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quinta-feira, 25 de março de 2021

Há 38 Anos "Perdi" as Eleições

quinta-feira, 25 de março de 2021 11 Comentários

VOTEI CONTRA A "SITUAÇÃO" MAS OS "SITUACIONISTAS" VENCERAM. NADA A FAZER.



Até hoje tenho a sensação que se Jorge Brito tem vencido Fernando Martins, em 25 de Março de 1983, o FC Porto nunca passaria de um clube sem grande expressão. Pinto da Costa não resistiria ao sucesso do Benfica nos Anos 80. Previsível com Jorge Brito mas impossível de provar. Até poderia ser pior, ou menos bom, do que foi...embora não acredite. 

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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Longe

terça-feira, 10 de setembro de 2019 6 Comentários
PAULO SOUSA ANDA HÁ ANOS A ATIRAR BARRO ÀS PAREDES PARA VER SE CONSEGUE CONVENCER OS BENFIQUISTAS.



Depois de algumas entrevistas, desde que decidiu ser treinador de futebol, entre elas esta em 3 de Fevereiro de 2019 ao jornal «Record» surgiu ontem, 9 de Setembro de 2019 outra ao jornal «A Bola» onde mostra falta de carácter. Pouco mudou desde Junho de 1993.



Falo por mim (não pelos Benfiquistas pois em milhões desconfio sempre de quem sabe o que a maioria dos simpatizantes pensa e quer, como se isso fosse possível) e considerando que não que excomunhões perpétuos
Mas a gratidão é eterna. Já cá não está quem poderia ter perdoado a Paulo Sousa. Esse grande Benfiquista chama-se (o Benfiquismo de alguém não morre, ficará para sempre como exemplo) Jorge Brito. Paulo Sousa - Pacheco é um minorca comparado com Paulo Sousa - é o grande responsável por Jorge de Brito ter sido mais importante para o Clube como adepto benemérito que como presidente da Direcção. Foi Paulo Sousa que obrigou Jorge Brito a sair pela porta pequena como dirigente do Clube.




Um clube óptimo para Paulo Sousa treinar
É o Sporting CP! Quem recusaria treinar o clube do qual é simpatizante. só não tendo oportunidade ou sendo interesseiro.




Tal c0mo garantia Jorge Brito
Mesmo num «Futeluso» doentio e moroso o "problema" era tão simples e grosseiro que depressa seria resolvido. e foi, como provou a Imprensa em 1994 e início de 1995. Nem dois anos levou...

Jornal «A Bola 26 de Junho de 1993; página 7

Se Paulo Sousa se arrependeu devia tê-lo feito enquanto Jorge Brito estava entre nós
Ou seja, até 2 de Agosto de 2006 quando Jorge Brito faleceu. Paulo Sousa sabe bem o que fez sofrer Jorge Brito com a atitude que tomou. Sabe como um homem que tivera uma vida dura, que passou por ser preso, chorou com a ingratidão de um futebolista a quem tanto deu. Paulo Sousa sabia que o Benfica só podia enfrentar o poder subterrâneo do portismo de Pinto da Costa, então com 55 anos (nada do que é agora com 82!) e rodeado de gentalha ainda pior que ele - Lourenço Pinto, Pôncio Monteiro, Sardoeira Pinto, Pinto de Sousa, Valentim Loureiro, Adriano Pinto, etecetra - transferindo um futebolista por época para Itália ou Espanha. Estamos a falar dos anos 90 e pré-Lei Bosman. Era assim que o Benfica discutia taco-a-taco os campeonatos frente ao poderio fora das quatro linhas do portismo. Só com enormes futebolistas muito superiores aos do FC Porto. Com o aval financeiro de Jorge Brito o Benfica adquiria os passes de atletas internacionais do Brasil, Suécia, Dinamarca, essencialmente Brasil, "valorizava-os" com os jogos nas competições da UEFA, e depois no final de cada temporada transferia, se possível um dele, por cinco/seis vezes mais o valor inicial. Ressarcia Jorge Brito que não cobrava juros e voltava a iniciar o ciclo. Paulo Sousa estava na calha para ser o futebolista - era o melhor médio defensivo português e um dos melhores da Europa, jogando por dois - a transferir no final de 1992/93. Decidiu ser ele a decidir o seu caminho indo tarimbar uma época (1993/94) no Sporting CP para depois poder fazer um contrato melhorado visto o clube italiano não ter de pagar ao Benfica. Paulo Sousa sempre foi um "saloio". Ele saiu da piolheira, mas a piolheira nunca saiu dele. Felizmente o Benfica recebeu, só que Jorge Brito já não era presidente do Clube.


