA A RECONHECER AS ASSINATURAS.



Fundado com princípios de elevação que condicionaram o Futuro e objectivos simples, mas ambiciosos, o Clube foi sempre fiel aos que o fundaram. Essa essência diária e coerência secular permitiram um crescimento imparável com o engrandecimento a colocá-lo entre os melhores do Mundo.


Solidariedade
O Lema “E Pluribus Unum” que para os fundadores significava “Todos Por Um” como consta da estrofe do Hino, marcou o início do Clube, então e até 1908, Grupo Sport Lisboa, vincando a Ideia de que o emblema só singraria se conseguisse ombrear rapidamente com os mais fortes e enfrentar o domínio que os ingleses exerciam no futebol em Portugal. O Clube fortaleceu-se, por dentro, com métodos elementares mas exigentes, onde a entreajuda permitiu ultrapassar dificuldades. Foram anos em que se encontraram soluções para problemas prementes e, até, começar a ter soluções que antecipassem problemas previsíveis. O Futebol depressa se tornou «Glorioso», logo em 1907, sendo o espelho, para o exterior, do que era a realidade vivida no Clube. A organização dos quatro plantéis ou categorias a participar nos quatro campeonatos regionais era feita de modo a tornar todas competitivas e conquistadoras. Eram os futebolistas que estavam ao serviço delas e não as equipas ao serviço de uns ou de outros. Esta exigência de superação nunca permitiu fazer distinções, excluir ou vilipendiar quem quer que fosse. Nem sequer os adversários, instituições ou jogadores, que eram respeitados como tal, mas sempre para se tentar vencer, por isso, categoricamente. Todos os que chegavam eram bem-vindos se viessem ajudar e engrandecer. E assim se foi erguendo um colosso desportivo com base numa sã solidariedade.


Lisura
A Águia como elemento-símbolo transportou o Clube até à actualidade fazendo reconhecer o Benfica, entre os portugueses e estrangeiros, como um emblema que era exemplo, nos processos e no modo como sabia vencer (quase sempre) mas também perder (quando outros eram mais fortes). Os portugueses desde cedo se apaixonaram por um clube que além de vencedor e conquistador era simples, nas atitudes e exemplar, nas decisões. Temerários e brilhantes os associados, dirigentes e jogadores souberam merecer o apoio de cada vez mais portugueses. A paixão de uns e outros tornou-se reciproca. Mesmo nas escassas derrotas e insucessos havia, até dos adversários, um reconhecimento inequívoco. O Benfica era um clube que honrava Portugal e o Desporto, porque encarava os jogos, as provas e competições com vontade extrema de as vencer, mas sempre com lisura.


Benevolência
O vermelho-e-branco pontuaram sempre a História do Clube, desde 1904 até 2020. Da arcaica flanela herdada do século XIX às fibras sintéticas do século XXI. O vermelho é símbolo de garra, orgulho e brilhantismo. Tolerantes e exigentes, o vermelho dá o toque da paixão, da fogosidade, emoção e beleza. Atrai quem o vê, emociona quem o usa. Jogadores e adeptos seguem juntos, irmanados numa conjugação forte onde impera a benevolência. 


S.L.B.
Após 116 anos e outras tantas temporadas a jogar futebol a um nível sempre elevado, praticando outros desportos praticamente pioneiro em todos, o Benfica de hoje mantém intactos os valores do início do século XX. Com a mesma garantia de outrora. O Benfiquismo não é algo exterior que se possa destruir com facilidade. É muito mais que uma carapaça, até uma impressão digital. Está dentro de cada um, herdado de gerações anteriores e passada às seguintes. É um sentimento de pertença em que cada um se entrega, por isso nunca se poderá temer o Futuro. Não há na globalidade máscaras ou armaduras. Os Benfiquistas deram de cada um a sua individualidade, como as assinaturas que mostram em escrita a personalidade de cada um para formar o todo. O conjunto de assinaturas de cada um de nós, por isso de todos, continuam diferentes, mas também continua intacta a assinatura colectiva:

Sempre Leais ao Benfiquismo

Carocha, Victor João
Miguéns, Alberto

NOTA: Que toque o Hino, interpretado pelo Órfeão do Sport Lisboa e Benfica. Nunca é supérfluo recordar que foi pedido por Félix Bermudes ao maestro Alves Coelho (pai), entre 1928 e 1929, uma melodia intimista para que os futebolistas - até aos Anos 50 todos sabiam a letra do Hino e a melodia - o entoassem em momentos, durante os jogos ou no intervalo, em que a actuação não estivesse a correr À Benfica. Por isso, o refrão incitava-os, reafirmando que tinham condições para redobrar os esforços e tudo correr melhor. 

