AINDA ESTÁ PARA UM DIA SE SABER COMO PODE UM OPINADOR MEDÍOCRE TER TANTO PROTAGONISMO.
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Aqui fala-se de Miguel Sousa Tavares, filho dilecto da Nação Portuguesa e de Francisco Sousa Tavares mais Sophia de Mello Breyner Andresen. Talvez isto explique!
Como é que o que qualquer seguidor de futebol sabe (até os poucos analfabetos que ainda existem em Portugal sabem)
Que em «semana reservada pela FIFA para as selecções» não se podem realizar jogos nas segundas-feiras da semana em que as selecções iniciam os jogos. Aliás até podem. Os futebolistas seleccionados é que já não estão autorizados a representar os clubes! Então como poderia realizar-se a 8.ª jornada na sexta-feira, sábado e segunda-feira como ele sugere na crónica de ontem (quarta-feira), publicada na página 36 do jornal «A Bola»? E ninguém nesse jornal fez uma nota de redacção (NR) a esclarecer mesmo não querendo censurar o artigo ou avisar o esgravatador de letras? É um absurdo ter um colunista que debita palha a cada semana que não tem conhecimento dos assuntos como revela frequentemente nas crónicas que faz e nos livros que escreve. Nestes como gosta de fazer "Romances Históricos" inventa situações que ocorreram um bom par de anos depois ou que nunca existiram (livros «Equador» e «Rio das Flores», por exemplo). É o típico preguiçoso e presunçoso que sabe viver e sobreviver. E com as costas bem protegidas. Fujam!
Como é evidente
Assim que houve a possibilidade de haver uma justificação para não se jogar entre 4 (sexta-feira) e 6 (domingo) não se podendo jogar na segunda-feira (7, já reservado pela FIFA), foi um alívio para os principais clubes portugueses. O Benfica tinha jogado na quarta-feira (1 de Outubro) na Rússia, não tendo interesse em ir a Tondela, nem a quatro, cinco ou seis. O FC Porto (na Holanda), Sporting CP (em Lisboa), Vitória SC (em Guimarães) e o SC Braga (em Braga) jogando a 3 de Outubro ainda menos queriam jogar em 5 ou 6 de Outubro! Os clubes têm o calendário com que concordaram em Maio e aceitaram - neste caso das eleições - quando foram solicitados. Quiseram livrar-se de jogar pouco tempo depois de jogos europeus desgastantes. Vem esta «abécula-quadrada» a falar dos treinadores e de segunda-feira!
Infelizmente há mais
Estava numa espécie de consultório e vejo o semanário «O Jornal Económico» de 4 de Outubro, tendo curiosidade em ver como "trata" este jornal o desporto e o Benfica, pois nunca tinha lido tal publicação. Na página 45, o textinho é lapidar no que se tornaram os jornalistas na actualidade. Em vez de cumprirem a principal função - informar - preferem opinar não tendo pejo em mentir para melhor poderem sustentar as opiniões.
Já escrever «... apertou-lhe o pescoço.»
É forçado. Pois tem interpretação dúbia dependendo do uso da força. Foi mais, muito mais, colocar as mãos no pescoço e retirar depois a mão direita no sentido de condicionar e mostrar perante a plateia que estava indignado e não permitia aquele tipo de intervenções. Colocou-lhe a mão ou mãos no pescoço era muito mais esclarecedor. Não quis esganar o associado. Mas esta ainda dou "de borla" pois pode ser que o(s) jornalista(s) sofram de iliteracia, pois não estando na assembleia andaram por aí a ler o que se passou.
Agora três mentiras de "uma penada"
O presidente do Benfica não tentou agredir o adepto (intimidou-o colocando a(s) mão(s) retirando uma de imediato e a outra pouco depois). Não houve pronta nem lenta intervenção dos seguranças. Não houve nenhuma intervenção dos seguranças nesta ocorrência. Não afastaram o presidente coisa nenhuma, este é que se afastou voluntariamente para ir "pedir satisfações" aos associados que estavam na bancada a gritar e insultar contra a atitude que estava a ter para com um orador. Não foi no pavilhão número 2 mas no número 1. Se os jornalistas mentem despudoradamente em assuntos que conhecemos e presenciámos como acreditar neles em assuntos que não vimos nem dominamos?
Que pachorra, Benfica!
Alberto
Miguéns