Da esquerda para a direita:Toni (treinador adjunto), Eriksson (treinador), João Santos (presidente da Direcção), Jorge Brito (vice-presidente adjunto da Direcção para o Desporto) e Gaspar Ramos (vice-presidente para o Futebol)  

Jorge Artur Rego de Brito
Foi agraciado em assembleia geral pelos associados do Benfica com o galardão supremo, a «Águia de Ouro» em 14 de Dezembro de 1973. E só foi eleito vice-presidente de uma Direcção presidida por João Santos em 31 de Março de 1989. Presidente da Direcção foi ainda mais tarde, eleito em 24 de Abril de 1992 para um mandato que devia ter durado até final de Abril de 1995 e terminou abruptamente na célebre assembleia geral em, 11 de Dezembro de 1993, quando apresentou a demissão para não ser demitido. Foi pelo que fez antes de ser presidente que terá o reconhecimento universal dos Benfiquistas e nem o que Paulo Sousa lhe fez mancha o seu nome. Para mim, associado 7 700 do Benfica quero Paulo Sousa quanto mais longe do Benfica melhor.

Obrigado Jorge Brito

Alberto Miguéns

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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Em Defesa de Jorge Brito

sexta-feira, 27 de julho de 2018 10 Comentários

JÁ NEM ME LEMBRAVA DESTA. SOUSA CINTRA TEM DE VOLTAR A PROVAR O VENENO QUE USOU.


Ainda dizem que a História nunca se repete. Pode não se repetir ao milímetro, mas esta temporada Sousa Cintra que está a formar o plantel do Sporting CP põe-se a jeito de levar uma coça como levou em 1993/94. Até já tenho título para a vitória do "Glorioso" na 3.ª jornada: «Esta Foi Para Ti, Saudoso Jorge Brito».

Andava a juntar material (e há tanto e tão "bom")
Para mostrar a ingratidão, aldrabice e desonestidade de Pacheco (e Paulo Sousa) mas eis que dou com o palavreado de Sousa Cintra, publicado em 3 de Julho  de 1993 depois destas declarações em 25 de Junho (eu estive nesse momento na átrio da "Saudosa Catedral") do Glorioso Jorge Brito.


Quanto ao Pacheco fica para depois
Mas é preciso alguém não ter um pingo de vergonha, não só por ter mentido com deslealdade para quem tinha apreço por ele, como era o caso de Jorge Brito.  Até aquando da troca de correspondência entre ele e o Benfica ter admitido que o Benfica (Jorge Brito) chegou a adiantar-lhe dinheiro quando ele tinha dificuldades em gerir o muito que ganhava mas desperdiçava. Também com aquela sobranceria...e «esperteza saloia»!


Jorge Brito passava por dificuldades familiares
Que se reflectiram nas finanças do Clube. Estamos no tempo em que era impensável os banqueiros e meia-dúzia de patos-bravos deste País terem assaltado a Banca. O sistema financeiro não só não esbanjava dinheiro no Futebol (ainda não havia milhões de euros à solta) como exigia garantias para fazer empréstimos. Jorge Brito e Benfica eram dois nomes que envolviam confiança e isso permitia que o Benfica fosse financiado por época cobrindo depois as despesas com a transacção de um futebolista no final da temporada. Paulo Sousa roeu a corda na transacção para final de 1992/93 e precipitou os acontecimentos até porque Jorge Brito tinha as suas finanças limitadas por motivos pessoais mas que estariam para ser regularizadas. 



