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quinta-feira, 16 de abril de 2020

Mário Piçarra: o Benfiquista Esclarecido

quinta-feira, 16 de abril de 2020 3 Comentários
LUÍS PIÇARRA ERA UM SER BENFIQUISTA E O SEU FILHO, MÁRIO, TAMBÉM.



Nascido em Lisboa, a 26 de Setembro de 1947 só tenho, por escrever neste blogue, de lhe fazer uma evocação póstuma, pois não soube do seu falecimento, aos 71 anos, em 6 de Março de 2019.

Já escrevi como o conheci
Em 1971, antes de fugir à Ditadura para se refugiar em Paris. Amílcar Cabral dizia. Mando os guerrilheiros para a URSS vêm de lá anticomunistas, mando-os para Paris chegam mais comunista que eu. Conheci-o, pois éramos poucos os que gostavam de um tipo de música que em Portugal ninguém queria. A maioria gostava do nacional-cançonetismo dos festivais da televisão e do fado. Música de dor-de-corno e de estorietas-de-faca-e-alguidar. Tão poucos que éramos que todos se conheciam. Sempre a mesma centena!




Chinchilas (final dos Anos 60)
Não lhe conheci, pessoalmente, a fase roqueira. Na rocalhada andava por outras “bandas”: Filarmónica Fraude e Quarteto 1111. Os Sheiks, Ekos, Chinchilas, Jets, Claves, etetectra, era roque rural, imitação rasca de ingleses e americanos. A evitar.





Atenção ao primeiro EP (Pastoral)
Para quem não sabe ou já se esqueceu havia três discos em vinil: LP’s – três ou mais temas de cada lado (cerca de 40 a 60 minutos de duração a 33 rotações por minuto); EP´s – formato pequeno, com dois temas de cada lado (a 45 rotações por minuto); singles (os portugueses desde D. Afonso Henriques que gostam da Língua Portuguesa) a 45 rotações por minuto, com um tema de cada lado. O primeiro EP de Mário Piçarra (Pastoral) chamou a atenção, tanto que o comprei. O segundo EP (Calçada de Carriche) superou o anterior e não foi só comprar… foi saber onde ele ia tocar. E assim foi.



Com uma excelente melodia num texto de antologia de António Gedeão.




Aprender com os mestres
Como Fernando Lopes Graça e a Academia dos Amadores de Música.

 


Depois de 25 de Abril de 1974
Surgiram inúmeros grupos de música a utilizar (principalmente o trabalho do corso, Michel Giacometti) ou fazendo mesmo recolha do Cancioneiro Popular Português. Entre outros, GAC - Grupo de Acção Cultural (segunda fase), Brigada Victor Jara (homenageando o cantor chileno que já foi evocado neste blogue, em 10 de Junho de 2017 (clicar), Raízes, Vai de Roda, Maio Moço, Ronda dos Sete Caminhos e… Terra a Terra. Foi na capa do primeiro disco deste grupo, em 1980, que vi um Mário Piçarra. Só podia ser ele por muito que a música fosse diferente. Foi só esperar por um espectáculo do grupo para confirmar. Assim foi. Resta dizer que se voltou a falar de política, de música e do… Benfica! Do Benfica! Como em 1971 e 1972.










Depois foram surgindo outros discos
E mais espectáculos. E fomos falando em alguns (poucos) deles.






Mais um disco
Com mais espectáculos de promoção, reposição e antecipação de novos temas.




 



Em 1985 o último disco
E pouco depois, final de 80, deixei de o ver e de falar com ele. O que custou mais. Deixar de Benficar com o filho do "Ser Benfiquista" quando estava no início de perceber a importância de Luís Piçarra.






Mais Terra a Terra
Com muito Portugal.





Ainda mais
Com Portugal sempre, apesar de se discutir que  sobreviver frente à música de feira (depois denominada pimba) irei ser tarefa tão gigantesca como derrubar o Estado Novo. Foi pior. Ainda dura...




Anos 90 para diante...

Deixei de saber por onde andava, mas fiei-me que músico um dia, músico sempre. Haveria de dar sinal de... música!




Qual quê
Só em final de 2018, num acaso, soube que iria sair um disco, agora destes plastificados com capazinhas minúsculas e quando foi apresentado fui ouvir e ver. 



Finalmente...
Falei com ele. Ele disse o que contei ontem mas tudo o dia 4 de Março de 2019, levou!





Já não fui a tempo



Alberto Miguéns
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quarta-feira, 15 de abril de 2020

Chalana e Luís Piçarra (II)

quarta-feira, 15 de abril de 2020 2 Comentários
CONTINUANDO O QUE FOI INICIADO ONTEM... 


Há que repetir um excerto e depois continuar.

