SEMANADA: ÚLTIMOS 7 ARTIGOS

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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Dia da Memória 79

sexta-feira, 12 de junho de 2026 1 Comentários

HÁ 79 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

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quinta-feira, 12 de junho de 2025

Dia da Memória 78

quinta-feira, 12 de junho de 2025 4 Comentários

HÁ 78 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

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quarta-feira, 12 de junho de 2024

Dia da Memória 77

quarta-feira, 12 de junho de 2024 3 Comentários

HÁ 77 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

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segunda-feira, 12 de junho de 2023

Dia da Memória 76

segunda-feira, 12 de junho de 2023 4 Comentários

HÁ 76 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

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domingo, 12 de junho de 2022

Dia da Memória 75

domingo, 12 de junho de 2022 3 Comentários

HÁ 75 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

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sábado, 12 de junho de 2021

Dia da Memória 74

sábado, 12 de junho de 2021 3 Comentários

HÁ 74 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

Em 12 de Junho de 1947, aos 61 anos, partia para o «Quarto Anel», Cosme Damião.


Nasceu em 2 de Novembro de 1885

Às quatro horas da tarde na travessa do Alqueidão, ao Lumiar, no norte de Lisboa. Filho de Cosme Damião e Rosa Maria Marques. Ainda não tinha completado dez anos quando fica órfão do pai, em 11 de Junho de 1895. Quase no mesmo dia... 52 anos depois, faleceu Cosme Damião, há precisamente 74 anos, assinalados hoje. 


Baptismo com registo de nascimento
Em 27 de Dezembro de 1885, na igreja paroquial de São João Baptista do Lumiar, é baptizado e registado Cosme Damião, com quase dois meses de existência (clicar). 

O adro da igreja do sacramento baptismal do nosso Pai Benfiquista num festivo dia de feira


Entrada para a Real Casa Pia de Lisboa
Em 30 de Abril de 1896 depois de um primeiro ofício datado de 22 de Abril do mesmo ano. Tinha dez anos e seis meses.


Foi na Casa Pia que se interessou pelo Futebol
Como demonstra documentação existente na instituição, no jornal «O Social»:


Metódico, aos 16 anos e pouco mais que um mês, tal como seria toda a vida, obtida a necessária autorização "A Comissão" abriu a subscrição aos restantes alunos bem como elaborou um "Regulamento" com quatro condições:



Depois de sair (provisoriamente) da Casa Pia
Fez parte do grupo de ex-alunos da Instituição, a «Associação do Bem» que reforçou o Grupo dos Catataus (ou Belém FC) dando origem ao "Glorioso", em 28 de Fevereiro de 1904.

A inconfundível e inigualável assinatura de um tesoureiro que faleceu há 73 anos mas deixou muitos filhos que se têm multiplicado a cada dia

Na fundação do «Glorioso» ainda frequentava a Real Casa Pia de Lisboa
Ainda que esporadicamente, entre 26 de Agosto de 1902 (provisoriamente) e 1 de Setembro de 1904, quand0 deixa, definitivamente, a nobre instituição. Não é de admirar que aos domingos fosse dos casapianos mais assíduas a andar por Belém.


Cedo se fez Homem
E do Clube o baluarte do desporto português e um dos «Clubes Míticos» do futebol mundial. Obrigado, Pai Cosme.



Cosme Damião não consta da lista por esquecimento ou não quis assinar?
Verdade! Mas é a caligrafia dele pois há documentos muito próximos de 1904 - são de 1908 - em que a letra é igual. Para quem tanto escrevia - era Secretário da Casa Palmela na primeira metade do século XX - a letra foi-se alterando com o tempo como mostram documentos manuscritos por ele, em final dos anos 30. O motivo pelo qual o nome não consta ou a razão de não assinar é apenas colocar hipóteses. Não quis, esqueceu-se, era óbvio, recusou protagonismo? Só hipóteses, pois não há em nenhum documento ou entrevista qualquer explicação.


