A criação deste Blogue, ideia de António Melo, tem como objectivo divulgar, defender o Sport Lisboa e Benfica e a sua Gloriosa história. Qualquer opinião aqui expressa vinculará apenas o seu autor, Alberto Miguéns.

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13/07/2015

Branca. Imaculada. Linda!

13/07/2015 + 7 Comentários
DESDE 1997/98 O INÍCIO DE CADA TEMPORADA TRAZ UMA OUTRA EXPECTATIVA, ALÉM DAS ENTRADAS E SAÍDAS DE FUTEBOLISTAS. OS EQUIPAMENTOS.


AVISO: Texto logo acerca da Gloriosa História. Um "cheirinho" às mudanças de equipamentos.

As cores do equipamento foram escolhidas entre 13 de Dezembro de 1903, quando no Café do Gonçalves surgiu a ideia de fundar um Clube e 28 de Fevereiro de 1904, data da fundação na Farmácia Franco. Foi durante este período que se desenvolveram muitas das ideias que viriam a fazer parte da nossa tradição sustentando o Ideal. Aliás, o dia da fundação corresponde à data em que os símbolos do Clube já se encontravam praticamente definidos, ou seja, o "Glorioso" estava pronto para ser criado.

Escolha das cores
José da Cruz Viegas, defesa à direita (Right-Back) notável, nas primeiras épocas, foi o elemento que ficou com a missão de estudar as cores do equipamento. Examinou tecnicamente o assunto, recorrendo mesmo a catálogos que pediu a diversas fábricas inglesas, à procura das cores que se fixassem melhor na retina dos atletas em pleno jogo. Há outros fundadores que afirmam que também houve a preocupação de ter equipamentos que impressionassem (e cativassem) os espectadores (transeuntes) num tempo em que o futebol se jogava em terrenos públicos (abertos). Optou-se pelo vermelho, pois é a cor símbolo da alegria, colorido e vivacidade. As camisas vermelhas eram de flanela e as primeiras, pagas pelos jogadores, foram feitas no antigo Alfaiate Nunes, na Rua de Belém.

1904/05. 29 de Junho de 1905. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. José da Cruz Viegas (o estudioso das cores e proponente do vermelho), Manuel Mora (guarda-redes), Fortunato Levy, Albano dos Santos, António Couto e Emílio de Carvalho; António Rosa Rodrigues, Silvestre Silva (capitão), Cândido Rosa Rodrigues, José Rosa Rodrigues (presidente do Clube) e Carlos França. Fotografia de Nazaré Chagas, cedida por José da Cruz Viegas a Mário de Oliveira e Carlos Rebelo da Silva 

Importância do vermelho
A propósito da cor vermelha é interessante a frase do etólogo britânico Desmond Morris, publicada no seu livro de 1981 “A Tribo do Futebol” que na página 205 afirma: “Examinando as cores populares, o vermelho é fácil de compreender. Trata-se da mais visível de todas as cores, especialmente à distância, e tem um poderoso impacto simbólico por ser a cor do sangue, da energia, da vida, da força, do poder e da intensidade. É a cor perfeita para qualquer equipa desportiva e não se percebe a razão pela qual, em alguns países, não é ainda mais popular.”

Importância do equipamento
No primeira temporada (1904/05) o Clube apresentou-se de camisa vermelha, com colarinhos, aberturas, bolso e punhos brancos; calções brancos e meias pretas. Os calções brancos certamente “transitaram” do Grupo dos Catataus – o Belém FC que equipava todo de branco, já que não há notícias da escolha ou da compra, como aconteceu com as camisolas. As meias eram pretas mas não eram motivo de escolha porque fazia parte da tradição do futebol jogar com meias escuras, tradição que durou até meados da década de 40. Durante os primeiros anos do futebol em Portugal até se dizia que quando não se equipava com meias pretas se estava “mal aprontado”!