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quinta-feira, 21 de março de 2019

E no Princípio era a Bola

quinta-feira, 21 de março de 2019 2 Comentários
HÁ PRECISAMENTE 115 ANOS O CLUBE FEZ A PRIMEIRA DESPESA.


Menos de um mês depois da Fundação o «Glorioso» faz a primeira despesa. E que despesa! E que significado! Onde se gastaram os primeiros dinheiros. Na compra de uma bola. Em "segundos pés", provavelmente.

O que era vulgar no início do século XX
Era os clubes de portugueses comprarem bolas usadas aos clubes de ingleses. Muito raramente bolas novas. 


A factura ainda foi passada em nome do Belém FC
O que seria a normalidade num tempo em que o nome dos clubes demoravam algum tempo na consolidar-se. O Grupo Sport Lisboa (depois S.L. e Benfica) tinha menos de um mês e era constituído no seu "núcleo duro" por elementos do Belém FC a que se juntaram ex-alunos casapianos da «Associação do Bem» e depois muitos outros amigos de uns e de outros. Atrás de uns chegam outros e foi assim. 


O hábito e o modo
Os ingleses que gostavam de Futebol quando partiam para lá das Ilhas Britânicas tratavam de se fazer acompanhar de uma bola de futebol pois estas não existiam entre os indígenas dos países onde iam coordenar tecnicamente a implantação das empresas e serviços cujas patentes a Revolução Industrial lhes deu a vanguarda da tecnologia mundial. Também foi assim em Portugal. 


Os clubes portugueses bem tentavam
Que os sapateiros conseguissem fazer bolas de Futebol mas tal era impossível pois sendo o Futebol um desporto de Inverno o couro não impermeabilizado inchava com a água e tornava a bola extremamente pesada e desequilibrada. O mais fácil era comprar bolas usadas aos ingleses.


Sabendo-se que os três primeiros treinos
Foram em 28 de Fevereiro, 13 e 20 de Março logo no dia seguinte, em 21 de Março, houve que comprar uma bola aos "ingleses da Cruz Quebrada" talvez porque em 20 tenham ficado sem bola! Até final da temporada, entre 28 de Fevereiro e 3 de Julho de 1904, o clube não quis jogar, mas apenas treinar para que quando aceitasse o primeiro jogo conseguisse não só defrontar uma equipa de um clube consagrado como fazer um bom resultado. Havia que treinar, treinar, treinar... 


Foram 24 treinos (22 obrigatórios e dois voluntários)
Movimentando 31 associados desde alguns treinos com escassas presenças (em 28 de Fevereiro estiveram presentes dez elementos) até ao treino de 17 de Abril com 20 elementos. Como seria de esperar os elementos que já jogavam no Belém FC foram os mais assíduos:

24. José Rosa Rodrigues;
24. António Rosa Rodrigues;
24. Manuel Gourlade;
23. Cândido Rosa Rodrigues;
21. Daniel dos Santos Brito;
21. Carlos França;
20. Jorge Costa Afra;
17. Eduardo Corga;
17. Raúl Empis;
17. José da Cruz Viegas;
17. Lopes;
13. Joaquim Ribeiro;
12. Duarte José Duarte;
11. Henrique Teixeira;
11. José Dias;
10. Abílio Meireles;
10. Fortunato Levy;
08. Joaquim de Almeida;
07. Armando Macedo;
05. Mário Leite;
05. Portugal;
05. Frederico Burnay;
03. José Linhares;
02. Zoheger;
02. Faísca;
01. Luís Ribeiro;
01. Romualdo;
01. Amadeu Rocha;
01. António Severino;
01. Vasconcelos;
01. Francisco Reis Gonçalves.


