MAS INTEIRAMENTE MERECIDA A VITÓRIA DO FC SANKT GALLEN 1879. A HAVER UM VENCEDOR SÓ PODIA SER O CLUBE DA SUÍÇA. EM DEZ PARTICIPAÇÕES EUROPEIAS FOI O 44.o JOGO E A 14.ª VITÓRIA. UMA "BRINCADEIRA" FACE AOS VALORES DO BENFICA. UM UNIVERSO DE DIFERENÇAS NO MUNDO DO FUTEBOL.
NOTA INICIAL: Desde já pedir desculpa pelos dois quadros serem em inglês, mas apesar de ser ridículo no blogue em português que deve honrar a Língua Portuguesa, entre não publicar - por falta de tempo para traduzir e compor os quadros - e não publicar, optei por publicar em inglês. Renovo o pedido de desculpas.
Na décima temporada de particuipação do "Glorioso" em competições europeias
O Benfica contava nove (frente a nenhuma do adversário, entre 1969/70 e 2026/27) só na principal competição, a Taça dos Clubes Campeões Europeus, até 1968/1969. Com cinco finais disputadas e um Bicampeonato Europeu. Com 69 jogos (frente a 44 e no tempo de eliminatórias a dois jogos, sem fases a pontuar), 33 vitórias (frente a 14), 13 empates e 13 derrotas. É isto que espera pelo Benfica nestas três pré-eliminatórias de acesso à fase a pontuar da Liga Europa e depois em 6 ou 7 jogos dos oito na fase a pontuar, se o «Glorioso» lá chegar. Só o encontro frente a outro clube do pote 1 (ou nem isso) e talvez um do pote 2 estarão ao nível de clubes como o Benfica. Tudo o resto são clubes sem história, emblemas claramente de segundo nível. Só na fase a eliminar podem existir jogos entrte clubes com grande historial na UEFA. Mas que há que vencer, quer sejam muito ou pouco cotados. Se o Benfica caiu ou tenta entrar nesta II Divisão Europeia - e é para ser conquistada - tem de ter em conta o que o espera.
COMPOSIÇÃO DOS POTES DA LIGA EUROPA
(não havendo surpresas nas quatro pré-eliminatórias e há sempre, embora na primeira os seis cabeças-de-série tenham passado na totalidade para a segunda pré-eliminatória)
O problema destes jogos é o mesmo que existia na antiga Taça dos Vencedores das Taças e na Taça das Cidades com Feira (já em meados dos Anos 60 e início de 70, com a UEFA a dar quotas a países para terem mais ou menos clubes em competição)
O Benfica tem tudo a perder. Os adversários têm tudo a ganhar. Mesmo uma vitória do «Glorioso» por um golo de diferença, frente a este tipo de clubes sem ou com pouca história europeia pareceria um empate. E vai ser assim esta temporada. Uma derrota, mesmo pela margem mínima, parece goleada. Ainda tenho a sensação que o Benfica foi goleado em Sankt Gallen e perdeu por um golo (D 1-2). Mesmo que tivesse goleado ou quando golear estes adversários nem goleada vai parecer. Para os adversários será tudo sempre positivo. Jogar com o Benfica é o jogo da temporada. Foi em Sankt Gallen e face a terem um golo de vantagem vai ser igual, o segundo jogo mais importante da época, para o clube suíço, a 30 de Julho, na segunda-mão, na «Catedral». Se o Benfica tem goleado na Suíça, era normal para eles. Assim foi uma vitória que no clube suíço compararam a outra - aliás a de ontem e essa são as maiores vitórias do FC Sankt Gallen na UEFA - quando eliminaram o poderoso Chelsea FC, em 2000/2001, temporada em que o clube londrino ficou em 6.º lugar no campeonato de Inglaterra. Com um plantel recheado de craques. O Benfica está obrigado a não jogar a competição - Liga dos Campeões - na qual participam os clubes com historial semelhante e vai ter que saber que lidar com isto. O mesmo para o AC Milan e a Juventus FC. As vitórias, se por margem escassa, são pifías. Empates serão maus. Derrotas são tragédias. Então na "Catedral" vão fazer os adeptos do Benfica passarem a ser do adversário! Até vitórias sofridas. Não me parece que o Benfica tenha dirigentes que saibam lidar com isto, daí temer que vá existir muita turbolência durante a época. Porque sempre que o Benfica (AC Milan e Juventus FC) defrontarem estes clubes menos cotadas vai existir a velha máxima do futebol quando se defrontam clubes de dimensão "astronomicamente" diferenciada. O Benfica tem tudo a perder. Os adversários têm tudo a ganhar.