Muito mais do que simples mudanças estéticas
Só os grandes clubes entram na lógica das grandes marcas, como é o caso do Benfica que veste Adidas. Daí, que tal como os colossos do futebol mundial, todos os anos haja mudança do equipamento principal – mantendo-se vermelho – e nas cores dos equipamentos alternativos. As modificações não são apenas estéticas, mas todas as temporadas há alterações estruturais, no sentido de melhorar a qualidade dos tecidos bem como a potenciação do rendimento dos futebolistas.

Não havia necessidade de “alternativos”
Durante as épocas em que os campeonatos eram Regionais, os clubes não trocavam de equipamento, já que escolhiam para a camisola arranjo de cores não existentes noutros clubes. Isto levou a que os clubes que mais tardiamente se formavam, afirmavam e subiam de divisão ou que se tornavam notados, tivessem necessidade de criarem (ou alterarem) equipamentos verdadeiramente inovadores. Havia mesmo propostas mirabolantes, que exemplificavam na perfeição a “ginástica estética” que era necessário ter para se diferenciarem uns dos outros. Não raras vezes iam modificando os equipamentos de temporada para temporada, no sentido de melhorarem o aspecto e a combinação das cores. Os clubes mais antigos, e tradicionais, por questões de identificação, tradição e orgulho nunca mudavam o equipamento.

Alberto Rio ultrapassa um adversário do SC Império, em 2 de Novembro de 1913, no campo do adversário. Em 1924 seriam estes equipamentos do clube de Palhavã a fazerem de "Manto Sagrado" frente ao Sparta de Praga. NOTA: Quem pintou a fotografia (publicada a preto-e-branco, em 9 de Novembro de 1913, na primeira página d' "O Sport Lisboa" n.º 12) aldrabou a realidade: as meias eram pretas (tal como as do SC Império), a camisola tinha gola branca e vivos brancos nas mangas e o terreno era pelado (amarelo-acastanhado)

O Benfica foi, é e será sempre encarnado ou ... vermelho
Mas, depois de 364 jogos de camisola vermelha, calção branco e meias pretas, eis que em 12 de Janeiro de 1924, na recepção ao AC Sparta, de Praga, em digressão pelo nosso País, a equipa checa entra em campo equipada de vermelho. O encontro disputou-se no recinto do Império Lisboa Clube (sucessor do SC Império), no campo de Palhavã. Sem equipamento alternativo, a nossa equipa teve de recorrer ao clube proprietário do campo e equipar “à Império”, ou seja, com camisola listada verticalmente a preto e amarelo. Pela primeira vez o Benfica não jogava de vermelho. Haviam passado vinte anos após a fundação. Houve um jornal que escreveu que surgiram "olhos humedecidos" em alguns espectadores que "estavam no jogo pelo Benfica"...

Jornal "Diário de Lisboa"; Primeira página; 12 de Janeiro de 1924

Pela primeira vez de branco
Durante as comemorações das “Bodas de Prata” (25.º aniversário) do Clube, o Benfica convidou para um encontro amigável, no nosso campo das Amoreiras, a equipa de futebol da sua delegação mais consagrada - o Lusitano FC, de Vila Real de Santo António, campeão do Algarve. Assim, em 31 de Março de 1929, o Benfica teve necessidade de comprar umas camisolas brancas, algo de improviso, de pouca qualidade – malha leve e gola estreita - sem emblema, dando à delegação a primazia de equipar de vermelho. Ao 523.º jogo, o Benfica fazia o segundo encontro sem o tradicional equipamento vermelho e equipava de branco, pela primeira vez.