Aproveitou-se o Verão de 1904
Entre a temporada de 1903/04 e 1904/05 para importar directamente de Inglaterra bolas novas de futebol, através da insistência do incansável Manuel Gourlade, talvez a primeira grande dedicação ao Clube. A primeira «bola nova inglesa importada» foi estreada no primeiro treino da época, em 20 de Novembro, merecendo destaque no arquivo administrativo do Clube. A seu tempo será feita a devida (e merecida) evocação.

Eis o Grande Clube ainda pequeno (mas a perceber-se porque se tornou tão Grande)

Alberto Miguéns

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

115 Anos: O Percurso de Vida Para 24 Idealistas

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019 21 Comentários
NESTE DIA EM QUE CELEBRAMOS A FUNDAÇÃO.



Comemoramos o colectivo. A consumação de uma Ideia que depois se transformou num Ideal generoso e de superação.



Em tempos...há dois anos
Foi possível saber que os 24 fundadores eram muito jovens, com uma média de 20 anos (clicar para o texto publicado em 28 de Fevereiro de 2017). Apesar dessa juventude, os 24 Fundadores souberam - por amor a essa Ideia original e inovadora - "fazer um team só com portugueses" juntando miúdos do bairro de Belém sedentos de vitórias com um grupo de casapianos veteranos "bons de bola".



Agora é possível perceber o seu percurso de vida
Com uma investigação notável Victor João Carocha conseguiu balizar o percurso de vida da maioria dos Fundadores. Para já passamos a conhecer o tempo que cada um viveu antes e depois do "Glorioso" nascer nesse Dia do Ideal Solidário (24 pares entre pares), sem protagonismos de um sobre os outros, com escolhas democráticas que iriam ser um dos pilares do Benfica para sustentar uma Glória Imorredoira.


O que dá mais prazer nestas descobertas
Além de resgatar para a memória colectiva, esses 24 pioneiros, ou seja, como escreveu Luís de Camões "libertá-los da morte" que tudo faz esquecer, é também perceber que quase todos tiveram uma vida biológica que lhes permitiu perceber que aquele gesto na Farmácia Franco não foi efémero, muito menos episódico. A maioria viveu para ter a noção que a fundação do Clube, teve um significado amplo e grandioso. Ao reunirem-se e fundarem o Clube iniciaram a vida do maior e mais popular clube português e um dos mais notáveis no Futebol Mundial. E perceberam ao longo das suas vidas que isso estava a ser uma realidade.

Quase todos viram o Benfica fazer o primeiro TRI
No campeonato nacional entre 1935/36 e 1937/38. Bem como a primeira «dobradinha», em 1942/43. Todos viram o Benfica ser altaneiro no futebol português, com oito títulos de campeão regional em onze temporadas (1909/10 a 1919/20). Viram o Benfica "só com portugueses" derrotar os ingleses do Carcavellos Club, em 1907, 1910 e 1911. Quase metade viu a conquista da Taça Latina (1950) e houve ainda quem visse que partindo-se de um pequeno grupo que dava para fazer treinos jogados de onze contra onze, o Clube chegou à Glória de se sagrar Bicampeão Europeu, em 1960/61 e 1961/62. Que orgulho não devem ter tido.


História do Sport Lisboa e Benfica 1904/1954; Mário de Oliveira e Rebelo da Silva; I Volume, 1.º fascículo; página 13; Lisboa, Janeiro 1954; edição dos autores


O tempo justificou na perfeição os trabalhos e canseiras de carregar barrotes e redes, regadores e cal, bandeirolas e cordas com o rectângulo de jogo definido para marcar terrenos públicos, em Belém, para poderem jogar e treinar. De modo algum foi incómodo e inadequado, face aos meios existentes, a necessidade inicial de partilhar as Gloriosas camisolas já suadas do jogo anterior, de se equiparem ao ar livre e de tomarem banhos improvisados com um balde de água fria deitado sobre as suas cabeças. Tempos difíceis, só suportáveis por Homens de rija têmpera, acima de tudo crentes naquele Ideal generoso e de superação.