Jorge Brito era Gigante do Benfiquismo que antes de ser já o era
Filho de um benemérito do Clube (Artur de Brito) foi distinguido pelos associados do Clube em assembleia geral com o galardão supremo "Águia de Ouro" (14 de Dezembro de 1973) muito antes de ser dirigente (tomada de posse como vice-presidente de João Santos em 6 de Abril de 1989) ou presidente da Direcção (tomada de posse em 19 de Maio de 1992). Jorge Artur Rego de Brito nasceu na vila de Sintra, em 7 de Novembro de 1927, inscrevendo-se como associado do Clube em 1 de Abril de 1935, aos sete anos como prémio pelo seu comportamento exemplar como jovem aluno. E ficou ininterruptamente no Clube até falecer, aos 78 anos, em 2 de Agosto de 2006.

Oferecer a obra-prima de Almada Negreiros à Câmara Municipal de Lisboa!




Infelizmente só tive contacto pessoal com ele três meses, entre Setembro e Dezembro de 1993
Mas deu para perceber que além de Benfiquista percebia o que se passava no Futeluso - o Benfica para disputar os títulos com o FC Porto tinha de ter um plantel de futebolistas e treinador superiores ao rival, o que se reflectia na UEFA, com duas presenças em finais da principal competição, em 1988 (ainda na "sombra") e em 1990 (já como vice-presidente). Além disso era um espantoso conhecedor de música, pintura e literatura o que fugia ao típico empresário português que é - como se diz lá na minha aldeia de Montalvão - um "burro bem albardado". Tanto falava de Mozart como de Stravinsky, de Dickens como de Faulkner, de Vieira da Silva, de Almada Negreiros ou de Modigliani. Tinha um bom gosto incrível e posses para usufruir disso. Era um prazer redobrado falar com ele apesar de reservado e compenetrado. Um verdadeiro senhor. A traição de dois badamecos fez ruir o que poderia ser o Benfica Hoje. Um clube poderoso pois ele tinha capacidade para isso e deixaria o Clube em situação privilegiada para alguns Benfiquistas de gerações mais novas o poderem expandir, caso de Luís Tadeu que era também um gigante em Benfiquismo, capacidade de gestão e modernização. Tudo se esfumou em 11 de Dezembro de 1993. Eu próprio não acreditei nas três premissas que ele enumerou na assembleia geral onde pediria a demissão (e que duas o futuro provou estar certo. A outra nunca se poderá provar): 
1. O Benfica segue na liderança do campeonato e vai ser campeão nacional;
2. Os dois futebolistas que traíram o Benfica não tendo razão vão indemnizar o Clube;
3. Em breve os problemas financeiros que afectam a tesouraria  estarão resolvidos e o Benfica nunca estará mais de duas temporadas sem ser campeão nacional.

A vitória no Dérbi sobre o SCP de Sousa Cintra vai ser para ti Jorge Brito!

Alberto Miguéns

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Como ele dizimou os nossos presidentes (III)

segunda-feira, 23 de maio de 2011 0 Comentários
OPINIÃO
             
É importante perceber como chegámos à situação actual, passando de Clube dominador para emblema dominado, e não é só no futebol.
Há que aproveitar esta paragem, entre 2010/11 e 2011/12 para reflectir sobre as nossas fraquezas. É este o tempo certo.

 
Que clubes antes de 1982/83?
Quando PdC tomou posse como presidente da Direcção do FCP a diferença, entre FCP e “Glorioso” era abissal. O Benfica conquistara 24 Nacionais (mais 17 que os 7 do FCP), 20 Taças de Portugal (mais 12 que as 8 do FCP), 1 Supertaça (tantas quantas as do FCP) e 2 TCCE (o FCP tinha zero).