1928/29. 31 de Março de 1929. De cima para baixo. Da esquerda para a direita. Jaime Carvalho, António Pinho, Artur Travaços, João de Oliveira, António Coelho, Jesus Crespo, Jorge Tavares, Ralf Bailão, Eugénio Salvador e Vítor Hugo (capitão); Pedro Silva, Mário Rodrigues, Luís Costa e Fernando Adrião

Aquisição do primeiro alternativo
Quando o SC Salgueiros foi promovido no final da temporada de 1942/43 à I Divisão, o Benfica confrontava-se, pela primeira vez, em competições oficiais com a necessidade de adquirir um equipamento alternativo para receber na época seguinte – 1943/44 - no nosso estádio do Campo Grande, em 6 de Fevereiro de 1944, o simpático emblema portuense, na 11.ª jornada, ou seja no 2.º jogo da segunda volta, correspondendo ao 1125.º jogo da nossa principal equipa de futebol. Optou-se por uma camisola branca, com vivos vermelhos nas mangas e na gola, esta de atilhos, mantendo-se os calções brancos e meias pretas. A utilização de equipamentos brancos era usual para todos os clubes, por ser uma cor neutra e a mais barata. Exceptuavam-se os clubes, raros, que equipavam de branco! Esses optavam por equipamentos alternativos negros. Tudo uma questão de simplicidade e sentido prático. O branco satisfazia os preceitos, sendo muito raro, os clubes utilizarem equipamentos alternativos.

O primeiro alternativo "oficial" (no terceiro jogo depois de 1924 e 1929, desde a estreia em 1 de Janeiro de 1905, sem equipamento vermelho) no estádio do Campo Grande, em 6 de Fevereiro de 1944.

Ligeiras mudanças estéticas nas camisolas brancas
O “Glorioso” passou a equipar em alternativa de camisola branca, optando durante alguns jogos da década de 40 por jogar de calção vermelho, utilizados depois muito esporadicamente durante os anos seguintes. As camisolas brancas (de algodão) tinham vivos vermelhos nas mangas e golas vermelhas, ainda que em diferentes formatos e composições estéticas em termos de abertura no pescoço – formato, com ou sem colarinhos. Entre 1948 e 1953, em seis encontros, utilizou-se ainda uma camisola de seda completamente branca.

Guilherme Espírito Santo em 6 de Fevereiro de 1944 na estreia do primeiro alternativo "oficial" na recepção ao SC Salgueiros, para o campeonato nacional. Como tinha lógica. O clube visitado é que mudava o equipamento, pois o visitado viajava com o seu equipamento. Quem recebia tinha "em casa" a solução para não ser confundido em campo. Na actualidade, com a facilidade dos contactos entre clubes, tudo mudou...

De meias pretas a vermelhas
O Benfica só em 20 de Janeiro de 1946, ao jogo n.º 1215, quase 42 anos depois da fundação, passou a usar habitualmente meias vermelhas com o tradicional conjunto formado por camisola vermelha e calção branco. A tradição, que assim, existe há 69 épocas (em 111)!

Um alternativo branco (nos anos 50) no seguimento do utilizado nos anos 40 mas com meias vermelhas

Anos 90 e século XXI
Com o advento da comercialização de equipamentos – fornecimento das equipas e venda aos adeptos – passou a ser frequente alterar as cores do equipamento alternativo. Passaram a existir várias tonalidades, texturas, estéticas e combinações.

Critérios de utilização
Mas, mais importante do que a cor dos equipamentos alternativos (um não equipamento), é fundamental o Benfica manter a coerência na utilização dos equipamentos. Sabendo que o Benfica apenas tem um equipamento – camisola vermelha, calção branco e meias vermelhas - os “alternativos” são sempre uma situação de recurso, face aos equipamentos adversários e aos regulamentos das competições.

O “alternativo” é um não equipamento
Os equipamentos alternativos não sendo “um equipamento” podem ser de qualquer cor, se bem que por uma questão de identificação e rivalidade devem ser evitadas duas tonalidades – o verde e o azul. Importante é a utilização restrita do “não equipamento”. Apenas em jogos particulares, mormente no início das temporadas, para divulgação – e venda - dos novos equipamentos e estabelecer acordos restritos (só o indispensável) em jogos oficiais.