Vinte e quatro indomáveis legaram a milhões um Clube com classe e irascível em nunca desistir, de não querer nunca perder ou sequer empatar. Um Clube que sabe ganhar e reconhecer a superioridade do adversário na derrota mas com isso aprende para depois os vencer na desforra (jogo seguinte).

No seu túmulo, os 24 Fundadores descansam para a eternidade, credores perenes do carinho e reconhecimento dos actuais Benfiquistas e daqueles que hão-de vir. Sabemos agora onde a maioria repousa.


Que Descansem Em Paz.

Eis o génese do Benfica. O Clube que se tornou gigante porque começou solidário. Vinte e quatro entre 24.

Carocha, Victor João
Miguéns, Alberto
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Que Grande Década

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019 3 Comentários
Há muitos Benfiquenses (benfiquistas por necessidade e conveniência) e ignorantes que gostam de esconder a Gloriosa História. Até querer ficar nela dizendo que descobriu que o Benfica não foi fundado por 24 mas por 10 e que não foi na Farmácia Franco. De ignorantes está o Mundo cheio. Importa esvaziar deles o Benfica!


AO QUE PARECE NÃO É A MELHOR. MAS NÃO SENDO É DAS MELHORES. 


O Benfica desde 28 de Fevereiro de 1904 (até antes quando se faziam os preparativos para fundar o clube) teve gente excepcional. E ao longo do tempo, em quase 115 anos, também. Mas também apareceram uns «chico-espertos» que pensavam que eram maiores que o clube e donos dele. Depressa foram esquecidos e ridicularizados. A grandeza do Benfica está em todos. Todos é a palavra que sintetiza os que fazem o Benfica grande. Há alguns (tem havido) que por muito bom que julguem ser não passam de quem um dia vai passar à história, como associado (ficando nos registos do Clube), como dirigente ou como atleta. Todos passarão à história menos o Benfica que é um Ideal por isso Imortal. Quando se passa à história (por deixarem de ser parte activa) resta saber se passam pela porta grande, pela porta pequena ou até pelo buraco de uma fechadura.

O Benfica teve décadas excepcionais em 115 anos, mas esta entre 1959/60 e 1968/69...
1. Em dez Campeonatos Nacionais disputados o "Glorioso" conquistou oito, com um BI e dois TRIS. Os dois "falhados" deram um 3.º e um 2.º lugar. O Benfica conquistou 80 por cento dos títulos de campeão nacional,
2. Na Taça de Portugal três conquistas em quatro finais (uma perdida), com mais três eliminações em meias-finais, duas nos quartos-de-final e um afastamento nos oitavos-de-final. Foram 30 por cento dos troféus conquistados, 40 por cento das finais jogadas e presença em 70 por cento das meias-finais;
3. Na Taça dos Clubes Campeões Europeus, o Benfica em oito temporadas (1960/61 a 1967/68), regista cinco presenças em finais com três consecutivas e um Bicampeonato Europeu, ou seja, em 63 por cento das temporadas. O «Glorioso» é considerado o melhor clube europeu da década de 60 e recebeu o troféu ADIDAS em 1968 referente ao melhor clube europeu dessa temporada.