Luís Piçarra estando pouco em Portugal, até 1955 foi até morrer associado do «Glorioso»
Vejamos algumas datas, mais ou menos incompletas. Luís Raul Janeiro Caeiro de Aguilar Barbosa Piçarra Valdeterazzo y Ribadenayra nasceu em Moura, a 23 de Junho de 1917. Entrou para associado do Benfica, em 1933, talvez em Outubro/Novembro (hei-de saber a data certa!), aos 16 anos. Entre 1945 (primeira digressão ao Brasil, Argentina e México e 1975 (30 de Março) passou mais tempo fora de Portugal (Europa) que em Portugal (Metrópole). Durante 30 anos correu a América, Europa, Egipto e Próximo/Médio Oriente. Mas nunca deixou de ser sócio do Benfica. Quando faleceu, em Lisboa, a 23 de Setembro de 1999 era o associado n.º 268 com (mais ou menos por uns dias) 66 anos de dedicação ininterrupta (mesmo a sério) ao Benfica! Recebeu o emblema de dedicação classe prata (25 anos) em 1959 e o de classe ouro (50 anos) em 1984. 

Uma interpretação do «Outro Mundo»



O que se sabe?
Quando Luís Piçarra chegou a Portugal, saído de Luanda, em 30 de Março de 1975, a caminho dos 58 anos, passou a deliciar-se com as proezas de Chalana. Espírito alegre apesar de ter perdido a capacidade de cantar, em final de 1970, continuava a encantar. Em final de 1991 publicava a sua autobiografia com capa bem vermelha «Luís Piçarra// instantâneos da minha vida // Memórias», como se faz referência neste programa de televisão (clicar).

Eu e o tenor (desencontros)
Sabendo onde ele morava, desde 1971 ou 1972, não por ele mas pelo filho Mário como escrevi ontem, quando foi anunciado que estava a terminar o seu livro de memórias, “abriu-se” a oportunidade pela qual ansiava desde finais dos Anos 80 mas que não me atrevera a investigar onde vivia. Agora sabia que estava naquela casa e não estando estaria numa em que naquela sabiam qual era. Fui umas três vezes, no mínimo – uma de propósito – mas nunca tive coragem de bater à porta. Quando lá chegava pensava. Ele está tão mal, com tanta dificuldade em falar, porque vou estar a incomodar. Dessas três vezes, numa paguei o bilhete de comboio do Cais do Sodré até Carcavelos, fui a pé, parei à porta, voltei para trás e voltei a comprar o bilhete Carcavelos – Cais do Sodré. Noutra fui encontrar-me com uma pessoa e depois do encontro passei pelo prédio onde vivia Luís Piçarra. Continuei em negação. Noutra fui filmar e fotografar os locais que os pioneiros do Clube calcorrearam e onde jogaram, na Quinta Nova (instalações do Cabo Submarino) que fica a Sul da estação ferroviária de Carcavelos. No regresso pensei passar pela casa de Luís Piçarra (do outro lado da estação) estive junto à porta e neguei-me. Estava visto que faltava o impulso fundamental.



E eu nem queria muito
Interessava-me saber porque fora ele escolhido para interpretar o «Ser Benfiquista». Quando? Como? Onde? Se aceitou logo. Se deu muito trabalho acertar no primor com que ficou? Perguntas destas, não acerca do seu Benfiquismo – que não conhecia – mas a prioridade era saber tudo o que fosse possível saber acerca do «Ser Benfiquista» Duas/três horas de conversa – estava disposto a ir lá às vezes que fossem necessárias – chegariam. Nada de nada.


Eu e o tenor (tinha de ser)
Quando foi notícia a sua ida para a Casa do Artista, talvez no início de 1999, combinei com o senhor José Joaquim Macarrão (associado n.º 471, de 1937) irmos vê-lo. Assim foi. O senhor Macarrão combinou que estava livre do Benfica, pelas oito da tarde e eu passei pela «Saudosa Catedral» nesse dia e fomos a pé até Carnide. Chegados à Casa do Artista foi-nos informada que naquele dia ele não estava em condições de nos receber. Fiquei de regressar no dia seguinte. O senhor Macarrão disse que já tinha compromisso assumido. Eu disse-lhe que combinaria, no dia seguinte, com Luís Piçarra uma nova visita cem conjunto. Pois nem fui no dia seguinte, nem no seguinte ao seguinte. Adiando chegou a notícia do seu falecimento. Tinha de ser. O que não se faz quando deve ser feito depois corre-se o risco de não se fazer. Mais uma vez ocorreu isso.