Sem particular protagonismo até 1906
Num clube que primava pelo colectivo, começou a destacar-se quando, ainda, futebolista (médio-centro) da 2.ª categoria reforça como defesa-direito a 1.ª categoria, em 17 de Março de 1906. Neste blogue já se escreveu acerca desse dia: Cosme Damião pela Primeira Vez na Cruz Quebrada (clicar).

Da esquerda para a direita. De cima para baixo. Defesas e meio-campo: António do Couto, Albano dos Santos, Emílio de Carvalho, Manuel Móra (guarda-redes), Cosme Damião, Fortunato Levy e H. Hannour (árbitro inglês/futebolista do Carcavellos Club)Avançados: Carlos França, António Rosa Rodrigues, Daniel Queiroz dos Santos, Cândido Rosa Rodrigues e Silvestre José da Silva (capitão) 


No Verão de 1907
É um dos grandes responsáveis (com Félix Bermudes e Marcolino Bragança - que teve a ideia) pela resistência à debandada dos melhores futebolistas decidindo inscrever, como 1.ª categoria, no campeonato regional de Lisboa, em 1907/08, os futebolistas inscritos como 2.ª categoria, em 1906/07! Uma decisão sábia para os que ficaram e proveitosa para as gerações seguintes, ou seja, para todos nós! E os nossos descendentes!

Entrevista de Cosme Damião concedida a Mário de Oliveira; jornal «A Bola» n.º 11; 5 de Março de 1945; páginas 5 e 7 (excertos) 

Depois é Lenda! Sempre a pensar Gloriosamente... assim:

Na primeira página do jornal "O Sport Lisboa"; n.º 58; 26 de Setembro de 1914


Alberto Miguéns



NOTA: Agradecimento aos responsáveis pela Casa Pia de Lisboa que facultaram, para este blogue, todo o processo do seu ilustre aluno n.º 2487.




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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Dia da Memória 73

sexta-feira, 12 de junho de 2020 8 Comentários
HÁ 73 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.


Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

Em 12 de Junho de 1947, aos 61 anos, partia para o «Quarto Anel», Cosme Damião.


Nasceu em 2 de Novembro de 1885
Às quatro horas da tarde na travessa do Alqueidão, ao Lumiar, no norte de Lisboa. Filho de Cosme Damião e Rosa Maria Marques. Ainda não tinha completado dez anos quando fica órfão do pai, em 11 de Junho de 1895. Quase no mesmo dia... 52 anos depois, faleceu Cosme Damião, há precisamente 73 anos, assinalados hoje. 


Baptismo com registo de nascimento
Em 27 de Dezembro de 1885, na igreja paroquial de São João Baptista do Lumiar, é baptizado e registado Cosme Damião, com quase dois meses de existência (clicar). 

O adro da igreja do sacramento baptismal do nosso Pai Benfiquista num festivo dia de feira


Entrada para a Real Casa Pia de Lisboa
Em 30 de Abril de 1896 depois de um primeiro ofício datado de 22 de Abril do mesmo ano. Tinha dez anos e seis meses.




Foi na Casa Pia que se interessou pelo Futebol
Como demonstra documentação existente na instituição, no jornal «O Social»:



Metódico, aos 16 anos e pouco mais que um mês, tal como seria toda a vida, obtida a necessária autorização "A Comissão" abriu a subscrição aos restantes alunos bem como elaborou um "Regulamento" com quatro condições:




Depois de sair (provisoriamente) da Casa Pia
Fez parte do grupo de ex-alunos da Instituição, a «Associação do Bem» que reforçou o Grupo dos Catataus (ou Belém FC) dando origem ao "Glorioso", em 28 de Fevereiro de 1904.