Troféus Oficiais (últimas dez épocas)
1972/73 a 1981/82
Clube
TOT
C.º Nac.
T.P.
S.T.
SLB
8
5
2
1
SCP
8
3
4
1
FCP
5
2
2
1


Nas últimas dez temporadas, antes de PdC conquistar a presidência do FCP, entre 1972/73 e 1981/82, o SLB tinha conquistado oito troféus (incluindo 5 Nacionais) enquanto o FCP obtivera 5 (apenas dois Nacionais).

Presidência de Fernando Martins
(durante a presidência de Pinto da Costa)
Competições
Dif.
Totais
1982/83
1983/84
1984/85
1985/86
1986/87
Dif.
Totais
C.º Nacional
(+ 17)
SLB
SLB
FCP
FCP
--
(+ 17)
T. Portugal
(+ 12)
SLB
FCP
SLB
SLB
--
(+ 14)
Supertaça
(  =  )
SCP
FCP
SLB
FCP
FCP
(-   2)
TCCE
(+  2)
--
--
--
--
--
( + 2 )
Total
(+ 31)





6 – 6
(+ 31)


Durante a presidência de Fernando Martins vai esbater-se a superioridade do SLB em relação ao FC Porto. O Benfica que nos últimos anos conquistava o “dobro” passa a conquistar “o mesmo”.

Presidência de João Santos
Compe-
tições
Dif.
Totais
1986/87
1987/88
1988/89
1989/90
1990/91
1991/92
Dif.
Totais
Camp.
Nacional
(+ 17)
SLB
FCP
SLB
FCP
SLB
FCP
(+ 17)
Taça de Portugal
(+ 14)
SLB
FCP
Bel
Est
FCP
Boa
(+ 13)
Supertaça
(-   2)
--
SCP
Gui
SLB
FCP
FCP
(-   3)
TCCE
(+  2)
FCP





(+  1)
Total
(+ 31)






5 – 8
(+28)


Durante a presidência de João Santos manteve-se o equilíbrio, no Campeonato Nacional (três triunfos para cada clube nas seis épocas da gerência de João Santos, mas vantagem portista – com mais um triunfo em cada uma - nas outras três competições. Mas, pagou-se um preço: por indigência de Gaspar Ramos (vice-presidente para o futebol) gastava-se (Gastar Ramos) em vez de se desmantelar a estrutura mafiosa do portismo.

Presidência de Jorge Brito
Compe-
tições
Dif.
Totais
1992/93
1993/94
Dif.
Totais
Camp.
Nacional
(+ 17)
FCP
(1)
(+ 16)
Taça de Portugal
(+ 13)
SLB
(2)
(+ 14)
Supertaça
(-   3)
Boav
(3)
(-   3)
TCCE
(+  1)


(+  1)
Total
(+ 28)


1 – 1
(+28)


Tomada de Posse: 19 de Maio de 1992
Último dia na presidência: 21 de Dezembro de 1993

(1)   SLB Campeão Nacional em 25 de Maio de 1994
(2)  FCP Vencedor da T.P. em 10 de Junho de 1994
(3)  FCP Vencedor da Supertaça (finalíssima) em 17 de Agosto de 1994

   Jorge Brito (1927 – 2006)