Imagem roubada do excelente blogue de Francisco Nascimento (clicar)

Em 1997/98 a época da mudança
O "Glorioso" em 1997/98 teve, pela primeira vez, três conjuntos: o equipamento (vermelho) e dois "não equipamentos" alternativos (o tradicional, branco e um inovador, preto). Pensei que o Benfica passasse a fazer disso norma. Sempre três conjuntos: vermelho, branco e outro (que deveria alterar-se todas as temporadas). Infelizmente deixou-se "cair" o branco mas o Benfica devia ter sempre três equipamentos. Além disso, seja branco ou outra cor, o Benfica só quando for impossível utilizar o equipamento deveria optar pelo(s) alternativo(s). Vermelho é que é! Sempre! Poucos clubes devem ter tão bem documentado o porquê da sua cor identitária. E esta (vermelho) é tão forte, está tão presente no coração Benfiquista que deve ser respeitada. Sem cedências.

Se só os equipamentos contassem - o vermelho e o branco - a época de 2015/16 já estava ganha!


Alberto Miguéns

PLANO PARA AS EDIÇÕES DURANTE  JULHO
(provisório como é evidente)
De 13 a 31 de Julho de 2015 (Sempre pela meia-noite)
Terça-feira (de 13 para 14): Sinto-me tão portista!;
Quarta-feira (de 14 para 15): Uma modalidade por semana: Basquetebol;
Quinta-feira (de 15 para 16): Mentiras Oficializadas by SLB
Sexta-feira (de 16 para 17): Os primeiros jogos 111 jogos (um por cada época);
Sábado (de 17 para 18): O "Glorioso" no Canadá;
Domingo (de 18 para 19): O "Glorioso" frente ao PSG;
Segunda-feira (de 19 para 20): A estreia em 2015/16;
Terça-feira (de 20 para 21): O Mais Belo e Inigualável 138;
Quarta-feira (de 21 para 22): Uma modalidade por semana: Hóquei em Patins;
Quinta-feira (de 22 para 23): Primeiro balanço da pré-época;
Sexta-feira (de 23 para 24): O "Glorioso" nos EUA;
Sábado (de 24 para 25): O "Glorioso" frente à AC Fiorentina;
Domingo (de 25 para 26): Dois jogos? Que jogos?;
Segunda-feira (de 26 para 27): O "Glorioso" frente aos Nova Iorque Red Bull;
Terça-feira (de 27 para 28): O "Glorioso" no México;
Quarta-feira (de 28 para 29): O "Glorioso" frente ao CF América;
Quinta-feira (de 29 para 30): E depois do estádio Azteca?;
Sexta-feira (de 30 para 31): Uma modalidade por semana: Futsal;
Sábado (de 31 para 1): Já cá faltava eu!;
Domingo (de 1 para 2): O "Glorioso" no Troféu Eusébio Cup;
Segunda-feira (de 2 para 3): Terminou a Pré-época!;
Terça-feira (de 3 para 4): Benfica tão brilhante que se vê no escuro;
Quarta-feira (de 4 para 5): Uma modalidade por semana: Andebol

7 comentários
comentários
  1. Muito bom Alberto.

    Tenho uma camisa de 1987 1988, ano em que a fnac de Alexandre Alves substituiu a shell.

    Vinha só com o emblema do Benfica mas eu, com 15/16 anos de idade, já tinha topado que quem fosse campeão tinha direito ao símbolo da pátria na manga... Filho de peixe sabe nadar. O meu pai era alfaiate nos tempos livres e deu-me dicas ao longo dos tempos de como usar a agulha e a linha. Comprei o dito emblema e pimba! Cosi-o à manga. Não satisfeito, ainda fiz mais um adorno: Peguei de novo na agulha e em linha vermelha garrida e escrevi a palavra campeão num tecido rectangular branco... Cosi-o debaixo do emblema da pátria.

    Tenho também a camisa de 1992 1993 e a de 2004 2005. Pela primeira vez em dez anos, confesso que estou com vontade em adquirir uma nova... A camisola alternativa é linda.

    Saudações Gloriosas.