E há ainda o eclectismo
Triunfos em Ciclismo (Volta a Portugal em Bicicleta) com três vencedores: 1965: Peixoto Alves, 1966 - Francisco Valada; e 1968 - Américo Silva), campeão em Andebol (1961/62), Atletismo (Plantel Masculino com títulos em corta-mato e pista e Feminino com títulos em corta-mato), Basquetebol (Pentacampeonato: 1960/61 a 1964/65 e seis Taças de Portugal em dez temporadas), Hóquei em Patins (seis campeonatos nacionais (2 + 1 + 3), incluindo um TRI e dois Campeonatos Metropolitanos, não havendo disputa da Taça de Portugal, mais uma Taça das Nações em Montreux: 1961/62), Voleibol (Marias) com os quatro primeiros campeonatos nacionais dos nove consecutivos, Ténis de Mesa (sete campeonatos nacionais masculinos e femininos e cinco Taças de Portugal idem e em pares-mistos), Râguebi (um TRI no campeonato nacional e três Taças de Portugal), Badminton, Xadrez, Bilhar, Corridas em Patins, Tiro com Arco e à Bala, Caça Submarina, Pugilismo, Luta livre e greco-romana, Halterofilismo, Hóquei em Campo, etecetra, etecetra e etecetra, pois o Benfica tinha 32 modalidades em competição, tantos foram os títulos entre seniores e equipas de formação em todas as modalidades. Só na Formação em Futebol: Juniores com sete Distritais e três Nacionais; Principiantes (Juvenis) com três Nacionais e dois Distritais em sete temporadas de uma década que nas três épocas iniciais não teve competições. Uma Cidade Desportiva com um Estádio para 75 mil pessoas, quatro campos de futebol, campos de ténis, pavilhão, Sede com rinque na avenida Gomes Pereira, salão para assembleias gerais, e salões para jogar Bilhar e Ténis de Mesa, além da Secretaria, na Baixa de Lisboa, com Sala de Troféus monumental, além de mais um salão de Bilhar/Ténis de Mesa. Os anos 60 foram de ouro! Sem dívidas! Sem dúvidas. Só certezas! Com Benfiquistas com classe, a todos os níveis. Os parolos ficavam à porta! 

CLASSIFICAÇÕES DO SL BENFICA (1959/60 a 1968/69)
Época
Campeonato
 Nacional
Taça
Portugal


Competições Europeias

1959/60
10
1/2
TCCE
NP
1960/61
11
1/8 *
TCCE
1
1961/62
3.º
14
TCCE
2
1962/63
12
1/2
TCCE
FINAL
1963/64
13
15
TCCE
1/8
1964/65
14
FINAL
TCCE
FINAL
1965/66
2.º
1/4
TCCE
1/4
1966/67
15
1/4
TCcF
1/8
1967/68
16
1/2
TCCE
FINAL
1968/69
17
16
TCCE
1/4
TOTAIS
8 em 10
80 %
em 10
30 %
Bicampeonato Europeu 1960/61 e 1961/62
Cinco finais da TCCE em 10 (50 %)
NOTA: TCCE - Taça dos Clubes Campeões Europeus; TCcF - Taça das Cidades com Feiras (depois Taça UEFA; agora Liga Europa); NP - Sem participação em qualquer competição europeia
* O Benfica foi obrigado a jogar em Setúbal, frente ao Vitória FC, no dia 1 de Junho de 1961, quando os 18 melhores futebolistas viajavam, no vo regular da Swissair, de Berna para Lisboa pois tinham disputado a final da TCCE no dia anterior, 31 de Maio de 1961, frente ao FC Barcelona (V 3-2). Foi um misto reserva/Aspirantes que representou o Benfica na Taça de Portugal.

A ingratidão é a maior vergonha que pode existir num Clube centenário
Ignorar quem fez do Benfica uma referência Mundial num País cinzento e fechado é, simplesmente, de uma imbecilidade atroz. Eu como associado n.º 7 700 do Sport Lisboa e Benfica agradeço aos futebolistas, treinadores, dirigentes, associados e simpatizantes que permitiram ao meu clube conseguir estes resultados de excelência, entre 1959/60 e 1968/69. Bem como a todos, desde 28 de Fevereiro de 1904 até ao dia de hoje, 7 de Janeiro de 2019 que o vão fazendo cada vez maior.

Qualquer associado interessado ou comentador interesseiro pode interpretar o que foi ou é o que considera ser o melhor na História do Clube
Mas ninguém, por muito pintarolas, ignorante, usurpador, manipulador e demagogo que seja pode esconder o que é (e como foi) a Gloriosa História. Nunca o conseguirá. Temporariamente pode balbuciar baboseiras mas no devido tempo será posto no lugar que merece. E quando maior for a mentira maior será a queda. Os valores apresentados no quadro para mim são os melhores para outros serão outros. Mas os que o quadro mostram não são virtuais, são reais.

Viva o Benfica!

Alberto Miguéns

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