A inconfundível e inigualável assinatura de um tesoureiro que faleceu há 73 anos mas deixou muitos filhos que se têm multiplicado a cada dia


Na fundação do «Glorioso» ainda frequentava a Real Casa Pia de Lisboa
Ainda que esporadicamente, entre 26 de Agosto de 1902 (provisoriamente) e 1 de Setembro de 1904, quand0 deixa, definitivamente, a nobre instituição. Não é de admirar que aos domingos fosse dos casapianos mais assíduas a andar por Belém.





Cedo se fez Homem
E do Clube o baluarte do desporto português e um dos «Clubes Míticos» do futebol mundial. Obrigado, Pai Cosme.



Cosme Damião não consta da lista por esquecimento ou não quis assinar?
Verdade! Mas é a caligrafia dele pois há documentos muito próximos de 1904 - são de 1908 - em que a letra é igual. Para quem tanto escrevia - era Secretário da Casa Palmela na primeira metade do século XX - a letra foi-se alterando com o tempo como mostram documentos manuscritos por ele, em final dos anos 30. O motivo pelo qual o nome não consta ou a razão de não assinar é apenas colocar hipóteses. Não quis, esqueceu-se, era óbvio, recusou protagonismo? Só hipóteses, pois não há em nenhum documento ou entrevista qualquer explicação.




Sem particular protagonismo até 1906
Num clube que primava pelo colectivo, começou a destacar-se quando, ainda, futebolista (médio-centro) da 2.ª categoria reforça como defesa-direito a 1.ª categoria, em 17 de Março de 1906. Neste blogue já se escreveu acerca desse dia: Cosme Damião pela Primeira Vez na Cruz Quebrada (clicar).

Da esquerda para a direita. De cima para baixo. Defesas e meio-campo: António do Couto, Albano dos Santos, Emílio de Carvalho, Manuel Móra (guarda-redes), Cosme Damião, Fortunato Levy e H. Hannour (árbitro inglês/futebolista do Carcavellos Club)Avançados: Carlos França, António Rosa Rodrigues, Daniel Queiroz dos Santos, Cândido Rosa Rodrigues e Silvestre José da Silva (capitão) 

No Verão de 1907
É um dos grandes responsáveis (com Félix Bermudes e Marcolino Bragança - que teve a ideia) pela resistência à debandada dos melhores futebolistas decidindo inscrever, como 1.ª categoria, no campeonato regional de Lisboa, em 1907/08, os futebolistas inscritos como 2.ª categoria, em 1906/07! Uma decisão sábia para os que ficaram e proveitosa para as gerações seguintes, ou seja, para todos nós! E os nossos descendentes!

Entrevista de Cosme Damião concedida a Mário de Oliveira; jornal «A Bola» n.º 11; 5 de Março de 1945; páginas 5 e 7 (excertos) 

Depois é Lenda! Sempre a pensar Gloriosamente... assim:

Na primeira página do jornal "O Sport Lisboa"; n.º 58; 26 de Setembro de 1914

Alberto Miguéns



NOTA: Agradecimento aos responsáveis pela Casa Pia de Lisboa que facultaram, para este blogue, todo o processo do seu ilustre aluno n.º 2487.
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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Dia da Memória 72

quarta-feira, 12 de junho de 2019 3 Comentários
HÁ 72 ANOS FALECEU O NOSSO PAI BENFIQUISTA.

Magnífica composição do Benfiquista Victor João Carocha que «Honra Agora os Ases que Nos Honraram o Passado»

Em 12 de Junho de 1947, aos 61 anos, partia para o «Quarto Anel», Cosme Damião.



Nasceu em 2 de Novembro de 1885
Às quatro horas da tarde na travessa do Alqueidão, ao Lumiar, no norte de Lisboa. Filho de Cosme Damião e Rosa Maria Marques. Ainda não tinha completado dez anos quando fica órfão do pai, em 11 de Junho de 1895. Quase no mesmo dia... 52 anos depois, faleceu Cosme Damião, há precisamente 72 anos, assinalados hoje. 