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  2. Caro Alberto,

    Grato por esta excelente viagem à História dos equipamentos Gloriosos!

    Uma questão:

    Coloca, relativamente à fotografia de Alberto Rio, o seguinte comentário:
    «NOTA: Quem pintou a fotografia (publicada a preto-e-branco, em 9 de Novembro de 1913, na primeira página d' "O Sport Lisboa" n.º 12) aldrabou a realidade: as meias eram pretas (tal como as do SC Império), a camisola tinha gola branca e vivos brancos nas mangas e o terreno era pelado (amarelo-acastanhado)»

    O que me chamou a atenção no seu comentário foi a indicação de que deveria ser um campo pelado. No entanto, nota-se na fotografia a textura de relva e não só a côr. Terá o artista que pintou a foto adulterado a realidade a esse ponto e acrescentado a textura relvada ao invés da terra batida? Não sei se tem forma de investigar esta questão insólita, mas deixo antecipadamente o meu agradecimento de qualquer forma.

    Grato por tudo!
    Isaías

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    1. Caro Isaías,

      Tem razão. Estive a ver fotografias de vários jogos do SLB em Palhavã. Havia zonas do campo com erva (a foto em questão é um caso desses) e outras mais peladas (claras). Era um estádio ervado. Dá a ideia que era um terreno fértil daí crescer - entre o Outono e a Primavera - com facilidade erva que ia aguentando porque havia poucos jogos por ano.
      Agora percebo porque se escrevia nos jornais que era o melhor piso de Lisboa, daí serem jogados em Palhavã os jogos internacionais.

      Gloriosas Saudações Benfiquistas

      Alberto Miguéns

      NOTA: O estádio José Alvalade com palha vã no relvado não desdenharia ter um ervado como o de Palhavã

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    2. Ah! Está desvendado o mistério. Estava a achar estranha aquela textura na fotografia, perante a informação de que se tratava de um campo "pelado". :-)

      Cumprimentos e grato pelo trabalho!
      Isaías

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  3. Obrigado por tudo, por este trabalho incrível, dia após dia.

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  4. Excelente texto. Como eu gosto desses seus textos longos.

    Os equipamentos do Benfica. Estou convencido que não foi só o meu Pai que me fez Benfiquista. Aquelas lindas camisolas berrantes entravam-me pelo olhos directas ao coração.

    Há muita coisa por saber nesse período 13 de Dezembro de 1903 e 28 de Fevereiro de 1904. Há nomes que não estão na acta fundadora mas foram muito mais importantes. As cores e simbologia do nosso clube foram tão bem conseguidos que subsistem e são identificados por qualquer Benfiquista e qualquer adversário. Ainda bem que no caso dos equipamentos ficou imortalizado o papel de José da Cruz Viegas, homem de notável história pessoal.

    Ainda bem que temos um exemplar desse precioso primeiro lote das camisolas de flanela. Tenho pena de ver pois parece-me que o vermelho da camisola de Cosme Damião está muito mas mesmo muita descorada.

    Eu adoro a primeira fotografia da primeira equipa do nosso clube. Que penso foi tirada por Nazaré Chagas e cedida a Mário de Oliveira e Carlos Rebelo da Silva por José da Cruz Viegas.

    Eu até gostava que um destes anos o Benfica fizesse homenagem a esse equipamento do Império. Até não desgosto. Mas o branco é a cor de eleição como alternativo. Aliás o (Belém) Football Clube era branco... Concordo que deveria haver sempre o principal, o branco e um para ocasiões mais raras.

    As camisolas desta época são espectaculares. A vermelha é compra certa cá da casa. Vamos ver se ainda me estico até à branca...

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    Respostas
    1. Caro VictorJ

      Obrigado

      Ainda bem que honra o autor da fotografia. Eu esqueço-me... sempre e não o devia fazer! Vou utilizar o seu texto para melhorar a legenda.

      Gloriosas Saudações Benfiquistas

      Alberto Miguéns

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