PERCEBE-SE A IDEIA DE COMEMORAR A «MÃO DE VATA».

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NOTA: As imagens são inequívocas. Mas como cada um de nós gosta de opinar (e podemos fazê-lo, pois não estamos obrigados a qualquer código deontológico, como os jornalistas). Depois como os outros valorizam as opiniões de cada um é outro "assunto". O adversário que está a marcar o Glorioso Vata percebe - por ser um futebolista de excelência - que Vata está em boa posição para receber a bola em zona fatal. Impede-o agarrando e fazendo obstáculo, para lhe dificultar poder receber a bola em excelente situação. Como jogador experiente e matreiro larga-o, só que Vata naquele gesto instintivo de qualquer Ser Humano, ao sentir o troco preso, faz um esforço para se libertar levantando os membros superiores. A bola toca-lhe no braço e entra na baliza enquanto o desesperado adversário empurra Vata (embora o desequilíbrio não o consiga tombar no relvado), já depois da bola caminhar para a baliza. Há uns anos, ao jornal «O Jogo» o árbitro, depois de ver as imagens, percebe, bem, o que se passou.
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Como qualquer pessoa bem intencionada percebe Vata só coloca a bola dentro da baliza, com o braço, porque está a tentar libertar-se do facto de ser agarrado pelo jogador do Olympique de Marselha.
Rogério Azevedo pode interpretar o que quiser
Até transformar "estar a ser agarrado" por "sofre a pressão". Rogério Azevedo é um baboso. Não sabe dar opinião, pois não tem qualidade para opinar, nem sabe fazer aquilo para que lhe pagam, ser jornalista e descrever os factos com rigor e imparcialidade. Afinal o jornal A Bola" tem dois pantomineiros! Terá mais?


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NOTA: As imagens são inequívocas. Mas como cada um de nós gosta de opinar (e podemos fazê-lo, pois não estamos obrigados a qualquer código deontológico, como os jornalistas). Depois como os outros valorizam as opiniões de cada um é outro "assunto". O adversário que está a marcar o Glorioso Vata percebe - por ser um futebolista de excelência - que Vata está em boa posição para receber a bola em zona fatal. Impede-o agarrando e fazendo obstáculo, para lhe dificultar poder receber a bola em excelente situação. Como jogador experiente e matreiro larga-o, só que Vata naquele gesto instintivo de qualquer Ser Humano, ao sentir o troco preso, faz um esforço para se libertar levantando os membros superiores. A bola toca-lhe no braço e entra na baliza enquanto o desesperado adversário empurra Vata (embora o desequilíbrio não o consiga tombar no relvado), já depois da bola caminhar para a baliza. Há uns anos, ao jornal «O Jogo» o árbitro, depois de ver as imagens, percebe, bem, o que se passou.
O baboso de «A Bola» só sobrevive enquanto escrever
Depois de não o conseguir morre para a história do jornalismo em Portugal. Por enquanto, ele e a trupe que tomou conta do jornal vivem à sombra daqueles que conseguiram fazer de "A Bola" um exemplo de jornalismo bem escrito e onde as palavras tinham valor e não havia eufemismos: Cândido de Oliveira, Ribeiro dos Reis e Vítor Santos, entre outros.
Os ardilosos apenas sobrevivem, não vivem
Rogério de Azevedo já se tinha armado em pantomineiro viciando (ou sendo conivente) com a adulteração, do alemão para o português, de uma entrevista de Béla Guttmann, como se demonstrou neste blogue, em 2 de Fevereiro de 2020 (clicar).
Vata continua a fazer muito bem
Mantendo que foi com o ombro. Não foi! Mas assim dá "baile" aos Rogérios Azevedos desta vidinha de trampa.
Num País decente
Já tinha tido um processo da Comissão da Carteira Profissional. E tinha ficado a piar para os amigos numa qualquer espelunca deste Portugal. Só que o Sindicato dos Jornalistas é feito de pantomineiros como ele. E António Simões! Haverá mais?
Que tenha juízo!
Alberto Miguéns









