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18/11/2016

Espero Que O Benfica Não Volte a Esta Modalidade

18/11/2016 + 10 Comentários
CICLISMO? LONGE! NADA TER A VER COM O QUE SE QUER DA POSTURA DESPORTIVA DO "GLORIOSO"!


Já foi importante para a afirmação do Benfica como clube nacional no tempo em que não havia televisão, telefonias e os jornais tinham dificuldade em chegar a regiões fronteiriças de Portugal!

Cobriu o Benfica de Glória entre os anos 30 e a década de 60.

Era uma modalidade com expressão eclectica no Sport Benfica e com futebolistas do Sport Lisboa a entrarem em competições.



Foi tudo isto, mas já não é!

As prioridades devem ser:

1. Regresso à constituição de uma equipa sénior feminina de Voleibol;

2. Regresso à constituição de uma equipa sénior feminina de Andebol;

3. Constituição de uma equipa sénior feminina de Futebol.

Chega!

O Ciclismo tem tanto de romântico como de vigarice generalizada. O Benfica tem de estar acima disso!


José Maria Nicolau e Alfredo Trindade. Dois gigantes das bicicletas. Um a puxar e o outro «à mama». Típico anos 30 em Portugal!

Obrigado aos Grandes do Passado. Que seriam humilhados pelas "vedetas" do presente.

Alberto Miguéns

NOTA1: Não vale a pena vir com a história da roda da bicicleta no emblema. Havia (e há) na Direcção do SLB pelo menos um dirigente que na Direcção anterior de 2012 (e foi reeleito em 2016) que não sabia que o "circulo" no nosso emblema representa uma roda de bicicleta! Nem vos digo o nome pois muitos podem estar a ler este texto de pé!

NOTA2: O emblema do GSB (Grupo Sport Benfica) não era a preto-e-branco certamente. Não se sabe a composição das cores. Mas ninguém fazia brasões, ex-libris ou emblemas como se fossem fotografias da época. A preto-e-branco. Ou fotocopias que ainda nem existiam. O Mundo Real, até na Idade Média, era tão colorido como o actual. Não há são registos explicativos da composição de cores. Ao contrário do que ocorre com o emblema do Sport Lisboa que tive a sorte de receber informação acerca dele de um dos 12 filhos (Hugo Empis) de um dos 24 fundadores (Raul Empis). O que se sabe, na realidade, do emblema do GSB está nestas fotografias. As únicas que conheço com o "emblema real". O resto são estilizações gráficas do mesmo.





10 comentários
comentários
  1. Espero no entanto que todos os projectos que o Alberto Miguéns aqui propõe tenham como base uma estrutura de formação ao nível do exigido no Benfica.

    Ou seja, que a aposta nas modalidades seja integrada numa perspectiva mais alargada de divulgação e acesso à actividade desportiva como complemento da formação do individuo, onde clubes como o nosso Glorioso possam ter um papel decisivo e que justifique a sua "utilidade pública"

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  2. Caro Alberto,
    Permita-me discordar da sua opinião.
    O ciclismo não tem culpa daquilo que alguns fazem dele.
    Em mais de uma centena de ciclistas da Volta, dois acusaram doping, o que significa que a maioria não acusou.
    Mas o mais paradoxal é que todas as grandes estrelas do passado usavam e abusavam das mais variadas formas de doping, ou acha que Eddie Merckx, Bernard Hinault, ou o nosso Nicolau nunca tomaram nada? Simplesmente, os mecanismos de controlo eram outros.
    Aliás, faça-se no futebol o tipo de controlo apertado (análises sanguíneas, passaportes bilógicos, etc) que se faz no ciclismo, e certamente vamos ter surpresas.
    Por mim, sem prejuízo de também concordar com as iniciativas que propõe para as nossas modalidades, o ciclismo seria uma prioridade. Afinal, temos uma roda no emblema.
    Um abraço

    Luís Fialho

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    1. Colocar suspeitas em atletas de alta competição sem provas não dá. Assim também se pode colocar em causa atletas de outras modalidades de terem usado doping em décadas anteriores.
      Controlo apertado no futebol já existe, o que acontece é os "conhecimentos" mexerem cordelinhos. Em vez do jogador X, vai o Y que não tomou a "vitamina".
      Doping há e continuará a haver em alta competição, seja em que modalidade for. Parte de cada um, e da sua consciência, se é esse o caminho que quer seguir.