Há momentos de sorte e outros de azar
Como Benfiquista Luís Piçarra consta da lista daqueles que tive azar, de querer falar com eles, em não o conseguir, por este ou aquele motivo, tal como com o arquitecto João Simões, Luís Gato, Vítor Silva, Guedes Gonçalves, Ralf Bailão, José Pimenta, Dyson, Gustavo Teixeira, Otto Glória, Alcobia, Martins, Jacinto Marques, Moreira, Félix, Zézinho, Salvador, Du Fialho, Pedras, Barros e Fehér, por exemplo. Tive sorte com outros (alguns três vezes, a maior parte uma vez): Germano Vasconcelos, António Adão, Rogério Jonet, Cesina Bermudes, Luís Filipe Rosa Rodrigues, Joaquim Fernandes, Francisco Ferreira, Mário Tavares de Melo, Albino, Corona, Manuel Alexandre, Eugénio Salvador, António Pinho, Júlio Ribeiro da Costa,  João Correia, Luís Xavier, Mário Rui, Carlos Torres, Fernando Riera, Caiado, Mortimore, Eriksson, Baroti, Valadas,  Arsénio, Francisco Calado, Pascoal, José Águas, Costa Pereira, Alfredo, Cavém, Santana, Serra, Mendes, Neto, Humberto Fernandes, Germano, Ibraim, Alhinho, Frederico e Saraiva, por exemplo, quase todos por “culpa” do senhor Macarrão. Jonet por “culpa” do jornalista Arons de Carvalho. Nunca tinha feito, nem pensado nisto. Ainda enchi bem o papo! Mas… podia ser bem mais!


Há uns dias tentei o filho Mário
Amanhã escreverei mais acerca do Benfiquista Mário Piçarra, filho de Luís Piçarra, nascido em 26 de Setembro de 1947, pois acompanhei a sua carreira musical no grupo «Terra a Terra». Em meados dos Anos 80 deixei de saber por onde andava até que, em 2018, soube que ia editar um disco (CD: Caraças é Deplástico) de nome «Claridade» dedicado ao pai. Esperei pela ocasião e falei com ele, pessoalmente, na SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) dizendo-lhe que não sendo aquele o momento apropriado gostava de falar com ele acerca do pai, a propósito do «Ser Benfiquista». Ele foi gentil – apesar de já não se lembrar minimamente (nem maximamente) de mim – e deu-me o telefone, ou melhor, um contacto. E não é que o tempo foi passando. Quando tentei o contacto há uns dias, eis que surge uma notícia bruta. «Morreu no início do ano passado, faz agora um ano» É pá! Como sou alérgico aos media portugueses nem sei se foi, ou não, notícia. Fiquei destroçado!


Fazer o que tem de ser feito
Se eu sempre quis fazer um ou vários textos acerca do «Ser Benfiquista» e de Luís Piçarra, hei-de fazê-los e serão publicados neste blogue. Fotografias não faltam – o livro de memórias dele tem 154 (pelo menos!) mais um mapa de África. Mas necessita de notícias da Imprensa e isso, nesta ”covidada” que vivemos é impossível.

A internet é mentirosa ou alguns que a fazem
Podia recorrer à internet mas isso é correr o risco de aldrabar como se consegue provar até em situações tão simples, quanto mais as mais complexas. Nem na data de edição do livro acertam. E é logo por quatro anos! Puxa! Como se prova e comprova! (clicar)



E agora?
Esperar que tudo regresse à “normalidade” e procurar nos jornais da época – sabendo as datas em que esteve em Portugal – por notícias e entrevistas. É a vida! Enquanto tal não acontece é deliciarmo-nos com ele, a ouvi-lo. Felizmente, na internet (não é má de todo!) há 13 gravações dele, incluindo o Granada que diz-se, foi ingénuo pois podia ter ficado com os direitos de autor e não precisava de fazer mais nada na vida!

Uma interpretação do «Deste Mundo»



Não acredito que não volte a escrever acerca de Luís Piçarra (a solo) depois das Bibliotecas e Hemerotecas reabrirem...

Esperar que a COVID-19 se vá embora de mansinho…

Alberto Miguéns
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terça-feira, 14 de abril de 2020

Luís Piçarra e Chalana

terça-feira, 14 de abril de 2020 0 Comentários
O QUE TÊM EM COMUM? LOGO DE RAJADA - SÃO OS DOIS BENFIQUISTAS. MAS ISSO HÁ MUITOS E…



Não consta que Chalana soubesse cantar, nem que Luís Piçarra soubesse futebolar. Talvez a diferença entre os dois, no cantar e jogar, fosse a mesma. Chalana podia cantar, mas mal se comparado com Luís Piçarra. O tenor podia jogar, mas mal se comparado com o exímio médio-ala-extremo-esquerdo-e-muito-mais.

O que se sabe?
Que Luís Piçarra admirava Chalana, adorando vê-lo jogar. Chalana também deveria admirar as interpretações de Luís Piçarra. Isto tudo para chegar ao seguinte.