O jogo em Sankt Gallen
O adversário venceu só por um golo porque - ficou essa ideia - porque tem futebolistas pouco dotados tecnicamente. Também por isso os conseguem ter. Se fosse melhores não jogavam no clube. Mostraram ser fortes a nível táctico - muitas temporadas com a mesma ideia e modelo de jogo - e fortes fisicamente. Abafaram os futebolistas do Benfica. E a "culpa", em minha opinião pois estes textos não passam de opinião de adepto, foi repartida em iguais doses por dirigentes, treinador e futebolistas, embora estes é que sejam sempre os culpados, mesmo que só cinco em onze tenham repetido a titularidade comparando o jogo frente ao Qarabag FC, em 2025/2026.
Rui Costa não tem perfil para ser presidente do Benfica (nem nunca terá)
Nunca se devia ter candidatado depois de ser o desastre que foi no mandato anterior: 2021/2025. Não tem qualidades nem postura para dirigir um clube como o Benfica. Dá sempre mau exemplo. É constantemente o foco da ansiedade e instabilidade. Só causa mal estar. Devia ter dado o lugar a outro que pior não fazia. Mas ele não tem muita culpa - por algum motivo não percebe isso ou não quer perceber - e vai sair enxovalhado como presidente. Oxalá eu esteja enganado. Outro candidato a presidente pior não fazia e se fizesse igual ou pior em 27 de Outubro de 2029 daria o lugar a outro até se encontrar algum associado ou grupos de associados que saibam mandar. Não é só querer. Mas, no fundo, os associados que o elegeram só têm o que merecem. Provavelmente, alguns, até foram daqueles que nas bancadas do estádio do FC Sank Gallen 1879 enxovalharam os futebolistas, já o presidente que escolhe treinadores e contrata futebolistas passa incólume. Principalmente aquando das eleições. Triste naquilo em que se tornou o Benfica... sabendo o que já foi.
Marco Silva
Em vez de ajudar a equipa preparando bem o encontro dá a ideia que foi displicente. O FC Sankt Gallen 1879 jogo num modelo ou ideia de jogo muito semelhante aquilo que Roger Schmidt implantou no Benfica campeão nacional e brilhante na Liga dos Campeões. Embora com melhores, muito melhores, futebolistas que os do clube suíço. Pressão intensa sobre o adversário que conduzia a bola e fechar espaços dificultando "linhas de passe". Com um meio-campo com cinco futebolistas, a correrem como se fosse o último jogo da vida deles (até cairem para o lado) e a acreditarem que podiam vencer o Benfica, a equipa do "Glorioso" apresenta no centro do meio-campo (sector estratégico num jogo de futebol, uma espécie de "casa das máquinas") três futebolistas (frente a cinco) que eram desfeiteados a torto e a direito: Manu, Miguel Figueiredo e Sudakov. Estes têm pouca responsabilidade. Quem lhes entregou o meio-campo e lhes pediu para enfrentar a táctica e o poderio físico adversário é que é responsável.
Futebolistas
Não acredito que não tenham visto videos de alguns jogos do adversário frente aos melhores clubes do campeonato da Suíça, em 2025/2026. Sabiam o que os esperava e não se protegeram, mesmo que o presidente tape a cara e o treinador pense que com futebolistas tecnicamente mais fortes conseguia opor-se a um jogo muito físico e de correria constante numa pressão axficiante. "Safaram-se" por eles serem pouco dotados tecnicamente e não terem sabido aproveitar as oportunidades que iam mais surgindo que criadas pelos futebolistas do emblema suíço. Ainda bem. Assim o Benfica terá todas e mais algumas hipóteses de vencer, na segunda-mão, por dois ou mais golos de diferença e seguir para a terceira pré-eliminatória. Que não parece ser fácil, não parece, mas que parece ser possível... parece! E muito! Era o que mais havia de faltar. De certeza que o centro do meio-campo (principalmente) vai ser outro.