      Obrigado e Saudações!

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  3. Acrescentava:

    4. Equipa de pólo aquático masculino.
    5. Reabertura da secção de ciclismo.

    Deve-se separar ter actividade no ciclismo de participar em determinada competição, e cometer ilegalidades. Comete ilegalidades quem quer, embora seja um facto que o ciclismo tem problemas específicos que não existem em outros desportos.

    Seria excelente ter uma secção (auto-?)sustentável de ciclismo, que formasse ciclistas, sendo que alguns poderiam vir a fazer parte do projecto olímpico.

    Se os dirigentes fossem honestos não havia nada a temer, como em qualquer outro desporto.

    Mas no essencial concordo que emular o caminho do sporting e porto roçava a irresponsabilidade.

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  4. Pólo aquático?

    A nossa piscina nem competições oficiais femininas pode receber! É mais um tanque de aprendizagem para natação com 25 metros que uma piscina.

    AM

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    1. Tem toda a razão, é algo que também gostaria de ver corrigido, e acredito que a criação da equipa masculina iria ajudar a colocar pressão para que isso acontecesse.

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  5. tenho uma opinião dúbia acerca disto. por um lado, sou amante de ciclismo desde miúdo. parei de acompanhar quando, em 2006, a Operacion Puerto surgiu, onde o meu ídolo e muitos outros foram apanhados. acompanhei o Benfica em 2007 e 2008 e apoiei, em algumas situações, na estrada. voltei a ver ciclismo em 2011, quando me pareceu que o desporto estava mais 'higiénico'.

    por 1 lado, apesar destes 2 casos de doping, o desporto está muito mais credível. a nível internacional, praticamente só surgem casos de doping em russos e italianos (os 2 habitués nesta prática). o simbolismo da roda da bicicleta no nosso símbolo é, para mim, bastante importante.

    por outro lado, o ciclismo português está no ponto mais baixo de qualidade, talvez, de sempre. as provas e as equipas são escassas e fracas. além disso, apesar de como frisei acima, o desporto estar mais limpo actualmente, os casos de doping no Benfica na última vez que esteve no pelotão e o caso de doping do vencedor da Volta a Portugal 2009 (não podia estar melhor do que onde está actualmente) ainda estão bem presentes. o ciclismo sempre foi uma modalidade de prejuízos financeiro e, volto a frisar, apesar do ciclismo estar mais credível, a imagem 'ciclismo = doping' é insofismável, logo cada vez menos as empresas arriscam em patrocínios na modalidade. já para não falar do fracasso desportivo do Benfica nessa última passagem, com o José Azevedo e o incompetente director desportivo Orlando Rodrigues à cabeça desse fiasco.

    seja como for, não será, com toda a certeza, em 2017 que teremos a modalidade activa novamente.

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  6. eu cá aposto no Lima das Modalidades para ser o 'ignorante' ;)

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    1. Caro,

      Eu não sei a opinião acerca do assunto de todos os nove componentes (incluindo os dois suplentes) da Direcção entre 2012 e 2016. Mas quem não sabia que era um ciclo ou roda da bicicleta não foi ele!

      TRIsaudações Benfiquistas

      Alberto Miguéns

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  7. Concordo com o que o Alberto diz. O ciclismo que aliás deixei de ver é uma modalidade suja. Não me saem da cabeça os casos de Pantani e de Armstrong. Também aqui em Portugal temos muitos casos. Não foram só estes. Há pelo menos um caso em que um vencedor da volta a Portugal perdeu no laboratório.

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