Baptismo com registo de nascimento
Em 27 de Dezembro de 1885, na igreja paroquial de São João Baptista do Lumiar, é baptizado e registado Cosme Damião, com quase dois meses de existência (clicar). 

O adro da igreja do sacramento baptismal do nosso Pai Benfiquista num festivo dia de feira

Entrada para a Real Casa Pia de Lisboa
Em 30 de Abril de 1896 depois de um primeiro ofício datado de 22 de Abril do mesmo ano. Tinha dez anos e seis meses.


Foi na Casa Pia que se interessou pelo Futebol
Como demonstra documentação existente na instituição, no jornal «O Social»:



Metódico, aos 16 anos e pouco mais que um mês, tal como seria toda a vida, obtida a necessária autorização "A Comissão" abriu a subscrição aos restantes alunos bem como elaborou um "Regulamento" com quatro condições:


Depois de sair (provisoriamente) da Casa Pia
Fez parte do grupo de ex-alunos da Instituição, a «Associação do Bem» que reforçou o Grupo dos Catataus (ou Belém FC) dando origem ao "Glorioso", em 28 de Fevereiro de 1904.


A inconfundível e inigualável assinatura de um tesoureiro que faleceu há 72 anos mas deixou muitos filhos que se têm multiplicado a cada dia

Cosme Damião não consta da lista por esquecimento ou não quis assinar?
Verdade! Mas é a caligrafia dele pois há documentos muito próximos de 1904 - são de 1908 - em que a letra é igual. Para quem tanto escrevia - era Secretário da Casa Palmela na primeira metade do século XX - a letra foi-se alterando com o tempo como mostram documentos manuscritos por ele, em final dos anos 30. O motivo pelo qual o nome não consta ou a razão de não assinar é apenas colocar hipóteses. Não quis, esqueceu-se, era óbvio, recusou protagonismo? Só hipóteses, pois não há em nenhum documento ou entrevista qualquer explicação.


Há três futebolistas - Eduardo Corga, Henrique Teixeira e Carlos França - de 1908/09 entre os fundadores de 1904. Entre outros nomes próprios que coincidem. A mesma caligrafia! Quatro anos de diferença! Esta é a letra de Cosme Damião feita de acordo com o mesmo princípio. Uma listagem! 
Sem particular protagonismo até 1906
Num clube que primava pelo colectivo, começou a destacar-se quando, ainda, futebolista (médio-centro) da 2.ª categoria reforça como defesa-direito a 1.ª categoria, em 17 de Março de 1906. Neste blogue já se escreveu acerca desse dia: Cosme Damião pela Primeira Vez na Cruz Quebrada (clicar).


Da esquerda para a direita. De cima para baixo. Defesas e meio-campo: António do Couto, Albano dos Santos, Emílio de Carvalho, Manuel Móra (guarda-redes), Cosme Damião, Fortunato Levy e H. Hannour (árbitro inglês/futebolista do Carcavellos Club); Avançados: Carlos França, António Rosa Rodrigues, Daniel Queiroz dos Santos, Cândido Rosa Rodrigues e Silvestre José da Silva (capitão)    

No Verão de 1907
É um dos grandes responsáveis (com Félix Bermudes e Marcolino Bragança - que teve a ideia) pela resistência à debandada dos melhores futebolistas decidindo inscrever, como 1.ª categoria, no campeonato regional de Lisboa, em 1907/08, os futebolistas inscritos como 2.ª categoria, em 1906/07! Uma decisão sábia para os que ficaram e proveitosa para as gerações seguintes, ou seja, para todos nós! E os nossos descendentes!


Entrevista de Cosme Damião concedida a Mário de Oliveira; jornal «A Bola» n.º 11; 5 de Março de 1945; páginas 5 e 7 (excertos) 

Depois é Lenda!

Alberto Miguéns

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