Comparar temporadas só tem valor estatístico (mas pode ilustrar capacidades ou incapacidades) históricas
Em 44 jogos e 14 vitórias no total, no terreno dos adversários são cinco triunfos em 21 jogos (Macedónia, Alemanha (Friburgo), Rússia (Moscovo), Cazaquistão e Irlanda do Norte) e quatro empates (Turquia (duas vezes), Roménia e Alemanha). Que a sexta vitória ou o quinto empate, em terreno adversário, do clube suíço seja na Liga Conferência.
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| Primeiro título de campeão nacional suíço, em 1904. Tinha o Benfica escassos meses de vida |
FC Sankt Gallen 1879
Só conhecia de nome e saber que têm, sistematicamente, as terceiras maiores assistências nos jogos "em casa" depois dos dois "colossos helvéticos": FC Basileia e BSC Young Boys (Berna). E em simpatizantes na Suíça só mais três clubes lhes são superiores: Grasshopper CZ (Zurique), A. Servette FC (Genebra) e FC Zurique. Mostraram ser um clube que tendo tantas limitações financeiras - País rico, mas futebol pobre - e onde a capacidade económica está mais vocacionada para outros cantões germanófilos (Basileia, Berna e Zurique - aqui a dividir por dois clubes) já que os cantões francófilos há muito que perderam capacidade económica para ter futebol a um nível razoável. O FC Sankt Gallen 1879 frente ao «Glorioso» honrou a modalidade e mostrou o que deve fazer um clube que tendo o plantel mais fraco em individualidades tem que assumir o jogo mais físico sem recorrer a excessos que envergonhariam o emblema. Correram, esforçaram-se mesmo que a bola pareça sair muitas vezes "quadrada" e foram de uma abnegação de elogiar. Concentrados nos momentos-chave para equipa que é pouco criativa: pontapés-de-canto, livres directos e contra-ataques. Jogaram bem com os meios que tinham. Merecem elogios e merecem, ainda mais, que o Benfica os honre, eliminando-os, mostrando que no futebol quem tem melhores futebolistas deve ser recompensado com mais jogos, golos e conquistas.
Quinta-feira, 30 de Julho de 2026
O jogo mais importante - n.º 5 744 - frente ao 699.º adversário (FC Sank Gallen 1879) na "Gloriosa História". Porque o mais importante é sempre o próximo. Os outros 5 743 já sabemos como foram ou acabaram.
Acorda... Benfica!
Alberto Miguéns
NOTA FINAL: Face ao modo como o Benfica está a ser dirigido, que não tem nada, nadinha, em relação ao que me fez apaixonar pelo Benfica quando criança, adolescente e querer ser seu associado em 1979 - e não é por perder mais e conquistar menos, é por não haver noção do que é a grandeza do Clube por parte de quem dirige - um dos grandes desejos que tinha quando me tornei associado era ter saúde e condições de vida para NUNCA deixar de ser associado, receber o emblema de dedicação prata (25 anos) e ouro (50 anos) este a ser entregue em 25 de Fevereiro de 2029. Mantendo-se este modo de dirigir o Clube, sem categoria, nem valores À Benfica, mesmo que esteja de boa saúde nessa data não irei á cerimónia receber o meu emblema. Aguardarei que haja um núcleo de dirigentes que honrem os ases que nos honraram o passado. A menos que Rui Costa e a sua equipa tenham capacidade para inverter o que andam a (des)fazer. Só que não acredito, embora queira. E não é por morrer uma andorinha (eu) que acaba a Primavera (Benfica) como é mais que evidente em termos de cerimoniais está de luto! Por isso não faz sentido ir receber. Pode ser que depois de 2029 mude para melhor e logo, se ainda não tiver ido para o Quarto Anel, o receba.





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