Algum tempo para ser influente... como vice-presidente
Jorge Brito foi o suporte financeiro da Direcção presidida por João Santos. Vice-presidente, entre 1987/88 e 1991/92, era dele o “fundo de maneio” que permitia contratar futebolistas internacionais consagrados (geralmente no Brasil, num tempo pré-Lei Bosman) e suportar os custos do Futebol (e não só...) dentro do Clube, durante a época. Só assim foi possível continuar a disputar, “taco-a-taco”, as competições frente ao FC Porto, com jogadores vulgares, mas que – suportados pela corrupção – valiam tanto quanto os nossos. No final de cada época, Jorge Brito era ressarcido, após a(s) transferência(s) de futebolista(s), por verbas avultadas, (re)iniciando-e na temporada seguinte o mesmo ciclo. Em 1988/89, Mozer saiu para o Olímpico de Marselha. Em 1989/90, Aldair saiu para a AS Roma. Em 1990/91, Ricardo Gomes e Valdo sairam para o PSG. Em 1991/92, Thern saiu para o SSC Nápoles. Jorge Brito suportava as contratações e os custos das temporadas, com “contas saldadas” após as transferências no final de época. Um “mecenato ressarcido”! Mas, que nos permitiu conquistar títulos internos e ser um dos clubes mais brilhantes nas competições da UEFA. Obrigado, Jorge Brito. Eternamente gratos!

Dificuldades cá dentro, esplendor lá fora
Apesar das dificuldades internas (repondo equilíbrio, através da contratação de futebolistas internacionais de enorme valia) o “Glorioso” foi um dos melhores clubes europeus nas competições da UEFA. Entre 1987/88 e 1992/93, em seis temporadas, apenas três clubes foram melhores do que nós, que conseguimos 37 pontos (vitória = 2p e empate = 1 ponto) na TCCE {AC Milan (51 pontos), Olímpico de Marselha (43 pontos)}. No conjunto das três competições (TCCE+TVT+TUEFA) fomos o 4.º melhor (55 pontos), atrás de Juventus FC (69 p), Real Madrid CF (62 p) e FC Barcelona (58 p). O valor das nossas equipas ficou, historicamente, traduzido nas duas presenças, em três épocas, nas duas finais da TCCE: 1987/88, E 0-0 (D d.p.m.g.p. 5-6) com PSV Eindhoven e 1989/90, D 0-1 com AC Milan). A necessidade crescente de verbas para equilibrar a disputa com um FCP corrupto “obrigou” que fosse o financiador/ mecenas Jorge de Brito (vice-presidente de João Santos) a assumir, também, a presidência da Direcção.

Pouco tempo para ser influente... como presidente
Nas eleições de 1992 (24 de Abril) Jorge Brito foi eleito 29.º presidente da Direcção. Mas, tudo se precipitaria em pouco tempo. Numa temporada de grande esforço financeiro, com arbitragens vergonhosas, mesmo a contratação de Futre, ao Clube Atlético de Madrid, no mercado de Inverno de 92/93, não permitiu revalidar o título de campeão. Na final da Taça de Portugal, grande espectáculo, derrotando, por 5-2, o “também protegido” Boavista FC. Só que... problemas familiares, obrigaram Jorge Brito a não ter facilidade em suportar, com a cadência habitual, os elevados custos do nosso futebol. Logo houve quem se aproveitasse dessa situação, procurando contratar a “custo zero” os principais futebolistas do “Glorioso”, em particular Paulo Sousa que estava “na calha” para ser, em 1992/93, a “habitual transferência de final de época”. Se tal tem ocorrido, havendo dinheiro, resolviam-se os problemas financeiros – pagamento (mais tardio que o habitual) dos vencimentos e prémios - que afectavam o plantel. Como não houve transferências, o Benfica prescindiu de Futre (saiu para o Olímpico de Marselha) para baixar os custos de 1993/94. Temendo que Jorge Brito não conseguisse suportar o seu “mecenato ressarcido” para com o Clube, na Assembleia Geral de 21 de Dezembro de 1994, após tentativa de demiti-lo, foi a Direcção a apresentar a demissão. Apesar de Jorge Brito afirmar que tinha soluções para o futuro do “Glorioso”, terminava, após ano e meio, um mandato trienal, que apenas deveria ser sufragado, em Maio de 1995. Após o final da temporada de 1993/94, iniciar-se-ia o descalabro desportivo...

A “herança de conquistas” que Jorge Brito deixou para o presidente seguinte, foi pior do que aquela que recebeu. E assim será, como se constatará, para as sucessivas presidências... até hoje.

Alberto Miguéns

          
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