Luís Piçarra estando pouco em Portugal, entre 1945 e 1975 foi até morrer... associado do «Glorioso»
Vejamos algumas datas, mais ou menos incompletas. Luís Raul Janeiro Caeiro de Aguilar Barbosa Piçarra Valdeterazzo y Ribadenayra nasceu em Moura, a 23 de Junho de 1917. Entrou para associado do Benfica, em 1933, talvez em Outubro/Novembro (hei-de saber a data certa!), aos 16 anos. Entre 1945 (primeira digressão ao Brasil, Argentina e México) e 1975 (30 de Março) passou mais tempo - muito mais - fora de Portugal (Europa) que em Portugal (Metrópole). Durante 30 anos correu a América, Europa, Egipto e Próximo/Médio Oriente. Em África esteve em 19 países, mais de dez anos, segundo a sua autobiografia. Mas nunca deixou de ser sócio do Benfica. Quando faleceu, em Lisboa, a 23 de Setembro de 1999 era o associado n.º 268 com (mais ou menos por uns dias) 66 anos de dedicação ininterrupta (mesmo a sério) ao Benfica! Recebeu o emblema de dedicação classe prata (25 anos) em 1959 e o de classe ouro (50 anos) em 1984. 



Obrigado a abandonar Luanda “debaixo de fogo de armas com balas reais”
Em 30 de Março de 1975, adivinhavam-se tempos muito difíceis, quase aos 58 anos. Novo? Pois só que não podia cantar desde 1970 (há várias datas pela internet, desde 1968 a 1972, embora este ano seja impossível). Seja como for (hei-de saber a data certa!) teria 53 anos quando numa emboscada a Leste de Luanda lhe “tirou o pio” como ele escreveu na autobiografia. Que alegria tinha depois do Verão de 1975? Ver o Benfica jogar! Ver Chalana jogar!

Eu e o tenor (sub-encontros)
Conheci o filho – penso que o mais velho – Mário Piçarra devido à música e à extrema-esquerda, lá por 1971 ou 1972. Apesar dele ser maoista (dizia-se) e eu trotsequista. Nesse tempo ouvia em conversas que o pai fora um grande tenor que perdera há pouco a possibilidade de cantar devido à maldita Guerra Colonial. Não fazia a mínima ideia de quem era Luís Piçarra e a ligação ao Benfica. Muito menos ao “Ser Benfiquista”. Só em meados dos Anos 80 percebi a importância de Luís Piçarra na música e para a popularidade do “Ser Benfiquista”. Aqui (clicar) para um programa da RTP pode ver-se como a garganta de uma das melhores vozes de sempre de Portugal (das que ficaram gravadas) se degradou.






Letra de António Gedeão; Música: Mário Piçarra (1970)


Eu e o tenor (quase-encontros)
Pouco tempo antes de Mário Piçarra “desaparecer” dizendo-se que fugira para Paris lembro-me do grupo ir num bom automóvel – os maoistas geralmente tinham pais ricos e do Regime, como Ary dos Santos soube escrever e Fernando Tordo interpretar – levar Mário Piçarra a casa, numa rua majestosa e num edifício sumptuoso, onde disseram vivia Mário Piçarra com os avós paternos pois a mãe tinha falecido e o pai (Luís Piçarra) vivia em Luanda. Não sei porquê – sempre fui curioso como os gatos – perguntei onde estava pois de automóvel perde-se a noção do espaço. Disseram que era Carcavelos e o nome da rua. Apesar de ser um nome complicado, por ser longo, o que é certo é que nunca mais o esqueci. Até hoje. Quando se é novo tudo é mais fácil. Ainda mais comparando aquela rua e casa com a minha, que nem era minha, pois era um caco velho arrendado, com mais de cem anos, agora 150 anos, no bairro da Graça, onde ainda vive a minha mãe. Quando para lá fui viver (1968) nem casa de banho tinha, mas apenas uma pia na cozinha. Tivemos que fazer uma casa-de-banho minúscula. Foi como meter o Rossio na rua da Betesga. Comparando as duas casas como havia de me esquecer da de Carcavelos? Mais depressa esquecia o primeiro esquerdo na Graça! Aliás em Carcavelos nem era uma casa, era uma moradia.








NOTA: Já vai longo afinal tem de ser contado em duas partes. Paciência. Quando queremos Benficar dá nisto. É “pior” que a estória das conversas e das cerejas.



Eu e o tenor (desencontros)
B
Há momentos de sorte e outros de azar
E
Há uns dias tentei o filho Mário
N
Fazer o que tem de ser feito
F
A internet é mentirosa ou alguns que a fazem
I
E agora?
C
E agora?
A

Agora está repetido mas não sei se ficará assim amanhã (talvez não) pois foi por que necessitava de sete sub-capítulos para serem B-E-N-F-I-C-A!



Esperar que a COVID-19 se vá embora de mansinho…



Alberto Miguéns



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